{"title":"Our Labels \/ Projects","description":"","products":[{"product_id":"dwart-taipei-disco","title":"Taipei Disco","description":"\u003cp\u003e\u003cstrong\u003eLISTEN:\u003c\/strong\u003e\u003cbr\u003e\u003ca href=\"http:\/\/blog.flur.pt\/mp3\/ZAM002-1.mp3\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\"\u003eCLIP1\u003c\/a\u003e - \u003ca href=\"http:\/\/blog.flur.pt\/mp3\/ZAM002-2.mp3\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\"\u003eCLIP2\u003c\/a\u003e - \u003ca href=\"http:\/\/blog.flur.pt\/mp3\/ZAM002-3.mp3\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\"\u003eCLIP3\u003c\/a\u003e\u003c\/p\u003e\u003cp style=\"text-align: justify;\"\u003eParece fácil colocar \"Taipei Disco\", em ambas as versões presentes nesta edição, num caminho electrónico traçado pelo menos desde algumas explorações na Alemanha pelos Cluster, Klaus Schulze, Tangerine Dream, Kraftwerk e outros, ao longo de toda a década de 1970. O próprio António Duarte reconhece a influência dessa música e o tom \"kraftwerkiano\" de \"Taipei Disco\". Mas com a perspectiva dos anos parecemos escutar mais house e uma certa pop cósmica que ainda hoje dá bom nome à década de 80, fundidas numa visão distinta (e distante - DWART viviam em Macau na altura da gravação destas faixas). A pancada extra-seca da caixa-de-ritmos depois dos 5:40 minutos, na versão original, remete para a produção de Chicago mais cedo nessa década, enquanto a linha de baixo quase ácida mantém uma marcha electrónica na autobahn. Uma outra evolução, outra velocidade também, na versão ao vivo de \"Taipei Disco\", com a China a manifestar-se mais claramente nas frases de teclado e a percussão a permitir-se intervenção extra no momento da gravação. Hipnótico e até, para abusar de um termo mais ou menos contemporâneo no circuito rave, \"drugged out\". A improvisação \"Red Mambo\" transporta outros genes e abre, na prática, a tão desejada via de comunicação com outras latitudes ao promover uma jam com músicos d’Os Tubarões, em Macau. O encontro é real, não um imaginado Quarto Mundo, e é incrível a delicadeza com que as teclas vão tacteando ao longo de todo o caminho, por entre a percussão bem viva, algumas malhas de guitarra em flow jazzístico que fazem pensar em Vítor Rua mas é Tótó Silva, e descargas muito ocasionais de sintetizador que, então sim, vão citar alguns cantos recônditos do verdadeiro \"Autobahn\". Três faixas inéditas embaladas com amor na arte visual do Márcio Matos.\u003c\/p\u003e","brand":"Holuzam","offers":[{"title":"12\"","offer_id":31674607173678,"sku":"ZAM002","price":12.5,"currency_code":"EUR","in_stock":false}],"thumbnail_url":"\/\/cdn.shopify.com\/s\/files\/1\/0015\/9393\/3870\/products\/ZAM002-FRENTE-small_a0f0d991-febd-4ca5-895a-03cc92e7d784.jpg?v=1587898601"},{"product_id":"v-a-mambos-levis-d-outro-mundo-p015","title":"Mambos Levis D Outro Mundo","description":"\u003cp\u003e\u003cstrong\u003eLISTEN:\u003c\/strong\u003e\u003cbr\u003e\u003ca href=\"http:\/\/blog.flur.pt\/mp3\/P015-1.mp3\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\"\u003eCLIP1\u003c\/a\u003e - \u003ca href=\"http:\/\/blog.flur.pt\/mp3\/P015-2.mp3\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\"\u003eCLIP2\u003c\/a\u003e - \u003ca href=\"http:\/\/blog.flur.pt\/mp3\/P015-3.mp3\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\"\u003eCLIP3\u003c\/a\u003e - \u003ca href=\"http:\/\/blog.flur.pt\/mp3\/P015-4.mp3\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\"\u003eCLIP4\u003c\/a\u003e - \u003ca href=\"http:\/\/blog.flur.pt\/mp3\/P015-5.mp3\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\"\u003eCLIP5\u003c\/a\u003e\u003c\/p\u003e\u003cp style=\"text-align: justify;\"\u003eAssim de repente. A Príncipe faz um CD com 23 faixas nunca editadas, um feliz encontro entre nomes já estabelecidos e outros emergentes ou mais ocultos. Uma das coisas que torna este disco tão especial é praticamente contar a história desta cena: a inclusão de DJ Nervoso, reconhecido como o originador do som que se produz hoje por incontáveis produtores de quarto, DJ Marfox, que pegou no testemunho de forma incrivelmente consequente, a geração Piquenos DJs Di Gueto e todos os outros nomes ainda mais recentes, tudo isto faz uma narrativa resumida mas bem certa dos sons que agora já não se pode negar pertencerem a Lisboa. Momentos sentimentais como \"Moments\" de Cirofox, \"Não Queiras Ser\" de Puto Márcio ou \"Penso Em Ti\" de Adifox parecem contrastar com Danifox \u0026amp; Ary ou Puto Adriano, por exemplo, pequenos testemunhos de uma exploração que continua sem nome definido. Quase obrigatoriamente, quando se conta esta história, teria de aparecer \"La Party\" (Lilocox), na sua qualidade de hino nos sets de CDM e popularidade disparada por destaque na Mixmag. O estatuto icónico desta faixa é fácil de absorver com a mera audição. O título do CD aplica-se na perfeição, ainda que \"Levis\" sugira algo menos fogoso, mas reparem como a grafia da palavra recontextualiza a realidade. A música, essa então redesenha-a. Conhecendo bem o percurso da Príncipe, são também perfeitas as palavras de Amílcar Cabral que compõem o press release do disco, em entrevista a Cameron Duodo da Radio-Ghana, em 1973:\u003c\/p\u003e\u003cbr\u003e\u003cp style=\"text-align: justify;\"\u003e\"As to strategy, we learned in the struggle; some people think that we adopted a foreign method, or something like this. Our principle is that each people have to create its own struggle. Naturally, we have something to learn from the experience that can be adapted to the real situation of the country. But we bettered our struggle in the culture of our people, in the realities of our country, historical, economical, cultural, etc, and we developed the struggle, supported by our people which is the first and main condition: the support of the people.\"\u003c\/p\u003e","brand":"Príncipe","offers":[{"title":"CD","offer_id":31674665533486,"sku":"P015","price":11.0,"currency_code":"EUR","in_stock":false}],"thumbnail_url":"\/\/cdn.shopify.com\/s\/files\/1\/0015\/9393\/3870\/files\/Mambos-Levis-1024x1024.jpg?v=1755971875"},{"product_id":"dj-nigga-fox-cartas-na-manga-p028","title":"Cartas Na Manga","description":"\u003cp style=\"text-align: justify;\"\u003eO acessório na música que faz os discos existirem tem nos últimos anos uma importância que atinge o ridículo. É guloseima para capricho de coleccionador mas há limites que fervem a paciência. Começa-se com um pensamento negativo para entrar num positivo: desde 2011 que a Príncipe tem mostrado como tornar o acessório em algo absolutamente relevante. É: somos suspeitos. Mas que se lixe, às vezes é preciso falar de nós. O artwork, melhor, a arte do Márcio (Matos) é uma parte importante do imaginário que a Príncipe ocupa. Ele será o primeiro a dizer que o que importa é a música – e é, porque sem música o trabalho dele na Príncipe não existiria –, contudo a imagética da editora é um elemento forte e indispensável quando se pensa na Príncipe. Quando estivermos fartos de falar disto para nós, ou seja, quando a História passar por aqui, a “arte da Príncipe” ocupará um lugar único no artifício de imaginar símbolos que representem uma identidade.\u003c\/p\u003e\u003cbr\u003e\u003cp style=\"text-align: justify;\"\u003eAo fim de vinte e sete edições, há mais uma fuga à norma do artwork da editora. Acontece novamente com um disco de DJ Nigga Fox (lembram-se de “15 Barras”?). Deve-se olhar para a capa de “Cartas na Manga” como uma capa em branco, com uma série de símbolos desenhados pelo Márcio que foram depois utilizados para tornar cada capa num objecto único. Se a tinta das capas desenhadas à mão tende a desaparecer, realçando que as coisas têm um tempo limitado e que não há problema em desaparecer, a de “Cartas na Manga” vai ganhar vida própria de mil maneiras. O quão brilhante isto é em tempos de propostas aleatórias? Procurem vocês a resposta.\u003c\/p\u003e\u003cbr\u003e\u003cp style=\"text-align: justify;\"\u003eAgora a música. O quinto lançamento de DJ Nigga Fox, o quarto na Príncipe, mostra-o pela primeira vez em território de sensualidade sem terror, confusão e suor. A irregularidade e a insatisfação pela norma continuam lá, mas há em “Cartas na Manga” uma sofisticação em pensar como a música toca o ouvinte e o seduz. Mais lento e pensado, o que falta em devaneio e correria, está concentrado numa aprendizagem contínua que se tem cristalizado na forma como DJ Nigga Fox racionaliza a música de dança. Não a que por aí anda. A sua. Isso existia no anterior 12” na Warp, “Crânio”, um passo intermédio quer serviu para assimilar as ideias que aqui são consolidadas. “Cartas na Manga” é, se quisermos, o disco maduro. Já não é um 12” onde os beats eram tão frenéticos e descontentes que nos agarravam à pancada. É um álbum, uma reunião de ideias de quem viu muita pista (de cima e de baixo) e de quem percorreu meio-mundo para perceber que seis anos depois de “O Meu Estilo”, o estilo é agora um estilo. Sem “Cartas na Manga”. Só trunfos. Essencial como o ar.\u003c\/p\u003e","brand":"Príncipe","offers":[{"title":"2x12\" \/ hand-stickered","offer_id":31675075756078,"sku":"P028","price":20.95,"currency_code":"EUR","in_stock":false}],"thumbnail_url":"\/\/cdn.shopify.com\/s\/files\/1\/0015\/9393\/3870\/files\/dj_20nigga_20fox_20cartas_20na_20manga.jpg?v=1712625767"},{"product_id":"moreno-acido-diogo-rocadas-ep-zam004","title":"Roçadas EP","description":"\u003cp\u003e\u003cstrong\u003eLISTEN:\u003c\/strong\u003e\u003cbr\u003e\u003ca href=\"http:\/\/blog.flur.pt\/mp3\/ZAM004-1.mp3\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\"\u003eCLIP1\u003c\/a\u003e - \u003ca href=\"http:\/\/blog.flur.pt\/mp3\/ZAM004-2.mp3\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\"\u003eCLIP2\u003c\/a\u003e - \u003ca href=\"http:\/\/blog.flur.pt\/mp3\/ZAM004-3.mp3\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\"\u003eCLIP3\u003c\/a\u003e - \u003ca href=\"http:\/\/blog.flur.pt\/mp3\/ZAM004-4.mp3\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\"\u003eCLIP4\u003c\/a\u003e\u003c\/p\u003e\u003cbr\u003e\u003cp style=\"text-align: justify;\"\u003eDiogo (Guimarães, 1988) é DJ desde 2011, intensifica a actividade com a mudança para Lisboa em 2016, onde passa a integrar o núcleo da editora Extended, funda e dirige a revista PISTA! e começa a produzir música. Em 2017, com o Mário (Lisboa, 1982), promove no EKA a série de festas Aurora, onde tocam juntos e percebem a raiz da sua futura produção. Mário já produzia desde o final dos 90s, em grupo e a solo, DJ desde 2007, ficou Moreno Ácido em 2016, o ano que parece fixar todas as bases para o presente EP. Na Avenida General Roçadas (Lisboa) testam batidas, samples, ideias. \"Percebemos que nos entendíamos bem e resolvemos tentar fazer um EP\". A faixa-título, \"Roçadas\", sai formada num dia, a partir de samples de funk brasileiro e uma linha ácida, mas é um tom digidub que dá a partida para a construção. No topo, fica a ideia de uma utopia trabalhada a partir de uma essência rave, assinalada pela ambiência de cordas que desloca temporariamente o ênfase da emoção para o futuro. \"No mesmo dia alinhávamos a Be Quicka Or Be Dread\": linha de baixo, cuíca e apito apareceram tão espontâneos que a faixa ficou logo garantida e reservada - foi a última a ser efectivamente terminada. Marcha bem mecânica quase todo o tempo, camadas de percussão, baixo assertivo sempre na sua própria pista, deixando rolar as várias matérias do groove. No fim, a dissolução gradual. \"Verde Grama\" nasce como versão da K\u0026amp;T Mix de \"This is Acid (A New Dance Craze)\" (Maurice), mas o motivo principal de sopros \/ metais vai alterando o seu tom e o tipo de corte para contar outra história, baseada sim nos blocos originais, bem sucedida na captura do seu espírito, mas operando claramente a partir de uma nova geração de componentes e respectiva interpretação contemporânea. 2019, gente. No Minilogue da Korg assentam boa parte da estrutura de \"Coisa Leve\", equilibrada entre a vocação sonhadora, trance-y, do crescendo inicial e a batida quebrada que coloca a faixa facilmente num set mais robótico. Um ponto de \"E2-E4\" (Manuel Göttsching) aparece e desaparece, fica o rasto ténue de house italiana em 1989 e um minuto de saída faseada que dá a dica para a saída do clube.\u003c\/p\u003e","brand":"Holuzam","offers":[{"title":"12\" \/ hand-stamped \/ numbered","offer_id":31676407021614,"sku":"ZAM004","price":12.0,"currency_code":"EUR","in_stock":false}],"thumbnail_url":"\/\/cdn.shopify.com\/s\/files\/1\/0015\/9393\/3870\/files\/moreno_20acido_20diogo_20rocadas_20ep.jpg?v=1712597157"},{"product_id":"luis-fernandes-seis-pecas-sintetizadas-zam006","title":"Seis Peças Sintetizadas","description":"\u003cp\u003e\u003cstrong\u003eLISTEN:\u003c\/strong\u003e\u003cbr\u003e\u003ca href=\"http:\/\/blog.flur.pt\/mp3\/ZAM006-1.mp3\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\"\u003eCLIP1\u003c\/a\u003e - \u003ca href=\"http:\/\/blog.flur.pt\/mp3\/ZAM006-2.mp3\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\"\u003eCLIP2\u003c\/a\u003e - \u003ca href=\"http:\/\/blog.flur.pt\/mp3\/ZAM006-3.mp3\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\"\u003eCLIP3\u003c\/a\u003e - \u003ca href=\"http:\/\/blog.flur.pt\/mp3\/ZAM006-4.mp3\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\"\u003eCLIP4\u003c\/a\u003e - \u003ca href=\"http:\/\/blog.flur.pt\/mp3\/ZAM006-5.mp3\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\"\u003eCLIP5\u003c\/a\u003e\u003c\/p\u003e\u003cbr\u003eInc. poster 30cm x 43.5cm\u003cp style=\"text-align: justify;\"\u003e\u003cstrong\u003e2019 tem sido um ano bem preenchido para Luís Fernandes. Além da sua estreia a solo em nome próprio com “Demora”, editado na Room40 de Lawrence English, e a participação com um tema no “The Wire Tapper 50”, colaborou com Rodrigo Leão (“Cérebro – Mais Vasto Que O Céu”), Black Bombaim (“W\/ Jonathan Saldanha, Luís Fernandes \u0026amp; Pedro Augusto”) e HIFIKLUB (“E Lisboa”). Em conjunto com a pianista Joana Gama -  criaram uma nova peça – “Textures \u0026amp; Lines” – a convite do Drumming GP, apresentada no Grande Auditório do Teatro Rivoli em abril passado. 