Quarta-feira, 9 Janeiro, 2019

V/A Britxotica Goes Wild! LP

€ 18,95 LP Trunk

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Quarta-feira, 9 Janeiro, 2019

DAVID SHIRE The Conversation LP

€ 21,50 LP Trunk

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Quarta-feira, 9 Janeiro, 2019

V/A Spider-Jazz: KPM Cues Used In The Amazing Animated Series LP

€ 21,50 LP Trunk

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Quarta-feira, 4 Abril, 2018

BASIL KIRCHIN I Start Counting! LP

€ 22,50 LP Trunk

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“O Despertar de Uma Adolescente” é um título bem mais sugestivo do que “I Start Counting”, filme de 1970 de David Greene. Quando editoras como a Trunk ou a Finders Keepers começaram o seu ciclo de reedições, ou edições exclusivas, de bandas-sonoras das décadas de 1960 e 1970, o som que se ouve neste “I Start Counting” era bem mais comum do que no ciclo de reedições actuais. O cruzamento entre folk britânica e jazz/easy listening proporcionaram uma série de odditties, canções de malícia com o pecado de festim pagão sempre à espreita. As canções – pop – de “I Start Counting” desfrutam desse estado da composição para filmes dessas décadas, com uma magia que ainda hoje cheira bem. O tema principal, “A New Day”, cantado por Lindsey Moore, carrega a inocência que se inveja e a candura da pop pastoral que ficou perdida algures. Claro que essa é a abertura, depois Basil Kirchin explora – como habitual – a sua pasta a experimenta a seu bel-prazer (e voltando à beleza das canções pop também, “Two Friends” é um hino da inocência). Como complemento a esta edição, Jonny Trunk desencantou um disco inédito, a banda-sonora que Kirchin gravou um documentário de início dos anos 1980 chamado “Third World”.

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Quinta-feira, 30 Março, 2017

KLAUS WEISS RHYTHM & SOUNDS Time Signals LP

€ 20,95 LP (2017 reissue) Trunk

[audio:http://www.flur.pt/mp3/JBH063LP -1.mp3,http://www.flur.pt/mp3/JBH063LP-2.mp3,http://www.flur.pt/mp3/JBH063LP-3.mp3,http://www.flur.pt/mp3/JBH063LP-4.mp3,http://www.flur.pt/mp3/JBH063LP-5.mp3]

Há frequentemente uma atmosfera de exclusividade quando se escuta um bom disco de Library, como se esses discos existissem para ser descobertos apenas por recomendação de um irmão numa sociedade secreta. Todo o tipo de experiências era permitido, uma vez que se trata de música funcional, composta para criar ou sublinhar emoções e ambientes específicos. Atenção sempre especial deve ser dedicada aos discos de ritmo, como sabe qualquer bom caçador de breaks (para samplar ou apenas para ter), e “Time Signals” tornou-se assim num álbum muito cobiçado. Como sempre, faixas cuja duração média ronda os 2 minutos, obras-primas de groove em miniatura, condensando em pouco tempo todos os nutrientes necessários. Gravado em 1988, “Time Signals” inclui linhas de baixo electrónicas para pontuar os breaks, acentuando a aura tecnológica que a própria capa já transmite, num muito expressivo tom dourado. Muito especial, esta reprodução do original na Selected Sound.

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Terça-feira, 28 Fevereiro, 2017

BASIL KIRCHIN Silicon Chip 7″

€ 9,95 7″ Trunk

[audio:http://www.flur.pt/mp3/TTT010-1-1.mp3,http://www.flur.pt/mp3/TTT010-1-2.mp3]

Basil Kirchin não é estranho no catálogo da Trunk, dedicada à exotica britânica como nenhuma outra editora. A edição de “Silicon Chip”, gravado em Hull em 1979, aproveita o facto de a cidade ser a Cidade Da Cultura no Reino Unido em 2017, mas esse detalhe nem sequer é importante na avaliação da música, uma espécie de híbrido Disco/Synth Pop bem sério, longe do que se calhar é mais comum nos chamados “novelty records” da época: humor. Com partes de Buggles e Silicon Teens, mas também com dose extra de laboratório, o single fixa esse tempo de transição não apenas musical mas também tecnológica, abrindo logo ali a década de 80 e proporcionando, para além da canção no lado A, vários elementos soltos que, provavelmente, resultam das mesmas sessões. Funcionam autonomamente como jingles. Musique non-stop; techno pop.

