Quinta-feira, 14 Fevereiro, 2019

METHYL ETHEL Triage CD / LP

€ 12,50 CD 4AD

€ 23,50 LP 4AD


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Quinta-feira, 14 Fevereiro, 2019

BEIRUT Gallipoli CD / LP

€ 12,50 CD 4AD

€ 27,95 LP 4AD

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Quinta-feira, 14 Fevereiro, 2019

JESSICA PRATT Quiet Signs CD / LP

€ 14,95 CD City Slang

€ 20,50 LP City Slang

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Por vezes fica-se tanto tempo a pensar na importância de Los Angeles na história da música, o seu passado, que o cansaço de um imaginário bate forte e perde-se a noção daquilo que está à nossa frente. Jessica Pratt é norte-americana, de Los Angeles, “Quiet Signs” o terceiro disco, quatro anos depois daquele que a pôs em alta rodagem, “On Your Own Love Again”. A sua voz reconforta com a ideia de que ainda é possível sonhar acordado. Aliás, “Quiet Signs” bate nessa tecla, do quão importante pode ser o sonhar acordado, de marchar em direcção ao sol. Sol californiano, com outras cores, sem a memória do que guardamos da Califórnia, com o presente impresso e pronto a ser consumido, vivido e ouvido por uma voz que tanto leva o dia e traz a noite, como dá a melhor das luzes à noite. Se há duas décadas começou-se a procurar no passado da folk para justificar movimentos do presente, e isso levou a uma busca insaciável, coroando reis e rainhas, príncipes e princesas, elevando o desconhecido ao conhecido ou – o mal da coisa – tratando tudo por igual; hoje encontra-se os resultados dessa procura, da descoberta, na música de Jessica Pratt. Só que ao contrário da folk que surgiu no início do século, em “Quiet Signs” Pratt dá outra folk, uma que não se enquadra em movimentos, que desdenha o passado e sente-se confortável no presente. Um novo-novo-mundo numa voz de brilho no escuro, calma como a noite, maravilhosa como os sonhos. Entranha-se até ser o maior dos vícios, “Quiet Signs” convence que é o maior dos discos. Que assim seja.

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Quinta-feira, 31 Janeiro, 2019

CASPAR BRÖTZMANN MASSAKER The Tribe LP

€ 19,95 LP (2019 reissue) Southern Lord

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Quinta-feira, 31 Janeiro, 2019

CASPAR BRÖTZMANN MASSAKER Black Axis

€ 24,95 2LP (2019 reissue) Southern Lord

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Quinta-feira, 24 Janeiro, 2019

RATTLE SEQUENCE CD / LP

€ 11,95 CD Upset The Rhythm

€ 16,50 LP Upset The Rhythm

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O álbum despista inicialmente com os dois primeiros temas a chamarem-se “DJ” e “Disco”. No entanto, rapidamente se entende a ligação entre a repetição e o toque de cotovelo a chamar a atenção para a pista de dança. “Sequence”, o segundo álbum de Katharine Eira Brown e Theresa Wrigley, ambas em bateria, celebra o transe da repetição, a elevação do espírito através do ritmo e tudo acontece, especialmente quando as vozes entram, como se o tempo trouxesse até agora a cristalização do melhor das Slits e Maximum Joy ou Pulsallama. Felicidade comunicada através da repetição, sim, mas também sentida na liberdade do espaço entre as batidas e na qualidade abstracta das vozes. O esqueleto do rock em acção neste registo que vai buscar a sua força motriz original: o ritmo.

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Quinta-feira, 24 Janeiro, 2019

GUTTERSNIPE My Mother The Vent LP

€ 16,50 LP Upset The Rhythm

Visível em muitas listas do ano passado, “My Mother The Vent” é um reencontro de nostalgia entre os Naked Lunch, Wolf Eyes e os Black Dice. No fundo, uma assimilação natural da história, o confronto épico das coisas a repetirem-se, o noise de revirar as tripas a encontrar uma nova razão para existir. Esse encontro consagra-se pela segunda vez no século XXI com o álbum de estreia de Guttersnipe. “My Mother The Vent” ausenta-se da comunicação, a expressão é gutural, feita de mecânicas repetitivas e anacrónicas dos instrumentos, de palavras imperceptíveis que se querem esgotar como sons: não vale a pena procurar palavras, elas não existem. E se existem, nós não as conhecemos e, de certeza, que Guttersnipe também não. É rock a reencontrar-se com o nojo, a prestar vassalagem ao nojo e a dizer que há um pouco de vida após os Throbbing Gristle: isto é, assumir o novo industrial com veia mais rock, desligada da máquina, do aborrecimento, entregue ao acontecimento do real e da aleatoriedade sonora. Guttersnipe é isso, força, força de vontade, de expressão, violência que procura a luz. Há algo de velho, de desajustado com 2018 (quando o disco foi lançado) que torna Guttersnipe incrivelmente pertinente. A música que esperamos não é a música que esperamos, é aquela que nos acorda para a vida. E que nos deita ao chão. Que o rock seja sempre assim, que não esteja borrado de medo e que nos faça borrar as calças.