2019 termina com mais uma criação, “Seis Peças Sintetizadas”, o primeiro álbum na Holuzam.\u003c\/strong\u003e\u003c\/p\u003e\u003cbr\u003e\u003cp style=\"text-align: justify;\"\u003eAs seis peças com títulos numerados que Luís Fernandes desenvolveu para o novo álbum partem de ideias que gravou em 2018, entre Braga e Tavira, e que aperfeiçoou nos meses seguintes até ao verão de 2019. Tal como em “Demora”, a base de “Seis Peças Sintetizadas” parte de improvisações que Luís gravou num sintetizador modular e num órgão. As semelhanças ficam-se por aí. Para “Seis Peças Sintetizadas” Luís Fernandes quis que as ideias amadurecessem e crescessem de outra forma. O tempo de criação, planeamento e aprimoramento foi mais longo, um álbum feito sem pressa e com à-vontade para permitir que cada momento de cada uma destas seis peças maturasse e fermentasse para ser ouvido com os ingredientes certos. O “Seis” do título é mais do que uma referência ao número de peças presente no álbum, estabelece um modelo para como deve ser ouvido este álbum: são seis momentos separados. Seis momentos que compõem uma travessia de Luís Fernandes por diferentes espectros da música “sintetizada” ou, se quisermos, de diferentes modelos ou linguagens da música electrónica. Após a introdução de “1” fica entendido que “Seis Peças Sintetizadas” aborda a linguagem do género para lá de modelos rígidos e concentra-se em desenvolver sons que cruzam tempos diferentes da criação de electrónica com formas bastante díspares. Poderia ser uma obra em permanente dicotomia, onde cada tema contrariaria o outro e lançaria uma espécie de confusão identitária. Luís não foi por esse modelo contemporâneo e procurou a harmonia nessa destabilização de referências. Os sons ligam-se com naturalidade, as narrativas expandem-se para lá desse desafio de Luís Fernandes querer explorar as convenções da linguagem da electrónica e constroem histórias novas. Em frequente mutação, “Seis Peças Sintetizadas” é o novo clássico. Um modelo que liga passado, presente e futuro de um género.\u003c\/p\u003e","brand":"Holuzam","offers":[{"title":"CD \/ silk-screened large card sleeve \/ poster","offer_id":31676407054382,"sku":"ZAM006","price":13.0,"currency_code":"EUR","in_stock":true}],"thumbnail_url":"\/\/cdn.shopify.com\/s\/files\/1\/0015\/9393\/3870\/files\/Lu_C3_ADs_20Fernandes_20Seis_20Pe_C3_A7as_20Sintetizadas_3750e3f9-005a-4e11-b74e-89c483007db1.jpg?v=1752688950"},{"product_id":"holuzam-t-shirt-preta-xl-zamtshirtpretaxl","title":"T-Shirt Preta XL","description":"","brand":"Holuzam","offers":[{"title":"T-shirt","offer_id":31676425207854,"sku":"ZAMTSHIRTPRETAXL","price":15.0,"currency_code":"EUR","in_stock":false}],"thumbnail_url":"\/\/cdn.shopify.com\/s\/files\/1\/0015\/9393\/3870\/files\/tshirt_20holuzam_20preta.jpg?v=1712597184"},{"product_id":"holuzam-t-shirt-preta-m-zamtshirtpretam","title":"T-Shirt Preta M","description":"","brand":"Holuzam","offers":[{"title":"T-shirt","offer_id":31676425469998,"sku":"ZAMTSHIRTPRETAM","price":15.0,"currency_code":"EUR","in_stock":false}],"thumbnail_url":"\/\/cdn.shopify.com\/s\/files\/1\/0015\/9393\/3870\/files\/tshirt_20holuzam_20preta_48f599c7-d23d-4ba3-8d1d-dfc643d65a14.jpg?v=1712597187"},{"product_id":"pml-beatz-pedra-de-800-kg-p029","title":"Pedra De 800 Kg","description":"\u003cp\u003e\u003cstrong\u003eLISTEN:\u003c\/strong\u003e\u003cbr\u003e\u003ca href=\"http:\/\/blog.flur.pt\/mp3\/P029-1.mp3\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\"\u003eCLIP1\u003c\/a\u003e - \u003ca href=\"http:\/\/blog.flur.pt\/mp3\/P029-2.mp3\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\"\u003eCLIP2\u003c\/a\u003e - \u003ca href=\"http:\/\/blog.flur.pt\/mp3\/P029-3.mp3\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\"\u003eCLIP3\u003c\/a\u003e\u003c\/p\u003e\u003cbr\u003e\u003cp style=\"text-align: justify;\"\u003eExpressiva actualização de todo o processo de batida que temos vindo a acompanhar há quase uma década. Entre Luxemburgo e Portugal, geografias por onde se dividem actualmente os irmãos Lisandro e Ivan, reforça-se a descarga de graves em “Manganza”, contra toda a lógica de engenharia de som. O drone permanente nessa faixa cria desde logo uma situação nova nesta família. “Pedra de 800 Kg”, no final, respeita o flow esquelético do kuduro, e com cargaa extra nas percussões acessórias dispensa qualquer tipo de melodia. No início, quase 7 minutos de “No Cubau” para perceber o que existe de techno neste lado da produção de raiz africana, talvez - com risco nosso na interpretação - acentuando o que há muitos anos se chamou “kuduro progressivo”. No entanto, mais do que inventar nomes, trata-se de ouvir e sentir a beleza de isto acontecer no meio de nós. Número 29 no catálogo.\u003c\/p\u003e","brand":"Príncipe","offers":[{"title":"12\" \/ hand-painted","offer_id":32701578018862,"sku":"P029","price":12.5,"currency_code":"EUR","in_stock":false}],"thumbnail_url":"\/\/cdn.shopify.com\/s\/files\/1\/0015\/9393\/3870\/files\/pml_20beatz_20pedra_20de_20800_20kg.jpg?v=1712625758"},{"product_id":"pedro-magina-olimpia-zam007","title":"Olímpia","description":"\u003cp\u003e\u003cstrong\u003eLISTEN:\u003c\/strong\u003e\u003cbr\u003e\u003ca href=\"http:\/\/blog.flur.pt\/mp3\/ZAM007-1.mp3\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\"\u003eCLIP1\u003c\/a\u003e - \u003ca href=\"http:\/\/blog.flur.pt\/mp3\/ZAM007-2.mp3\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\"\u003eCLIP2\u003c\/a\u003e - \u003ca href=\"http:\/\/blog.flur.pt\/mp3\/ZAM007-3.mp3\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\"\u003eCLIP3\u003c\/a\u003e - \u003ca href=\"http:\/\/blog.flur.pt\/mp3\/ZAM007-4.mp3\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\"\u003eCLIP4\u003c\/a\u003e - \u003ca href=\"http:\/\/blog.flur.pt\/mp3\/ZAM007-5.mp3\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\"\u003eCLIP5\u003c\/a\u003e\u003c\/p\u003eCD incorporado em livro de 16 páginas, 15x22 cm em papel Olyn 150 gr. Impressão em Offset.\u003cbr\u003e\u003cp style=\"text-align: justify;\"\u003ePedro Magina faz parte de uma geração que cresceu durante os 1980 e os 1990 e começou a instalar as suas memórias pintadas por sintetizadores, VHS e Cristóvão Colombo a chegar à América ao som de Vangelis (até o PS se apropriar e dar nova vida a esse épico), primeiro no curso alternativo e, posteriomente, na pop. Esteve lá quando a Not Not Fun se colocava na linha da frente dessa missão (o seu “Nineteen Hundred And Eighty Five” faz nove anos neste Fevereiro) ou até antes, quando nos surpreendeu, em 2010, com o belíssimo “Nazca Lines”. Pedro Magina. Se ainda não decoraram este nome, decorem agora. “Olímpia” é o seu primeiro lançamento numa editora portuguesa, depois de aventuras pela norte-americana Not Not Fun, a suíça Mental Groove ou nas editoras irmãs da importantíssima Ruralfaune. Actualmente a residir em Barcelona, Pedro Magina continua a fazer música e a guardar as suas ideias bem perto do coração. Anda-se às vezes na luta para descobrir música bonita e que interessa e ela surge do modo mais inesperado possível. Apesar de Pedro Magina ser um romântico incontrolável de uma ilha balear por descobrir - que provavelmente terá sotaque nortenho, sendo ele a colonizá-la -, quer-se que a músicafale ao coração através de palavras e de amores impossíveis que os outros contam. Pedro Magina não canta, conta histórias pelos seus sintetizadores (Korg R3 e UNO synth), baixo, guitarra e alguns samples (ele avisa que são bem tramados de se descobrirem). Não diz isso por ser um digger, mas porque provavelmente a sample provém de uma malha muito cheesy que ninguém está interessado em ouvir. “Olímpia” ficou com o nome da sua avó mas os beats, as praias imaginadas de cocktails bem doces, são sentimentos que saem de Pedro Magina em direcção a todas as mulheres que o tornaram no homem que é hoje. É ele que o diz na dedicatória deste álbum. Di-lo porque não tem vergonha, tal como a música que compôs para “Olímpia”. É mel para todos os dias, um romance que ficou por escrever, por viver. Mas um disco que faz chorar de alegria. E de amor.\u003c\/p\u003e","brand":"Holuzam","offers":[{"title":"Book \/ CD \/ mp3","offer_id":31709073571886,"sku":"ZAM007","price":10.0,"currency_code":"EUR","in_stock":true}],"thumbnail_url":"\/\/cdn.shopify.com\/s\/files\/1\/0015\/9393\/3870\/files\/pedro_20magina_20olimpia.jpg?v=1767982108"},{"product_id":"vitor-rua-electronic-music-1995-2010-mivr1","title":"Electronic Music 1995-2010","description":"CD em caixa de plástico reciclada a partir de uso prévio e serigrafada na frente e verso. Edição limitada a 200 exemplares.\u003cbr\u003e\u003cp\u003e\u003cstrong\u003eLISTEN:\u003c\/strong\u003e\u003cbr\u003e\u003ca href=\"http:\/\/blog.flur.pt\/mp3\/MIVR1-1.mp3\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\"\u003eCLIP1\u003c\/a\u003e - \u003ca href=\"http:\/\/blog.flur.pt\/mp3\/MIVR1-2.mp3\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\"\u003eCLIP2\u003c\/a\u003e - \u003ca href=\"http:\/\/blog.flur.pt\/mp3\/MIVR1-3.mp3\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\"\u003eCLIP3\u003c\/a\u003e - \u003ca href=\"http:\/\/blog.flur.pt\/mp3\/MIVR1-4.mp3\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\"\u003eCLIP4\u003c\/a\u003e - \u003ca href=\"http:\/\/blog.flur.pt\/mp3\/MIVR1-5.mp3\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\"\u003eCLIP5\u003c\/a\u003e\u003c\/p\u003e\u003cbr\u003e\u003cp style=\"text-align: justify;\"\u003eCompilação de música dispersa por várias plataformas online, recuperando uma ideia de minimalismo presente na música de Vítor Rua desde os Telectu. Para efeitos de mundo real, as faixas neste CD fazem parte de álbuns que nunca o foram. Existem online sobretudo agregadas por conceito ou instrumentação utilizada. Aqui ganham a companhia mútua, e o que nos é dado escutar foi organizado para fluir como um caudal suave que, em certo ponto, talvez convença a nossa percepção superficial de que nada se passa mas, no cérebro e com o manejo apropriado, captamos diferentes camadas em diferentes sessões de escuta. Aplica-se principalmente à última secção do disco (retirada do álbum “Dance Music”) e em exercício está unicamente a nossa disposição para receber o groove próprio de cada faixa simplesmente intitulada com uma letra do alfabeto, como se até aí todas as indicações fossem no sentido da neutralidade do som face à nossa posição, essa sim activa, enquanto ouvintes. “Turaya”, exemplo único da série de composições dedicadas à árvore genealógica de gatos que coabitaram com Telectu, abre com plena vibração cristalina para uma breve passagem pelas duas faixas de “Computer Music\", oscilando entre uma representação artificial de “música contemporânea” e \"ambientalismo natural”. O bloco seguinte (tirado de “Hello, I Am Mister ED”) explora um minimalismo mais íntimo, económico na duração, entregando-nos as ideias em estado mais puro; “Dance Music”, que ocupa boa parte da segunda metade do CD, parte em direcção a um horizonte que nunca realmente se revela. A beleza está no movimento constante, enquanto dura, na propulsão repetitiva e robótica que tanto evoca “Jazz From Hell” de Frank Zappa como o modo muito pessoal como Atom Heart interpretou jazz (em quase toda a sua discografia na Rather Interesting entre 1995 e 1998 existem magníficos exemplos), como, ainda, nada mais evoca a não ser o passo próprio e digno da máquina. Primeira missão a Marte.