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Quarta-feira, 28 Dezembro, 2016

DELIA DERBYSHIRE and ELSA STANSFIELD Circle Of Light – Original Electronic Soundtrack CD / LP

€ 9,95 CD Trunk

€ 20,50 LP Trunk

[audio:http://www.flur.pt/mp3/JBH061LP-1.mp3,http://www.flur.pt/mp3/JBH061LP-2.mp3]

Tidas como a mai longa composição conhecida atribuídas a Delia Derbyshire, a banda sonora para “Circle Of Light”, um filme de 1972 realizado a partir de fotografias de Pamela Bone, inclui técnicas já bem experimentadas na BBC Radiophonic Workshop mas estendidas para um acompanhamento mais gradual. Gravações de campo, tons ambientais constantes, silvos alienígenas e outros elementos criam uma narrativa muito despojada, aparentemente pouco interventiva, “atrás” das imagens que transformam a natureza em algo mais misterioso e inacessível ao toque, sim, mas também acolhedor, irreal e até desejável, como um permamente estado de felicidade em vigília do sono, acentuado pelo som arranhado da gravação. A história sobre o percurso que conduziu à realização do filme encontra-se, mais uma vez, nas notas de contracapa, deixando sempre aquela sensação agridoce de que há muito que ignoramos e ainda bem que há muito que ignoramos.

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Terça-feira, 9 Agosto, 2016

V/A Britxotica Goes East! LP

€ 16,95 LP Trunk

[audio:http://www.flur.pt/mp3/JBH059LP-1.mp3,http://www.flur.pt/mp3/JBH059LP-2.mp3,http://www.flur.pt/mp3/JBH059LP-3.mp3,http://www.flur.pt/mp3/JBH059LP-4.mp3,http://www.flur.pt/mp3/JBH059LP-5.mp3]

Como em vários outros discos da Trunk, quase tudo o que precisamos de saber está nas notas informativas na contracapa. As palavras excitam o apetite por esta interpretação do exotismo tal como sentido nas Ilhas Britânicas. Um vasto e rico passado colonial molda gerações e seria natural que a atracção por terras distantes despertasse nos europeus uma procura de contacto com outras paragens, se não físico, pelo menos criativo. As terras a Oriente pareciam especialmente cativantes, um misto de magia no ar, calor, erotismo e perigo, ingredientes normalmente ausentes da vida quotidiana num país do norte da Europa. No entanto, de acordo com a opinião informada de Martin Green (texto na contracapa), em termos de música o público parecia preferir aquela que claramente caricaturava essas outras terras, tornando-as num destino (ainda que virtual, para muita gente) de diversão, excitação e até escapismo. Música rara que faz os sets de festa de DJs dedicados à exploração do que não existe já à superfície. Fantasia e invenção ao alcance de todos.

