{"title":"Flur 2020","description":"","products":[{"product_id":"vitor-rua-electronic-music-1995-2010-mivr1","title":"Electronic Music 1995-2010","description":"CD em caixa de plástico reciclada a partir de uso prévio e serigrafada na frente e verso. Edição limitada a 200 exemplares.\u003cbr\u003e\u003cp\u003e\u003cstrong\u003eLISTEN:\u003c\/strong\u003e\u003cbr\u003e\u003ca href=\"http:\/\/blog.flur.pt\/mp3\/MIVR1-1.mp3\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\"\u003eCLIP1\u003c\/a\u003e - \u003ca href=\"http:\/\/blog.flur.pt\/mp3\/MIVR1-2.mp3\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\"\u003eCLIP2\u003c\/a\u003e - \u003ca href=\"http:\/\/blog.flur.pt\/mp3\/MIVR1-3.mp3\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\"\u003eCLIP3\u003c\/a\u003e - \u003ca href=\"http:\/\/blog.flur.pt\/mp3\/MIVR1-4.mp3\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\"\u003eCLIP4\u003c\/a\u003e - \u003ca href=\"http:\/\/blog.flur.pt\/mp3\/MIVR1-5.mp3\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\"\u003eCLIP5\u003c\/a\u003e\u003c\/p\u003e\u003cbr\u003e\u003cp style=\"text-align: justify;\"\u003eCompilação de música dispersa por várias plataformas online, recuperando uma ideia de minimalismo presente na música de Vítor Rua desde os Telectu. Para efeitos de mundo real, as faixas neste CD fazem parte de álbuns que nunca o foram. Existem online sobretudo agregadas por conceito ou instrumentação utilizada. Aqui ganham a companhia mútua, e o que nos é dado escutar foi organizado para fluir como um caudal suave que, em certo ponto, talvez convença a nossa percepção superficial de que nada se passa mas, no cérebro e com o manejo apropriado, captamos diferentes camadas em diferentes sessões de escuta. Aplica-se principalmente à última secção do disco (retirada do álbum “Dance Music”) e em exercício está unicamente a nossa disposição para receber o groove próprio de cada faixa simplesmente intitulada com uma letra do alfabeto, como se até aí todas as indicações fossem no sentido da neutralidade do som face à nossa posição, essa sim activa, enquanto ouvintes. “Turaya”, exemplo único da série de composições dedicadas à árvore genealógica de gatos que coabitaram com Telectu, abre com plena vibração cristalina para uma breve passagem pelas duas faixas de “Computer Music\", oscilando entre uma representação artificial de “música contemporânea” e \"ambientalismo natural”. O bloco seguinte (tirado de “Hello, I Am Mister ED”) explora um minimalismo mais íntimo, económico na duração, entregando-nos as ideias em estado mais puro; “Dance Music”, que ocupa boa parte da segunda metade do CD, parte em direcção a um horizonte que nunca realmente se revela. A beleza está no movimento constante, enquanto dura, na propulsão repetitiva e robótica que tanto evoca “Jazz From Hell” de Frank Zappa como o modo muito pessoal como Atom Heart interpretou jazz (em quase toda a sua discografia na Rather Interesting entre 1995 e 1998 existem magníficos exemplos), como, ainda, nada mais evoca a não ser o passo próprio e digno da máquina. Primeira missão a Marte.\u003c\/p\u003e","brand":"Marte Instantânea","offers":[{"title":"CD \/ trigger case \/ silkscreened","offer_id":31792599367726,"sku":"MIVR1","price":10.95,"currency_code":"EUR","in_stock":false}],"thumbnail_url":"\/\/cdn.shopify.com\/s\/files\/1\/0015\/9393\/3870\/files\/vitor_20rua_20electronic_20music_20frente_20scan.jpg?v=1712616739"},{"product_id":"drumming-gp-joana-gama-luis-fernandes-textures-lines-zam010","title":"Textures \u0026 Lines","description":"\u003cp\u003e\u003cstrong\u003eLISTEN:\u003c\/strong\u003e\u003cbr\u003e\u003ca href=\"http:\/\/blog.flur.pt\/mp3\/ZAM010-1.mp3\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\"\u003eCLIP1\u003c\/a\u003e - \u003ca href=\"http:\/\/blog.flur.pt\/mp3\/ZAM010-2.mp3\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\"\u003eCLIP2\u003c\/a\u003e - \u003ca href=\"http:\/\/blog.flur.pt\/mp3\/ZAM010-3.mp3\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\"\u003eCLIP3\u003c\/a\u003e - \u003ca href=\"http:\/\/blog.flur.pt\/mp3\/ZAM010-4.mp3\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\"\u003eCLIP4\u003c\/a\u003e\u003c\/p\u003e\u003cbr\u003e\u003cp style=\"text-align: justify;\"\u003eHá sensivelmente um ano, os Drumming GP, Joana Gama e Luís Fernandes apresentaram no Grande Auditório do Teatro Rivoli, Porto, “\u003ca href=\"https:\/\/www.youtube.com\/watch?v=xKXZLX3VG_k\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\"\u003eTextures \u0026amp; Lines\u003c\/a\u003e”. O convite nasceu por parte dos Drumming GP, o “sim” veio com a vontade inata de colaborar e experimentar de Joana Gama e Luís Fernandes. A música simbiótica do duo é inata à colaboração, foi assim com Ricardo Jacinto em “Harmonies” (2016) ou em “At The Still Point Of The Turning World” (2018), com a Orquestra de Guimarães. Com os Drumming GP há um assimilação mútua, os 49 minutos de “Textures \u0026amp; Lines”, divididos em 4 peças, evoluem num desejo a favor da constante exploração, num corpo de “três cabeças” que toca no território de cada um sem o invadir. Em conjunto, o piano de Joana Gama e a electrónica de Luís Fernandes abrem-se à experiência. Como se fosse território virgem, disponível para ser explorado, mas nunca ocupado. Foi assim com “At The Still Point Of The Turning World”, em que a Orquestra de Guimarães permitia que os dois conversassem um diálogo de rajada, é assim neste “Textures \u0026amp; Lines”, onde a percussão dos Drumming GP expande texturas minimais repetitivas e visualizam formas perfeitas na abordagem clássica\/contemporânea da composição electrónica. Há luminosidade quando menos se espera, é música radiante, livre e feliz por se estar a descobrir e a ser descoberta. Cresce – em nós, no mundo – à medida que avança e se deixa conhecer. São “três cabeças” a sentir o território que lhes é comum e a explorar as maravilhas que é fazer isto junto. Com um horizonte infinito.\u003c\/p\u003e","brand":"Holuzam","offers":[{"title":"CD \/ trifold","offer_id":31838918705198,"sku":"ZAM010","price":10.0,"currency_code":"EUR","in_stock":true}],"thumbnail_url":"\/\/cdn.shopify.com\/s\/files\/1\/0015\/9393\/3870\/files\/drumming_20gp_20joana_20gama_20textures_20and_20lines.jpg?v=1776504147"},{"product_id":"kaitlyn-aurelia-smith-tides-music-for-meditation-and-yoga-ttp102","title":"Tides: Music For Meditation and Yoga","description":"\u003cp\u003e\u003cstrong\u003eLISTEN:\u003c\/strong\u003e\u003cbr\u003e\u003ca href=\"http:\/\/blog.flur.pt\/mp3\/TTP102-1.mp3\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\"\u003eCLIP1\u003c\/a\u003e - \u003ca href=\"http:\/\/blog.flur.pt\/mp3\/TTP102-2.mp3\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\"\u003eCLIP2\u003c\/a\u003e - \u003ca href=\"http:\/\/blog.flur.pt\/mp3\/TTP102-3.mp3\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\"\u003eCLIP3\u003c\/a\u003e - \u003ca href=\"http:\/\/blog.flur.pt\/mp3\/TTP102-4.mp3\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\"\u003eCLIP4\u003c\/a\u003e - \u003ca href=\"http:\/\/blog.flur.pt\/mp3\/TTP102-5.mp3\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\"\u003eCLIP5\u003c\/a\u003e\u003c\/p\u003e2020 repress.\u003cbr\u003e\u003cp style=\"text-align: justify;\"\u003eQuando “Tides” foi gravado, ainda se estava algo longe de conhecer o furacão Kaitlyn Aurelia Smith. Gravado em 2013, editado digitalmente no ano seguinte – foi em 2015 que ficámos rendidos com “Euclid” -, “Tides” nasce com uma componente privada, revelada no título para a sua edição em vinil. Música que Aurelia Smith usava para as suas aulas de ioga. Música meditativa? Talvez. Vale a pensa descontextualizar, ou melhor, desmaterializar a alusão e ilusão do ioga e pensar “Tides” como uma viagem pela música modular – é tudo gravado num Buchla Music Easel – que transporta o ouvinte para as eloquências das explorações new age de algumas compositoras no final da década de 1970 e 1980 e, sobretudo, para o kosmische bucólico. Mais do que encaixar num propósito, “Tides” é um arco de inocência de uma compositora que estava no caminho para dar um abanão na electrónica-pop nos anos seguintes. Não é “over the top” como os álbuns -  “EARS” ou “The Kid” -, e, sim, um desenho completo por onde a compositora pintou por cima nos seus álbuns posteriores. Música de base que é muito completa. Calma e distinta para tirar o melhor dos dias. A paz. Música que – realmente – importa.\u003c\/p\u003e","brand":"Touch The Plants","offers":[{"title":"LP \/ mp3","offer_id":31856351051822,"sku":"TTP102","price":21.5,"currency_code":"EUR","in_stock":false}],"thumbnail_url":"\/\/cdn.shopify.com\/s\/files\/1\/0015\/9393\/3870\/files\/kaitlyn_20aurelia_20smith_20tides.jpg?v=1712636092"},{"product_id":"nazar-guerrilla-hdblp046","title":"Guerrilla","description":"\u003cp\u003e\u003cstrong\u003eLISTEN:\u003c\/strong\u003e\u003cbr\u003e\u003ca href=\"http:\/\/blog.flur.pt\/mp3\/HDBCD046-1.mp3\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\"\u003eCLIP1\u003c\/a\u003e - \u003ca href=\"http:\/\/blog.flur.pt\/mp3\/HDBCD046-2.mp3\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\"\u003eCLIP2\u003c\/a\u003e - \u003ca href=\"http:\/\/blog.flur.pt\/mp3\/HDBCD046-3.mp3\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\"\u003eCLIP3\u003c\/a\u003e - \u003ca href=\"http:\/\/blog.flur.pt\/mp3\/HDBCD046-4.mp3\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\"\u003eCLIP4\u003c\/a\u003e - \u003ca href=\"http:\/\/blog.flur.pt\/mp3\/HDBCD046-5.mp3\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\"\u003eCLIP5\u003c\/a\u003e\u003c\/p\u003e\u003cbr\u003e\u003cp style=\"text-align: justify;\"\u003eHá uma história por detrás de “Guerrilla” de Nazar – acerca da guerra civil de Angola \/ do seu pai – e há outra na Hyperdub. Nas origens da Hyperdub, com Kode9 e Burial e a afirmação de um som que reanimava a música urbana da electrónica\/dança por via do dubstep – agora estamos confortáveis para dizer que ‘não era puro-dubstep’ – para o século XXI. Entretanto a Hyperdub estancou à sua maneira, nem bem nem mal, alicerçados na carreira dos seus artistas-poste (que continuaram a editar música importante) e por lançamentos que, ocasionalmente, acertavam na mouche (como os álbuns de Laurel Halo ou brilhante estreia de Loraine James em 2019). Mas música que pode redefinir uma geração? Não é por se estar no início de uma nova década ou pelas relações de Nazar com Angola questionarem uma ligação com o kuduro ou com a Príncipe. É bom colocar isso de lado. O que faz de “Guerrilla” num álbum que pode transformar uma geração é a sua noção impressionista de adrenalina misturada com uma narrativa que se vai construindo com beats que chocam e entram em conflito com a própria dimensão estética do álbum. Há esquizofrenia contemporânea em “Guerrilla”, com uma linguagem clarificada que ignora os vícios do presente em causar choque pelo ruído. É esquizofrenia da genética da música urgente que sabe ser urgente e com algo para dizer. É música de dança com sensações, sentimentos, capaz de provocar choque, horror e sorrisos. Há uma sensação de alívio quando se chega ao fim de “Guerrilla”; alívio por finalmente se deixar de ser atropelado. É com música do presente que se faz o presente. E é comum falar-se no futuro quando se fala no presente, para justificar o que hoje se ouve como sendo “importante”. Mas a música importante não importa assim tanto. A urgência genuína sim. Nem que seja de gritar, de contar uma história como se acredita nela. Nazar faz isso com as ferramentas, a linguagem que dispõe. Tão necessário quanto sairmos para a rua e apanharmos sol hoje.