\u003c\/p\u003e","brand":"Marte Instantânea","offers":[{"title":"CD \/ trigger case \/ silkscreened","offer_id":31792599367726,"sku":"MIVR1","price":10.95,"currency_code":"EUR","in_stock":false}],"thumbnail_url":"\/\/cdn.shopify.com\/s\/files\/1\/0015\/9393\/3870\/files\/vitor_20rua_20electronic_20music_20frente_20scan.jpg?v=1712616739"},{"product_id":"drumming-gp-joana-gama-luis-fernandes-textures-lines-zam010","title":"Textures \u0026 Lines","description":"\u003cp\u003e\u003cstrong\u003eLISTEN:\u003c\/strong\u003e\u003cbr\u003e\u003ca href=\"http:\/\/blog.flur.pt\/mp3\/ZAM010-1.mp3\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\"\u003eCLIP1\u003c\/a\u003e - \u003ca href=\"http:\/\/blog.flur.pt\/mp3\/ZAM010-2.mp3\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\"\u003eCLIP2\u003c\/a\u003e - \u003ca href=\"http:\/\/blog.flur.pt\/mp3\/ZAM010-3.mp3\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\"\u003eCLIP3\u003c\/a\u003e - \u003ca href=\"http:\/\/blog.flur.pt\/mp3\/ZAM010-4.mp3\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\"\u003eCLIP4\u003c\/a\u003e\u003c\/p\u003e\u003cbr\u003e\u003cp style=\"text-align: justify;\"\u003eHá sensivelmente um ano, os Drumming GP, Joana Gama e Luís Fernandes apresentaram no Grande Auditório do Teatro Rivoli, Porto, “\u003ca href=\"https:\/\/www.youtube.com\/watch?v=xKXZLX3VG_k\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\"\u003eTextures \u0026amp; Lines\u003c\/a\u003e”. O convite nasceu por parte dos Drumming GP, o “sim” veio com a vontade inata de colaborar e experimentar de Joana Gama e Luís Fernandes. A música simbiótica do duo é inata à colaboração, foi assim com Ricardo Jacinto em “Harmonies” (2016) ou em “At The Still Point Of The Turning World” (2018), com a Orquestra de Guimarães. Com os Drumming GP há um assimilação mútua, os 49 minutos de “Textures \u0026amp; Lines”, divididos em 4 peças, evoluem num desejo a favor da constante exploração, num corpo de “três cabeças” que toca no território de cada um sem o invadir. Em conjunto, o piano de Joana Gama e a electrónica de Luís Fernandes abrem-se à experiência. Como se fosse território virgem, disponível para ser explorado, mas nunca ocupado. Foi assim com “At The Still Point Of The Turning World”, em que a Orquestra de Guimarães permitia que os dois conversassem um diálogo de rajada, é assim neste “Textures \u0026amp; Lines”, onde a percussão dos Drumming GP expande texturas minimais repetitivas e visualizam formas perfeitas na abordagem clássica\/contemporânea da composição electrónica. Há luminosidade quando menos se espera, é música radiante, livre e feliz por se estar a descobrir e a ser descoberta. Cresce – em nós, no mundo – à medida que avança e se deixa conhecer. São “três cabeças” a sentir o território que lhes é comum e a explorar as maravilhas que é fazer isto junto. Com um horizonte infinito.\u003c\/p\u003e","brand":"Holuzam","offers":[{"title":"CD \/ trifold","offer_id":31838918705198,"sku":"ZAM010","price":10.0,"currency_code":"EUR","in_stock":true}],"thumbnail_url":"\/\/cdn.shopify.com\/s\/files\/1\/0015\/9393\/3870\/files\/drumming_20gp_20joana_20gama_20textures_20and_20lines_0ea10de5-9017-4c74-8c40-6d759ccae6be.jpg?v=1770060275"},{"product_id":"dj-nigga-fox-15-barras-p018","title":"15 Barras","description":"","brand":"Príncipe","offers":[{"title":"12\" \/ 1-sided \/ stamped","offer_id":31969002979374,"sku":"P018","price":10.5,"currency_code":"EUR","in_stock":false}],"thumbnail_url":"\/\/cdn.shopify.com\/s\/files\/1\/0015\/9393\/3870\/files\/nigga_20fox_2015_20barras.jpg?v=1712625744"},{"product_id":"gala-drop-live-at-boom-zam009","title":"Live At Boom","description":"\u003cp\u003e\u003cstrong\u003eLISTEN:\u003c\/strong\u003e\u003cbr\u003e\u003ca href=\"http:\/\/blog.flur.pt\/mp3\/ZAM009-1.mp3\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\"\u003eExcerpt\u003c\/a\u003e\u003c\/p\u003eLTD. 100\u003cbr\u003e\u003cp style=\"text-align: justify;\"\u003eUma hora de suor, suor e suor gravada e misturada ao vivo no Boom Festival em 2018. Primeiro lançamento dos Gala Drop em cinco anos. Edição limitada a 100 cassetes. No activo há década e meia, os Gala Drop evoluíram com uma capacidade única de adaptar o seu som aos constantes inputs e mutações que a banda foi tendo. Em “Live At Boom”, à formação composta por Nelson Gomes, Afonso Simões, Rui Dâmaso, Guilherme Canhão e Jerrald James, junta-se um sexto elemento, Hugo Valverde, que gravou e misturou o concerto ao vivo, dando uma dimensão e existência muito orgânica a esta gravação. A ideia de “momento” ficou registada e isso permite ouvir “Live At Boom” como um álbum novo (e existem muitos temas novos aqui). À ideia de “momento” acresce o detalhe, as obsessões de estúdio e o treino constante que criam simbologias na música dos Gala Drop e uma fluência única na comunicação. Nas  sucessivas rajadas de som raramente se perde a noção da presença de cada instrumento e a forma como harmoniza a sua existência com os restantes. Um concerto rock onde a empatia com a música de dança cria uma destabilização na enciclopédia de géneros, flutuando entre o trance, dub, disco, funk e a absoluta certeza de que a festa faz-se vivendo. Para ouvir bem alto. É como se estivesse lá, naquele Julho de 2018. Lembram-se?\u003c\/p\u003e","brand":"Holuzam","offers":[{"title":"Cassette","offer_id":32176141565998,"sku":"ZAM009","price":10.0,"currency_code":"EUR","in_stock":false}],"thumbnail_url":"\/\/cdn.shopify.com\/s\/files\/1\/0015\/9393\/3870\/files\/gala_20drop_20live_20at_20boom.jpg?v=1712597154"},{"product_id":"nidia-badjuda-sukulbembe-p030","title":"Badjuda Sukulbembe","description":"","brand":"Príncipe","offers":[{"title":"7\" \/ hand-painted","offer_id":32197781749806,"sku":"P030","price":10.5,"currency_code":"EUR","in_stock":false}],"thumbnail_url":"\/\/cdn.shopify.com\/s\/files\/1\/0015\/9393\/3870\/files\/nidia_20badjuda.jpg?v=1712625776"},{"product_id":"nidia-nao-fales-nela-que-a-mentes-p031","title":"Não Fales Nela Que A Mentes","description":"","brand":"Príncipe","offers":[{"title":"LP \/ hand-painted","offer_id":32197781913646,"sku":"P031","price":20.5,"currency_code":"EUR","in_stock":false}],"thumbnail_url":"\/\/cdn.shopify.com\/s\/files\/1\/0015\/9393\/3870\/files\/nidia_20nao_20fales_20nela.jpg?v=1712625778"},{"product_id":"joao-pais-filipe-sun-oddly-quiet-zam014","title":"Sun Oddly Quiet","description":"\u003cp\u003e\u003cstrong\u003eLISTEN:\u003c\/strong\u003e\u003cbr\u003e\u003ca href=\"http:\/\/blog.flur.pt\/mp3\/ZAM014-1.mp3\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\"\u003eCLIP1\u003c\/a\u003e - \u003ca href=\"http:\/\/blog.flur.pt\/mp3\/ZAM014-2.mp3\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\"\u003eCLIP2\u003c\/a\u003e - \u003ca href=\"http:\/\/blog.flur.pt\/mp3\/ZAM014-3.mp3\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\"\u003eCLIP3\u003c\/a\u003e - \u003ca href=\"http:\/\/blog.flur.pt\/mp3\/ZAM014-4.mp3\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\"\u003eCLIP4\u003c\/a\u003e\u003c\/p\u003e\u003cbr\u003e\u003cp style=\"text-align: justify;\"\u003eAo longo das quatro composições de “Sun Oddly Quiet”, João Pais Filipe abre um diálogo com o ouvinte. Seja ele um regressado do álbum homónimo (Lovers \u0026amp; Lollypops, 2018), um conhecedor do envolvimento com os HHY \u0026amp; The Macumbas, CZN ou das colaborações com Evan Parker, Rafael Toral, Black Bombaim e Burnt Friedman. Ou mesmo alguém que se cruze pela primeira vez com os ritmos do músico nascido no Porto em 1980. A conversa entre o músico e o outro lado existe para o baterista abrir o portal do seu domínio e desafiar quem entrar a entender a singularidade dos intrincados ritmos que dão vida a “XV”, “XIII”, “XI” e “V”. No primeiro álbum inspirou-se na electrónica\/dança\/techno que evoluiu da percussão do krautrock para espernear à vontade o talento. Em “Sun Oddly Quiet”, logo em “XV”, abandona, com todo o voluntarismo, as preconcepções que existem e aventura-se por uma estrada sem qualquer mapa. Está a tactear terreno virgem na carreira a solo, evidenciando que não quer uma única associação ao seu trabalho, e que o ouvinte o perceba como um compositor\/percussionista e não apenas como uma só dessas partes. Só que João Pais Filipe sabe para onde vai esse novo e desconhecido, porque já fez esse caminho vezes e vezes sem conta. É um músico sem medo do que está além. Essa expansão criativa – e também motivacional – é empurrada por outra relação que tem com os seus instrumentos, enquanto construtor de gongos e pratos. Um conhecedor da sua matéria-prima que ousa que o instrumento soe mais do que o seu propósito e que possa cantar mantras através de ritmos. Maturado pelas diferentes experiências que viveu ao longo dos últimos três anos, as colaborações que desenvolveu com outros músicos, a coragem suplementar de enfrentar um público num palco a solo, viagens a África, Ásia e América Latina que permitiram os seus músculos colaborarem com outras linguagens percussivas, “Sun Oddly Quiet” revela-se num álbum desenhado por quem tem a certeza do hoje e do amanhã. Para o ouvinte é um mapa de um lugar incerto; um, dois, três ou quatro mantras com coordenadas exactas sobre como fazer música percussiva em 2020.\u003c\/p\u003e","brand":"Holuzam \/ Lovers \u0026 Lollypops","offers":[{"title":"CD \/ super jewelcase \/ silkscreened","offer_id":32297456173102,"sku":"ZAM014","price":10.0,"currency_code":"EUR","in_stock":true}],"thumbnail_url":"\/\/cdn.shopify.com\/s\/files\/1\/0015\/9393\/3870\/files\/joao_20pais_20filipe_20sun_20oddly_20quiet_15c5ed7d-dafe-4e94-810b-86e475d7ea4d.png?v=1766621670"},{"product_id":"nidia-s-t-p032","title":"S\/T","description":"\u003cp\u003e\u003cstrong\u003eLISTEN:\u003c\/strong\u003e\u003cbr\u003e\u003ca href=\"https:\/\/principediscos.bandcamp.com\/album\/s-t-2\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\"\u003eFull EP\u003c\/a\u003e\u003c\/p\u003eTwo different stickers shipped randomly.\u003cbr\u003e\u003cp style=\"text-align: justify;\"\u003e\u003c\/p\u003e","brand":"Príncipe","offers":[{"title":"12\" \/ stickered sleeve","offer_id":32332546801710,"sku":"P032","price":13.0,"currency_code":"EUR","in_stock":false}],"thumbnail_url":"\/\/cdn.shopify.com\/s\/files\/1\/0015\/9393\/3870\/files\/nidia_20st.jpg?v=1712625780"},{"product_id":"holuzam-zampler-t-shirt-l-zamplertshirtl","title":"Zampler T-Shirt L","description":"","brand":"Holuzam","offers":[{"title":"T-shirt","offer_id":32429564362798,"sku":"ZAMPLERTSHIRTL","price":25.0,"currency_code":"EUR","in_stock":false}],"thumbnail_url":"\/\/cdn.shopify.com\/s\/files\/1\/0015\/9393\/3870\/files\/ZAMPLERTSHIRT.jpg?v=1712597164"},{"product_id":"holuzam-zampler-t-shirt-xxl-zamplertshirtxxl","title":"Zampler T-Shirt XXL","description":"","brand":"Holuzam","offers":[{"title":"T-shirt","offer_id":32429564395566,"sku":"ZAMPLERTSHIRTXXL","price":25.0,"currency_code":"EUR","in_stock":false}],"thumbnail_url":"\/\/cdn.shopify.com\/s\/files\/1\/0015\/9393\/3870\/files\/ZAMPLERTSHIRT_a9ad7442-b9c3-4000-9cde-840f7dd51b84.jpg?v=1712597192"},{"product_id":"holuzam-zampler-t-shirt-xl-zamplertshirtxl","title":"Zampler T-Shirt XL","description":"","brand":"Holuzam","offers":[{"title":"T-shirt","offer_id":32429564461102,"sku":"ZAMPLERTSHIRTXL","price":25.0,"currency_code":"EUR","in_stock":false}],"thumbnail_url":"\/\/cdn.shopify.com\/s\/files\/1\/0015\/9393\/3870\/files\/ZAMPLERTSHIRT_fd6b4c18-84f0-4cfe-83e6-9b3747d40c2d.jpg?v=1712597167"},{"product_id":"holuzam-zampler-t-shirt-s-zamplertshirts","title":"Zampler T-Shirt S","description":"","brand":"Holuzam","offers":[{"title":"T-shirt","offer_id":32429564493870,"sku":"ZAMPLERTSHIRTS","price":25.0,"currency_code":"EUR","in_stock":false}],"thumbnail_url":"\/\/cdn.shopify.com\/s\/files\/1\/0015\/9393\/3870\/files\/ZAMPLERTSHIRT_26a9f971-a40e-4635-b362-370bbaaeaaf0.jpg?v=1712597190"},{"product_id":"holuzam-zampler-t-shirt-m-zamplertshirtm","title":"Zampler T-Shirt M","description":"","brand":"Holuzam","offers":[{"title":"T-shirt","offer_id":32429564526638,"sku":"ZAMPLERTSHIRTM","price":25.0,"currency_code":"EUR","in_stock":false}],"thumbnail_url":"\/\/cdn.shopify.com\/s\/files\/1\/0015\/9393\/3870\/files\/ZAMPLERTSHIRT_721dfa88-ce83-4b8c-82de-568320beaadc.jpg?v=1712597188"},{"product_id":"rs-producoes-bagdad-style-p025","title":"Bagdad Style","description":"\u003cp style=\"text-align: justify;\"\u003eNarciso e Nuno Beats são o núcleo de produção, aqui, numa crew que tem talento adicional no MC Pimenta, DJ Nulo e Farucox. Da Bagdad das notícias nacionais, ali na Rinchoa, afinam o seu estilo eclético, no ponto, tão fácil com house como tarraxo e variações entre e para além desses estilos mais reconhecíveis. Ressonância metálica em muitas das batidas, criando climas mais impessoais, industriais e tesos. \"Bagdad Style\" vem na força de várias actuações de membros da crew, sobretudo Narciso, nas noites Príncipe no Musicbox, em Lisboa, ainda e sempre - desde 2012 - um centro de pesquisas que a editora utiliza para observar esta música incrível em acção e que os DJs \/ produtores utilizam para testar bombas e subir as skills de nível em território neutro. Nova Outra Lisboa.