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Side One
1) Sphinx Won’t Tell – Beverley Sisters
2) Yashmak – Chico Arnez
3) Caravan – Stanley Black
4) Four Beats To The Casbah – Johnny Keating And The Z Men
5) Persian Twist – Charles Blackwell
6) Baghdad Bazaar – Philip Green And His Mayfair Orchestra
7) Sheik Or Morocco – Kenny Day
8) Marrakesh – Tony Osbourne

Side Two
1) Climb Up The Wall – Yana
2) Miserlou – Stanley Black
3) Delilah’s Theme – Johnny Keating Kombo
4) Call Of The Casbah – Laurie Johnson
5) Lonely One – Roy Tierney
6) Turkish Coffee – Tony Osborne
7) Kazoo – Reg Owen
8) The Sultan Of Bezaaz – Ray Ellington

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Quinta-feira, 3 Setembro, 2015

ALAN JEFFERSON Galactic Nightmare 2LP

€ 29,95 2LP Trunk

[audio:http://www.flur.pt/mp3/JBH056LP-1.mp3,http://www.flur.pt/mp3/JBH056LP-2.mp3,http://www.flur.pt/mp3/JBH056LP-3.mp3,http://www.flur.pt/mp3/JBH056LP-4.mp3]

“Would you like to live forever?” É possível que seja por isso que algumas pessoas fazem música. “Galactic Nightmare” não é fácil de identificar, como bom OVNI que é. Às vezes soa como Robert Wyatt, Hybrid Kids, Space Disco cheesy dos 70s, música feita com o chip do Commodore 64; há spoken word, baladas cósmicas, música de acção galáctica, uma narrativa épica que demorou 4 anos a completar e apareceu em cassete com revistas de informática nos 80s. O fascínio pela ficção científica de horizonte largo é evidente, nem tanto pelos sons (caseiros) mas pelo alcance do projecto e da narrativa. Só que os sons… :) Imaginem um cenário em technicolour super expressivo, às vezes borrado. Cada lado do LP duplo (o único duplo na Trunk!) funciona como uma parte, as faixas estão coladas como numa peça de rádio. Bizarro e deslocado, mas basta olhar para a capa e saber de que editora se trata e vocês decidem na hora se gostam ou não gostam. Verdadeiro material obscuro para encher o coração de quem treme alguma coisa com electrónica de outro tempo, literatura épica de ficção científica e jogos com gráficos vectoriais. Não falha.

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Sábado, 27 Dezembro, 2014

JOSÉ PRATES Tam… Tam… Tam…! CD / LP

€ 13,95 € 10,50 CD (2014 reissue) Trunk

€ 18,50 LP (2014 reissue) Trunk

[audio:http://www.flur.pt/mp3/JBH055CD-1.mp3,http://www.flur.pt/mp3/JBH055CD-2.mp3,http://www.flur.pt/mp3/JBH055CD-3.mp3,http://www.flur.pt/mp3/JBH055CD-4.mp3,http://www.flur.pt/mp3/JBH055CD-5.mp3]

Bom, nem Gilles Peterson tinha o disco. “Tam…Tam… Tam…!” era uma peça exótica em 1958 e mais ainda agora. Gravado como parte de um show itinerante chamado “Brasiliana”, o álbum foi produzido por Miecio Askanasy e gravado pelos elementos do espectáculo. Polaco, Askanasy explica, com a melhor das intenções, a sua motivação. Tradicionalmente paternalista, esta abordagem em relação a culturas “exóticas” seria hoje provavelmente inaceitável, mas imaginamos que, na época, tenha suscitado genuína curiosidade. A este tipo de acções devemos, nós, pessoas normais que gostam de música, muitas descobertas. Ele escreveu: “De minha preocupação sociológica a respeito do negro, de sua vida, de sua arte, nasceu a ideia de organizar BRASILIANA, que não é apenas teatro: é uma obra social, em que se prova que a arte do negro pode e deve ser cuidada, para que, através dela, nós elevemos sua cultura e o tragamos para o nosso meio, efetivamente.” Em delírio, ouvimos a voz grossa de Ivan de Paula como um clássico crooner brasileiro, tom de Yma Sumac no masculino; ouvimos Martin Denny, ouvimos mestres cubanos, ouvimos santeria, costumes, samba, arranjos e direcção de José Prates, “jovem compositor pernambucano”. “Brasiliana” teve datas a começar em 1950 (Rio de Janeiro e São Paulo) e, em 1957, o espectáculo estava a ser apresentado em locais tão diversos como Israel (Tel Aviv, Jerusalém, Haifa, etc.) e Alemanha de Leste (berlim, Leipzig, Dresden). Este disco quase fugia. Garantimos exemplares para a família, que são vocês.