\u003c\/p\u003e","brand":"Hyperdub","offers":[{"title":"2LP \/ insert \/ mp3","offer_id":32009930866734,"sku":"HDBLP046","price":22.0,"currency_code":"EUR","in_stock":false}],"thumbnail_url":"\/\/cdn.shopify.com\/s\/files\/1\/0015\/9393\/3870\/files\/nazar_20guerrilla_2ab7d5d3-4216-4dfd-9726-118359ff1b4b.jpg?v=1721412354"},{"product_id":"nozomu-matsumoto-sustainable-hours-rave030lp","title":"Sustainable Hours","description":"\u003cp\u003e\u003cstrong\u003eLISTEN:\u003c\/strong\u003e\u003cbr\u003e\u003ca href=\"http:\/\/blog.flur.pt\/mp3\/RAVE030LP-1.mp3\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\"\u003eCLIP1\u003c\/a\u003e - \u003ca href=\"http:\/\/blog.flur.pt\/mp3\/RAVE030LP-2.mp3\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\"\u003eCLIP2\u003c\/a\u003e - \u003ca href=\"http:\/\/blog.flur.pt\/mp3\/RAVE030LP-3.mp3\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\"\u003eCLIP3\u003c\/a\u003e - \u003ca href=\"http:\/\/blog.flur.pt\/mp3\/RAVE030LP-4.mp3\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\"\u003eCLIP4\u003c\/a\u003e - \u003ca href=\"http:\/\/blog.flur.pt\/mp3\/RAVE030LP-5.mp3\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\"\u003eCLIP5\u003c\/a\u003e\u003c\/p\u003e\u003cbr\u003e\u003cp style=\"text-align: justify;\"\u003eHá sensivelmente dois anos, um desconhecido chamado Nozomu Matsumoto apresentava – também na The Death Of Rave – “Climatotherapy”, uma peça de dezasseis minutos que era uma corte em HD ao trabalho de Robert Ashley. A peça distinguia-se de muitas outras, e outros, que tentaram esta emulação, pelo modo como deixava presente a ideia de inteligência artificial e esmurrava algumas feridas da sociedade, usando essas mesmas feridas com crédito e vontade. Sem ironia. Em “Soundtrack For Installation By Nile Koetting” pode-se acreditar num capítulo II da peça anterior. A viagem é agora mais longa e revisita algum do plástico fascínio de “Climatotherapy”. O som continua a existir como uma fantasia HD de um qualquer sonho que se pediu emprestado ao futuro. Espacial e genuinamente orquestrada para um vazio de sentido, como se a clarificação do som, de tudo, estivesse na própria experiência de ouvir a música. Soa como a música ambiente deve soar em 2020. Com medo e assombrosa.\u003c\/p\u003e","brand":"The Death Of Rave","offers":[{"title":"LP \/ coloured","offer_id":32258504589358,"sku":"RAVE030LP","price":22.0,"currency_code":"EUR","in_stock":false}],"thumbnail_url":"\/\/cdn.shopify.com\/s\/files\/1\/0015\/9393\/3870\/files\/nozomu_20matsumoto_20sustainable_20hours.jpg?v=1712634682"},{"product_id":"filipe-felizardo-the-things-previous-vol-9-after-the-circle-crep76","title":"Vol. 9 After the Circle","description":"\u003cp\u003e\u003cstrong\u003eLISTEN:\u003c\/strong\u003e\u003cbr\u003e\u003ca href=\"https:\/\/discrepant.bandcamp.com\/album\/vol-9-after-the-circle\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\"\u003eFull Album\u003c\/a\u003e\u003c\/p\u003e\u003cbr\u003e\u003cp style=\"text-align: justify;\"\u003eA casa enquanto espaço íntimo pode também existir enquanto espaço comum. Em “Vol. 9 After The Circle”, Filipe Felizardo captura o som do dia a dia no seu apartamento, com uma guitarra a pontuar a cena, em exercício de banda-sonora sobre banda-sonora. Arrepiante desde o início, a fluência do acaso toma conta do som e da existência. É curioso que um disco como este seja editado numa época de confinamento. Mesmo que já se esteja a desconfinar. Gravado há um ano no decurso de dois dias, “Vol. 9 After The Circle” é, à falta de melhor visão – e correndo o risco de redundância -, folk do quotidiano. Folk não no sentido de um homem e a sua guitarra – embora também o seja – mas na forma como perpetua a existência em frases simples, que complicam isto do existir. Há qualquer coisa de afirmação neste novo álbum de Filipe Felizardo, como alguém a impor o seu caminho e, basicamente, a apontar o dedo, dizendo que se está a cagar. Como os grandes. Longe de ser soberba, é apenas um grito de gestos quotidianos, que se autorrecriam na narrativa de uma guitarra, construindo uma voz à John Fahey ou Bill Orcutt. Tão aqui e agora, delicado mas firme a afirmar que a folk é como um homem quiser.\u003c\/p\u003e","brand":"Discrepant","offers":[{"title":"LP","offer_id":32327545454638,"sku":"CREP76","price":20.0,"currency_code":"EUR","in_stock":true}],"thumbnail_url":"\/\/cdn.shopify.com\/s\/files\/1\/0015\/9393\/3870\/files\/filipe_20felizardo_20vol_209_20after_20the_20circle_6cd67119-9e8e-4065-b543-729aee41b79d.jpg?v=1752861680"},{"product_id":"kaitlyn-aurelia-smith-the-mosaic-of-transformation-gi-356-smm-xxxii","title":"The Mosaic Of Transformation","description":"\u003cp\u003e\u003cstrong\u003eLISTEN:\u003c\/strong\u003e\u003cbr\u003e\u003ca href=\"http:\/\/blog.flur.pt\/mp3\/GI356-1.mp3\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\"\u003eCLIP1\u003c\/a\u003e - \u003ca href=\"http:\/\/blog.flur.pt\/mp3\/GI356-2.mp3\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\"\u003eCLIP2\u003c\/a\u003e - \u003ca href=\"http:\/\/blog.flur.pt\/mp3\/GI356-3.mp3\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\"\u003eCLIP3\u003c\/a\u003e - \u003ca href=\"http:\/\/blog.flur.pt\/mp3\/GI356-4.mp3\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\"\u003eCLIP4\u003c\/a\u003e - \u003ca href=\"http:\/\/blog.flur.pt\/mp3\/GI356-5.mp3\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\"\u003eCLIP5\u003c\/a\u003e\u003c\/p\u003e\u003cbr\u003e\u003cp style=\"text-align: justify;\"\u003eDesde que começámos a ouvir Kaitlyn Aurelia Smith em “Euclid”, que se tornou óbvio a capacidade da sua música ser transformativa e encontrar nas ondas dos sintetizadores quadros de relaxamento e espiritualidade. A redescoberta de “Tides” no início deste ano tornou isso mais claro e agora, “The Mosaic Of Transformation”, reencontra as origens. Não necessariamente o que se ouve em “Tides” mas, talvez, aquilo que não se ouvia em “The Kid”, um disco com um salto gigante em relação àquilo que Kaitlyn tinha mostrado até então. “The Mosaic Of Transformation” tornas a viagens oblíquas do passado – “Euclid” e, sobretudo, “EARS” – em belíssimas planícies de relaxamento electrónico. Em que dá para alhear da espiritualidade – se se quiser – e aceitar estes belíssimos quadros sonoros em constante mutação. Nunca soa ao mesmo duas vezes.\u003c\/p\u003e","brand":"Ghostly International","offers":[{"title":"CD \/ digipak","offer_id":32391932543022,"sku":"GI-356\/SMM-XXXII","price":15.5,"currency_code":"EUR","in_stock":true}],"thumbnail_url":"\/\/cdn.shopify.com\/s\/files\/1\/0015\/9393\/3870\/files\/kaitlyn_20aurelia_20smith_20the_20mosaic.jpg?v=1712595258"},{"product_id":"giuseppe-ielasi-aix-keplarrev02","title":"Aix","description":"\u003cp\u003e\u003cstrong\u003eLISTEN:\u003c\/strong\u003e\u003cbr\u003e\u003ca href=\"http:\/\/blog.flur.pt\/mp3\/KEPLARREV02-1.mp3\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\"\u003eCLIP1\u003c\/a\u003e - \u003ca href=\"http:\/\/blog.flur.pt\/mp3\/KEPLARREV02-2.mp3\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\"\u003eCLIP2\u003c\/a\u003e - \u003ca href=\"http:\/\/blog.flur.pt\/mp3\/KEPLARREV02-3.mp3\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\"\u003eCLIP3\u003c\/a\u003e - \u003ca href=\"http:\/\/blog.flur.pt\/mp3\/KEPLARREV02-4.mp3\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\"\u003eCLIP4\u003c\/a\u003e - \u003ca href=\"http:\/\/blog.flur.pt\/mp3\/KEPLARREV02-5.mp3\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\"\u003eCLIP5\u003c\/a\u003e\u003c\/p\u003e\u003cbr\u003e\u003cp style=\"text-align: justify;\"\u003eDepois de há menos de 4 meses ter reeditado “Multila”, a segunda edição da renascida Keplar, enquanto KeplarRev – dedicada à redescoberta de música electrónica das últimas três década - é um álbum que pode ter passado despercebido em 2009. Editado originalmente na 12K de Taylor Deupree, “Aix” é composto por nove peças do compositor electro-acústico Giuseppe Ielasi. Os trinta minutos de “Aix” são um puro deleite de existência de som, enquanto trabalho de engenharia sonora e, sobretudo, de criação de rotinas de ambiente, evitando aspectos tradicionais da composição electrónica da altura. Aqui, Giuseppe cria deliciosa melodias minimais através da fragmentação de sons, jogando com ideias de aleatoriedade e transparência. Em certos momentos é dado à repetição e, progressivamente, a uma espécie de efeito-espelho dessa repetição, criando peças que nos fazem perder na sua duração (entre os três e quatro minutos). As melodias tão angularmente perfeitas desfazem a ideia que se está a ouvir electrónica \/ electrónica composicional e rapidamente remete o ouvinte para os campos da exótica ou da exploração mais ambiente da library. Ou da pop que mais agarra. Paisagens inesquecíveis. Uma das reedições de 2020 que iremos recordar várias vezes nesta década.\u003c\/p\u003e","brand":"Keplar","offers":[{"title":"LP","offer_id":32437361541166,"sku":"KEPLARREV02","price":17.5,"currency_code":"EUR","in_stock":false}],"thumbnail_url":"\/\/cdn.shopify.com\/s\/files\/1\/0015\/9393\/3870\/files\/giuseppe_20ielasi_20aix.jpg?v=1712613337"},{"product_id":"v-a-kaleidoscope-new-spirits-known-unknwon-sjrlp455-7","title":"Kaleidoscope, New Spirits Known \u0026 Unknwon","description":"\u003cp\u003e\u003cstrong\u003eLISTEN:\u003c\/strong\u003e\u003cbr\u003e\u003ca href=\"http:\/\/blog.flur.pt\/mp3\/SJR455-1.mp3\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\"\u003eCLIP1\u003c\/a\u003e - \u003ca href=\"http:\/\/blog.flur.pt\/mp3\/SJR455-2.mp3\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\"\u003eCLIP2\u003c\/a\u003e - \u003ca href=\"http:\/\/blog.flur.pt\/mp3\/SJR455-3.mp3\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\"\u003eCLIP3\u003c\/a\u003e - \u003ca href=\"http:\/\/blog.flur.pt\/mp3\/SJR455-4.mp3\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\"\u003eCLIP4\u003c\/a\u003e - \u003ca href=\"http:\/\/blog.flur.pt\/mp3\/SJR455-5.mp3\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\"\u003eCLIP5\u003c\/a\u003e\u003c\/p\u003e\u003cbr\u003e\u003cp style=\"text-align: justify;\"\u003eBom momento este para trabalhar a descoberta no presente. As compilações da Soul Jazz são frequentemente úteis para investigar o passado e criar pontos de contactos entre géneros e acções, “Kaleidoscope – New Spiritis Known And Uknown” compila e fundamenta o novo jazz britânico, criando as pontes possíveis entre artistas que estão no horizonte da atenção e outros que vivem – e gostam de viver – noutros patamares. Pontes possíveis também entre variados estilos e abordagens. Compilação essencial. É raro o presente ser um lugar tão comum.