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Quinta-feira, 17 Janeiro, 2019

DEERHUNTER Why Hasn’t Everything Already Disappeared? CD / LP

€ 12,50 CD 4AD

€ 26,95 LP 4AD

Bradford Cox é um demónio que continua a fazer música de anjo. Em década e meia virou a pop-rock, acompanhou diversas ondas da pop, desde a euforia causada com os sucedâneos de Ariel Pink, o regresso do shoegaze, o fantasma do emo-goth e sabe-se lá que mais. Cox viveu a infância e a adolescência de muitos na sua música. Mas é natural que amadureça. O pesadíssimo título “Why Hasn’t Everything Already Disappeared?” nada esconde sobre o seu pesaroso conteúdo. Talvez Cox ainda esteja com um pé no seu gótico, ou talvez numa longa noite que terminará quando ele quiser: afinal, gosta de estar em controlo. Num momento em que os álbuns se fazem de canções para playlists, de tiros nos alvos certos, é um deleite saber que em quem acreditamos continua sem nos mentir. Cox sempre gostou desta coisa dos álbuns, dos grandes conceitos, das grandes canções (mesmo que falhe redondamente, como nos dois últimos álbuns). Ele voltou. Ainda bem que ainda temos tudo. Ou que pelo menos Bradford Cox não desapareceu.


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Quinta-feira, 17 Janeiro, 2019

STEVE GUNN The Unseen in Between CD / LP

€ 12,50 CD Matador

€ 27,50 LP Matador

De álbum para álbum cresce a sensação de que Steve Gunn é um cowboy urbano, um dos últimos “drugstore cowboys”, reinventando a palestra de todos os singers-songwriters que vieram antes dele: e podemos chamar Fred Neil, ele vem ao barulho neste “The Unseen In Between”. A Rolling Stone faz o apelo esta semana de que Steve Gunn é o segredo mais bem guardado do rock. Será ainda um segredo? Steve Gunn surgiu nos já longínquos GHQ (com Marcia Bassett e Pete Nolan) e começámos a ouvi-lo a solo há uma década, mais coisa menos coisa. Inúmeros discos depois a Matador encontrou-o. Já tinha colaborado com Mike Cooper num belo disco gravado em Lisboa; já tinha muitos quilómetros de estrada, com inúmeros músicos (tocava na banda de Kurt Vile), nos mais diversos projectos, a maior parte deles eram seus. Steve Gunn continua esse “segredo bem guardado” porque se calhar não gosta das luzes da ribalta, se calhar gosta de como a liberdade do não estar lá lhe permite uma série de coisas: como fazer digressões com os amigos, andar na estrada como um cowboy. “The Unseen In Between” tem um Steve Gunn com mais voz do que nunca, canta mais, a sua voz liberta-se. A guitarra continua igual, continua, infinita, numa elaborada corrida e linguagem que só Gunn consegue. Mas com a voz de Gunn liberta de amarras ganha uma nova vida – a guitarra, a sua música – e as suas músicas ganham as características para Gunn finalmente sair da sombra, estar na ribalta. E se é agora, com este disco, compreende-se perfeitamente. É aqui que Steve Gunn se levanta e se diz pronto para enfrentar os grandes. As lendas são feitas disto.


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Quinta-feira, 27 Dezembro, 2018

J SPACEMAN Guitar Loops LP

€ 17.50 LP Treader

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Quinta-feira, 27 Dezembro, 2018

ABOUT GROUP RAK LP

€ 17,50 LP Treader

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Segunda-feira, 17 Dezembro, 2018

SILVER JEWS American Water CD / LP

€ 12,95 CD Drag City

€ 17,95 LP (2018 reissue) Drag City

Half-speed master.