\u003c\/p\u003e\u003cbr\u003e\u003ciframe style=\"border: 0; width: 100%; height: 406px;\" src=\"https:\/\/bandcamp.com\/EmbeddedPlayer\/album=1854344994\/size=large\/bgcol=ffffff\/linkcol=0687f5\/artwork=none\/transparent=true\/\" seamless\u003e\u003ca href=\"http:\/\/principediscos.bandcamp.com\/album\/bagdad-style\"\u003eBagdad Style by RS Produções\u003c\/a\u003e\u003c\/iframe\u003e","brand":"Príncipe","offers":[{"title":"MLP \/ hand-painted","offer_id":32615259602990,"sku":"P025","price":12.5,"currency_code":"EUR","in_stock":false}],"thumbnail_url":"\/\/cdn.shopify.com\/s\/files\/1\/0015\/9393\/3870\/files\/RS-PRODUCOES-bagdad-style.jpg?v=1712625769"},{"product_id":"molero-ficciones-del-tropico-zam005","title":"Ficciones Del Trópico","description":"\u003cp\u003e\u003cstrong\u003eLISTEN:\u003c\/strong\u003e\u003cbr\u003e\u003ca href=\"http:\/\/blog.flur.pt\/mp3\/ZAM005-1.mp3\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\"\u003eCLIP1\u003c\/a\u003e - \u003ca href=\"http:\/\/blog.flur.pt\/mp3\/ZAM005-2.mp3\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\"\u003eCLIP2\u003c\/a\u003e - \u003ca href=\"http:\/\/blog.flur.pt\/mp3\/ZAM005-3.mp3\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\"\u003eCLIP3\u003c\/a\u003e - \u003ca href=\"http:\/\/blog.flur.pt\/mp3\/ZAM005-4.mp3\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\"\u003eCLIP4\u003c\/a\u003e - \u003ca href=\"http:\/\/blog.flur.pt\/mp3\/ZAM005-5.mp3\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\"\u003eCLIP5\u003c\/a\u003e\u003c\/p\u003e\u003cbr\u003e\u003cp style=\"text-align: justify;\"\u003eEm 44 minutos e com as mãos num Yamaha CS-60 Synthesizer, Molero impõe a sua imaginação em cima da imaginação dos outros. Foi a forma que o músico venezuelano, nascido em Maracaibo, teve para enfrentar as visões ocidentais criadas sobre a região de onde é oriundo. Foi também um escape do próprio para entrar dentro da ficção. E para criar a sua ficção. Tudo aconteceu quando encontrou um livro do século XIX, \"Vom tropischen Tieflande bis zum ewigen Schnee\", de Anton Goering, e começou a juntar o que ali leu com as visões da Amazónia de outros escritores (Victor Segalen) ou realizadores como Werner Herzog. Viu a ingenuidade exótica e uma curiosidade galopante nas descrições e emoções pela floresta. Foi o acto de tentar perceber o que os outros tentaram perceber – ou que não perceberam - que o levou a “Ficciones Del Trópico”. Actualmente a residir em Barcelona, Alexander Molero montou um estúdio em sua casa e passou alguns anos e pensar em como poderia recriar essas percepções em sons, músicos. Depois de anos de investigação e trabalho, em 2017 e 2018 dedicou-se por inteiro a compor as oito peças de “Ficciones Del Trópico”. A fazer com que a imaginação dele vencesse a imaginação do “outro”, tornando-se ele próprio um outro, um desconhecido. Os títulos das canções fazem referência a pássaros, animais, paisagens, são estímulos para um descoberta continuada desta ficção. Ou realidade. Floresta real ou imaginada? Uma ficção. Jornada de 44 minutos com estética apurada e obediente a uma fórmula, para oferecer ao ouvinte a viagem contínua e única. É ficção dos trópicos, de sintetizadores cósmicos que imaginam os trópicos onde outros, como Popol Vuh, Tangerine Dream, Mike Cooper ou Jürgen Müller, viram galáxias e o mar. Uma abstração do real e da ficção, música de trajecto sem retorno, para quem se quer perder ou ficar perdido. O fim do exótico como o conhecemos. Uma galáxia na floresta. É assim “Ficciones Del Trópico”, o álbum de estreia de Molero. Um escultor de sons sintetizados. \u003c\/p\u003e","brand":"Holuzam","offers":[{"title":"LP \/ printed inner sleeve \/ mp3","offer_id":32627946782766,"sku":"ZAM005","price":20.0,"currency_code":"EUR","in_stock":false}],"thumbnail_url":"\/\/cdn.shopify.com\/s\/files\/1\/0015\/9393\/3870\/files\/molero_20ficciones.jpg?v=1712597160"},{"product_id":"blacksea-nao-maya-maquina-de-venus-p033","title":"Máquina De Vénus","description":"\u003cp\u003e\u003cstrong\u003eLISTEN:\u003c\/strong\u003e\u003cbr\u003e\u003ca href=\"https:\/\/principediscos.bandcamp.com\/album\/m-quina-de-v-nus\" target=\"_blank\"\u003eFull Album\u003c\/a\u003e\u003c\/p\u003e\u003cbr\u003e\u003cp style=\"text-align: justify;\"\u003eUm tom de desconforto apocalíptico marca a entrada do disco e vários outros momentos em \"Máquina De Vénus\". A marcha sintética em \"Terror\" vai introduzindo um sentimento de apreensão mas, também, de capacidade para enfrentar os problemas. Mudança quase total no jogo de Blacksea Não Maya: DJ Perigoso, DJ Noronha e, sobretudo, DJ Kolt (a maioria das faixas são produções suas) adaptam o que quer que se conheça da chamada \"batida de Lisboa\" a outros desafios muito pessoais, ainda dentro do percurso lógico - reparem nas quebras rítmicas, no som seco dos pratos em \"Obscuro\", por exemplo. Nessa faixa, borbulhar típico em muitos tarraxos, e esse género encontra-se também bastante subvertido na seguinte \"7even\", cujo esqueleto é todo feito de contratempos quase anti-ergonómicos. Até no desformatado \"Horizonte\" são aparentes as marcas identitárias desta música (os pratos, de novo). Noronha abre tudo com \"Estranhos E Loucos\", incrível banger de pista e Kolt fecha o círculo com \"Africanalidade\", remetendo tudo para a origem mas firme na actualidade. Brilhante.\u003c\/p\u003e","brand":"Príncipe","offers":[{"title":"LP \/ hand-painted","offer_id":32701577986094,"sku":"P033","price":15.5,"currency_code":"EUR","in_stock":false}],"thumbnail_url":"\/\/cdn.shopify.com\/s\/files\/1\/0015\/9393\/3870\/files\/P033BNM.jpg?v=1712625773"},{"product_id":"dj-firmeza-ardeu-p027","title":"Ardeu","description":"\u003cp\u003e\u003cstrong\u003eLISTEN:\u003c\/strong\u003e\u003cbr\u003e\u003ca href=\"http:\/\/blog.flur.pt\/mp3\/P027-1.mp3\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\"\u003eCLIP1\u003c\/a\u003e - \u003ca href=\"http:\/\/blog.flur.pt\/mp3\/P027-2.mp3\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\"\u003eCLIP2\u003c\/a\u003e - \u003ca href=\"http:\/\/blog.flur.pt\/mp3\/P027-3.mp3\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\"\u003eCLIP3\u003c\/a\u003e - \u003ca href=\"http:\/\/blog.flur.pt\/mp3\/P027-4.mp3\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\"\u003eCLIP4\u003c\/a\u003e\u003c\/p\u003e\u003cbr\u003eHand-painted sleeve.\u003cp style=\"text-align: justify;\"\u003e\"Alma Do Meu Pai\" deixou um rasto poderoso, desde 2015, na consciência rítmica desta família de música afro-descendente. Firmeza puxa agora dos seus créditos completos, entregando duas animações (como se chamam as vocalizações improvisadas que se escutam nas duas primeiras faixas). O calor está intenso. Sobre bases mais próximas do kuduro, DJ Firmeza fala a quem quer ouvir e, como sempre, a mensagem está no som, no estar, no sentir e desenvolver um swing natural do momento. No lado B, \"RRRRRR\" e \"25\" deixam um curso de batida expressiva demasiado viva para ser contida no gueto de que ainda se fala (ou até se fala mais, actualmente). Como em alguns exemplos que continuamos a achar excepcionais no catálogo da Príncipe, esta música pertence ao limbo muito particular no qual Lisboa existe como uma cidade plena de possibilidades.\u003c\/p\u003e","brand":"Príncipe","offers":[{"title":"12\" \/ hand-painted","offer_id":32646228475950,"sku":"P027","price":11.95,"currency_code":"EUR","in_stock":false}],"thumbnail_url":"\/\/cdn.shopify.com\/s\/files\/1\/0015\/9393\/3870\/files\/dj_20firmeza_20ardeu.jpg?v=1712625746"},{"product_id":"p-adrix-album-desconhecido-p022","title":"Álbum Desconhecido","description":"\u003cp\u003e\u003cstrong\u003eLISTEN:\u003c\/strong\u003e\u003cbr\u003e\u003ca href=\"http:\/\/blog.flur.pt\/mp3\/P022-1.mp3\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\"\u003eCLIP1\u003c\/a\u003e - \u003ca href=\"http:\/\/blog.flur.pt\/mp3\/P022-2.mp3\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\"\u003eCLIP2\u003c\/a\u003e - \u003ca href=\"http:\/\/blog.flur.pt\/mp3\/P022-3.mp3\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\"\u003eCLIP3\u003c\/a\u003e - \u003ca href=\"http:\/\/blog.flur.pt\/mp3\/P022-4.mp3\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\"\u003eCLIP4\u003c\/a\u003e - \u003ca href=\"http:\/\/blog.flur.pt\/mp3\/P022-5.mp3\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\"\u003eCLIP5\u003c\/a\u003e\u003c\/p\u003e\u003cbr\u003e\u003cp style=\"text-align: justify;\"\u003eAdrix vai parecer aos ingleses como um produto de influência doméstica, uma vez que ele está baseado em Manchester há 3 anos. Misteriosos são os caminhos da batida de Lisboa. Em \"Bola De Cristal\", a linha de baixo pode lembrar UK mas os pratos são de outro continente e o elemento de tarraxo infiltrado no meio do espaço sónico é também indubitavelmente outra geografia. O fluir nervoso da linha de baixo nas faixas neste mini-álbum é talvez o elemento que unifica a assinatura do Produtor Adrix. Tudo o resto é extraído da sua interpretação muito pessoal de kuduro e é livre de constrangimentos. Um ambiente quase romântico como o de \"Estação De Queluz\" parece reescrever a atmosfera da Linha de Sintra para uma experiência de melancolia e saudade. Essa reforçada em \"Tejo\", cujo corte de guitarra bem claro pode ser uma verdadeira ode à tradição sem precisar de samplar melodias de Carlos Paredes. \"Álbum Desconhecido\" encerra a explicação de si mesmo no sentido em que a produção de Adrix não é bem comparável nem com o catálogo anterior da Príncipe nem com material editado com o qual tenhamos contactado. Que força, aqui.\u003c\/p\u003e","brand":"Príncipe","offers":[{"title":"12\"","offer_id":32646228508718,"sku":"P022","price":11.95,"currency_code":"EUR","in_stock":false}],"thumbnail_url":"\/\/cdn.shopify.com\/s\/files\/1\/0015\/9393\/3870\/files\/P-ADRIX-album-desconhecido-1024x1024.jpg?v=1712625760"},{"product_id":"v-a-illuminati-bounce-illuminatibounce","title":"Illuminati Bounce","description":"Limited edition of 50 copies. Out September 15th, 2020 \u003cp\u003e\u003cstrong\u003eLISTEN:\u003c\/strong\u003e\u003cbr\u003e\u003ca href=\"http:\/\/blog.flur.pt\/mp3\/IBOUNCE-1.mp3\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\"\u003eCLIP1\u003c\/a\u003e - \u003ca href=\"http:\/\/blog.flur.pt\/mp3\/IBOUNCE-2.mp3\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\"\u003eCLIP2\u003c\/a\u003e\u003c\/p\u003e\u003cbr\u003e\u003cp style=\"text-align: justify;\"\u003ePistas para um conhecimento do Outro Lado? Vai depender do treino dos ouvidos que chegam aqui. \"Illuminati Bounce\" inaugura uma série não regular, não fixa, nem ainda planeada de mixtapes para se comunicar de perto como são as selecções sem pressões. Aqui, música cortada, alterada, reduzida (nunca estendida), genericamente lenta, mexendo na percepção, nunca carregando. Uma mistura de cada lado, 2x meia-hora e algo, só discos reais existentes nas prateleiras de casa (zero downloads para transmitir música que não se tem). Misturas semi-cirúrgicas mas casuais, pontes rítmicas entre faixas, mensagens e, sobretudo, um espectro de cores bastante completo. Tracklist acessível apenas a quem de facto escuta a cassete.\u003c\/p\u003e\u003cbr\u003eMixed and cut by Novo Major.\u003cbr\u003eMastered by Mind Safari.\u003cbr\u003eArtwork by Márcio Matos w\/ photo by José Moura","brand":"Holuzam","offers":[{"title":"Cassette","offer_id":32647885652014,"sku":"ILLUMINATIBOUNCE","price":11.0,"currency_code":"EUR","in_stock":false}],"thumbnail_url":"\/\/cdn.shopify.com\/s\/files\/1\/0015\/9393\/3870\/files\/illuminatibounce.jpg?v=1712597151"},{"product_id":"niagara-apologia-p024cd","title":"Apologia","description":"\u003cp style=\"text-align: justify;\"\u003eEsta volta de Niagara pelo mundo natural marca com cunho forte o seu álbum de estreia (descontando os vários CD-R que lançaram na Ascender). Faixas quase todas económicas na duração, representando outras paragens no essencial, não se detendo demasiado em cada uma, antes oferecendo um sabor de algo que ficamos a desejar mais. As grandes excepções, na duração, são \"6:30\" e \"Siena\", duas faixas que podem ser a âncora, em \"Apologia\", e conduzem o ouvinte a regiões realmente ambiciosas, na ideia de exotismo. Não tentam mascarar o mundo natural, oferecem um outro mundo em que a integração de elementos sintéticos já é ela própria uma nova natureza. Como um organismo em mutação, mas cuja evolução já está perfeitamente definida. \"Damasco\" segue com quase 5 minutos em meditação percussiva de falsa repetição. O corpo está sempre em mudança.\u003c\/p\u003e\u003cbr\u003e\u003ciframe style=\"border: 0; width: 100%; height: 472px;\" src=\"https:\/\/bandcamp.com\/EmbeddedPlayer\/album=2394317932\/size=large\/bgcol=ffffff\/linkcol=0687f5\/artwork=none\/transparent=true\/\" seamless\u003e\u003ca href=\"http:\/\/principediscos.bandcamp.com\/album\/apologia\"\u003eApologia by NIAGARA\u003c\/a\u003e\u003c\/iframe\u003e","brand":"Príncipe","offers":[{"title":"CD","offer_id":32657398136878,"sku":"P024CD","price":13.5,"currency_code":"EUR","in_stock":false}],"thumbnail_url":"\/\/cdn.shopify.com\/s\/files\/1\/0015\/9393\/3870\/files\/NIAGARA-Apologia.jpg?v=1766621686"},{"product_id":"telectu-camerata-elettronica-zamog001","title":"Camerata Elettronica","description":"Original copies from 1988 in a repackaged sleeve.\u003cb\u003e\u003c\/b\u003e\u003cp style=\"text-align: justify;\"\u003eOriginally released on the cult Portuguese label Ama Romanta in 1988, “Camerata Elettronica” finds Telectu (Jorge Lima Barreto and Vitor Rua) approaching jazz with their unique view. It’s not like they haven’t tried in previous records, but in “Camerata Elettronica” they played with a deliberate sense of humour, trying to mimic the rule book in order to gain entry into the “serious” live jazz circuit. The result is emblematic, it sounds like Telectu – the minimal and repetitive melody sense is there – with a soft approach to jazz languages that were current to pop and rock music of the time. Add to the mix the fact that they were listening to a lot of musique concrete (Bernard Parmegiani, Pierre Henry, Pierre Schaeffer) and you have a record that widely opens the frontiers between jazz, experimental and pop.\u003cbr\u003eWhen we were preparing our first release (Telectu’s 1983 “Belzebu”), Vitor Rua found a bunch of copies of “Camerata Elettronica” without the original box or insert. So this is not a reissue, but a repackaging of the original pressing. Márcio Matos reimagined the original cover by António Palolo and re-styled the original essay included in the 1988 edition. Cover and inlay are printed in risograph. Everything comes packaged in a stamped industrial mailer of the same model as the original, but now consciously minimalist. Limited to 40 copies.