\u003c\/p\u003e","brand":"Soul Jazz","offers":[{"title":"3LP + 7\" \/ mp3","offer_id":32533973139502,"sku":"SJRLP455-7","price":38.5,"currency_code":"EUR","in_stock":false}],"thumbnail_url":"\/\/cdn.shopify.com\/s\/files\/1\/0015\/9393\/3870\/files\/soul_20jazz_20kaleidoscope_20lp_5150b8e5-768f-49eb-9083-2745934898e6.jpg?v=1712631614"},{"product_id":"v-a-kaleidoscope-new-spirits-known-unknwon-sjrlp455","title":"Kaleidoscope, New Spirits Known \u0026 Unknwon","description":"\u003cp\u003e\u003cstrong\u003eLISTEN:\u003c\/strong\u003e\u003cbr\u003e\u003ca href=\"http:\/\/blog.flur.pt\/mp3\/SJR455-1.mp3\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\"\u003eCLIP1\u003c\/a\u003e - \u003ca href=\"http:\/\/blog.flur.pt\/mp3\/SJR455-2.mp3\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\"\u003eCLIP2\u003c\/a\u003e - \u003ca href=\"http:\/\/blog.flur.pt\/mp3\/SJR455-3.mp3\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\"\u003eCLIP3\u003c\/a\u003e - \u003ca href=\"http:\/\/blog.flur.pt\/mp3\/SJR455-4.mp3\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\"\u003eCLIP4\u003c\/a\u003e - \u003ca href=\"http:\/\/blog.flur.pt\/mp3\/SJR455-5.mp3\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\"\u003eCLIP5\u003c\/a\u003e\u003c\/p\u003e\u003cbr\u003e\u003cp style=\"text-align: justify;\"\u003eBom momento este para trabalhar a descoberta no presente. As compilações da Soul Jazz são frequentemente úteis para investigar o passado e criar pontos de contactos entre géneros e acções, “Kaleidoscope – New Spiritis Known And Uknown” compila e fundamenta o novo jazz britânico, criando as pontes possíveis entre artistas que estão no horizonte da atenção e outros que vivem – e gostam de viver – noutros patamares. Pontes possíveis também entre variados estilos e abordagens. Compilação essencial. 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As compilações da Soul Jazz são frequentemente úteis para investigar o passado e criar pontos de contactos entre géneros e acções, “Kaleidoscope – New Spiritis Known And Uknown” compila e fundamenta o novo jazz britânico, criando as pontes possíveis entre artistas que estão no horizonte da atenção e outros que vivem – e gostam de viver – noutros patamares. Pontes possíveis também entre variados estilos e abordagens. Compilação essencial. 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Serpente e Ondness têm crescido paralelamente, um em confronto com a dança, o outro num constante encontro e desencontro com ela. Habitam em planetas diferentes da mesma galáxia. À medida que evoluem encontram pontos de convergência, actualmente com uma procura incessante na alta definição da electrónica da Warp dos 1990s. “Fé\/Vazio” segue “Parada” do ano passado, também na Ecstatic, e entra nas vidas em 2020 como música de dança pensada para pistas canceladas. “Fé\/Vazio” é anterior ao corte, mas ouvi-la hoje e conhecendo a realidade é impossível evitar a conexão. Afinal, Serpente vive na ficção e hipnotismo de narrativas alternativas e pode ter encaixado a realidade antes dela existir. Distopia em criação. “Escalpe”, faixa que encerra o álbum, está cheia de sons que direccionam para pontos de fuga, como se não bastasse a multitude de géneros de “Fé\/Vazio”, Serpente quer ainda deixar o ouvinte noutras rotas, entre a paranóia, dispersão e a vitalidade da imaginação. Música de dança como não se imagina, banda-sonora para um mundo que não se quer vazio, onde o jazz espiritual convive com o techno de Detroit e Chicago. Qual Theo Parrish. Há qualquer coisa de urgente aqui como não ouvíamos desde o primeiro álbum de Burial. Electrónica de vanguarda. De cá para lá e de lá para cá. Importantíssimo.\u003c\/p\u003e","brand":"Ecstatic","offers":[{"title":"LP \/ blue","offer_id":32570577027118,"sku":"ELP051","price":23.0,"currency_code":"EUR","in_stock":false}],"thumbnail_url":"\/\/cdn.shopify.com\/s\/files\/1\/0015\/9393\/3870\/files\/serpente_20fe.jpg?v=1712590570"},{"product_id":"romeo-poirier-hotel-nota-sferic0tel","title":"Hotel Nota","description":"\u003cp\u003e\u003cstrong\u003eLISTEN:\u003c\/strong\u003e\u003cbr\u003e\u003ca href=\"http:\/\/blog.flur.pt\/mp3\/SFERIC0TEL-1.mp3\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\"\u003eCLIP1\u003c\/a\u003e - \u003ca href=\"http:\/\/blog.flur.pt\/mp3\/SFERIC0TEL-2.mp3\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\"\u003eCLIP2\u003c\/a\u003e - \u003ca href=\"http:\/\/blog.flur.pt\/mp3\/SFERIC0TEL-3.mp3\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\"\u003eCLIP3\u003c\/a\u003e - \u003ca href=\"http:\/\/blog.flur.pt\/mp3\/SFERIC0TEL-4.mp3\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\"\u003eCLIP4\u003c\/a\u003e - \u003ca href=\"http:\/\/blog.flur.pt\/mp3\/SFERIC0TEL-5.mp3\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\"\u003eCLIP5\u003c\/a\u003e\u003c\/p\u003e\u003cbr\u003e\u003cp style=\"text-align: justify;\"\u003eA capa de “Hotel Nota” induz a um momento imaginado, de um corpo deitado nas rochas mas que parece em suspensão, numa praia. Ideia de calma, paz e paraíso. Local sem tormenta, contemplativo. Porta de entrada para um álbum de muitos imaginários, mundos, Roméo Poirier contempla as aspirações da electrónica a ser jazz – e vice-versa – através da simulação. Em jeito de som de quarto mundo, cabem selvas aquáticas, viagens microscópicas e prazeres desconhecidos em “Hotel Nota”. A paciência e leveza da execução, enquadra a música numa espécie de balearico de ficção científico, para uma praia do futuro. Irreal, ainda por existir. Ouve-se o que ainda há por sentir, nestes sons que querem ser tocados. Em verão de Jon Hassell, “Hotel Nota” é um excelente apontamento da infinitude do seu quarto mundo. De sol e cocktail quarto mundista na mão.\u003c\/p\u003e\u003cp\u003e\u003c\/p\u003e","brand":"Sferic","offers":[{"title":"LP","offer_id":32570577059886,"sku":"SFERIC0TEL","price":30.0,"currency_code":"EUR","in_stock":false}],"thumbnail_url":"\/\/cdn.shopify.com\/s\/files\/1\/0015\/9393\/3870\/files\/romeo_20poirier_20hotel_20nota.jpg?v=1712629668"},{"product_id":"jackie-lynn-jacqueline-dc768cs","title":"Jacqueline","description":"\u003cp\u003e\u003cstrong\u003eLISTEN:\u003c\/strong\u003e\u003cbr\u003e\u003ca href=\"http:\/\/blog.flur.pt\/mp3\/DC768-1.mp3\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\"\u003eCLIP1\u003c\/a\u003e - \u003ca href=\"http:\/\/blog.flur.pt\/mp3\/DC768-2.mp3\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\"\u003eCLIP2\u003c\/a\u003e - \u003ca href=\"http:\/\/blog.flur.pt\/mp3\/DC768-3.mp3\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\"\u003eCLIP3\u003c\/a\u003e - \u003ca href=\"http:\/\/blog.flur.pt\/mp3\/DC768-4.mp3\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\"\u003eCLIP4\u003c\/a\u003e - \u003ca href=\"http:\/\/blog.flur.pt\/mp3\/DC768-5.mp3\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\"\u003eCLIP5\u003c\/a\u003e\u003c\/p\u003e\u003cbr\u003e\u003cp style=\"text-align: justify;\"\u003eJackie Lynn. Circuit Des Yeux. Haley Fohr. Tudo a mesma pessoa, reconhecíveis pela voz e assimilação da madrugada. Em 2016, como despedida da Thrill Jockey, Haley Fohr deixava uma ideia incompleta em formato 12”, assinado por “Jackie Lynn”. Agora, quatro anos depois, na Drag City, três anos após a viagem inesquecível de “Reaching For Indigo” (Circuit Des Yeux), completa a ideia Jackie Lynn, com este “Jacqueline”, um longa-duração em cooperação com o trio Bitchin Bajas, Cooper Crain, Rob Frye e Dan Quinlivan. Jackie Lynn: uma ideia, uma personagem estranha em digressão por discos e clubes de locais de fronteira, que podiam habitar filmes sobre noites de tensão. O esforço é visível logo no segundo tema, “Shugar Water” soa a “Goodbye Horses”, e assim situa o clima permanente de ficção, fumo e mistério. Entre essa existência luxuosa-decadente, Haley aspira a canções, expiando o seu anterior álbum enquanto Circuit Des Yeux. Uma viagem pela Americana em ambiente disco, disco queen do deserto. Uma viagem, porque Jackie Lynn é uma artista na estrada, que processa essas viagens, em histórias e memórias aprovadas pelo tempo. E “Jacqueline” é um disco de estrada que ficou sem estrada em 2020, uma álbum de outro tempo, outro lugar, que só faz sentido em 2020. Uma viagem para recordar.\u003c\/p\u003e","brand":"Drag City","offers":[{"title":"Cassette","offer_id":32584157724718,"sku":"DC768CS","price":9.5,"currency_code":"EUR","in_stock":true}],"thumbnail_url":"\/\/cdn.shopify.com\/s\/files\/1\/0015\/9393\/3870\/files\/jackie_20lynn_20jacqueline_20cassette.jpg?v=1712589242"},{"product_id":"jackie-lynn-jacqueline-dc768","title":"Jacqueline","description":"\u003cp\u003e\u003cstrong\u003eLISTEN:\u003c\/strong\u003e\u003cbr\u003e\u003ca href=\"http:\/\/blog.flur.pt\/mp3\/DC768-1.mp3\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\"\u003eCLIP1\u003c\/a\u003e - \u003ca href=\"http:\/\/blog.flur.pt\/mp3\/DC768-2.mp3\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\"\u003eCLIP2\u003c\/a\u003e - \u003ca href=\"http:\/\/blog.flur.pt\/mp3\/DC768-3.mp3\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\"\u003eCLIP3\u003c\/a\u003e - \u003ca href=\"http:\/\/blog.flur.pt\/mp3\/DC768-4.mp3\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\"\u003eCLIP4\u003c\/a\u003e - \u003ca href=\"http:\/\/blog.flur.pt\/mp3\/DC768-5.mp3\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\"\u003eCLIP5\u003c\/a\u003e\u003c\/p\u003e\u003cbr\u003e\u003cp style=\"text-align: justify;\"\u003eJackie Lynn. Circuit Des Yeux. Haley Fohr. Tudo a mesma pessoa, reconhecíveis pela voz e assimilação da madrugada. Em 2016, como despedida da Thrill Jockey, Haley Fohr deixava uma ideia incompleta em formato 12”, assinado por “Jackie Lynn”. Agora, quatro anos depois, na Drag City, três anos após a viagem inesquecível de “Reaching For Indigo” (Circuit Des Yeux), completa a ideia Jackie Lynn, com este “Jacqueline”, um longa-duração em cooperação com o trio Bitchin Bajas, Cooper Crain, Rob Frye e Dan Quinlivan. Jackie Lynn: uma ideia, uma personagem estranha em digressão por discos e clubes de locais de fronteira, que podiam habitar filmes sobre noites de tensão. O esforço é visível logo no segundo tema, “Shugar Water” soa a “Goodbye Horses”, e assim situa o clima permanente de ficção, fumo e mistério. Entre essa existência luxuosa-decadente, Haley aspira a canções, expiando o seu anterior álbum enquanto Circuit Des Yeux. Uma viagem pela Americana em ambiente disco, disco queen do deserto. Uma viagem, porque Jackie Lynn é uma artista na estrada, que processa essas viagens, em histórias e memórias aprovadas pelo tempo. E “Jacqueline” é um disco de estrada que ficou sem estrada em 2020, uma álbum de outro tempo, outro lugar, que só faz sentido em 2020. Uma viagem para recordar.