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Sexta-feira, 14 Dezembro, 2018

PEARLS BEFORE SWINE Balaklava CD / LP

€ 12,95 CD (2018 reissue) Drag City

€ 19,50 LP (2018 reissue) Drag City

Tom Rapp faleceu no início deste ano, numa altura em que havia um novo interesse à volta da sua música, com a reedição do seminal “One Nation Underground” – do qual voltámos a receber stock. No início deste século, quando a folk teve um renascimento, os Pearl Before Swine vieram com ela, mas demorou mais de uma década até os seus discos terem o tratamento merecido. A Drag City anda a compor uma falha importante do mercado, restaurando o som – e as capas! – da belíssima discografia dos Pearl Before Swine. “One Nation Underground”, o primeiro disco, era – e ainda é – um ovni no universo folk; “Balaklava” traz sonoridades de maior familiaridade, mas é um disco sem a magias e as fadas – ou as drogas – reconhecíveis de final dos anos 1960s, mas um baú de contradições entre belíssimas melodias que se vão alojando em locais negros. Uma paranóia em contínuo num dos mais belíssimos quadros, que ganha maior profundidade quanto mais se conhece. Poucos discos aguentam tão bem o tempo como este “Balaklava”: presente em 1968, presente hoje.

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Sexta-feira, 14 Dezembro, 2018

EIKO ISHIBASHI The Dream My Bones Dream LP

€ 17,95 LP Drag City

Saudades da pop de Jim O’Rourke? Problema que só esperando se resolve, mas a sua participação na mistura de “The Dream My Bones Dream” relembra-nos o quão especial é a música de Jim. E se ainda não conhecemos Eiko Ishibashi – este é o seu sexto álbum a solo -, esta é uma boa desculpa para entrar. Entre. Numa altura em que se passa tanto tempo a descobrir passados da música japonesa, em que entrou na espiral de recolha sentimental, nada melhor do que olhar para o presente, para o que se faz, e ser abençoado por música que fará parte dos clássicos do futuro. “The Dream My Bones Dream” fascina enquanto escultura pop, uma delicada viagem entre o algodão doce nos intermédios de Scott Walker – as primeiras e segundas versões de Walker – e, adivinhou, a folk exótica-onírica-perversa de Jim O’Rourke. Algures há jazz, banda-sonoras de filmes italianos e um pedido de casamento. No fim do disco fica a ideia: ficamos a dever um mundo de sonhos a Ishibashi.

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Sexta-feira, 14 Dezembro, 2018

CAVE Allways CD / LP

€ 12,50 CD Drag City

€ 17,95 LP Drag City

“Allways” circunda o monumento granítico do rock, sem no entanto se afastar, como uma órbita que prende um objecto a um corpo celeste. Tortoise, High Llamas, Sea And Cake, Genf, nomes recordados por alguns grooves aqui. Parte easy listening, parte boogie-rock, groove latino, kraut, algumas fugas por entre a fusão jazz-rock, num álbum conciso de seis faixas sem palavras que termina no semi-trance de “ShaSha”. A partir de Chicago, cidade-natal da Drag City, esta unidade mantém quente algumas das premissas mais importantes da suave revolução pós-rock.


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Quinta-feira, 29 Novembro, 2018

JIBÓIA OOOO LP

€ 14,95 LP Discrepant

Quando Óscar Silva apresentou Jibóia no início desta década tornou bem claro que a sua música iria beber a diferentes trópicos deste mundo, procurando uma conexão entre climas e ritmos que não obedeceriam estritamente a regras de tempo e espaço. Procurar influências na sua música é um exercício imperfeito, porque ela se abre de forma cósmica, sem barreiras, à procura de novos sons ao invés de reflectir sons que se têm presentes. A partilha é um elemento crucial na criação da música de Jibóia. Nos seus três lançamento anteriores procurou colaboradores que ajudassem a criar a dinâmica que queria no seu som. No passado trabalhou com Makoto Yagyu (If Lucy Fell, Riding Pânico e Paus), Sequin, Xinobi, Jonathan Saldanha e Ricardo Martins. Para OOOO contou novamente com Ricardo Martins (Lobster, Pop Dell’Arte, BRUXAS/COBRAS, entre outros) e do seu habitual colaborador André Pinto (aka Mestre André, Notwan e O Morto). A viagem de OOOO é mais partilhada do que nas anteriores. Os três músicos partiram à experiência para criar música através de um conceito, pegando em Musica Universalis, de Pythagoras, que relaciona o movimento dos planetas e a frequência (onda) que eles produzem, com uma harmonia interespacial que essas frequências somadas produzem. Como os músicos descrevem, “é uma relação matemática, algo religiosa até, já que essa musica é inaudível. Uma espécie de conceito poético que designa, ao fim e ao cabo, o som do universo em movimento.” Bem redondinho, é música de cosmos, e não é exagero pensar em Sun Ra como inspiração, dado o diálogo rico, fluente e aberto que acontece entre os músicos ao longo dos quatro temas de OOOO. Os primeiros três temas são referências às 3 principais relações entre as frequências propostas no conceito de Musica Universalis e em cada um deles há um ênfase nos instrumentos de cada um dos músicos: nos de Óscar Silva em Diapason, nos de Ricardo Martins em Diapente e nos de André Pinto em Diatesseron. Esta forma de criar revela uma expansão sonora no som de Jibóia. A sua música flui de um modo livre, mas rigoroso, e circular, trabalhando em constância uma ideia de movimento. É inevitável associar o movimento a viagem, uma que tanto se estende ao cosmos como reforça as convicções de Jibóia/Óscar Silva em trabalhar nas não-convenções do rock e do jazz. O último tema, Topos, reserva para si uma espécie de resultado desta experiência entre os três músicos. Mais do que uma conclusão, Topos é aquilo que existe para lá da partida: uma viagem sem ponto de chegada em percurso elíptico. Não poderia ser de outra forma, música tão aberta, clara e livre é impossível de encaixar na lógica de uma narrativa normal. No fim abre-se um novo início, um ciclo fresco que começa com a certeza de que o caminho será sempre gratificante.

