{"product_id":"oneohtrix-point-never-tranquilizer-warpcd411","title":"Tranquilizer","description":"\u003cp\u003e\u003cstrong\u003eLISTEN:\u003c\/strong\u003e\u003cbr\u003e\u003ca href=\"http:\/\/blog.flur.pt\/mp3\/WARPLP411BLACK-1.mp3\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\"\u003eCLIP1\u003c\/a\u003e - \u003ca href=\"http:\/\/blog.flur.pt\/mp3\/WARPLP411BLACK-2.mp3\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\"\u003eCLIP2\u003c\/a\u003e - \u003ca href=\"http:\/\/blog.flur.pt\/mp3\/WARPLP411BLACK-3.mp3\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\"\u003eCLIP3\u003c\/a\u003e - \u003ca href=\"http:\/\/blog.flur.pt\/mp3\/WARPLP411BLACK-4.mp3\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\"\u003eCLIP4\u003c\/a\u003e - \u003ca href=\"http:\/\/blog.flur.pt\/mp3\/WARPLP411BLACK-5.mp3\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\"\u003eCLIP5\u003c\/a\u003e\u003c\/p\u003e\u003cbr\u003e\u003cp style=\"text-align: justify;\"\u003eO nome \"Tranquilizer\" faz-nos lembrar as intenções de Terre Thaemlitz e o seu disco com o mesmo título. A diferença é que, neste e com a primeira \"For Residue\", temos uma catapulta directa para o universo liminar de Daniel Lopatin: algures entre uma New Age do nosso milénio e uma ideia de utopia virtual, semelhante, também, à de James Ferraro, influenciada por uma estadia terminal, online, com todas as referências (musicais e mais-além) que daí advêm. Respiros ofegantes, sons de pássaros, um leito sonoro e aquático por onde podemos flutuar. Ouvem-se bleeps e bloops, o choro de uma criança. Voltámos ao Oneohtrix do princípio da década passada? É isso mesmo. Em \"Bumpy\" sentimos as lombas num percurso não-linear, com pontos de paragem para inalar oxigénio, respirar fundo, continuar o percurso em direcção ao paraíso (qual \"Stairway to Heaven\", versão Oneohtrix). Há novamente, na linguagem, dele uma vontade de fazer relaxar e planar sob estradas não muito diferentes das da Rainbow Road, do Mario Kart, com todas as cores do arco-iris incluídas no percurso e com direito a uma navegação mais confortável. O sol dos Teletubbies surge à distância, a lisergia começa a fazer o seu efeito. O mundo de Oneohtrix é psicadélico como poucos (há uns arpejos sintéticos, metidos pontualmente ao longo do disco, que nos lembram Steve Hillage e a obra \"Rainbow Dome Musick\", fazendo-nos acreditar que Oneohtrix está bem ligado à psicadélia dos 70s, actualizando-a aos dias de hoje. \"Lifeworld\" mete todos os seus elementos numa centrifugadora e devolve-nos cores em plasticina. \"Measuring Ruins\" traz candura com os seus sopros MIDI e desnorteia com as habituais repetições-glitch do catálogo de Lopatin (algo verificado, também, em \"Cherry Blue\", com uma guitarra plácida a sonorizar a paisagem de som, entorpecida). A música de Oneohtrix é táctil, como se de um aparelho de aprimoração dos sentidos se tratasse, respondendo às mazelas do dia-a-dia com incisão certeira de seratonina pela via auditiva, tridimensional, receita-médica do futuro. Não há muitos que o façam como ele e já desde \"R Plus Seven\" que não o víamos tão preocupado em fazer-nos sentir bem. Relaxados. Num porto seguro. Obrigado.\u003c\/p\u003e","brand":"Warp","offers":[{"title":"CD \/ digipak","offer_id":56859697676623,"sku":"WARPCD411","price":17.5,"currency_code":"EUR","in_stock":true}],"thumbnail_url":"\/\/cdn.shopify.com\/s\/files\/1\/0015\/9393\/3870\/files\/WARPCD411_d168ef75-3bd0-476b-82d7-53984b5ff97d.jpg?v=1777053131","url":"https:\/\/www.flur.pt\/products\/oneohtrix-point-never-tranquilizer-warpcd411","provider":"Flur Discos","version":"1.0","type":"link"}