\u003c\/p\u003e","brand":"Drag City","offers":[{"title":"LP","offer_id":32584157790254,"sku":"DC768","price":19.5,"currency_code":"EUR","in_stock":true}],"thumbnail_url":"\/\/cdn.shopify.com\/s\/files\/1\/0015\/9393\/3870\/files\/jackie_20lynn_20jacqueline_e088e01c-4335-416b-8fc7-b2ee1e810e57.jpg?v=1779979646"},{"product_id":"jackie-lynn-jacqueline-dc768cd","title":"Jacqueline","description":"\u003cp\u003e\u003cstrong\u003eLISTEN:\u003c\/strong\u003e\u003cbr\u003e\u003ca href=\"http:\/\/blog.flur.pt\/mp3\/DC768-1.mp3\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\"\u003eCLIP1\u003c\/a\u003e - \u003ca href=\"http:\/\/blog.flur.pt\/mp3\/DC768-2.mp3\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\"\u003eCLIP2\u003c\/a\u003e - \u003ca href=\"http:\/\/blog.flur.pt\/mp3\/DC768-3.mp3\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\"\u003eCLIP3\u003c\/a\u003e - \u003ca href=\"http:\/\/blog.flur.pt\/mp3\/DC768-4.mp3\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\"\u003eCLIP4\u003c\/a\u003e - \u003ca href=\"http:\/\/blog.flur.pt\/mp3\/DC768-5.mp3\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\"\u003eCLIP5\u003c\/a\u003e\u003c\/p\u003e\u003cbr\u003e\u003cp style=\"text-align: justify;\"\u003eJackie Lynn. Circuit Des Yeux. Haley Fohr. Tudo a mesma pessoa, reconhecíveis pela voz e assimilação da madrugada. Em 2016, como despedida da Thrill Jockey, Haley Fohr deixava uma ideia incompleta em formato 12”, assinado por “Jackie Lynn”. Agora, quatro anos depois, na Drag City, três anos após a viagem inesquecível de “Reaching For Indigo” (Circuit Des Yeux), completa a ideia Jackie Lynn, com este “Jacqueline”, um longa-duração em cooperação com o trio Bitchin Bajas, Cooper Crain, Rob Frye e Dan Quinlivan. Jackie Lynn: uma ideia, uma personagem estranha em digressão por discos e clubes de locais de fronteira, que podiam habitar filmes sobre noites de tensão. O esforço é visível logo no segundo tema, “Shugar Water” soa a “Goodbye Horses”, e assim situa o clima permanente de ficção, fumo e mistério. Entre essa existência luxuosa-decadente, Haley aspira a canções, expiando o seu anterior álbum enquanto Circuit Des Yeux. Uma viagem pela Americana em ambiente disco, disco queen do deserto. Uma viagem, porque Jackie Lynn é uma artista na estrada, que processa essas viagens, em histórias e memórias aprovadas pelo tempo. E “Jacqueline” é um disco de estrada que ficou sem estrada em 2020, uma álbum de outro tempo, outro lugar, que só faz sentido em 2020. Uma viagem para recordar.\u003c\/p\u003e","brand":"Drag City","offers":[{"title":"CD \/ gatefold","offer_id":32584157823022,"sku":"DC768CD","price":13.0,"currency_code":"EUR","in_stock":false}],"thumbnail_url":"\/\/cdn.shopify.com\/s\/files\/1\/0015\/9393\/3870\/files\/jackie_20lynn_20jacqueline.jpg?v=1716315165"},{"product_id":"sun-araw-rock-sutra-sa060","title":"Rock Sutra","description":"\u003cp\u003e\u003cstrong\u003eLISTEN:\u003c\/strong\u003e\u003cbr\u003e\u003ca href=\"http:\/\/blog.flur.pt\/mp3\/SA060-1.mp3\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\"\u003eCLIP1\u003c\/a\u003e - \u003ca href=\"http:\/\/blog.flur.pt\/mp3\/SA060-2.mp3\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\"\u003eCLIP2\u003c\/a\u003e - \u003ca href=\"http:\/\/blog.flur.pt\/mp3\/SA060-3.mp3\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\"\u003eCLIP3\u003c\/a\u003e - \u003ca href=\"http:\/\/blog.flur.pt\/mp3\/SA060-4.mp3\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\"\u003eCLIP4\u003c\/a\u003e\u003c\/p\u003e\u003cbr\u003e\u003cp style=\"text-align: justify;\"\u003e\u003c\/p\u003e","brand":"Sun Ark","offers":[{"title":"LP","offer_id":32587201118254,"sku":"SA060","price":19.5,"currency_code":"EUR","in_stock":true}],"thumbnail_url":"\/\/cdn.shopify.com\/s\/files\/1\/0015\/9393\/3870\/files\/sun_20araw_20rock_20sutra.jpg?v=1712633932"},{"product_id":"sun-araw-rock-sutra-sa060cd","title":"Rock Sutra","description":"\u003cp\u003e\u003cstrong\u003eLISTEN:\u003c\/strong\u003e\u003cbr\u003e\u003ca href=\"http:\/\/blog.flur.pt\/mp3\/SA060-1.mp3\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\"\u003eCLIP1\u003c\/a\u003e - \u003ca href=\"http:\/\/blog.flur.pt\/mp3\/SA060-2.mp3\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\"\u003eCLIP2\u003c\/a\u003e - \u003ca href=\"http:\/\/blog.flur.pt\/mp3\/SA060-3.mp3\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\"\u003eCLIP3\u003c\/a\u003e - \u003ca href=\"http:\/\/blog.flur.pt\/mp3\/SA060-4.mp3\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\"\u003eCLIP4\u003c\/a\u003e\u003c\/p\u003e\u003cbr\u003e\u003cp style=\"text-align: justify;\"\u003e\u003c\/p\u003e","brand":"Sun Ark","offers":[{"title":"CD \/ digipak","offer_id":32587201183790,"sku":"SA060CD","price":12.5,"currency_code":"EUR","in_stock":false}],"thumbnail_url":"\/\/cdn.shopify.com\/s\/files\/1\/0015\/9393\/3870\/files\/sun_20araw_20rock_20sutra_fd590ef9-6fe1-477f-8634-574f47ac24b5.jpg?v=1726769381"},{"product_id":"pj-harvey-rid-of-me-0851112","title":"Rid of Me","description":"\u003cp\u003e2020 reissue of 1993 original.\u003c\/p\u003e","brand":"Island","offers":[{"title":"LP \/ 180g \/ mp3","offer_id":32612472651822,"sku":"851112","price":25.0,"currency_code":"EUR","in_stock":false}],"thumbnail_url":"\/\/cdn.shopify.com\/s\/files\/1\/0015\/9393\/3870\/files\/pj_20harvey_20rid_20of_20me_bf7607d1-f7f8-4943-82f9-2ba0dd241609.jpg?v=1712599355"},{"product_id":"pj-harvey-4-track-demos-0851113","title":"4-Track Demos","description":"\u003cp\u003e\u003cstrong\u003eLISTEN:\u003c\/strong\u003e\u003cbr\u003e\u003ca href=\"http:\/\/blog.flur.pt\/mp3\/PJHARVEY4TRACK-1.mp3\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\"\u003eCLIP1\u003c\/a\u003e - \u003ca href=\"http:\/\/blog.flur.pt\/mp3\/PJHARVEY4TRACK-2.mp3\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\"\u003eCLIP2\u003c\/a\u003e - \u003ca href=\"http:\/\/blog.flur.pt\/mp3\/PJHARVEY4TRACK-3.mp3\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\"\u003eCLIP3\u003c\/a\u003e - \u003ca href=\"http:\/\/blog.flur.pt\/mp3\/PJHARVEY4TRACK-4.mp3\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\"\u003eCLIP4\u003c\/a\u003e - \u003ca href=\"http:\/\/blog.flur.pt\/mp3\/PJHARVEY4TRACK-5.mp3\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\"\u003eCLIP5\u003c\/a\u003e\u003c\/p\u003e\u003cbr\u003e\u003cp style=\"text-align: justify;\"\u003e\u003c\/p\u003e","brand":"Island","offers":[{"title":"LP \/ 180g \/ mp3","offer_id":32612472848430,"sku":"851113","price":25.0,"currency_code":"EUR","in_stock":false}],"thumbnail_url":"\/\/cdn.shopify.com\/s\/files\/1\/0015\/9393\/3870\/files\/pj_20harvey_204-track_20demos_2f1aa686-3a49-47a7-8042-879aa629ca0b.jpg?v=1772303938"},{"product_id":"evan-parker-monoceros-trlp008","title":"Monoceros","description":"\u003cp\u003e\u003cstrong\u003eLISTEN:\u003c\/strong\u003e\u003cbr\u003e\u003ca href=\"http:\/\/blog.flur.pt\/mp3\/TRLP008-1.mp3\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\"\u003eCLIP1\u003c\/a\u003e - \u003ca href=\"http:\/\/blog.flur.pt\/mp3\/TRLP008-2.mp3\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\"\u003eCLIP2\u003c\/a\u003e - \u003ca href=\"http:\/\/blog.flur.pt\/mp3\/TRLP008-3.mp3\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\"\u003eCLIP3\u003c\/a\u003e - \u003ca href=\"http:\/\/blog.flur.pt\/mp3\/TRLP008-4.mp3\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\"\u003eCLIP4\u003c\/a\u003e\u003c\/p\u003e\u003cbr\u003e\u003cp style=\"text-align: justify;\"\u003eO nome de uma constelação serve de título a um dos primeiros discos a solo na carreira de Evan Parker. Editado originalmente em 1978, pela Incus, editadora fundada por Parker, Derek Bailey e Tony Oxley, “Monoceros” soa tanto a exercício musical, trabalho de um instrumento, como a um de linguagem. É, como escreveu a Wire, “uma afirmação musculada”, pela forma como Evan Parker usa o saxofone, o faz soar e viajar, e exerce até ao limite a construção de uma linguagem através da música. Como se comunicasse, usando o som como uma expressão expectável e, também, como um lugar físico onde prende o ouvinte e o ensina este som. Isto acontece sem que seja um monólogo; é um diálogo, primeiro, entre Evan Parker e o saxofone e, posteriormente, entre os dois e o ouvinte. Escrita automática em som, ultrapassando as formas e fórmulas do jazz e a adivinhando o que seria a glitch música uma década e picos depois, por uma via acústica e inesperada. Tudo isto usando diferentes técnicas com a língua e de respiração circular, enquanto faz nascer caos e vida com múltiplas notas num frenesim de conquista. Magnífico em 1978, a história tornou-o essencial. Uma das reedições mais importantes de 2020.\u003c\/p\u003e","brand":"Treader","offers":[{"title":"LP","offer_id":32639746113582,"sku":"TRLP008","price":21.0,"currency_code":"EUR","in_stock":false}],"thumbnail_url":"\/\/cdn.shopify.com\/s\/files\/1\/0015\/9393\/3870\/files\/evan_20parker_20monoceros.jpg?v=1712636318"},{"product_id":"bill-callahan-gold-record-dc760cs","title":"Gold Record","description":"\u003cp\u003e\u003cstrong\u003eLISTEN:\u003c\/strong\u003e\u003cbr\u003e\u003ca href=\"http:\/\/blog.flur.pt\/mp3\/DC760-1.mp3\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\"\u003eCLIP1\u003c\/a\u003e - \u003ca href=\"http:\/\/blog.flur.pt\/mp3\/DC760-2.mp3\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\"\u003eCLIP2\u003c\/a\u003e - \u003ca href=\"http:\/\/blog.flur.pt\/mp3\/DC760-3.mp3\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\"\u003eCLIP3\u003c\/a\u003e - \u003ca href=\"http:\/\/blog.flur.pt\/mp3\/DC760-4.mp3\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\"\u003eCLIP4\u003c\/a\u003e - \u003ca href=\"http:\/\/blog.flur.pt\/mp3\/DC760-5.mp3\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\"\u003eCLIP5\u003c\/a\u003e\u003c\/p\u003e\u003cbr\u003e\u003cp style=\"text-align: justify;\"\u003e2020 trouxe muitas coisas surpreendentes. Uma delas, um novo álbum de Bill Callahan. Era difícil adivinhar que depois dos seis anos que se teve de esperar por “Shepherd In A Sheepskin Vest”, o norte-americano voltaria passado um ano, com um “Gold Record”. “Gold Record” por muitos motivos. Mas um principal: merecia-o. Para celebrar isso, dez canções que são apresentadas como singles e que são, de facto, singles. Viagens separadas, novas, histórias gloriosas que cabem em menos de cinco minutos, grandiosas como o livro de canções de Callahan. O inesperado “Gold Record” soa a um disco nu quando comparado com qualquer viagem que Callahan iniciou com “Woke On A Whaleheart”. As dez histórias fazem com que o disco não precise de história, nem contexto, apenas a ideia de que são dez temas, inéditos, que vivem num contexto de best-of imaginário. Porque, sim, as canções são assim tão boas. O formato permite ao ouvinte fugir da auto-análise – verdadeira ou mentira – e entrar a fundo nas narrativas que fluem como uma viagem de carro: a capa não é despropositada, “Gold Record” é um “road record”, 40 minutos para várias viagens numa, dentro de um carro ou não, com estrada iluminada ou sem estrada pela frente. Bill Callahan em forma – de ouro, desculpem repetir tantas vezes, mas isto é um luxo – para um ouvinte de ouro. Um “Gold Record” inesperado para um ano diferente dos outros. E um ano diferentes dos outros precisava de um dos melhores discos de Bill Callahan para também ser um ano melhor do que os outros. Pelo sim pelo não, oiçam-no. É ouro.