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Segunda-feira, 10 Novembro, 2014

BRUCE LACEY The Spacey Bruce Lacey Vol.2 LP

€ 18,50 € 16,95 LP Trunk

[audio:http://www.flur.pt/mp3/JBH054LP-1.mp3,http://www.flur.pt/mp3/JBH054LP-2.mp3,http://www.flur.pt/mp3/JBH054LP-3.mp3,http://www.flur.pt/mp3/JBH054LP-4.mp3,http://www.flur.pt/mp3/JBH054LP-5.mp3]

Como convém, no universo da Trunk, Bruce Lacey é um nome suficientemente obscuro e a sua personalidade suficientemente fora. A música recolhida em “The Spacey Bruce Lacey” atravessa algumas temporadas e apareceu originalmente em filmes que incluíam “sexo e pessoas nuas” e também em cassetes muito privadas. É o género de pessoa a quem dizem, a certa altura, que a sua música soa um pouco a Tangerine Dream e ele responde que não sabe quem são os Tangerine Dream. Mas essa comparação é fraca, julgando pelo material que agora escutamos. Electrónica muito profunda, no volume 1, apesar de o início sugerir um som mais concreto, solto. As várias faixas numeradas sob o título “Ancient Forces” partem numa viagem de exploração que, quase literalmente, aconteceu de facto. A história diz que o sintetizador monofónico que serviu de base às composições e improvisações de Lacey foi adquirido através de anúncio numa publicação de trocas e vendas. O dono era um miúdo que tinha construído a máquina pelas instruções de um kit na revista Practical Electronics. depois comprou mais material, que também foi vendido por um miúdo que tinha usado a mesma fonte (practical Electronics). A sua música foi parar a um documentário sobre Poly Styrene, que saiu dos X-Ray Spex em 1979; Brian Eno era amigo do namorado da filha de Lacey e disse-lhe que o seu sintetizador parecia vivo! Era assim tão abrangente. No volume 2, Lacey parece estar a receber e a retransmitir comunicações do Além-Espaço, apesar de a série de faixas chamadas “Earth Spirit” ter momentos mais meditativos e lineares. “Funky Dance” dispara sons do Planeta Proibido com um groove distorcido meio Ralph Lundsten. “Experiment 1″ tem voz, e podia ser Brian Eno raptado e alterado para improvisar sem nexo. Um salto da música concreta para industrial em vários passos e peripécias, tudo documentado com o habitual amor da Trunk pelo genuinamente estranho.

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Segunda-feira, 10 Novembro, 2014

BRUCE LACEY The Spacey Bruce Lacey Vol.1 LP

€ 18,50 € 16,95 LP Trunk

[audio:http://www.flur.pt/mp3/JBH053LP-1.mp3,http://www.flur.pt/mp3/JBH053LP-2.mp3,http://www.flur.pt/mp3/JBH053LP-3.mp3,http://www.flur.pt/mp3/JBH053LP-4.mp3,http://www.flur.pt/mp3/JBH053LP-5.mp3]