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Quarta-feira, 28 Novembro, 2018

EP-4 Lingua Franca 1 CD / LP

€ 12,50 CD (2018 reissue) WRWTFWW

€ 24,95 LP (2018 reissue) WRWTFWW

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Produto daquela era de magnífica descoberta em que os grooves se misturavam com ruído e o que era pós-punk também era mutant disco. EP-4 aparecem como A Certain Ratio e Liquid Liquid colados a um só nome, praticando funk descarnado, anónimo, com a voz quase sempre lá atrás, mera presença sónica. Sobre “Coconut” apetece dizer que se trata de um fabrico japonês de Kid Creole x Yello, cruzando os caminhos de ferro em que as secções de carril são mais ou menos marcadas pela bateria. Enorme invenção de groove, do outro lado da pop, “Lingua Franca” força o significado da expressão como “linguagem comum”. Entendida como espaço de neutralidade, suspensa entre géneros, a expressão faz grande sentido. Se desejarmos uma interpretação literal, óbvio que este não é um álbum para toda a gente, logo porque não é “comum”.

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Terça-feira, 20 Novembro, 2018

ESG Come Away With ESG CD

€ 11,95 CD (2018 reissue) Fire Records

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Pode já não ser notícia para alguns privilegiados com cópias originais, mas para os restantes de nós a visão de uma edição original da 99 Records é emocionante. Na sequência do recente «Optimo/Cavern» de Liquid Liquid, prossegue o mistério sobre quem é responsável pelas reedições da 100% perfeita editora de Nova Iorque que, na primeira metade dos 80′s, construiu riqueza musical suficiente para valer muito ainda hoje. Enquanto aguardamos a outra das reedições de ESG e depois de termos listado «Dance To The Beat Of Moody», o prazer é todo para «Come Away», o primeiro álbum da mais incrível banda pós-tudo a ser fabricada pela família Scroggins em Nova Iorque. A transformação do Disco não foi pacífica mas, quando se voltou a olhar, o Disco continuava em espírito mas com diferente envólucro. A época de experiências que cruzou Manhattan de uma ponta à outra tem um símbolo poderoso na noite de encerramento do Paradise Garage em 1987, quando precisamente actuaram as ESG. A reedição, tal como as anteriores, respeita na íntegra o original e a visão da capa original provoca uma satisfação que só alguns nerds sabem verdadeiramente compreender. A música, felizmente, é acessível a todos.

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Sexta-feira, 9 Novembro, 2018

SPACEMEN 3 Forged Prescriptions 2CD

€ 13,50 2CD (2018 reissue) Space Age Recordings

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Sexta-feira, 9 Novembro, 2018

SPACEMEN 3 Taking Drugs To Make Music To take Drugs To 2LP

€ 25,50 2LP (2018 reissue) Space Age Recordings

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O título revela todo um programa de intenções que a banda se encarregou de honrar ao longo dos anos. A edição original de 1986 tinha apenas 7 faixas, acrescentadas nesta nova remasterização quase para o dobro, com os habituais “outtakes” e versões diferentes, aproximando-se da imagem que, hoje em dia, o grupo quer dar de si mesmo. O rasto de Spacemen 3 é longo, já data de muito antes de a banda começar, mas o estatuto mítico que ganharam justifica-se pelo poder bruto dos riffs pré-históricos ainda mais amplificados e aplicados a canções monótonas, monocórdicas, icónicas! A tormenta que parece envolver constantemente o som é quebrada junto ao final, com a demo de “Repeater” a simular câmara de descompressão para regressarmos ao mundo real e voltarmos a ouvir outros sons.

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