\u003c\/p\u003e","brand":"Drag City","offers":[{"title":"Cassette","offer_id":32643647995950,"sku":"DC760CS","price":9.5,"currency_code":"EUR","in_stock":false}],"thumbnail_url":"\/\/cdn.shopify.com\/s\/files\/1\/0015\/9393\/3870\/files\/bill_20callahan_20gold_20record_0bc24508-3a5d-4ba7-a3ab-4ac5953c91f9.jpg?v=1712589569"},{"product_id":"bill-callahan-gold-record-dc760","title":"Gold Record","description":"\u003cp\u003e\u003cstrong\u003eLISTEN:\u003c\/strong\u003e\u003cbr\u003e\u003ca href=\"http:\/\/blog.flur.pt\/mp3\/DC760-1.mp3\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\"\u003eCLIP1\u003c\/a\u003e - \u003ca href=\"http:\/\/blog.flur.pt\/mp3\/DC760-2.mp3\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\"\u003eCLIP2\u003c\/a\u003e - \u003ca href=\"http:\/\/blog.flur.pt\/mp3\/DC760-3.mp3\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\"\u003eCLIP3\u003c\/a\u003e - \u003ca href=\"http:\/\/blog.flur.pt\/mp3\/DC760-4.mp3\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\"\u003eCLIP4\u003c\/a\u003e - \u003ca href=\"http:\/\/blog.flur.pt\/mp3\/DC760-5.mp3\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\"\u003eCLIP5\u003c\/a\u003e\u003c\/p\u003e\u003cbr\u003e\u003cp style=\"text-align: justify;\"\u003e2020 trouxe muitas coisas surpreendentes. 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Vai depender do treino dos ouvidos que chegam aqui. \"Illuminati Bounce\" inaugura uma série não regular, não fixa, nem ainda planeada de mixtapes para se comunicar de perto como são as selecções sem pressões. Aqui, música cortada, alterada, reduzida (nunca estendida), genericamente lenta, mexendo na percepção, nunca carregando. Uma mistura de cada lado, 2x meia-hora e algo, só discos reais existentes nas prateleiras de casa (zero downloads para transmitir música que não se tem). Misturas semi-cirúrgicas mas casuais, pontes rítmicas entre faixas, mensagens e, sobretudo, um espectro de cores bastante completo. Tracklist acessível apenas a quem de facto escuta a cassete.\u003c\/p\u003e\u003cbr\u003eMixed and cut by Novo Major.\u003cbr\u003eMastered by Mind Safari.\u003cbr\u003eArtwork by Márcio Matos w\/ photo by José Moura","brand":"Holuzam","offers":[{"title":"Cassette","offer_id":32647885652014,"sku":"ILLUMINATIBOUNCE","price":11.0,"currency_code":"EUR","in_stock":false}],"thumbnail_url":"\/\/cdn.shopify.com\/s\/files\/1\/0015\/9393\/3870\/files\/illuminatibounce.jpg?v=1712597151"},{"product_id":"martin-james-state-of-bass-9781913231026","title":"State of Bass","description":"\u003cstrong\u003epaperback, 225 pp, 14 x 21.5 cm.\u003c\/strong\u003e\u003cbr\u003e\u003cp style=\"text-align: justify;\"\u003e\u003cspan style=\"color: #993300;\"\u003e\u003cem\u003e\"Jungle and Drum \u0026amp; Bass was like nothing else the world had experienced before - simultaneously black and white, urban and suburban, old skool attitude and new school innovation. A socio-cultural melting pot of early 90s broken Britain seizing the wheel and taking control of the machine. Originally published in 1997, State of Bass explores the scene's roots through its social, cultural and musical antecedents and on to its emergence via the debate that surrounded the apparent split between jungle and drum \u0026amp; bass. Drawing on interviews with some of the key figures in the early years, State of Bass explores the sonic shifts and splinters of new variants, styles and subgenres as it charts the journey from the early days to its position as a global phenomenon. State of Bass extends the original text to include the award of the Mercury Prize to Reprazent for the New Forms album and brings new perspectives to the story of the UK's most important subterranean urban energy.\"\u003c\/em\u003e\u003c\/span\u003e\u003c\/p\u003e","brand":"Velocity Press","offers":[{"title":"Book \/ paperback","offer_id":32652443451438,"sku":"9781913231026","price":15.5,"currency_code":"EUR","in_stock":false}],"thumbnail_url":"\/\/cdn.shopify.com\/s\/files\/1\/0015\/9393\/3870\/files\/martin_20james_20state_20of_20bass_d05dbf79-4ae3-477e-af71-1752c6d3a2c4.jpg?v=1746902525"},{"product_id":"v-a-breathing-instruments-ttp107","title":"Breathing Instruments","description":"\u003cp\u003e\u003cstrong\u003eLISTEN:\u003c\/strong\u003e\u003cbr\u003e\u003ca href=\"http:\/\/blog.flur.pt\/mp3\/TTP107-1.mp3\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\"\u003eCLIP1\u003c\/a\u003e - \u003ca href=\"http:\/\/blog.flur.pt\/mp3\/TTP107-2.mp3\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\"\u003eCLIP2\u003c\/a\u003e - \u003ca href=\"http:\/\/blog.flur.pt\/mp3\/TTP107-3.mp3\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\"\u003eCLIP3\u003c\/a\u003e - \u003ca href=\"http:\/\/blog.flur.pt\/mp3\/TTP107-4.mp3\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\"\u003eCLIP4\u003c\/a\u003e - \u003ca href=\"http:\/\/blog.flur.pt\/mp3\/TTP107-5.mp3\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\"\u003eCLIP5\u003c\/a\u003e\u003c\/p\u003e\u003cbr\u003e\u003cp style=\"text-align: justify;\"\u003eNa editora de Kaitlyn Aurelia Smith, uma compilação que pega na ideia simples de respiração e do seu ritmo natural para reflectir sobre padrões rítmicos tão antigos quanto a vida humana e, a partir daí, entregar a construção de fantasias a diversos criadores. 15 faixas de ambientalismo, às vezes falso (apenas porque é mais presente e requer mais atenção ao detalhe), estendem um autêntico tapete fofo que tanto reflecte as ousadas manobras freak dos 70s como algo que ainda está para acontecer no futuro mas que não se consegue prender apenas Lá.\u003c\/p\u003e","brand":"Touchtheplants Studio","offers":[{"title":"2LP","offer_id":32652444794926,"sku":"TTP107","price":29.0,"currency_code":"EUR","in_stock":false}],"thumbnail_url":"\/\/cdn.shopify.com\/s\/files\/1\/0015\/9393\/3870\/files\/breathing_20instruments.jpg?v=1712636099"},{"product_id":"pj-harvey-to-bring-you-my-love-0896473","title":"To Bring You My Love","description":"","brand":"Island","offers":[{"title":"LP \/ 180g \/ mp3","offer_id":32652694683694,"sku":"896473","price":32.0,"currency_code":"EUR","in_stock":false}],"thumbnail_url":"\/\/cdn.shopify.com\/s\/files\/1\/0015\/9393\/3870\/files\/pj_20harvey_20to_20bring_20you_20my_20love.jpg?v=1712599384"},{"product_id":"telectu-camerata-elettronica-zamog001","title":"Camerata Elettronica","description":"Original copies from 1988 in a repackaged sleeve.\u003cb\u003e\u003c\/b\u003e\u003cp style=\"text-align: justify;\"\u003eOriginally released on the cult Portuguese label Ama Romanta in 1988, “Camerata Elettronica” finds Telectu (Jorge Lima Barreto and Vitor Rua) approaching jazz with their unique view. It’s not like they haven’t tried in previous records, but in “Camerata Elettronica” they played with a deliberate sense of humour, trying to mimic the rule book in order to gain entry into the “serious” live jazz circuit. The result is emblematic, it sounds like Telectu – the minimal and repetitive melody sense is there – with a soft approach to jazz languages that were current to pop and rock music of the time. Add to the mix the fact that they were listening to a lot of musique concrete (Bernard Parmegiani, Pierre Henry, Pierre Schaeffer) and you have a record that widely opens the frontiers between jazz, experimental and pop.\u003cbr\u003eWhen we were preparing our first release (Telectu’s 1983 “Belzebu”), Vitor Rua found a bunch of copies of “Camerata Elettronica” without the original box or insert. So this is not a reissue, but a repackaging of the original pressing. Márcio Matos reimagined the original cover by António Palolo and re-styled the original essay included in the 1988 edition. Cover and inlay are printed in risograph. Everything comes packaged in a stamped industrial mailer of the same model as the original, but now consciously minimalist. Limited to 40 copies.\u003cbr\u003ePlease note: THIS IS NOT A REISSUE OR A REMASTER. You are buying original vinyl copies from 1988. Each record was listened to and cleaned individually. Some of them have natural imperfections caused by time and storage, but nothing major, just occasional clicks and pops that we think everyone accustomed to record hunting will find acceptable. Under this assumption, no returns accepted. Profit from sales shall naturally be shared with Vitor Rua, sole surviving member of Telectu.\u003c\/p\u003e","brand":"Ama Romanta \/ Holuzam","offers":[{"title":"2LP \/ risograph \/ insert \/ hand-stamped","offer_id":32674595242030,"sku":"ZAMOG001","price":50.0,"currency_code":"EUR","in_stock":false}],"thumbnail_url":"\/\/cdn.shopify.com\/s\/files\/1\/0015\/9393\/3870\/files\/telectu_20camerata_20elettronica_20zamog001.jpg?v=1712577694"},{"product_id":"yellow-swans-going-places-ysa1lp","title":"Going Places","description":"\u003cp\u003e\u003cstrong\u003eLISTEN:\u003c\/strong\u003e\u003cbr\u003e\u003ca href=\"http:\/\/blog.flur.pt\/mp3\/YSA1LP-1.mp3\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\"\u003eCLIP1\u003c\/a\u003e - \u003ca href=\"http:\/\/blog.flur.pt\/mp3\/YSA1LP-2.mp3\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\"\u003eCLIP2\u003c\/a\u003e - \u003ca href=\"http:\/\/blog.flur.pt\/mp3\/YSA1LP-3.mp3\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\"\u003eCLIP3\u003c\/a\u003e\u003c\/p\u003e\u003cp\u003e\u003cbr\u003e\u003c\/p\u003e\u003cp style=\"text-align: justify;\"\u003eO tempo futuro contará uma história magnífica da primeira década deste século. Em termos da música que se reconhece, da reinvenção da nostalgia ou da forma como a música evoluiu e, também, daquela que viveu mesmo nas margens, que foi criada em fundações para ficar algo esquecida para as gerações futuras e marcar quem experienciou e viveu aquela música. Fosse por causa das edições limitadas em CDR, que tinham uma circulação própria, pelas cassetes ou mesmo por edições convencionais que não chegavam aos canais comuns. Os discos eram feitos para serem vendidos na estrada e a música para ser tocada ao vivo, realizar-se, cumprir-se e evoluir ao vivo. Os Yellow Swans começaram a carreira no início do século e só após vários lançamentos, chegaram a editoras mais visíveis (como a Load ou a Mort Aux Vaches) e só no final da carreira lançaram aquele que seria o seu disco mais visível, este “Going Places”, editado originalmente na Type, em 2009. É o primeiro álbum a surgir nesta Yellow Swans Archive, uma editora para celebrar o trabalho único, caprichoso e visionário de Gabriel Soloman e Pete Swanson. “Going Places” move o noise para áreas que iriam inundar a música electrónica na década seguinte – o industrial, a hauntology, o dub, o ambient. Há esse lado visionário que é fácil de ser revisto agora, mas há também o lado lúcido de fazer noise sem barreiras, de criar música comunal que una várias pontas soltas de géneros à margem. Os Yellow Swans experimentaram muito para chegar aqui. Mas mais do que experimentar, viveram a forma de criar música improvisada DIY à 00s, que pedia emprestado fórmulas e formas a outros géneros – incluindo a folk – e corria atrás do risco. Foi sempre música arriscada, de vanguarda para alguns, imperceptível para muitos no sabor dos dias. Revisitar este disco é sentir o culminar de ideias de uma das décadas mais ricas da música noise\/improvisada e relembrar como tudo só poderia existir como existiu, constantemente a desmoronar-se e a recriar-se. Revisitar “Going Places” é também ver o futuro. Que estalo.