Como convém, no universo da Trunk, Bruce Lacey é um nome suficientemente obscuro e a sua personalidade suficientemente fora. A música recolhida em “The Spacey Bruce Lacey” atravessa algumas temporadas e apareceu originalmente em filmes que incluíam “sexo e pessoas nuas” e também em cassetes muito privadas. É o género de pessoa a quem dizem, a certa altura, que a sua música soa um pouco a Tangerine Dream e ele responde que não sabe quem são os Tangerine Dream. Mas essa comparação é fraca, julgando pelo material que agora escutamos. Electrónica muito profunda, no volume 1, apesar de o início sugerir um som mais concreto, solto. As várias faixas numeradas sob o título “Ancient Forces” partem numa viagem de exploração que, quase literalmente, aconteceu de facto. A história diz que o sintetizador monofónico que serviu de base às composições e improvisações de Lacey foi adquirido através de anúncio numa publicação de trocas e vendas. O dono era um miúdo que tinha construído a máquina pelas instruções de um kit na revista Practical Electronics. depois comprou mais material, que também foi vendido por um miúdo que tinha usado a mesma fonte (practical Electronics). A sua música foi parar a um documentário sobre Poly Styrene, que saiu dos X-Ray Spex em 1979; Brian Eno era amigo do namorado da filha de Lacey e disse-lhe que o seu sintetizador parecia vivo! Era assim tão abrangente. No volume 2, Lacey parece estar a receber e a retransmitir comunicações do Além-Espaço, apesar de a série de faixas chamadas “Earth Spirit” ter momentos mais meditativos e lineares. “Funky Dance” dispara sons do Planeta Proibido com um groove distorcido meio Ralph Lundsten. “Experiment 1″ tem voz, e podia ser Brian Eno raptado e alterado para improvisar sem nexo. Um salto da música concreta para industrial em vários passos e peripécias, tudo documentado com o habitual amor da Trunk pelo genuinamente estranho.

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Segunda-feira, 20 Outubro, 2014

DELIA DERBYSHIRE & ANTHONY NEWLEY Moogies Bloogies 7″

€ 10,95 7″ (Limited) Trunk

[audio:http://www.flur.pt/mp3/TTT008-1.mp3,http://www.flur.pt/mp3/TTT008-2.mp3]

Newley ficou mais conhecido como actor mas as suas incursões na música valeram notoriedade: entre outras coisas, um par de singles no top inglês entre as décadas de 50 e 60, por exemplo. Mais ouro: a co-autoria da canção “Goldfinger”, cantada por Shirley Bassey na banda sonora do filme com o mesmo nome, na série 007. Ele procurava um fundo electrónico para este projecto que parece ter sido pensado para o mercado pop mas cujas letras o distanciam desde logo desse objectivo. O disco ficou por concretizar até a Trunk reconstituir o cenário para nós, ouvintes, em 2014. Derbyshire gastou muitas horas em 1966 para gravar a sua parte mas não terá conseguido um resultado que agradasse a Newley (nem a si própria, aparentemente). Anos depois, no entanto, Delia Derbyshire foi conquistada pelo conjunto e o que podemos agora escutar é o seu trabalho original mas também um precoce exercício de sampling a partir da vasta base sonora da BBC Radiophonic Workshop. “Moogies Bloogies” soa profundamente britãnico e isso é aparente não apenas pelo sotaque mas por toda a conjuntura que, na época, produzia experiências sonoras que ainda hoje são referência para gerações actuais de músicos e produtores. História a acontecer agora!

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Quarta-feira, 11 Junho, 2014

V/A Funny Old Shit – A Trunk Records Sampler – Vol. I CD

€ 4,95 CD Trunk

[audio:http://www.flur.pt/mp3/JBH052CD-1.mp3,http://www.flur.pt/mp3/JBH052CD-2.mp3,http://www.flur.pt/mp3/JBH052CD-3.mp3,http://www.flur.pt/mp3/JBH052CD-4.mp3,http://www.flur.pt/mp3/JBH052CD-5.mp3]