\u003cbr\u003ePlease note: THIS IS NOT A REISSUE OR A REMASTER. You are buying original vinyl copies from 1988. Each record was listened to and cleaned individually. Some of them have natural imperfections caused by time and storage, but nothing major, just occasional clicks and pops that we think everyone accustomed to record hunting will find acceptable. Under this assumption, no returns accepted. Profit from sales shall naturally be shared with Vitor Rua, sole surviving member of Telectu.\u003c\/p\u003e","brand":"Ama Romanta \/ Holuzam","offers":[{"title":"2LP \/ risograph \/ insert \/ hand-stamped","offer_id":32674595242030,"sku":"ZAMOG001","price":50.0,"currency_code":"EUR","in_stock":false}],"thumbnail_url":"\/\/cdn.shopify.com\/s\/files\/1\/0015\/9393\/3870\/files\/telectu_20camerata_20elettronica_20zamog001.jpg?v=1712577694"},{"product_id":"sabaturin-kenemglev-zam008","title":"Kenemglev","description":"\u003cp\u003e\u003cstrong\u003eLISTEN:\u003c\/strong\u003e\u003cbr\u003e\u003ca href=\"http:\/\/blog.flur.pt\/mp3\/ZAM008-1.mp3\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\"\u003eCLIP1\u003c\/a\u003e - \u003ca href=\"http:\/\/blog.flur.pt\/mp3\/ZAM008-2.mp3\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\"\u003eCLIP2\u003c\/a\u003e - \u003ca href=\"http:\/\/blog.flur.pt\/mp3\/ZAM008-3.mp3\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\"\u003eCLIP3\u003c\/a\u003e - \u003ca href=\"http:\/\/blog.flur.pt\/mp3\/ZAM008-4.mp3\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\"\u003eCLIP4\u003c\/a\u003e - \u003ca href=\"http:\/\/blog.flur.pt\/mp3\/ZAM008-5.mp3\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\"\u003eCLIP5\u003c\/a\u003e\u003c\/p\u003e\u003cbr\u003e\u003cp style=\"text-align: justify;\"\u003eSabaturin é um projecto de Charles Émile-Beullac (Galerie Stratique, Canadá) e Simon Crab (Bourbonese Qualk, Reino Unido). À semelhança da troca de som em cassetes por correspondência no auge do circuito underground de mail art (década de 80 e parte da década de 90), esta colaboração fez-se à distância mas beneficiando de toda a facilidade de processos na era digital. \"Kenemglev\" significa Consenso em Bretão, língua e território neutro que ambos os músicos escolheram como representação do encontro das suas respectivas culturas. Ao método mais detalhado e exaustivo de composição por parte de Beullac, Crab acrescentou a intuição do momento. No resultado ouvimos ambientes delicados, erros controlados e polidos, narrativas em miniatura que pulsam mais quando surgem as grelhas rítmicas que, por vezes, reconhecemos dos Bourbonese Qualk da era \"My Government Is My Soul\" (1989). Beullac retém alguma da identidade do seu projecto Galerie Stratique, cujo álbum \"Nothing Down-To-Earth\" ganhou 8.7 na Pitchfork em 2002, virando as cabeças de fãs de Boards Of Canada. \"Kenemglev\" nunca se define por uma fórmula e então a música mantém-se solta, tanto Mille Plateaux (editora-bandeira na electrónica pré-milenar) como clássica assinatura de sampling de rádio de onda curta (frequentemente usada na cena industrial) ou dub, tudo misturado numa única entidade que dispensa associação a quaisquer dos actuais rótulos de imprensa aplicados à música electrónica.Em vinil, cada lado flui sem interrupção, as faixas encontram-se coladas ou ligeiramente sobrepostas, numa espécie de representação da arte que adorna a capa, gerada por Simon Crab a partir de uma simulação de padrões Chladni.\u003c\/p\u003e\u003cbr\u003e\u003cp style=\"text-align: justify;\"\u003eSabaturin is Charles-Émile Beullac (Galerie Stratique, Canada) and Simon Crab (Bourbonese Qualk, United Kingdom). In the spirit of old school tape exchanges that resulted in musical collaborations developed over long periods of time, but informed by the infinitely easier processes of the digital age, \"Kenemglev\" was assembled without the musicians ever meeting. The title \"Kenemglev\" means \"consensus\" in Breton, something which quite naturally had to be achieved between both musicians. The other consensus was a sort of virtual middle ground symbolized by the Breton language, particular to a geographical area (Brittany) that both agreed would stand for a neutral meeting point between their respective native languages and, consequently, cultures. All titles are Breton words and the name Sabaturin (\"standing on one feet\", \"to be off-balance\") expresses mainly Charles' excitement: \"Simon's bold approach has been some kind of a shock therapy for my music\". The sleeve was designed by Simon Crab, using a Chladni pattern simulation based on specific pitches. Looking like stained glass, it sort of reflects the way the music is presented: although including 9 titles, the album's tracklist flows uninterrupted on each side of the vinyl, semi-mixed, blended. Detailed electronic ambience, glitches, loops and tiny details are augmented by a sort of signature rhythmic grid we recognize from \"My Government Is My Soul\"-era Bourbonese Qualk. It never settles into a formula and so the music remains loose, as much Mille Plateaux as classic 80s industrial shortwave-sampling or dub, rolled into one same entity, touching base with the gorgeous glitch dub \"Morgouskus\". This concludes a gentle and discreet album that doesn't require the validation of being associated with any of the current keywords in the electronic music scene.\u003c\/p\u003e","brand":"Holuzam","offers":[{"title":"LP","offer_id":32694580510766,"sku":"ZAM008","price":18.0,"currency_code":"EUR","in_stock":true}],"thumbnail_url":"\/\/cdn.shopify.com\/s\/files\/1\/0015\/9393\/3870\/files\/sabaturin_20kenemglev.png?v=1771699229"},{"product_id":"dj-lycox-kizas-do-ly-p034","title":"Kizas Do Ly","description":"\u003cp\u003e\u003cstrong\u003eLISTEN:\u003c\/strong\u003e\u003cbr\u003e\u003ca href=\"http:\/\/blog.flur.pt\/mp3\/P034-1.mp3\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\"\u003eCLIP1\u003c\/a\u003e - \u003ca href=\"http:\/\/blog.flur.pt\/mp3\/P034-2.mp3\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\"\u003eCLIP2\u003c\/a\u003e - \u003ca href=\"http:\/\/blog.flur.pt\/mp3\/P034-3.mp3\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\"\u003eCLIP3\u003c\/a\u003e - \u003ca href=\"http:\/\/blog.flur.pt\/mp3\/P034-4.mp3\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\"\u003eCLIP4\u003c\/a\u003e\u003c\/p\u003e\u003cbr\u003e\u003cp style=\"text-align: justify;\"\u003eLançado na Primavera passada com  todas as correctas vibes de amor, esta mostra de kizomba espacial por DJ Lycox só reforça a espantosa habilidade do produtor em fixar melodias inesquecíveis e universais em arranjos superiores. O álbum \"Sonhos \u0026amp; Pesadelos\" tinha mostrado versatilidade, mas aqui o momento puxava puro romance e comunhão. Na verdade, como se torna óbvio desde a primeira escuta, este é um disco desprendido de épocas e de fácil relacionamento. Lycox a reflectir, mas Portugal também a ser chamado a reflectir sobre o que é a sua música, o que é a pop sem letras que a lei não considera portuguesa. Forte, pela sedução que exerce.\u003c\/p\u003e","brand":"Príncipe","offers":[{"title":"12\" \/ hand-painted","offer_id":37392613376179,"sku":"P034","price":12.5,"currency_code":"EUR","in_stock":false}],"thumbnail_url":"\/\/cdn.shopify.com\/s\/files\/1\/0015\/9393\/3870\/files\/dj_20lycox_20kizas.jpg?v=1712625763"},{"product_id":"a-k-adrix-codigo-de-barras-p035","title":"Código De Barras","description":"\u003cp\u003e\u003cstrong\u003eLISTEN:\u003c\/strong\u003e\u003cbr\u003e\u003ca href=\"http:\/\/blog.flur.pt\/mp3\/P035-1.mp3\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\"\u003eCLIP1\u003c\/a\u003e - \u003ca href=\"http:\/\/blog.flur.pt\/mp3\/P035-2.mp3\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\"\u003eCLIP2\u003c\/a\u003e - \u003ca href=\"http:\/\/blog.flur.pt\/mp3\/P035-3.mp3\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\"\u003eCLIP3\u003c\/a\u003e\u003c\/p\u003e\u003cbr\u003e\u003cp style=\"text-align: justify;\"\u003eOnze breves manifestações de emoção em que a fronteira entre o que é canção e o que é batida (o estilo) é difícil de resolver. Adrix faz-se superior em \"Código De Barras\", juntando aquilo que eram as suas características rítmicas mais expressivas no anterior \"Álbum Desconhecido\" a um apurado domínio narrativo que, como tem sido tradicional nesta família já alargada de produtores, não necessita de muito tempo para cumprir uma história entusiasmante. Tons, harmonias, melodias, grelhas rítmicas, tudo certo neste álbum 10\/10 em 2020. Não exageramos. Portugal fora de si.\u003c\/p\u003e","brand":"Príncipe","offers":[{"title":"LP \/ hand-painted","offer_id":37537685340339,"sku":"P035","price":15.5,"currency_code":"EUR","in_stock":false}],"thumbnail_url":"\/\/cdn.shopify.com\/s\/files\/1\/0015\/9393\/3870\/files\/a_20k_20adrix_20codigo_20de_20barras.jpg?v=1712625756"},{"product_id":"polido-sabor-a-terra-a-casa-e-os-caes-zam015-016","title":"Sabor A Terra \/ A Casa E Os Cães","description":"\u003cp\u003e\u003cstrong\u003eLISTEN:\u003c\/strong\u003e\u003cbr\u003e\u003ca href=\"https:\/\/polido.bandcamp.com\/album\/sabor-a-terra\" target=\"_blank\"\u003eSabor A Terra (full album)\u003c\/a\u003e\u003cbr\u003e\u003ca href=\"https:\/\/polido.bandcamp.com\/album\/a-casa-e-os-c-es\" target=\"_blank\"\u003eA Casa E Os Cães (full album)\u003c\/a\u003e\u003c\/p\u003eLimited edition double cassette in large double case (120 copies).\u003cbr\u003e\u003cp style=\"text-align: justify;\"\u003eA unificação de dois álbuns num objecto só pretende também transmitir uma mensagem que transmitem em conjunto. Tanto na banda-sonora para “A Casa E Os Cães” como em “Sabor A Terra” há uma narrativa contínua, os temas não se fecham em si próprios, há uma ligação entre pontos. Polido consegue isto sem retirar identidade e sobrevivência a cada umas canções, por mais curtas que sejam. E, depois, há outro elemento unificador, que se foi percebendo ao longo de um ano de audições sucessivas destes dois álbuns: é que ambos, apesar de sonicamente diferentes, tocam na mesma ideia de música livre, sem restrições, que não se fecha em géneros mas, a isolar um, é o jazz. Pela forma e não pela matéria. Há um momento luminoso em “A Casa E Os Cães” em que isto se torna mais tangível: “Outros Cortes”. O correr das palavras, de lugares e nomes, explora uma harmonia e uma narrativa que vai para além daquilo que é imediatamente perceptível. O ritmo e a sobreposição de sons criam uma sensação única de infinito. Ouvem-se milhares de histórias nas vozes daquelas personagens. Essa percepção de “milhares de histórias” é o ponto de partida para ouvir a música de Polido. Não é música urbana mas uma amálgama de experiências auditivas que vivenciou e tenta replicar, comunicar. É música de quarto mundo? Talvez, mas, arriscamos dizer, é mais complexo do que isso. Em “Sabor A Terra”, do nada, surge algo como “Cantiga D’Amigo” que soa como o melhor genérico alguma vez feito para uma série de animação. Nada nos prepara para isso a meio do álbum e, apesar da surpresa, não destoa da narrativa. Polido interioriza a ideia de música livre na forma como compõe, transmite. No fundo, agarra uma das essências da música: comunicar. Podemos não chorar com esta música ou encontrar a catarse que por vezes procuramos. Mas descodificamos experiências auditivas. Um mundo de sons.\u003c\/p\u003e","brand":"Holuzam","offers":[{"title":"2 x Cassette \/ double case \/ mp3","offer_id":37674076962995,"sku":"ZAM015\/016","price":20.0,"currency_code":"EUR","in_stock":false}],"thumbnail_url":"\/\/cdn.shopify.com\/s\/files\/1\/0015\/9393\/3870\/files\/polido_20sabor_20a_20terra_20casa_20e_20os_20caes.jpg?v=1712597125"},{"product_id":"tia-maria-producoes-lei-da-tia-maria-p036","title":"Lei Da Tia Maria","description":"\u003cp style=\"text-align: justify;\"\u003e\"Xupetilson\", um dos raros temas vocalizados na Príncipe, assinala um bife entre DJs amplificado pelas redes. Tudo bem, a canção serve para exorcizar o peso. A voz de Danifox em tom cândido mostra boas intenções e convoca a união da Tia Maria. Este house progride com riqueza harmónica numa simplicidade desarmante pontuada pelos breaks expressivos a meio do ritmo. Não tão regenerativo em \"Aguenta\", uma malha de neura e ressentimento, com o barulho da chuva a mandar a dica de que alguém se portou mal e, portanto, fica à porta. Dani + Lycox fabricam bomba em \"Mete O Bass\" e B.Boy segue perto com \"Kuribotas\", um kuduro em tempo de house directo para a pista. Ainda há o instrumental motivacional e de sorriso na face que é \"11h na Lisa\" (DJ Lycox), a transbordar esperança em qualquer coisa que acontecerá depois de estacionar o carro. No final, Puto Márcio e \"Coisas Da Vida\" puxa em dois sentidos, de novo a esperança pelo bom que virá mas também a melancolia pelo bom que já foi. Talvez já o tenhamos escrito a propósito de outras edições na Príncipe, mas: Música Moderna Portuguesa.