\u003c\/p\u003e","brand":"Yellow Swans Archive","offers":[{"title":"LP","offer_id":32683962073134,"sku":"YSA1LP","price":23.0,"currency_code":"EUR","in_stock":false}],"thumbnail_url":"\/\/cdn.shopify.com\/s\/files\/1\/0015\/9393\/3870\/files\/yellow_20swans_20going_20places.jpg?v=1712641403"},{"product_id":"sabaturin-kenemglev-zam008","title":"Kenemglev","description":"\u003cp\u003e\u003cstrong\u003eLISTEN:\u003c\/strong\u003e\u003cbr\u003e\u003ca href=\"http:\/\/blog.flur.pt\/mp3\/ZAM008-1.mp3\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\"\u003eCLIP1\u003c\/a\u003e - \u003ca href=\"http:\/\/blog.flur.pt\/mp3\/ZAM008-2.mp3\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\"\u003eCLIP2\u003c\/a\u003e - \u003ca href=\"http:\/\/blog.flur.pt\/mp3\/ZAM008-3.mp3\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\"\u003eCLIP3\u003c\/a\u003e - \u003ca href=\"http:\/\/blog.flur.pt\/mp3\/ZAM008-4.mp3\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\"\u003eCLIP4\u003c\/a\u003e - \u003ca href=\"http:\/\/blog.flur.pt\/mp3\/ZAM008-5.mp3\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\"\u003eCLIP5\u003c\/a\u003e\u003c\/p\u003e\u003cbr\u003e\u003cp style=\"text-align: justify;\"\u003eSabaturin é um projecto de Charles Émile-Beullac (Galerie Stratique, Canadá) e Simon Crab (Bourbonese Qualk, Reino Unido). À semelhança da troca de som em cassetes por correspondência no auge do circuito underground de mail art (década de 80 e parte da década de 90), esta colaboração fez-se à distância mas beneficiando de toda a facilidade de processos na era digital. \"Kenemglev\" significa Consenso em Bretão, língua e território neutro que ambos os músicos escolheram como representação do encontro das suas respectivas culturas. Ao método mais detalhado e exaustivo de composição por parte de Beullac, Crab acrescentou a intuição do momento. No resultado ouvimos ambientes delicados, erros controlados e polidos, narrativas em miniatura que pulsam mais quando surgem as grelhas rítmicas que, por vezes, reconhecemos dos Bourbonese Qualk da era \"My Government Is My Soul\" (1989). Beullac retém alguma da identidade do seu projecto Galerie Stratique, cujo álbum \"Nothing Down-To-Earth\" ganhou 8.7 na Pitchfork em 2002, virando as cabeças de fãs de Boards Of Canada. \"Kenemglev\" nunca se define por uma fórmula e então a música mantém-se solta, tanto Mille Plateaux (editora-bandeira na electrónica pré-milenar) como clássica assinatura de sampling de rádio de onda curta (frequentemente usada na cena industrial) ou dub, tudo misturado numa única entidade que dispensa associação a quaisquer dos actuais rótulos de imprensa aplicados à música electrónica.Em vinil, cada lado flui sem interrupção, as faixas encontram-se coladas ou ligeiramente sobrepostas, numa espécie de representação da arte que adorna a capa, gerada por Simon Crab a partir de uma simulação de padrões Chladni.\u003c\/p\u003e\u003cbr\u003e\u003cp style=\"text-align: justify;\"\u003eSabaturin is Charles-Émile Beullac (Galerie Stratique, Canada) and Simon Crab (Bourbonese Qualk, United Kingdom). In the spirit of old school tape exchanges that resulted in musical collaborations developed over long periods of time, but informed by the infinitely easier processes of the digital age, \"Kenemglev\" was assembled without the musicians ever meeting. The title \"Kenemglev\" means \"consensus\" in Breton, something which quite naturally had to be achieved between both musicians. The other consensus was a sort of virtual middle ground symbolized by the Breton language, particular to a geographical area (Brittany) that both agreed would stand for a neutral meeting point between their respective native languages and, consequently, cultures. All titles are Breton words and the name Sabaturin (\"standing on one feet\", \"to be off-balance\") expresses mainly Charles' excitement: \"Simon's bold approach has been some kind of a shock therapy for my music\". The sleeve was designed by Simon Crab, using a Chladni pattern simulation based on specific pitches. Looking like stained glass, it sort of reflects the way the music is presented: although including 9 titles, the album's tracklist flows uninterrupted on each side of the vinyl, semi-mixed, blended. Detailed electronic ambience, glitches, loops and tiny details are augmented by a sort of signature rhythmic grid we recognize from \"My Government Is My Soul\"-era Bourbonese Qualk. It never settles into a formula and so the music remains loose, as much Mille Plateaux as classic 80s industrial shortwave-sampling or dub, rolled into one same entity, touching base with the gorgeous glitch dub \"Morgouskus\". This concludes a gentle and discreet album that doesn't require the validation of being associated with any of the current keywords in the electronic music scene.\u003c\/p\u003e","brand":"Holuzam","offers":[{"title":"LP","offer_id":32694580510766,"sku":"ZAM008","price":18.0,"currency_code":"EUR","in_stock":true}],"thumbnail_url":"\/\/cdn.shopify.com\/s\/files\/1\/0015\/9393\/3870\/files\/sabaturin_20kenemglev_f4625a90-442b-4554-a4fd-93a4c60c01b4.png?v=1778102571"},{"product_id":"pj-harvey-dry-demos-0878247","title":"Dry - Demos","description":"\u003cp\u003eThe original demo recordings of every track from the 1992 album.\u003c\/p\u003e","brand":"Island Records","offers":[{"title":"LP \/ mp3","offer_id":37107934396595,"sku":"878247","price":30.5,"currency_code":"EUR","in_stock":true}],"thumbnail_url":"\/\/cdn.shopify.com\/s\/files\/1\/0015\/9393\/3870\/files\/pj_20harvey_20dry_20demos.jpg?v=1741634706"},{"product_id":"pj-harvey-to-bring-you-my-love-demos-0896476","title":"To Bring You My Love - Demos","description":"\u003cp\u003eThe original demos of every track from the 1994 album.\u003c\/p\u003e","brand":"Island","offers":[{"title":"LP \/ mp3","offer_id":37107934429363,"sku":"896476","price":25.0,"currency_code":"EUR","in_stock":false}],"thumbnail_url":"\/\/cdn.shopify.com\/s\/files\/1\/0015\/9393\/3870\/files\/pj_20harvey_20to_20bring_20you_20my_20love_20demos.jpg?v=1712599336"},{"product_id":"kaitlyn-aurelia-smith-the-mosaic-of-transformation-gi-356lp","title":"The Mosaic Of Transformation","description":"\u003cp\u003e\u003cstrong\u003eLISTEN:\u003c\/strong\u003e\u003cbr\u003e\u003ca href=\"http:\/\/blog.flur.pt\/mp3\/GI356-1.mp3\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\"\u003eCLIP1\u003c\/a\u003e - \u003ca href=\"http:\/\/blog.flur.pt\/mp3\/GI356-2.mp3\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\"\u003eCLIP2\u003c\/a\u003e - \u003ca href=\"http:\/\/blog.flur.pt\/mp3\/GI356-3.mp3\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\"\u003eCLIP3\u003c\/a\u003e - \u003ca href=\"http:\/\/blog.flur.pt\/mp3\/GI356-4.mp3\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\"\u003eCLIP4\u003c\/a\u003e - \u003ca href=\"http:\/\/blog.flur.pt\/mp3\/GI356-5.mp3\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\"\u003eCLIP5\u003c\/a\u003e\u003c\/p\u003e\u003cbr\u003e\u003cp style=\"text-align: justify;\"\u003eDesde que começámos a ouvir Kaitlyn Aurelia Smith em “Euclid”, que se tornou óbvio a capacidade da sua música ser transformativa e encontrar nas ondas dos sintetizadores quadros de relaxamento e espiritualidade. A redescoberta de “Tides” no início deste ano tornou isso mais claro e agora, “The Mosaic Of Transformation”, reencontra as origens. Não necessariamente o que se ouve em “Tides” mas, talvez, aquilo que não se ouvia em “The Kid”, um disco com um salto gigante em relação àquilo que Kaitlyn tinha mostrado até então. “The Mosaic Of Transformation” tornas a viagens oblíquas do passado – “Euclid” e, sobretudo, “EARS” – em belíssimas planícies de relaxamento electrónico. Em que dá para alhear da espiritualidade – se se quiser – e aceitar estes belíssimos quadros sonoros em constante mutação. Nunca soa ao mesmo duas vezes.\u003c\/p\u003e","brand":"Ghostly International","offers":[{"title":"LP \/ clear \/ mp3","offer_id":37258647109811,"sku":"GI-356LP","price":24.0,"currency_code":"EUR","in_stock":false}],"thumbnail_url":"\/\/cdn.shopify.com\/s\/files\/1\/0015\/9393\/3870\/files\/kaitlyn_20aurelia_20smith_20the_20mosaic_c922c9bb-9041-4c36-bc70-ae00f564e9a3.jpg?v=1712595305"},{"product_id":"pj-harvey-dry-pure10lp","title":"Dry","description":"","brand":"Too Pure","offers":[{"title":"LP","offer_id":37258647142579,"sku":"PURE10LP","price":21.0,"currency_code":"EUR","in_stock":false}],"thumbnail_url":"\/\/cdn.shopify.com\/s\/files\/1\/0015\/9393\/3870\/files\/pj_20harvey_20dry_9c5a8d61-c9b4-4d1b-a83f-c3542466a53c.jpg?v=1712635808"},{"product_id":"flaming-tunes-flaming-tunes-sv170x","title":"Flaming Tunes","description":"\u003cp\u003e\u003cstrong\u003eLISTEN:\u003c\/strong\u003e\u003cbr\u003e\u003ca href=\"http:\/\/blog.flur.pt\/mp3\/SV170-1.mp3\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\"\u003eCLIP1\u003c\/a\u003e - \u003ca href=\"http:\/\/blog.flur.pt\/mp3\/SV170-2.mp3\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\"\u003eCLIP2\u003c\/a\u003e - \u003ca href=\"http:\/\/blog.flur.pt\/mp3\/SV170-3.mp3\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\"\u003eCLIP3\u003c\/a\u003e - \u003ca href=\"http:\/\/blog.flur.pt\/mp3\/SV170-4.mp3\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\"\u003eCLIP4\u003c\/a\u003e - \u003ca href=\"http:\/\/blog.flur.pt\/mp3\/SV170-5.mp3\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\"\u003eCLIP5\u003c\/a\u003e - \u003ca href=\"http:\/\/blog.flur.pt\/mp3\/SV170-6.mp3\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\"\u003eCLIP6\u003c\/a\u003e - \u003ca href=\"http:\/\/blog.flur.pt\/mp3\/SV170-7.mp3\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\"\u003eCLIP7\u003c\/a\u003e\u003c\/p\u003e\u003cbr\u003e\u003cp style=\"text-align: justify;\"\u003e“Flaming Tunes” é o único disco de Gareth Williams fora dos This Heat. Já teve outras vidas – uma, com uma capa diferente, da Blackest Ever Black em 2012, entretanto esgotada e vendida a preços exorbitantes. Editado originalmente em cassete (1985), nasce da sua colaboração com Mary Currie e é um disco tremendamente duro e apaixonado. A sua rudeza atribui-lhe um carácter de música de resquícios de várias casas dos anos 1980s. De tema para tema há uma imprevisibilidade que torna “Flaming Tunes” num álbum inclassificável e incaracterístico no campo das coisas inclassificáveis. O seu aparente minimalismo – e, por vezes, numa propositada pobreza – vive de excessos. Excessos e manias que fazem com que alguns temas viagem da paixão ao desespero em muito pouco tempo. O céu desaba frequentemente em “Flaming Tunes” e fá-lo com frontalidade. 35 anos depois, é fácil perceber o génio das várias tentativas falhadas – em ser algo mais, diferente – que existem nos temas de “Flaming Tunes”. O erro é, contudo, glorioso. Ao falhar – tantas e tantas vezes – a música ganha uma cor única. É natural e impossível de repetir. Um disco desesperadamente belo. Uma obra-prima.