Eis-nos de volta à Trunk, ao fabuloso trabalho de Jonny Trunk, certamente um dos mais originais diggers e recuperadores de música esquecida. Vale a pena ouvir tudo o que ele edita na sua Trunk. A sério. Mesmo aquilo que não queiram ter na vossa casa. A escolha ultrapassa qualquer metodologia a que estejam habituados neste tipo de editoras. Uma das características do seu diggin’ é o humor, e por isso esta compilação se chama “Funny Old Shit” – volume 1, para nos deixar de água na boca para uma continuação. Explica Jonny Trunk que o nome vem justamente da sua explicação quando lhe perguntam que tipo de música edita. Em inglês isto percebe-se melhor, porque esta classificação não é depreciativa, bem pelo contrário. Alguma desta música é mesmo… ‘the shit’. Há calipso, com o grande Bernard Cribbins, mas também Pierre Schaeffer, Glenn Gould, Robert Mitchum, Sain-Saëns e uma trupe de nomes menos conhecidos com música ainda mais desconhecida. Jonny diz que fez a compilação em 5 minutos. Parece fácil porque para ele é fácil. Ele sabe o que está a fazer e esta é alguma da sua música preferida. Partilhar isto connosco, num disco tão barato, é ser amigo a dobrar. Mas não julguem esta música pelo título e pelo design (é também ‘shitty’): é uma compilação incrível e a não perder. Deslumbrem os vossos amigos.

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1. Bernard Cribbins – Gossip Calypso 2. Lasry Baschet – Rapsodie De Budapest 3. Sergio Mihanovic – Waltz In 16mm 4. Guy Warren Of Ghana with Red Garland – The High Life 5. The Jellies – Jive Baby On A Saturday Night (Radio Edit) 6. Ray Cathode (Radiophonic Workshop) – Waltz In Orbit 7. Camille Saint-Saëns, Ogden Nash, Noel Coward – Aquarium 8. Leoni Anderson – Rats In My Room 9. The Double Six Of Paris – Naima 10. Terry Dwyer – Material 1 Bubbles 11. Alain Romans – How Is The Weather In Paris 12. Glenn Gould – Goldberg Variations BWV 988 I3. Aria 14. Pierre Henry, Pierre Schaeffer – Classique: Bidule Et Un 15. Robert Mitchum – Tic Tic Tic 16. John Addison – Big Ship Sails On The Alley-Alley-O from the film A Taste Of Honey 17 Yusef Lateef – Love Theme From Spartacus

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Segunda-feira, 24 Março, 2014

KENNY GRAHAM The Small World Of Sammy Lee OST CD / LP

€ 13,95 € 11,95 CD Trunk

€ 18,50 € 16,95 LP Trunk

[audio:http://www.flur.pt/mp3/JBH051-1.mp3,http://www.flur.pt/mp3/JBH051-2.mp3,http://www.flur.pt/mp3/JBH051-3.mp3,http://www.flur.pt/mp3/JBH051-4.mp3,http://www.flur.pt/mp3/JBH051-5.mp3]


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Terça-feira, 3 Dezembro, 2013

PALMER ROCKEY Rockey’s Style CD / LP

€ 13,95 € 12,50 CD Trunk

€ 18,50 € 16,95 LP Trunk

[audio:http://www.flur.pt/mp3/JBH050CD-1.mp3,http://www.flur.pt/mp3/JBH050CD-2.mp3,http://www.flur.pt/mp3/JBH050CD-3.mp3,http://www.flur.pt/mp3/JBH050CD-4.mp3,http://www.flur.pt/mp3/JBH050CD.mp3]

Rockey é adaptação do nome italiano do pai e este disco de 1980 foi tocado incansavelmente por Jonny Trunk, de acordo com as suas próprias palavras. Uma década para conseguir comprar um original, depois de ter ficado encantado com a descrição feita por Jello Biafra no clássico livro “Incredily Strange Music” publicado pela RE/Search. Trunk dedica boa parte da sua vida a mostrar-nos estas coisas e, num mundo em que parecem existir poucos cantos inexplorados, o seu filtro é absolutamente essencial para termos a sensação de que ainda há espaço para correr, para explorar, mesmo que alguém tenha lá chegado antes de nós. A história de Palmer Rockey podem lê-la online, se tiverem mesmo vontade, nós só vamos dizer que a ideia do que este disco poderia conter, olhando para a capa, é errada: uma vibe rockabilly que só é mesmo notória na última faixa, “Rockey’s Rock”. de resto, lounge de Las Vegas, funk branco, rock pouco seguro, exotica absolutamente sublime em “Feelings Of Love”, bons breaks (“Scarlet Moves”), jazz de hotel, e tudo composto para filmes que gostava de rodar e mostrar (a foto foi supostamente tirada numa estreia, pela sua esposa que, agora, generosamente possibilitou a recolha de informação por Jonny Trunk. Vocês sabem que, na Trunk, a arqueologia é séria.