\u003c\/p\u003e\u003cbr\u003e\"Danifox says \"Aguenta\" and crew founder Puto Márcio concludes with \"Coisas Da Vida\". These may be words of advice in any circumstance but right now they fit the current assault on our daily lives. Tia Maria are back with a new EP. Once the most international crew on the label (Lycox in France; Danifox residing in the UK but now back to PT), also a sign of recent times - there was a lot of young emigration from Portugal over the course of the 2010s. File swapping has become ever more the norm between producers who sign their names on collaborative tracks. But shit happens anyway and via WhatsApp it's irrelevant if you live next door or 1000 miles away: standout track \"Xupetilson\" speaks about this fellow hot-tempered DJ who couldn't resist throwing bad vibes around, so Danifox sings \"you're coming to bite me but you're not a dog.\" Speaking of dogs, they're out and about when \"Mete O Bass\" comes to the fore, Dani and Lycox laying heavy metal on the dancefloor; B.Boy keeps the pace with a no-brainer intense beat track (\"Kuribotas\"), while Danifox, again solo on \"Aguenta\", works around a dark, urban, rainy soundscape, going off on a jealousy trip with samples of \"you showed contempt, you didn't nurture, so now deal with it\". And Lycox seems to drive around town at night, calling Lisboa by the well-spread nickname Lisa, just out to dance or going from party to party. This law of Tia Maria represents the core of batida styles, bowing out with the usual heart-breaking grooves of Puto Márcio. When life is sad, make it beautiful.\" (Label PR)","brand":"Príncipe","offers":[{"title":"12\" \/ hand-painted","offer_id":37748079231155,"sku":"P036","price":12.5,"currency_code":"EUR","in_stock":false}],"thumbnail_url":"\/\/cdn.shopify.com\/s\/files\/1\/0015\/9393\/3870\/files\/tia_20maria_20lei.jpg?v=1712625752"},{"product_id":"niagara-pais-filhos-p039","title":"Pais \u0026 Filhos","description":"\u003cp\u003e\u003cstrong\u003eLISTEN:\u003c\/strong\u003e\u003cbr\u003e\u003ca href=\"http:\/\/blog.flur.pt\/mp3\/P039-1.mp3\" target=\"_blank\"\u003eCLIP1\u003c\/a\u003e - \u003ca href=\"http:\/\/blog.flur.pt\/mp3\/P039-2.mp3\" target=\"_blank\"\u003eCLIP2\u003c\/a\u003e - \u003ca href=\"http:\/\/blog.flur.pt\/mp3\/P039-3.mp3\" target=\"_blank\"\u003eCLIP3\u003c\/a\u003e - \u003ca href=\"http:\/\/blog.flur.pt\/mp3\/P039-4.mp3\" target=\"_blank\"\u003eCLIP4\u003c\/a\u003e - \u003ca href=\"http:\/\/blog.flur.pt\/mp3\/P039-5.mp3\" target=\"_blank\"\u003eCLIP5\u003c\/a\u003e\u003c\/p\u003e\u003cbr\u003e\u003cp style=\"text-align: justify;\"\u003eAli atrás no mês de Maio de 2020, \"Pais \u0026amp; Filhos\" saía em formato digital, mantendo a rolar um fluxo editorial em plena incerteza da Primeira Vaga. Agora em vinil, o álbum reapresenta-se ao mundo, também com nova arte de Márcio Matos, e o que escutamos chega-se mais ao núcleo do imponderável estilístico que são os Niagara. Ou seja, cada disco do trio baseado em Loures oferece, desde logo, a surpresa do som, e funciona de facto como documento da fase de exploração em que se encontram. A trilogia de faixas \"Ano-A\", \"Ano-B\" e \"Ano-C\", por exemplo, encontra um ponto confortável entre dub, ambientalismo e gravações de campo, ajudando a definir a música como matéria orgânica capaz de se alterar a si mesma. Em torno dessa base evoluem quatro outras faixas, outras tantas sensibilidades que tão naturalmente se focam em tons que nos parecem saídos de um arquivo histórico selecto como descobrem vias que ainda por catalogar. No meio, Niagara ainda únicos.\u003cbr\u003e\u003cbr\u003e\"As a sort of introductory discharge, \"21:44\" announces yet another path in Niagara's sonic journey. No two records sound alike, as the trio clearly differentiates creative processes and moods. As often before, the tracks arise from countless hours of live jams where those processes are implemented. The old school ancestral vibe in \"Tília\" sends the listener back to \"Forbidden Planet\" territory, not only because of the vintage sci fi feel but also conducive to the kind of psychological turmoil the 1956 movie explores. \"Ano-A\", \"Ano-B\" and \"Ano-C\" stem from the same root and all use acoustic percussion to add more organic life to the liquid nature of the music. The resulting sound is simultaneously pregnant with possibilities and fully conscious of a carefully designed map, leaving us adrift in the ebb and flow. History is dotted with examples of \"spontaneous music\", and Niagara themselves promote and incorporate an artificial reality capable of self regenerating and plotting unfamiliar courses. There's something going on.\" (Label PR)\u003c\/p\u003e","brand":"Príncipe","offers":[{"title":"LP \/ hand-painted","offer_id":37748079296691,"sku":"P039","price":16.5,"currency_code":"EUR","in_stock":false}],"thumbnail_url":"\/\/cdn.shopify.com\/s\/files\/1\/0015\/9393\/3870\/files\/niagara_20pais_20e_20filhos.jpg?v=1712625729"},{"product_id":"niagara-sao-joao-baptista-ep-p017","title":"São João Baptista EP","description":"\u003cp\u003e\u003cstrong\u003eLISTEN:\u003c\/strong\u003e\u003cbr\u003e\u003ca href=\"http:\/\/blog.flur.pt\/mp3\/P017-1.mp3\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\"\u003eCLIP1\u003c\/a\u003e - \u003ca href=\"http:\/\/blog.flur.pt\/mp3\/P017-2.mp3\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\"\u003eCLIP2\u003c\/a\u003e - \u003ca href=\"http:\/\/blog.flur.pt\/mp3\/P017-3.mp3\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\"\u003eCLIP3\u003c\/a\u003e - \u003ca href=\"http:\/\/blog.flur.pt\/mp3\/P017-4.mp3\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\"\u003eCLIP4\u003c\/a\u003e\u003c\/p\u003e\u003cbr\u003e\u003cp style=\"text-align: justify;\"\u003eO início de ano fulgurante, por parte dos Niagara, abrandou nos meses de calor, mas unicamente porque há trabalho a fazer. No que se refere apenas à música (e a vida é bem mais que isso), os métodos mudam, há experiências constantemente a ser realizadas, instrumentos diferentes acrescentados ao lote e uma curiosidade enorme por parte dos três Niagara (Alberto, António e Sara). Eles próprios mudam o seu jogo, forçam-se novas questões para serem obrigados a novas soluções, e “São João Baptista” reflecte admiravelmente o que está diferente desde a última vez. A ideia de techno ou house está muito difusa, aqui, e recebe-se com naturalidade uma incorporação que diriamos bem próxima do jazz, tal como, em “Amarelo”, um intensificar do seu enamoramento por um compasso que já levou alguma imprensa a aproximá-los de um cenário pós-punk. O EP avança a estética, prende também mais à terra o ouvinte, com blocos de som bem concretos. A acústica é maravilhosa em “São João Baptista”, muitos deslizes por muitas plataformas e, se o som pode eventualmente soar austero, acreditem que se trata de diversão. Clássico instantâneo, e não o diríamos se não acreditássemos 100%.\u003c\/p\u003e","brand":"Príncipe","offers":[{"title":"12\"","offer_id":37963876597939,"sku":"P017","price":10.95,"currency_code":"EUR","in_stock":false}],"thumbnail_url":"\/\/cdn.shopify.com\/s\/files\/1\/0015\/9393\/3870\/files\/niagara_20sao_20joao_20baptista.jpg?v=1712625782"},{"product_id":"nidia-nidia-e-ma-nidia-e-fudida-p021cd","title":"Nídia É Má, Nídia É Fudida","description":"\u003cp style=\"text-align: justify;\"\u003eSó Nídia. \"Mulher Profissional\". O álbum arranca com essa afirmação forte, e a partir daí julgamos a matéria apresentada no terreno. Nídia continua a não soar como ninguém, e não apenas num qualquer submundo kuduro. Falamos de um contexto global e também falamos, é claro, do espectro que conhecemos. Há um house chamado \"Dedo\" e, se quiserem, podem convocar uma série de referências à esquerda e à direita, porque os sons parecem familiares. É a composição, no entanto, que prevalece. Então salta-se para o \"Puro Tarraxo\", uma marcha industrial oriental com cortes melódicos absolutamente no ponto; o piano e as quebras de percussão em \"I Miss My Ghetto\", amor ao Vale da Amoreira, zona do Barreiro, fazem equipa improvável e dissonante. A batida domina, sempre, e Nídia é fudida: convoca um apocalipse em \"Arme\" e, mesmo quando dedica uma malha ao sobrinho (\"Shane Noah\", bónus no CD), é a sua visão que passa e nenhuma versão amansada para a comunidade. Grande. E três faixas extra no CD tornam-na ainda maior.\u003c\/p\u003e","brand":"Príncipe","offers":[{"title":"CD","offer_id":37963876663475,"sku":"P021CD","price":11.95,"currency_code":"EUR","in_stock":false}],"thumbnail_url":"\/\/cdn.shopify.com\/s\/files\/1\/0015\/9393\/3870\/files\/P021-FRONT-1024x1024.jpg?v=1712625771"},{"product_id":"v-a-marte-instantanea-mixed-and-cut-by-novo-major-phmix001","title":"Marte Instantânea - mixed and cut by Novo Major","description":"Limited first edition of 35 copies.\u003cbr\u003e\u003cp style=\"text-align: justify;\"\u003eNovo Major, Marte Instantânea. O trocadilho no título remonta-nos à qualidade - mesmo, qualidade! - lúdica do mix, começando logo pela primeira música de Coati Mundi (Prisoner of My Principles), que nos transporta para um outro lado (interior?) com os sintetizadores em linha descendente a simularem uma queda em regresso ao nosso planeta pela Via Láctea. A mistura de Holger Hiller com o Nature s Dub é uma prova de que a Terra está ligada ao Cosmos, ao espaço em redor, ao espaço espectral do dub. Do dub à percussão silenciosa de Wayne Horvitz. Bolhas de ecos e reverbs que implodem aquando das sequências de ritmo, um loop que podia ser infinito se não houvesse a necessidade de prender a música a um tempo definido. House, do bom. Jack. Umas Rolands que cospem os ritmos veementemente. Acordes jazzísticos tocados em sintetizador. \"I Have a Dream\" (DJ Stoney). Um escape? Um outro lugar que não este. Uma linha de piano invocadora de memórias, de noites em que já estivemos e outras ainda por estarmos. Linhas de baixo bem compactas e acídicas. Oceanos de emoções.  Forte, simples, como outrora haviam sido. Ao virar da esquina, a perversão (\"you don t owe me love, I ll give you pain, look at me, I am your life\"), uma linha de baixo sedutora, os tempos do industrial e da fragrância BDSM. Lá atrás ainda ouvimos Kraftwerk (samplados, como lembrete para não nos esquecermos daquilo que aqui nos trouxe). O ritmo preenche-se, colide com vozes sedutoras de um house que já partiu. O psicadelismo dos ritmos e da batida é intensificado pelo prazer sensorial de um êxtase vocalizado. Palavras para quê, quando o título nos explica a ficção sónica do que se está a passar no final da primeira metade de Marte Instantânea. Do house cru para ritmos quebrados, o Techno dos anos 90 numa rebelião sónica que nos leva ao Techno-Planeta Jazz, Planeta Jack, Planeta Dança!\u003cbr\u003eSegunda metade, lenta e exótica. Mais beats à volta do número redondo das 100 batidas por minuto. \"Yeah\", \"Sim\", susurros alusivos à escuridão de uma sala escura, fumada, uma linha de baixo sensual. \"Tell me what s happening here\". Nem o interlocutor está familiarizado com o que está acontecer. Noutro planeta, noutro universo, noutras vidas, entramos - o carácter etéreo da Interzone de Psychic TV com ponte despercebida para a \"Windowpane\" dos Coil. Faz tudo sentido neste deslizamento entre universos definitivamente interligados através da ciência do mix - também um lembrete sobre o funk que os tempos do Industrial conseguiram eternizar. \"Bonus points!\" Percorre-nos uma faixa que tem tanto as assombrações rítmicas do dub como o ácido corrosivo da 303, que dança entre a percussão maquinal. Um assumido guia de um videojogo que se transforma num manual de sobrevivência à vida interstelar (\"Both creatures can walk across any obstacle \/\/ However, when you are digging a tunnel, the creatures move twice as fast as you do. When you are out in the open though, you are faster and can outrun them\"). Túnel de saída (entrada?) para a introspecção cuidada. Quanto mais perfuramos mais chegamos perto da verdade? Abre-se então a felicidade cósmica de quem está quase a chegar ao seu destino: o próprio título da faixa anuncia isso: \"It s Over (Club Mix)\". Nave espacial enquanto clube e vice-versa. Em ambos viajamos e chegamos a novas verdades.  De facto, seria melhor contar este mix exclusivamente sob onomatopeias: Bam! Boom! Pow! Wow!  \"Ascending Asteroids\", descending asteroids, A forma como música de universos tão diferentes se interliga de forma tão cuidadosa e coerente faz-nos pensar em como a hora que passa é uma viagem pelo sistema solar de ida e volta à velocidade da luz, e o título não é mais do que a evidência do efeito deste mix em nós. Marte Instantânea - essencial.\u003cbr\u003e\u003c\/p\u003e\u003cstrong\u003eA:\u003c\/strong\u003e\u003cbr\u003e\u003cspan\u003e01 - COATI MUNDI \"Prisoner Of My Principles (instrumental)\" +\u003c\/span\u003e\u003cbr\u003e\u003cspan\u003e02 - HOLGER HILLER \"Mütter Der Fröhlichkeit\"\u003c\/span\u003e\u003cbr\u003e\u003cspan\u003e03 - WACKIES \"Natures Dub\"\u003c\/span\u003e\u003cbr\u003e\u003cspan\u003e04 - WAYNE HORVITZ \"Conjunction For C.B.\"\u003c\/span\u003e\u003cbr\u003e\u003cspan\u003e05 - DJ STONEY \"I Have A Dream (dub)\" +\u003c\/span\u003e\u003cbr\u003e\u003cspan\u003e06 - FRAK \"Uttoz Gives A Song\"\u003c\/span\u003e\u003cbr\u003e\u003cspan\u003e07 - MISTRESS MIX and JACK THE TAB \"Wicked\"\u003c\/span\u003e\u003cbr\u003e\u003cspan\u003e08 - RARE FORM \"Freak\"\u003c\/span\u003e\u003cbr\u003e\u003cspan\u003e     - CONNIE Z \"The Way To Become The Sensuous Woman\"\u003c\/span\u003e\u003cbr\u003e\u003cspan\u003e09 - DEREK JONES \"Homeboy (dub mix)\"\u003c\/span\u003e\u003cbr\u003e\u003cspan\u003e10 - DEREK JONES + CANDICE \"Homeboy (a capella mix)\"\u003c\/span\u003e\u003cbr\u003e\u003cspan\u003e11 - A SCORPION S DREAM \"Aqua Dance\" +\u003c\/span\u003e\u003cbr\u003e\u003cspan\u003e12 - DIK FOZBEE \"????