\u003c\/p\u003e","brand":"Superior Viaduct","offers":[{"title":"LP \/ Clear \/ Colored Cover","offer_id":37262980972723,"sku":"SV170X","price":27.0,"currency_code":"EUR","in_stock":false}],"thumbnail_url":"\/\/cdn.shopify.com\/s\/files\/1\/0015\/9393\/3870\/files\/flaming_20tunes_20flaming_20tunes.jpg?v=1712634023"},{"product_id":"han-sotofett-jaakko-eino-kalevi-with-andres-loo-jazzsomdub-amfibia25","title":"Jazzsomdub","description":"\u003cp\u003e\u003cstrong\u003eLISTEN:\u003c\/strong\u003e\u003cbr\u003e\u003ca href=\"http:\/\/blog.flur.pt\/mp3\/AMFIBIA25-1.mp3\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\"\u003eCLIP1\u003c\/a\u003e - \u003ca href=\"http:\/\/blog.flur.pt\/mp3\/AMFIBIA25-2.mp3\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\"\u003eCLIP2\u003c\/a\u003e - \u003ca href=\"http:\/\/blog.flur.pt\/mp3\/AMFIBIA25-3.mp3\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\"\u003eCLIP3\u003c\/a\u003e - \u003ca href=\"http:\/\/blog.flur.pt\/mp3\/AMFIBIA25-4.mp3\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\"\u003eCLIP4\u003c\/a\u003e - \u003ca href=\"http:\/\/blog.flur.pt\/mp3\/AMFIBIA25-5.mp3\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\"\u003eCLIP5\u003c\/a\u003e\u003c\/p\u003e\u003cbr\u003e\u003cp style=\"text-align: justify;\"\u003eTrio mais ou menos de circunstância, reflecte encontros já testados no passado entre DJ Sotofett, Jaakko Eino Kalevi e Andres Lõo, em diferentes combinações. O título do álbum quase explica o conteúdo, mas já vem sendo conhecido como um álbum de jazz. A natureza espiritual dos sons que escutamos mistura-se sem esforço com a desformatação free jazz e uma linhagem de improvisação em que a electrónica não se sobrepõe nunca à massa orgânica que circula em seu redor. Maravilhosa excursão por territõrios bem exteriores ao ambiente de clube a que, apesar de tudo, Sotofett se liga. Visão integrada sobre o que significa trabalhar groove sem esse constrangimento, \"Jazzsomdub\" fabrica o seu próprio espaço, declara autonomia e segue para o futuro como autoproclamado clássico, quase em independência dos próprios criadores. Escuta atenta recompensada por bela viagem virtual.\u003c\/p\u003e\u003cp style=\"text-align: justify;\"\u003e\"Finnish multi instrumentalist Jaakko Eino Kalevi \u0026amp; Norwegian producer Han Sotofett (aka DJ Sotofett) teamed up with Estonian drummer Andres Lõo on the \"Jazzsomdub\" album for a wide \u0026amp; improvised excursion within a narrow world of drums, percussion, saxophone, flutes, electric piano, monophonic synths and tape delays. Besides distinctively exploring Lõo and Kalevi's batterie \u0026amp; percussion work with deep-listening quality drum mixes there are elements of impulsive beauty, particularly on \"Essens\" free carrying sax solo. The album partly reaches for well known directions of jazz in the vain of the cosmic, psychedelic, improvised, atonal and spiritual, but the particularness lies within the rhythm \u0026amp; mix – like a rubber band stretched in 4 dimensions.\" (PR)\u003c\/p\u003e","brand":"Sex Tags Amfibia","offers":[{"title":"2LP","offer_id":37519001387187,"sku":"AMFIBIA25","price":19.5,"currency_code":"EUR","in_stock":false}],"thumbnail_url":"\/\/cdn.shopify.com\/s\/files\/1\/0015\/9393\/3870\/files\/han_20sotofett_20jazzsomdub.jpg?v=1712629626"},{"product_id":"hhy-the-kampala-unit-lithium-blast-nnt021","title":"Lithium Blast","description":"\u003cp\u003e\u003cstrong\u003eLISTEN:\u003c\/strong\u003e\u003cbr\u003e\u003ca href=\"http:\/\/blog.flur.pt\/mp3\/NNT021-1.mp3\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\"\u003eCLIP1\u003c\/a\u003e - \u003ca href=\"http:\/\/blog.flur.pt\/mp3\/NNT021-2.mp3\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\"\u003eCLIP2\u003c\/a\u003e - \u003ca href=\"http:\/\/blog.flur.pt\/mp3\/NNT021-3.mp3\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\"\u003eCLIP3-4\u003c\/a\u003e - \u003ca href=\"http:\/\/blog.flur.pt\/mp3\/NNT021-4.mp3\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\"\u003eCLIP4\u003c\/a\u003e - \u003ca href=\"http:\/\/blog.flur.pt\/mp3\/NNT021-5.mp3\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\"\u003eCLIP5\u003c\/a\u003e\u003c\/p\u003e\u003cbr\u003e\u003cp style=\"text-align: justify;\"\u003eA hiperactividade de Jonathan Saldanha tem criado nos últimos anos alguns dos impulsos criativos mais frenéticos, realistas e prudentes feitos em Portugal. \"Lithium Blast\" sai no último trimestre de 2020, um ano atípico para um disco destes ser concretizado e, também, um ano em que o festival Nyege Nyege não aconteceu (encontrou vida em streaming), uma máquina potenciadora no intercâmbio cultural e social entre o Uganda - e não só - e a Europa. Tem servido a música de margens do século XXI, sem catalogações à world music. E tem ajudado a fundar uma nova forma de olhar para a música electrónica e de dança. A colaboração entre Jonathan (HHY) e The Kampala Unitd é resultado de uma residência do primeiro no Nyege Nyege. É música que não encontra a fusão, mas a frescura de ideias de procurar entendimento e criar algo novo. Dub-techno sem filtros, cru, original, sensual e infinitamente cósmico. Um patamar novo, em que dificilmente se distingue o que é digital ou analógico: aliás, isso deixa de importar. É música sem género. Ficção científica bem real para um futuro instável. Para dançar. Para rockar. Para qualquer coisa. Uma explosão. Memórias de um passado que não voltaremos a ter? Não nos assustemos com o que aí vem. Só pode ser bom.\u003c\/p\u003e","brand":"Nyege Nyege Tapes","offers":[{"title":"LP","offer_id":37587650543795,"sku":"NNT021","price":24.5,"currency_code":"EUR","in_stock":false}],"thumbnail_url":"\/\/cdn.shopify.com\/s\/files\/1\/0015\/9393\/3870\/files\/hhy_20kampala_20lithium.jpg?v=1712622213"},{"product_id":"yellow-swans-being-there-ysa2","title":"Being There","description":"\u003cp\u003e\u003cstrong\u003eLISTEN:\u003c\/strong\u003e\u003cbr\u003e\u003ca href=\"http:\/\/blog.flur.pt\/mp3\/YSA2-1.mp3\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\"\u003eCLIP1\u003c\/a\u003e - \u003ca href=\"http:\/\/blog.flur.pt\/mp3\/YSA2-2.mp3\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\"\u003eCLIP2\u003c\/a\u003e - \u003ca href=\"http:\/\/blog.flur.pt\/mp3\/YSA2-3.mp3\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\"\u003eCLIP3-4\u003c\/a\u003e - \u003ca href=\"http:\/\/blog.flur.pt\/mp3\/YSA2-4.mp3\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\"\u003eCLIP4\u003c\/a\u003e\u003c\/p\u003e\u003cbr\u003e\u003cp style=\"text-align: justify;\"\u003ePoucas vezes um disco de drone\/noise, a tocar tão alto, soou tão silencioso. Não é um problema do sistema, dos vossos auscultadores ou da aparelhagem. É o absoluto som de despedida, em contínuo, que se ouve nas quatro partes de \"Being There\". Poucos discos captam tão bem isto. Poucas mentes, mesmo a cantar, a chorar por cima da voz, o expressaram tão bem. É o colapso da despedida, o desalento, o vazio, a pura beleza da mentalidade do bocejo da tristeza. E isto acontece com dinâmicas que ultrapassam a essência do drone\/noise, é um disco muito mais de shoegaze e slow-techno do que à partida parece. \"Being There\" engole-nos, come-nos. Destrói-nos de forma incrível. E sabe tão bem. Voltar a viver os Yellow Swans, como se fosse a primeira vez, 10 anos depois? Incrível. Conhecê-los agora? Nem imaginamos. Ao lado de \"Going Places\", \"Being There\" é uma das mais importantes reedições do ano.\u003c\/p\u003e","brand":"Yellow Swans Archive","offers":[{"title":"2LP","offer_id":37587653984435,"sku":"YSA2","price":25.5,"currency_code":"EUR","in_stock":false}],"thumbnail_url":"\/\/cdn.shopify.com\/s\/files\/1\/0015\/9393\/3870\/files\/yellow_20swans_20being_20there.jpg?v=1712641401"},{"product_id":"polido-sabor-a-terra-a-casa-e-os-caes-zam015-016","title":"Sabor A Terra \/ A Casa E Os Cães","description":"\u003cp\u003e\u003cstrong\u003eLISTEN:\u003c\/strong\u003e\u003cbr\u003e\u003ca href=\"https:\/\/polido.bandcamp.com\/album\/sabor-a-terra\" target=\"_blank\"\u003eSabor A Terra (full album)\u003c\/a\u003e\u003cbr\u003e\u003ca href=\"https:\/\/polido.bandcamp.com\/album\/a-casa-e-os-c-es\" target=\"_blank\"\u003eA Casa E Os Cães (full album)\u003c\/a\u003e\u003c\/p\u003eLimited edition double cassette in large double case (120 copies).\u003cbr\u003e\u003cp style=\"text-align: justify;\"\u003eA unificação de dois álbuns num objecto só pretende também transmitir uma mensagem que transmitem em conjunto. Tanto na banda-sonora para “A Casa E Os Cães” como em “Sabor A Terra” há uma narrativa contínua, os temas não se fecham em si próprios, há uma ligação entre pontos. Polido consegue isto sem retirar identidade e sobrevivência a cada umas canções, por mais curtas que sejam. E, depois, há outro elemento unificador, que se foi percebendo ao longo de um ano de audições sucessivas destes dois álbuns: é que ambos, apesar de sonicamente diferentes, tocam na mesma ideia de música livre, sem restrições, que não se fecha em géneros mas, a isolar um, é o jazz. Pela forma e não pela matéria. Há um momento luminoso em “A Casa E Os Cães” em que isto se torna mais tangível: “Outros Cortes”. O correr das palavras, de lugares e nomes, explora uma harmonia e uma narrativa que vai para além daquilo que é imediatamente perceptível. O ritmo e a sobreposição de sons criam uma sensação única de infinito. Ouvem-se milhares de histórias nas vozes daquelas personagens. Essa percepção de “milhares de histórias” é o ponto de partida para ouvir a música de Polido. Não é música urbana mas uma amálgama de experiências auditivas que vivenciou e tenta replicar, comunicar. É música de quarto mundo? Talvez, mas, arriscamos dizer, é mais complexo do que isso. Em “Sabor A Terra”, do nada, surge algo como “Cantiga D’Amigo” que soa como o melhor genérico alguma vez feito para uma série de animação. Nada nos prepara para isso a meio do álbum e, apesar da surpresa, não destoa da narrativa. Polido interioriza a ideia de música livre na forma como compõe, transmite. No fundo, agarra uma das essências da música: comunicar. Podemos não chorar com esta música ou encontrar a catarse que por vezes procuramos. Mas descodificamos experiências auditivas. Um mundo de sons.