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Quinta-feira, 28 Novembro, 2013

V/A Classroom Projects – Incredible Music Made By Children In Schools CD / LP

€ 15,50 € 12,50 CD Trunk

€ 18,50 € 16,50 LP Trunk

[audio:http://www.flur.pt/mp3/JBH049CD-1.mp3,http://www.flur.pt/mp3/JBH049CD-2.mp3,http://www.flur.pt/mp3/JBH049CD-3.mp3,http://www.flur.pt/mp3/JBH049CD-4.mp3,http://www.flur.pt/mp3/JBH049CD.mp3]

É ingrato reduzir os discos da Trunk – que têm sido sempre tão bem acolhidos na Flur – às nossas palavras. Não que não possam ser descritos, mas para isso Jonny Trunk não só é a melhor pessoa para o fazer, como ninguém os explica como ele. Por isso, depois deste texto, procurem o site da Trunk e liguem os pontos em falta. Mas o título diz quase tudo: Jonny Trunk, no meio do seu digging, teve sempre uma atracção grande por música de escolas. Não parece ser um campo interessante de pesquisa, senão pela esperança de encontrarmos aquelas coisas bizarras em que o “mau” vai ganhando a importância que o “bom” tem. Feitos em 1968, e separados em três álbuns, que pouco apareceram na superfície, podemos ouvir canções corais com arranjos completos, mas também pequenos estudos – ou assim parecem – que abrem o espectro para locais inesperados. Não é um disco que deslumbre pela estranheza, mas é um documento tipicamente Trunk.

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Quinta-feira, 25 Julho, 2013

CARL ORFF & GUNILD KEETMAN Music For Children CD / LP

€ 13,95 € 12,50 CD Trunk

€ 19,50 € 17,95 LP Trunk

[audio:http://www.flur.pt/mp3/JBH048CD-1.mp3,http://www.flur.pt/mp3/JBH048CD-2.mp3,http://www.flur.pt/mp3/JBH048CD-3.mp3,http://www.flur.pt/mp3/JBH048CD-4.mp3,http://www.flur.pt/mp3/JBH048CD-5.mp3]

A partir de 1920, e durante quase cinco décadas, Carl Orff e Gunild Keetman escreveram uma espécie de manifesto sonoro sobre a aprendizagem da música por crianças e jovens. Pegando no ritmo como fundamento básico da música e da expressão corporal, algumas peças desta cruzada assentam em simples e descomplexados exercícios envolvendo instrumentos simples, como se fossem jogos; contudo, como quase toda a pedagogia, os processos mais avançados incluíam arrojadas improvisações e instrumentações, dando a entender a amplitude da disciplina. Algumas destas composições e primeiras lições foram oficializadas no início da década de 30 com o intuito de fazerem parte do currículo escolar normal, mas a chegada espampanante dos nacionais-socialistas na Alemanha alterou este e muitos outros planos. Só algum tempo depois do fim da Segunda Grande Guerra é que Orff e Keetman voltariam ao assunto, dando atenção a canções e rimas infantis alemãs, compilando com intensa aplicação milhares de composições – em 1950, “Musik Für Kinder” era o resultado desse trabalho em 5 ambiciosos volumes. No final dessa década, alguns destes estudos acabariam por ser traduzidos para inglês, editando-se um LP em dois volumes em 1958. “Music For Children” é, pois, a reedição remasterizada desse álbum, que também junta o libreto que apenas foi acessível na década de 50 por correio para quem comprasse os álbuns. São 85 temas – pequenos, naturalmente – que podiam ser quase uma espécie de obra coral infantil de Moondog, que tanto parece ingénua como altamente sedutora e moderna. Nem esperaríamos outra coisa da essencial Trunk.