\"\u003c\/span\u003e\u003cbr\u003e\u003cspan\u003e     - HENRY WOLFF \/ NANCY HENNINGS \"Through The Void\" +\u003c\/span\u003e\u003cbr\u003e\u003cbr\u003e\u003cstrong\u003eB:\u003c\/strong\u003e\u003cbr\u003e\u003cspan\u003e01 - STRANI COCKTAIL \"American Intellectuals\" +\u003c\/span\u003e\u003cbr\u003e\u003cspan\u003e02 - ROBERT QUINE \/ FRED MAHER \"Summer Storm\" +\u003c\/span\u003e\u003cbr\u003e\u003cspan\u003e03 - PSYCHIC TV \"Interzone\"\u003c\/span\u003e\u003cbr\u003e\u003cspan\u003e     - COIL \"Windowpane\" intro\u003c\/span\u003e\u003cbr\u003e\u003cspan\u003e04 - TRAXX \"Venecreator\"\u003c\/span\u003e\u003cbr\u003e\u003cspan\u003e05 - SILICON CHIP \"Stress the Black (Mad Professor s Dub Mix)\" +\u003c\/span\u003e\u003cbr\u003e\u003cspan\u003e     - \"Video Games\" from \"Hi-Tec FX\" BBC Sound Effects nr. 29\u003c\/span\u003e\u003cbr\u003e\u003cspan\u003e     - CURTIS HOARD \"Dig Dug\"\u003c\/span\u003e\u003cbr\u003e\u003cspan\u003e06 - DAYGLO DREAMS \"Arcadia (Head Mix)\" +\u003c\/span\u003e\u003cbr\u003e\u003cspan\u003e     - SILVESTRE \"Parabéns João Filipe\"\u003c\/span\u003e\u003cbr\u003e\u003cspan\u003e07 - JIMMY SPICER \"Money (Dollar Bill Y All)\"\u003c\/span\u003e\u003cbr\u003e\u003cspan\u003e08 - ON-U SOUND FX + AKABU \"Akabu Theme\"\u003c\/span\u003e\u003cbr\u003e\u003cspan\u003e09 - PATRICK PULSINGER \"Care\" +\u003c\/span\u003e\u003cbr\u003e\u003cspan\u003e     - CURTIS HOARD \"Dig Dug\"\u003c\/span\u003e\u003cbr\u003e\u003cspan\u003e10 - WMTID \"Smother Mommies\" +\u003c\/span\u003e\u003cbr\u003e\u003cspan\u003e11 - AKABU \"Akabu Theme\" + ON-U SOUND FX +\u003c\/span\u003e\u003cbr\u003e\u003cspan\u003e12 - THE BEAT CLUB \"It s Over (Club Mix)\"\u003c\/span\u003e\u003cbr\u003e\u003cspan\u003e13 - BOURBONESE QUALK \"Technophobia\" +\u003c\/span\u003e\u003cbr\u003e\u003cspan\u003e     - CAMARADA PRESIDENTE SAMORA MOISÉS MACHEL\u003c\/span\u003e\u003cbr\u003e\u003cspan\u003e     - DICK MILLS \"Ascending Asteroids\"\u003c\/span\u003e\u003cspan class=\"m_6519225447705782662gmail-m_-7998254623727881742gmail-im\"\u003e\u003cbr\u003e\u003cbr\u003e+ indicates edits made for the specific purpose of this mix\u003c\/span\u003e\u003cbr\u003e","brand":"Padre Himalaya","offers":[{"title":"Cassette \/ mp3","offer_id":37981726671027,"sku":"PHMIX001","price":8.5,"currency_code":"EUR","in_stock":false}],"thumbnail_url":"\/\/cdn.shopify.com\/s\/files\/1\/0015\/9393\/3870\/files\/novo_20major_20marte_20instantanea.jpg?v=1712623236"},{"product_id":"ondness-not-really-now-not-any-more-zam003","title":"Not Really Now Not Any More","description":"[\u003cp\u003e\u003cstrong\u003eLISTEN:\u003c\/strong\u003e\u003cbr\u003e\u003ca href=\"http:\/\/blog.flur.pt\/mp3\/ZAM003-1.mp3\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\"\u003eCLIP1\u003c\/a\u003e - \u003ca href=\"http:\/\/blog.flur.pt\/mp3\/ZAM003-2.mp3\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\"\u003eCLIP2\u003c\/a\u003e - \u003ca href=\"http:\/\/blog.flur.pt\/mp3\/ZAM003-3.mp3\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\"\u003eCLIP3\u003c\/a\u003e - \u003ca href=\"http:\/\/blog.flur.pt\/mp3\/ZAM003-4.mp\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\"\u003eCLIP4\u003c\/a\u003e - \u003ca href=\"http:\/\/blog.flur.pt\/mp3\/ZAM003-5.mp3\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\"\u003eCLIP5\u003c\/a\u003e\u003c\/p\u003e\u003cbr\u003e\u003cp style=\"text-align: justify;\"\u003eAo longo deste último século alguma da música electrónica tem existido com a importância do sonho, da nostalgia e da memória, presa a conceitos como hauntologia ou a hypnogogic pop num movimento paralelo. São conceitos que surgem na música ocidental, com particular incidência na britânica e na norte-americana. Um fenómeno de cultura popular, sim, mas também um de descoberta quando não há mais nada a descobrir. Ao longo da última década, Bruno Silva tem circulado à volta desses conceitos, ou melhor, com um pé dentro e outro fora. Bruno tem várias peles. Noutra vida já foi Osso, partilha os Sabre com Carlos Nascimento, também é Serpente e é muitas vezes Ondness, sendo a cassete o formato de eleição. O terceiro lançamento da Holuzam é uma cassete de Ondness: “Not Really Now Not Any More”. Temos sempre tendência para mitificar o futuro quando damos de caras com elementos desconhecidos. A música de Ondness em “Not Really Now Not Any More” cria uma viagem por metanarrativas que coexistem com a música electrónica e de dança da actualidade. Um constante jogo de encontros e desencontros, peças soltas que transformam Ondness em música de palpite. “Not Really Now Not Any More” ouve-se como uma adivinha constante. Um constante ping pong de ideias, que brotam, desaparecem e reaparecem noutro lado, como se cada acontecimento fosse um flashback de um flashback. Ao longo de dez temas, “Not Really Now Not Any More” completa-se na magnífica forma como assume que o excesso de ideias pode ser uma falta de ideias, e vice-versa. Ou seja, uma construção em constante movimento. Ouvi-lo de uma ponta a outra implica embarcar numa viagem sem retorno, assimilar que a cultura de fora pode existir perfeitamente cá dentro: e, melhor, servir-nos e servir lá para fora. Esse é o “pé dentro” de Ondness que se fala no primeiro parágrafo. Nada aqui é réplica, mas a realização de um universo próprio, concretizado com a real segurança de quem consegue apresentar pontas soltas como um produto final. Esse é o “pé fora”, a música de Ondness é única, irrepetível e um tratado sonoro sobre a modernidade.\u003c\/p\u003e\u003cp style=\"\" justify text-align:=\"\"\u003eBoth the title and the contents of “Not Really Now Not Any More” have been inspired by the idea that we are constantly floating around unfinished ideas. The title is taken from a graffiti that inspired Alan Garner to write “Red Shift” (Mark Fisher wrote about it in his book\/essay “The Weird And the Eerie”). The typo and the idea around “not really now not any more” serves this album perfectly well.\u003c\/p\u003e\u003cp style=\"\" justify text-align:=\"\"\u003eDuring its ten tracks, Ondness is constantly going back and forth on the way he explores soundscapes and how they can pair up with their own resolution. Nothing in “Not Really Now Not Any More” is really finished but also it isn’t unfinished. It’s a subtle idealization of the importance of accepting how things are. “Torre” starts and ends the album as two different songs sharing the similarities – not only the title – that encapsulate the whole essence of “Not Really Now Not Any More”.\u003c\/p\u003e\u003cp style=\"\" justify text-align:=\"\"\u003e“Esquina, Espera” points out this whole idea of never-ending construction, it’s dub-ska-industrial-techno perfectly crafted to make the listener feel the freakish anxiety that we have to be everywhere right now. It s pop-up music, constantly moving and fading away, reappearing with a new idea and then leaving it out in the open. It tells the listener about how it lacks ideas because it contains too many ideas.Those ‘too many ideas’ make this a perfectly fit record for 2019. Music that is everywhere and nowhere. But it s not loud or trying to show off. It lets the listener peel its skin and find the magnificent sci-fi extravaganza that “Not Really Now Not Any More” inspires. Going nowhere being somewhere. Do you feel me?\u003c\/p\u003e","brand":"Holuzam]","offers":[{"title":"Cassette","offer_id":37997294223539,"sku":"ZAM003","price":8.5,"currency_code":"EUR","in_stock":false}],"thumbnail_url":"\/\/cdn.shopify.com\/s\/files\/1\/0015\/9393\/3870\/files\/Ondness_Not_Really_Now_Not_Any_More_FRONT.jpg?v=1712597197"},{"product_id":"c-liminal-movements-zam017","title":"Liminal Movements","description":"Limited to 150. \u003cp\u003e\u003cstrong\u003eLISTEN:\u003c\/strong\u003e\u003cbr\u003e\u003ca href=\"http:\/\/blog.flur.pt\/mp3\/ZAM017-1.mp3\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\"\u003eCLIP1\u003c\/a\u003e - \u003ca href=\"http:\/\/blog.flur.pt\/mp3\/ZAM017-2.mp3\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\"\u003eCLIP2\u003c\/a\u003e - \u003ca href=\"http:\/\/blog.flur.pt\/mp3\/ZAM017-3.mp3\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\"\u003eCLIP3\u003c\/a\u003e - \u003ca href=\"http:\/\/blog.flur.pt\/mp3\/ZAM017-4.mp3\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\"\u003eCLIP4\u003c\/a\u003e - \u003ca href=\"http:\/\/blog.flur.pt\/mp3\/ZAM017-5.mp3\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\"\u003eCLIP5\u003c\/a\u003e\u003c\/p\u003e\u003cbr\u003e\u003cp style=\"text-align: justify;\"\u003eAo longo dos últimos 20 anos, os @c, compostos por Miguel Carvalhais e Pedro Tudela, têm solidificado ideias proeminentes, singulares e coesas de desenho de som através de música feita a partir de um computador. Há as ideias que prevalecem na existência de uma carreira - a importância do som com o design e o audiovisual - e aquelas que amadurecem com o tempo, que permitem que a linguagem que trabalham possibilite o acesso de outros à sua música. E que a transforme. É o caso de \"Liminal Movements\". Cinco momentos\/movimentos registados e recompostos para álbum a partir do espectáculo \"Lâminas\", apresentado ao vivo em 2017 no Teatro Maria Matos (Lisboa) e gnration (Braga), que Carvalhais e Tudela compuseram entre 2016 e 2017. Convidaram músicos que entram nos espaços em branco nas suas frases e consolidam os caminhos que constroem: Angélica Salvi (harpa), João Pais Filipe (bateria e percussão) e Ricardo Jacinto (violoncelo e computador). \"Liminal Movements\" descreve-se facilmente como música em expansão. O ouvinte é colocado num labirinto e ao longo de uma hora vai descobrindo a saída através das referências sonoras que alicerçam os momentos\/movimentos, que viajam de um lado para o outro, e rapidamente se transformam em pontos de referência que mostram o caminho. A solução não é fácil, pede atenção, entrega as coordenadas e as explosões de Angélica Salvi, João Pais Filipe e Ricardo Jacinto. E se o caminho se torna claro durante a viagem, também fica (emocionalmente) evidente o modo como a música e o som se expande à procura de novos horizontes. Os sons cortantes de outros momentos da sua carreira estão lá, bem como os momentos em loop, que se disseminam nas camadas de som que vão adicionando a cada repetição, mas estão mais livres do que no passado e sujeitos - ou vulneráveis - às interpretações dos outros músicos. Essa liberdade - e à-vontade por deixar crescer, transformar - permitem uma assimilação natural da harpa, da percussão e do violoncelo. Natural e simbiótico, por vezes quase imperceptível. Como se quer, para a viagem não ser interrompida. Para ela ser imperceptível.\u003c\/p\u003e","brand":"Holuzam","offers":[{"title":"CD \/ digipak \/ hand-stickered","offer_id":38232230822067,"sku":"ZAM017","price":12.0,"currency_code":"EUR","in_stock":true}],"thumbnail_url":"\/\/cdn.shopify.com\/s\/files\/1\/0015\/9393\/3870\/files\/ZAM017__c_liminal_movements_cover.jpg?v=1775499105"},{"product_id":"molero-ficciones-del-tropico-zam005rp","title":"Ficciones Del Trópico","description":"\u003cp\u003e\u003cstrong\u003eLISTEN:\u003c\/strong\u003e\u003cbr\u003e\u003ca href=\"http:\/\/blog.flur.pt\/mp3\/ZAM005-1.mp3\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\"\u003eCLIP1\u003c\/a\u003e - \u003ca href=\"http:\/\/blog.flur.pt\/mp3\/ZAM005-2.mp3\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\"\u003eCLIP2\u003c\/a\u003e - \u003ca href=\"http:\/\/blog.flur.pt\/mp3\/ZAM005-3.mp3\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\"\u003eCLIP3\u003c\/a\u003e - \u003ca href=\"http:\/\/blog.flur.pt\/mp3\/ZAM005-4.mp3\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\"\u003eCLIP4\u003c\/a\u003e - \u003ca href=\"http:\/\/blog.flur.pt\/mp3\/ZAM005-5.mp3\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\"\u003eCLIP5\u003c\/a\u003e\u003c\/p\u003e2021 REPRESS with full inner sleeve artwork.\u003cbr\u003e\u003cp style=\"text-align: justify;\"\u003eEm 44 minutos e com as mãos num Yamaha CS-60 Synthesizer, Molero impõe a sua imaginação em cima da imaginação dos outros. Foi a forma que o músico venezuelano, nascido em Maracaibo, teve para enfrentar as visões ocidentais criadas sobre a região de onde é oriundo. Foi também um escape do próprio para entrar dentro da ficção. E para criar a sua ficção. Tudo aconteceu quando encontrou um livro do século XIX, \"Vom tropischen Tieflande bis zum ewigen Schnee\", de Anton Goering, e começou a juntar o que ali leu com as visões da Amazónia de outros escritores (Victor Segalen) ou realizadores como Werner Herzog. Viu a ingenuidade exótica e uma curiosidade galopante nas descrições e emoções pela floresta. Foi o acto de tentar perceber o que os outros tentaram perceber – ou que não perceberam - que o levou a “Ficciones Del Trópico”. Actualmente a residir em Barcelona, Alexander Molero montou um estúdio em sua casa e passou alguns anos e pensar em como poderia recriar essas percepções em sons, músicos. Depois de anos de investigação e trabalho, em 2017 e 2018 dedicou-se por inteiro a compor as oito peças de “Ficciones Del Trópico”. A fazer com que a imaginação dele vencesse a imaginação do “outro”, tornando-se ele próprio um outro, um desconhecido. Os títulos das canções fazem referência a pássaros, animais, paisagens, são estímulos para um descoberta continuada desta ficção. Ou realidade. Floresta real ou imaginada? Uma ficção. Jornada de 44 minutos com estética apurada e obediente a uma fórmula, para oferecer ao ouvinte a viagem contínua e única. É ficção dos trópicos, de sintetizadores cósmicos que imaginam os trópicos onde outros, como Popol Vuh, Tangerine Dream, Mike Cooper ou Jürgen Müller, viram galáxias e o mar. Uma abstração do real e da ficção, música de trajecto sem retorno, para quem se quer perder ou ficar perdido. O fim do exótico como o conhecemos. Uma galáxia na floresta. É assim “Ficciones Del Trópico”, o álbum de estreia de Molero. Um escultor de sons sintetizados.