\u003c\/p\u003e","brand":"Holuzam","offers":[{"title":"2 x Cassette \/ double case \/ mp3","offer_id":37674076962995,"sku":"ZAM015\/016","price":20.0,"currency_code":"EUR","in_stock":false}],"thumbnail_url":"\/\/cdn.shopify.com\/s\/files\/1\/0015\/9393\/3870\/files\/polido_20sabor_20a_20terra_20casa_20e_20os_20caes.jpg?v=1712597125"},{"product_id":"niagara-pais-filhos-p039","title":"Pais \u0026 Filhos","description":"\u003cp\u003e\u003cstrong\u003eLISTEN:\u003c\/strong\u003e\u003cbr\u003e\u003ca href=\"http:\/\/blog.flur.pt\/mp3\/P039-1.mp3\" target=\"_blank\"\u003eCLIP1\u003c\/a\u003e - \u003ca href=\"http:\/\/blog.flur.pt\/mp3\/P039-2.mp3\" target=\"_blank\"\u003eCLIP2\u003c\/a\u003e - \u003ca href=\"http:\/\/blog.flur.pt\/mp3\/P039-3.mp3\" target=\"_blank\"\u003eCLIP3\u003c\/a\u003e - \u003ca href=\"http:\/\/blog.flur.pt\/mp3\/P039-4.mp3\" target=\"_blank\"\u003eCLIP4\u003c\/a\u003e - \u003ca href=\"http:\/\/blog.flur.pt\/mp3\/P039-5.mp3\" target=\"_blank\"\u003eCLIP5\u003c\/a\u003e\u003c\/p\u003e\u003cbr\u003e\u003cp style=\"text-align: justify;\"\u003eAli atrás no mês de Maio de 2020, \"Pais \u0026amp; Filhos\" saía em formato digital, mantendo a rolar um fluxo editorial em plena incerteza da Primeira Vaga. Agora em vinil, o álbum reapresenta-se ao mundo, também com nova arte de Márcio Matos, e o que escutamos chega-se mais ao núcleo do imponderável estilístico que são os Niagara. Ou seja, cada disco do trio baseado em Loures oferece, desde logo, a surpresa do som, e funciona de facto como documento da fase de exploração em que se encontram. A trilogia de faixas \"Ano-A\", \"Ano-B\" e \"Ano-C\", por exemplo, encontra um ponto confortável entre dub, ambientalismo e gravações de campo, ajudando a definir a música como matéria orgânica capaz de se alterar a si mesma. Em torno dessa base evoluem quatro outras faixas, outras tantas sensibilidades que tão naturalmente se focam em tons que nos parecem saídos de um arquivo histórico selecto como descobrem vias que ainda por catalogar. No meio, Niagara ainda únicos.\u003cbr\u003e\u003cbr\u003e\"As a sort of introductory discharge, \"21:44\" announces yet another path in Niagara's sonic journey. No two records sound alike, as the trio clearly differentiates creative processes and moods. As often before, the tracks arise from countless hours of live jams where those processes are implemented. The old school ancestral vibe in \"Tília\" sends the listener back to \"Forbidden Planet\" territory, not only because of the vintage sci fi feel but also conducive to the kind of psychological turmoil the 1956 movie explores. \"Ano-A\", \"Ano-B\" and \"Ano-C\" stem from the same root and all use acoustic percussion to add more organic life to the liquid nature of the music. The resulting sound is simultaneously pregnant with possibilities and fully conscious of a carefully designed map, leaving us adrift in the ebb and flow. History is dotted with examples of \"spontaneous music\", and Niagara themselves promote and incorporate an artificial reality capable of self regenerating and plotting unfamiliar courses. There's something going on.\" (Label PR)\u003c\/p\u003e","brand":"Príncipe","offers":[{"title":"LP \/ hand-painted","offer_id":37748079296691,"sku":"P039","price":16.5,"currency_code":"EUR","in_stock":false}],"thumbnail_url":"\/\/cdn.shopify.com\/s\/files\/1\/0015\/9393\/3870\/files\/niagara_20pais_20e_20filhos.jpg?v=1712625729"},{"product_id":"mermaid-chunky-vest-fai022","title":"Vest","description":"\u003cp\u003e\u003cstrong\u003eLISTEN:\u003c\/strong\u003e\u003cbr\u003e\u003ca href=\"http:\/\/blog.flur.pt\/mp3\/FAI022-1.mp3\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\"\u003eCLIP1\u003c\/a\u003e - \u003ca href=\"http:\/\/blog.flur.pt\/mp3\/FAI022-2.mp3\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\"\u003eCLIP2\u003c\/a\u003e - \u003ca href=\"http:\/\/blog.flur.pt\/mp3\/FAI022-3.mp3\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\"\u003eCLIP3\u003c\/a\u003e - \u003ca href=\"http:\/\/blog.flur.pt\/mp3\/FAI022-4.mp3\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\"\u003eCLIP4\u003c\/a\u003e - \u003ca href=\"http:\/\/blog.flur.pt\/mp3\/FAI022-5.mp3\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\"\u003eCLIP5\u003c\/a\u003e\u003c\/p\u003e\u003cbr\u003e\u003cp style=\"text-align: justify;\"\u003eÉ quase uma tradição britânica, músicos que têm uma formação mais clássica alinharem por formas transformativas da pop. Na última década tem havido casos sonantes, como de Mica Levi ou Tirzah. A elas junta-se Freya Tate e Moina Leahy, um duo de Stroud, Gloucestershire, as Mermaid Chunky. Há aqui pós-punk, improvisação, música que se ouve como parte de uma performance, que tenta contar histórias de um quotidiano imaginário, entre amizades e um mundo que só existe em \"Vest\", na concretização deste som e desta existência. Tudo aquilo a que podemos comparar as Mermaid Chunky parecerá um exagero: os Animal Collective do início? Mica Levi quando criava a pop mais relevante daquela altura com Micachu \u0026amp; The Shapes? ESG revisited? É isso, parece exagero, mas é assim que as Mermaid Chunky soam em \"Vest\", um álbum de catarse e de uso sábio da sua formação clássica e de jazz em favor da pop. Parece música a brincar - é música que está a brincar - mas, simultaneamente, experimental, rica, sem limites e com uma sabedoria enorme em não saber explodir. Contida, portanto, fresca, nova, inocente e rebelde. É como se os 49 Americans tivessem renascido em Freya e Moina, mas com a precisão de saberem comunicar lindamente para o século XXI. Essencial. Uma bomba de cores. E detestável dizer que este é o grande disco de 2020 que vocês não conhecem. É condescendente e parvo. É daquelas coisas que odiamos no jornalismo. Mas isto não é jornalismo e falamos sempre a sério. Oiçam. É incrível.\u003c\/p\u003e","brand":"Faith And Industry","offers":[{"title":"LP","offer_id":37806209990835,"sku":"FAI022","price":8.0,"currency_code":"EUR","in_stock":false}],"thumbnail_url":"\/\/cdn.shopify.com\/s\/files\/1\/0015\/9393\/3870\/files\/FAI022.jpg?v=1712592931"},{"product_id":"secret-dj-the-the-secret-dj-book-two-9781913231057","title":"The Secret DJ - Book Two","description":"\u003cp style=\"text-align: justify;\"\u003e\"Through four decades at the pointy end of electronic music, the Secret DJ has seen it all. 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Essential reading for anyone who cares about the dance-floor; past, present and future.\"\u003c\/p\u003e","brand":"Velocity Press","offers":[{"title":"Book","offer_id":37821233168563,"sku":"9781913231057","price":6.0,"currency_code":"EUR","in_stock":false}],"thumbnail_url":"\/\/cdn.shopify.com\/s\/files\/1\/0015\/9393\/3870\/files\/secret_20dj_20book_202.jpg?v=1721315527"},{"product_id":"laurent-fintoni-bedroom-beats-b-sides-instrumental-hip-hop-electronic-music-at-the-turn-of-the-century-9781913231040","title":"Bedroom Beats \u0026 B-sides: instrumental Hip Hop \u0026 Electronic Music at the turn of the century","description":"\u003cstrong\u003epaperback, 388 pp, 14 x 21,7 cm.\u003c\/strong\u003e\u003cbr\u003e\u003cp style=\"text-align: justify;\"\u003e\u003cspan style=\"color: #993300;\"\u003e\u003cem\u003e\"The first decades of the 21st century saw dramatic changes in the music industry as new technology transformed crea-tion, communication, and consumption. Amid this turmoil one change occurred relatively quietly, almost naturally: so-called bedroom producers, music makers raised on hip-hop and electronic music, went from anonymous, often unseen creators to artists in their own right. In Bedroom Beats and B-sides, Laurent Fintoni details the rise of bedroom producers at the turn of the century through the stories of the instrumental hip-hop and electronic music scenes that made this rise possible. From trip-hop, illbient, and IDM to leftfield hip-hop, glitch, and beats, the book ex-plores how these scenes acted as incubators for new ideas about composition and performance that are now taken for granted.  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Tem servido a música de margens do século XXI, sem catalogações à world music. E tem ajudado a fundar uma nova forma de olhar para a música electrónica e de dança. A colaboração entre Jonathan (HHY) e The Kampala Unitd é resultado de uma residência do primeiro no Nyege Nyege. É música que não encontra a fusão, mas a frescura de ideias de procurar entendimento e criar algo novo. Dub-techno sem filtros, cru, original, sensual e infinitamente cósmico. Um patamar novo, em que dificilmente se distingue o que é digital ou analógico: aliás, isso deixa de importar. É música sem género. Ficção científica bem real para um futuro instável. Para dançar. Para rockar. Para qualquer coisa. Uma explosão. Memórias de um passado que não voltaremos a ter? Não nos assustemos com o que aí vem. 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Nas origens da Hyperdub, com Kode9 e Burial e a afirmação de um som que reanimava a música urbana da electrónica\/dança por via do dubstep – agora estamos confortáveis para dizer que ‘não era puro-dubstep’ – para o século XXI. Entretanto a Hyperdub estancou à sua maneira, nem bem nem mal, alicerçados na carreira dos seus artistas-poste (que continuaram a editar música importante) e por lançamentos que, ocasionalmente, acertavam na mouche (como os álbuns de Laurel Halo ou brilhante estreia de Loraine James em 2019). Mas música que pode redefinir uma geração? Não é por se estar no início de uma nova década ou pelas relações de Nazar com Angola questionarem uma ligação com o kuduro ou com a Príncipe. É bom colocar isso de lado. O que faz de “Guerrilla” num álbum que pode transformar uma geração é a sua noção impressionista de adrenalina misturada com uma narrativa que se vai construindo com beats que chocam e entram em conflito com a própria dimensão estética do álbum. Há esquizofrenia contemporânea em “Guerrilla”, com uma linguagem clarificada que ignora os vícios do presente em causar choque pelo ruído. É esquizofrenia da genética da música urgente que sabe ser urgente e com algo para dizer. É música de dança com sensações, sentimentos, capaz de provocar choque, horror e sorrisos. Há uma sensação de alívio quando se chega ao fim de “Guerrilla”; alívio por finalmente se deixar de ser atropelado. É com música do presente que se faz o presente. E é comum falar-se no futuro quando se fala no presente, para justificar o que hoje se ouve como sendo “importante”. Mas a música importante não importa assim tanto. A urgência genuína sim. Nem que seja de gritar, de contar uma história como se acredita nela. Nazar faz isso com as ferramentas, a linguagem que dispõe. 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Jim O'Rourke reeditava o álbum 10 anos depois, na Moikai, e passaram 17 anos adicionais até a Drag City acrescentar mais justiça ao mercado. Montagem de laboratório que parece convocar marcos fundamentais na música electrónica: new age, barroco, música concreta, industrial, minimal, cósmica, improvisada, sampling. É ainda uma experiência auditiva fascinante, procurarmos relacionar-nos com esta forma de ser português - ou tentativa de tornar irrelevante essa origem, talvez. O disco avança em faixas curtas que acabam por beneficiar o todo no sentido de lhe retirar algum peso conceptual que pudesse ter e que, por exemplo, se nota em \"Música De Baixa Fidelidade\", de Tozé Ferreira\" (não retirando mérito a esse álbum). \"Plux Quba\" é princípio, meio e fim de um exotismo português ainda sem paralelo. Essencial","brand":"Drag City","offers":[{"title":"LP","offer_id":57803847172431,"sku":"DC639","price":21.5,"currency_code":"EUR","in_stock":true}],"thumbnail_url":"\/\/cdn.shopify.com\/s\/files\/1\/0015\/9393\/3870\/files\/pluxquba_f7617db5-6ecb-4a27-8885-1236380472b1.jpg?v=1781290266"}],"url":"https:\/\/www.flur.pt\/pt\/collections\/flur-2020.oembed","provider":"Flur Discos","version":"1.0","type":"link"}