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Segunda-feira, 29 Abril, 2013

DAPHNE ORAM / TOM DISSEVELT Electronic Sound Patterns / Electronic Movements 10″

€ 19,95 € 17,95 10″ (Edição Limitada) Trunk

[audio:http://www.flur.pt/mp3/TTT007-1.mp3,http://www.flur.pt/mp3/TTT007-2.mp3,http://www.flur.pt/mp3/TTT007-3.mp3,http://www.flur.pt/mp3/TTT007-4.mp3,http://www.flur.pt/mp3/TTT007-5.mp3]

Dois EPs de 1962 reunidos por Jonny Trunk numa edição cuidada. A música neles contida pode ter tido propósitos diferentes, na época, mas pouco distingue os dois compositores no efeito provocado: sonhos electrónicos que abriam mundos e possibilidades numa década exploratória a vários níveis. No caso de Daphne Oram, as pequenas composições apresentadas destinavam-se a acompanhar aulas de expressão corporal em escolas (supomos que o equivalente à Primária). Ao ouvir estes sons, as crianças deveriam corresponder com movimentos espontâneos e deixar a sua imaginação correr livre, entrando em personagem no momento, escolhendo uma pose, dançando, etc. Fascinante aplicação da música electrónica à vida normal e expressão individual, e hoje sabemos como isso é vulgar, mas talvez não em escolas. Tom Dissevelt, holandês, produz aqui quatro canções sintéticas e melancólicas que imaginamos perfeitamente num disco contemporâneo nosso, no séc. XXI. Traços de house, techno, exotica, easy listening, disparos laser e bliss baleárico. Fica mal dizer que é imperdível? Nós achamos que não se devem evitar os clichés quando não há como fugir a eles. Somos só humanos.


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Quinta-feira, 7 Fevereiro, 2013

JEFF KEEN Noise Art CD

€ 13,95 € 12,50 CD Trunk

[audio:http://www.flur.pt/mp3/JBH047CD-1.mp3,http://www.flur.pt/mp3/JBH047CD-2.mp3,http://www.flur.pt/mp3/JBH047CD-3.mp3,http://www.flur.pt/mp3/JBH047CD-4.mp3,http://www.flur.pt/mp3/JBH047CD-5.mp3]

“Noise Art” é editado numa altura em que vai sair uma colecção de 4DVD em volta do trabalho de vídeo de Jeff Keen (“Gazwrx”), pelo qual é mais conhecido. A oportunidade surgiu porque Jonny Trunk, para variar, tinha conhecimento das várias explorações sonoras que Keen fazia, uma das muitas áreas que trabalhava na sua carreira visionária. Estes trabalhos foram descobertos pela filha de Keen, Stella, que encontrou uma caixa cheia de cassetes num estúdio em Brighton, Trunk trabalhou-as e seleccionou-as de modo a que tudo fizesse sentido. Noise não é bem a palavra certa para descrever o que aqui se passa (se fosse seria noise slowcore), é mais uma espécie de ruído de pop art, uma espécie de concretização de muitas das ideias que existiram nas artes visuais e que surgem expressas por Keen na forma de som. É um disco atípico na Trunk a nível sonoro, mas é um clássico Trunk: aquela coragem em experimentar que caracteriza a maior parte das edições da editora surge aqui na sua expressão mais ingénua, crua e demolidora. Uma compilação – e descoberta/recuperação – fabulosa!

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