\u003c\/p\u003e","brand":"Holuzam","offers":[{"title":"LP \/ printed inner sleeve \/ mp3","offer_id":39311223750835,"sku":"ZAM005RP","price":20.0,"currency_code":"EUR","in_stock":false}],"thumbnail_url":"\/\/cdn.shopify.com\/s\/files\/1\/0015\/9393\/3870\/files\/molero_20ficciones_f68ade43-7a94-48f0-b4d9-33ac07f01132.jpg?v=1712597162"},{"product_id":"dj-nigga-fox-live-nigginha-fox-p042","title":"Live Nigginha Fox","description":"","brand":"Príncipe","offers":[{"title":"Cassette","offer_id":39684545970355,"sku":"P042","price":10.5,"currency_code":"EUR","in_stock":false}]},{"product_id":"dj-nigga-fox-live-nigginha-fox-p042rp","title":"Live Nigginha Fox","description":"\u003cp style=\"text-align: justify;\"\u003e “Live Nigginha Fox” assoberba como experiência vinda de um dos músicos mais irrequietos do catálogo da Príncipe – vale a pena lembrar que também foi dele que veio “15 Barras” -, tanto dentro como fora de estúdio, ou seja, na pista. Num ano de quase-ausência das cabines, esta cassete tem 35 minutos de algo que DJ Nigga Fox tem experimentado ao longo dos últimos 2\/3 anos, levar a sua música para um formato “ao vivo”, desapegado do formato DJ e livre na conjetura live set. “Live Nigginha Fox” ouve-se como um espaço de criação activa, orgânico e com uma narrativa fluente. Não é como se estivéssemos lá, mas a liberdade rompante que se sente ao longo da cassete é uma porta de entrada para a cabeça de um dos produtores mais criativos da actualidade. \u003c\/p\u003e","brand":"Príncipe","offers":[{"title":"Cassette","offer_id":39903131697331,"sku":"P042RP","price":10.5,"currency_code":"EUR","in_stock":false}],"thumbnail_url":"\/\/cdn.shopify.com\/s\/files\/1\/0015\/9393\/3870\/files\/p042rp1.jpg?v=1712625750"},{"product_id":"filipe-felizardo-the-things-previous-red-cross-zam019","title":"Red Cross","description":"\u003cp\u003e\u003cstrong\u003eLISTEN:\u003c\/strong\u003e\u003cbr\u003e\u003ca href=\"http:\/\/blog.flur.pt\/mp3\/ZAM019-1.mp3\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\"\u003eCLIP1\u003c\/a\u003e - \u003ca href=\"http:\/\/blog.flur.pt\/mp3\/ZAM019-2.mp3\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\"\u003eCLIP2\u003c\/a\u003e\u003c\/p\u003e\u003cbr\u003e\u003cp style=\"text-align: justify;\"\u003eAo fim de uma década e picos, há o à-vontade para se dizer que se aprendeu a viver com a música de Filipe Felizardo em diferentes estados. \"Red Cross\" fica registado como um álbum de pandemia - gravado em março de 2020 -, contudo ouve-se e sente-se como o capítulo seguinte ao brilhante risco que é \"Vol. 9 After The Circle\" (Discrepant, 2020).  Aventura sónica em dois momentos, \"Red Cross\" homenageia John Fahey no título e no primeiro tema, \"there's an endness to it\", tema de guitarra que, segundo o próprio músico, serve para fechar o trabalho do músico em homenagem a John Fahey. O compasso que Felizardo imprime na guitarra dá-lhe o peso de uma tonelada de chumbo, puxado aos limites no volume da gravação, bem alto - e para ser ouvido ainda mais alto. A desenvoltura nas notas e a fluidez do pensamento que corre para o instrumento cria espirais sonoras que equilibram o dom da experiência, liberdade e maturidade. \"when springtime comes again\" pega na vertigem da espiral abordada no primeiro tema e dá-lhe uma volta para um drone com quase trinta minutos, onde o feedback reina e se deixa ir em pequenas flutuações que permitem que alguma luz entre no negro da peça. O aviso parece existir no título, há o sentimento de prisão daqueles dias, colados à-vontade de uns dias melhores. Esta peça cria laços com \"After The Circle\" pela sugestão de sons que manifestam ruídos caseiros. Ao contrário desse álbum, aqui não há registo do quotidiano, mas o som que Felizardo produz assemelha-se aos ciclos de certos sons de casa: como uma máquina de lavar, um aspirador, um frigorífico. São as frequências, as pequenas repetições e as subtis variações que remetem para esse lado. Para os dias de prisão voluntária, sem tempo, com tudo igual.\u003c\/p\u003e","brand":"Holuzam","offers":[{"title":"Cassette \/ mp3","offer_id":40539529674931,"sku":"ZAM019","price":10.0,"currency_code":"EUR","in_stock":false}],"thumbnail_url":"\/\/cdn.shopify.com\/s\/files\/1\/0015\/9393\/3870\/files\/ZAM019.jpg?v=1712597120"},{"product_id":"clothilde-os-principios-do-novo-homem-zam020","title":"Os Princípios do Novo Homem","description":"\u003cp\u003e\u003cstrong\u003eLISTEN:\u003c\/strong\u003e\u003cbr\u003e\u003ca href=\"http:\/\/blog.flur.pt\/mp3\/ZAM020-1.mp3\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\"\u003eCLIP1\u003c\/a\u003e - \u003ca href=\"http:\/\/blog.flur.pt\/mp3\/ZAM020-2.mp3\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\"\u003eCLIP2\u003c\/a\u003e - \u003ca href=\"http:\/\/blog.flur.pt\/mp3\/ZAM020-3.mp3\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\"\u003eCLIP3\u003c\/a\u003e - \u003ca href=\"http:\/\/blog.flur.pt\/mp3\/ZAM020-4.mp3\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\"\u003eCLIP4\u003c\/a\u003e - \u003ca href=\"http:\/\/blog.flur.pt\/mp3\/ZAM020-5.mp3\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\"\u003eCLIP5\u003c\/a\u003e\u003c\/p\u003e\u003cbr\u003e\u003cp style=\"text-align: justify;\"\u003eDos oito “Princípios do Novo Homem” de que consta a peça apresentada na Malaposta em Outubro\/Novembro de 2020, a edição física da banda sonora recorta quatro, precisamente aqueles que o criador e encenador Pedro Saavedra pensou para peças sonoras distintas. Os restantes quatro são acompanhados pela Base, que nesta edição assume uma longa duração hipnótica e meditativa, entregando ao ouvinte a sua própria hipótese de criação imaginativa tal como, na peça, serve de fundo para o texto e a restante música. Clothilde concretizou a banda sonora com base num briefing do autor e na escuta do (extenso) texto original. Um take apenas por faixa, sem edição posterior. A música simula, assim, o que poderia ser um acompanhamento ao vivo, dependente da acção em palco, mas também segue ao ritmo natural das máquinas que a artista manipula. A escuta do equipamento faz-se em directo, logo desde que se inicia o processo criativo e se entra numa espécie de zona autónoma em que, a um certo nível, não se pode dissociar mulher e máquina.Marcha solene por um terreno inóspito que, em som, recorda a superfície rasa de Moderan, na clássica série de contos de ficção científica com o mesmo nome. Os próprios títulos (“A Alvorada”, “A Guerra”, “A Fortaleza”, “O Novo Mundo”) sugerem a acção em Moderan, num arco narrativo que, na peça, acompanha a cenografia baseada no conflito luz \/ trevas, como grandes palavras-chave, cada uma um épico em si mesmo.\u003c\/p\u003e","brand":"Holuzam","offers":[{"title":"Cassette \/ mp3","offer_id":40539529740467,"sku":"ZAM020","price":11.0,"currency_code":"EUR","in_stock":false}],"thumbnail_url":"\/\/cdn.shopify.com\/s\/files\/1\/0015\/9393\/3870\/files\/ZAM020.png?v=1734549049"},{"product_id":"dj-lycox-lycoxera-p037","title":"LYCOXERA","description":"\u003cp\u003e\u003cstrong\u003eOUVIR \/ LISTEN:\u003c\/strong\u003e\u003cbr\u003e\u003ca href=\"http:\/\/blog.flur.pt\/mp3\/P037-1.mp3\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\"\u003eCLIP1\u003c\/a\u003e - \u003ca href=\"http:\/\/blog.flur.pt\/mp3\/P037-2.mp3\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\"\u003eCLIP2\u003c\/a\u003e - \u003ca href=\"http:\/\/blog.flur.pt\/mp3\/P037-3.mp3\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\"\u003eCLIP3\u003c\/a\u003e - \u003ca href=\"http:\/\/blog.flur.pt\/mp3\/P037-4.mp3\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\"\u003eCLIP4\u003c\/a\u003e - \u003ca href=\"http:\/\/blog.flur.pt\/mp3\/P037-5.mp3\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\"\u003eCLIP5\u003c\/a\u003e - \u003ca href=\"http:\/\/blog.flur.pt\/mp3\/P037-6.mp3\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\"\u003eCLIP6\u003c\/a\u003e\u003c\/p\u003e\u003cbr\u003e\u003cp style=\"text-align: justify;\"\u003eUm prometido disco de bangers de DJ Lycox, após as kizombas espaciais em \"Kizas Do Ly\", e a apresentação é do próprio: \"Já sabes como eu sou, eu mbora dou bué show\". Abertura viva para um EP de seis faixas de clube em linha afrohouse particular, ainda com a batida de lata a ser estrela onde em mãos menores podiam existir só beats quadrados. Pontuações inusitadas em faixas como \"Rapaz Sinistro\" e \"Yoga\" reforçam uma assinatura que o underground já vai conhecendo de produções avulsas de Lycox. Ciência de composição bem apurada, neste Portugal independente até de nós, num curso de evolução e apuro que mantém o produtor (de momento baseado em Inglaterra) numa vanguarda da dança. E o toque romântico de Lycox, em partes iguais escola antiga e nova escola, sai bem aparente em \"Momentos Únicos\", faixa de resolução de emoções que pode pender para qualquer dos lados da balança.\u003c\/p\u003e","brand":"Príncipe","offers":[{"title":"12\" \/ hand-painted","offer_id":40824998789299,"sku":"P037","price":14.5,"currency_code":"EUR","in_stock":false}],"thumbnail_url":"\/\/cdn.shopify.com\/s\/files\/1\/0015\/9393\/3870\/files\/dj_20lycox_20lycoxera.jpg?v=1712625742"},{"product_id":"pt-musik-nao-sou-perfeito-p041","title":"Não Sou Perfeito","description":"\u003cp\u003e\u003cstrong\u003eOUVIR \/ LISTEN:\u003c\/strong\u003e\u003cbr\u003e\u003ca href=\"http:\/\/blog.flur.pt\/mp3\/P041-1.mp3\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\"\u003eCLIP1\u003c\/a\u003e - \u003ca href=\"http:\/\/blog.flur.pt\/mp3\/P041-2.mp3\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\"\u003eCLIP2\u003c\/a\u003e - \u003ca href=\"http:\/\/blog.flur.pt\/mp3\/P041-3.mp3\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\"\u003eCLIP3\u003c\/a\u003e\u003c\/p\u003e\u003cbr\u003e\u003cp style=\"text-align: justify;\"\u003eDifícil apartar estas três canções umas das outras. O outrora Puto Tito (autor do inexcedível \"Carregando A Vida Atrás Das Costas\", Príncipe número 26) concentra muito fogo interior no seu formato 1\/2 kizomba 1\/2 tarraxo. Breves melodias que rolam e se insinuam, deixando sequências plantadas na cabeça bem depois do som terminar. Para além das tradicionais e já clássicas IDs de produtor, a única voz deixa no ar um \"então...\" muito sugestivo de qualquer coisa doce que virá. Dois minutos intensos, empoderados pelas claps sintéticas, e depois \"Tudo Acabou\", esperando sempre mais romance.\u003c\/p\u003e","brand":"Príncipe","offers":[{"title":"7\" \/ hand-painted","offer_id":40824998887603,"sku":"P041","price":11.5,"currency_code":"EUR","in_stock":false}],"thumbnail_url":"\/\/cdn.shopify.com\/s\/files\/1\/0015\/9393\/3870\/files\/pt_20musik_20nao_20sou_20perfeito.jpg?v=1712625738"},{"product_id":"tote-bag-tote-bag-flur-discos-totebagflur","title":"Tote Bag Flur Discos","description":"Off-white cotton 180g.\u003cbr\u003eGRÁTIS em compras de 75 EUR ou acima. Adicione ao cesto para usufruir da oferta.\u003cbr\u003eFREE with purchases of 75 EUR and up. 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A história conta-se pelo trajecto da sua autora, Maria da Rocha, violinista de formação clássica, que, a espaços, procura lugar noutros campos de composição, seja na electrónica ou na música experimental. O seu trajecto (Lisboa-Berlim-Estocolmo) ouve-se em “nolastingname”, onde a libertação se mistura com a curiosidade e o desejo de mais. Talvez por isso esta peça de 32 minutos seja tão cheia de lugares que querem existir. Gravado no Elektronmusikstudion EMS em Estcolmo em 2019, Maria da Rocha experimenta com violino e buchla, esculpindo rápidos movimentos em curvas apertadas. Uma peça com imenso espaço - um tecto altíssimo – mas que se fecha num lugar invisível, sem deixar respirar. Para ouvir em bicos de pés, arrepiado, à espera do êxtase por acontecer. Sim, encanta pela sua ansiedade. Envolve pelo contínuo em transformação, por lugares inesperados (como quando, ali por volta do minuto 17, se ouve Drexciya) e uma pujança sem limites. Para ouvir bem alto. Música para tomar conta de tudo. Para dominar. Um salto surpreendente face aos seus anteriores álbuns, “Beetroot \u0026amp; Other Stories” (Shhpuma, 2018) e “Pink” (Creative Sources, 2015), este último com Maria W. Horn. Em “nolastingname” ouve-se Maria da Rocha a florescer.\u003c\/p\u003e","brand":"Holuzam","offers":[{"title":"Cassette \/ mp3","offer_id":42076614066418,"sku":"ZAM021","price":10.0,"currency_code":"EUR","in_stock":false}],"thumbnail_url":"\/\/cdn.shopify.com\/s\/files\/1\/0015\/9393\/3870\/files\/ZAM021.jpg?v=1751307128"}],"url":"https:\/\/www.flur.pt\/collections\/holuzam-principe-noisendo-etc\/electronic.oembed","provider":"Flur Discos","version":"1.0","type":"link"}