Quarta-feira, 29 Março, 2017

JEFF CHANG Can’t Stop Won’t Stop: A History of the Hip-Hop Generation LIVRO

€ 6,50 LIVRO Ebury Press

paperback, 560 páginas, 12,4 x 19,6 cm.

A cronologia começa em 1968, e Jeff Chang percorre-a com autoridade, para trás e para a frente, ao longo das mais de 500 páginas deste livro de referência quando se quer saber o que é e de onde vem o hip hop. Abordando questões políticas e sociais, de planeamento urbanístico (ou falta dele), guerras de gangs, um olho inevitável na Jamaica (Kool Herc, que também escreve a introdução, é jamaicano e oficialmente tido como momento zero na história da cultura hip hop), as batalhas de sound systems (Bambaataa e Flash, etc) e, de um modo geral, todas as ruas e avenidas por onde a cultura se disseminou e ganhou raízes que hoje reconhecemos como profundas, apesar de, na época, vários nomes fortes do meio musical acharem que rap era uma moda e não teria sustento. Isso é abordado por Tim Lawrence no seu livro “Life and Death on the New York Dance Floor, 1980-1983″, onde cita Jeff Chang e coloca, assim, “Can’t Stop Won’t Stop” num patamar de relevância mais elevado enquanto pilar bibliográfico da cena. O livro lê-se como um bom documentário repleto de entrevistas e imagens de época aqui obviamente substituídas por relatos firmes de como as coisas aconteceram. Tarefa para várias semanas, passando pelo arranque, a solidificação, as divisões estilísticas, os tumultos e intolerâncias (o caso Rodney King, por exemplo), resistência ao Poder, violência Leste-Oeste, bling e massificação. Documento.

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Quinta-feira, 23 Março, 2017

FOCUS Zulu EP 12″

€ 13,95 12″ Crown Ruler

[audio:http://www.flur.pt/mp3/CR001-1.mp3,http://www.flur.pt/mp3/CR001-2.mp3,http://www.flur.pt/mp3/CR001-3.mp3]

Mais valor proveniente da África do Sul, com três faixas levantadas do LP “Scarap” (1982). Como temos vindo a descobrir em anos recentes, África incorporava os sons do boogie americano de uma forma muito própria, no fundo acrescentando algo substancial ao já louco groove local (fosse Nigéria ou África do Sul, Gana ou outros pontos geográficos). Matéria muito especial, exuberância controlada, sexy, bem sintética, redonda e quente. A ajudar 2017 a crescer.


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Quinta-feira, 16 Março, 2017

STARTLED INSECTS Life Pulse LP

€ 12,00 LP Sense / Island (SIGH1-9)

Exemplares da edição original de 1991 / Original 1991 UK release. EXC. Sound clips and sleeve not from actual copy.

OUVIR / LISTEN:
Lava
Cheetah

Muito apropriada a chegada deste álbum num tempo em que se abre o livro do exotismo ligado à música de dança, num grande cruzamento de referências que inclui New Age, field recordings, música de latitudes distantes e uma predilecção por temas naturais. Nada mais adequado, então, do que este álbum com música composta para um documentário da BBC, produzido em 1990 e chamado “Life Pulse: A Natural Thriller”, traçando a evolução da Terra apenas com recurso a imagens de arquivo da BBC e música. Nada estranho à banda que se tornou meio de culto no underground através de concertos multimédia e três discos, na década de 80. Alguns momentos mais pomposos, ou prog, neste álbum, são desculpados pelo ambiente geral de drama e contenção, e a primeira vez que escutámos “Cheetah” entrámos imediatamente num túnel familiar que desemboca em “Eurochild” dos Massive Attack. Baseados em Bristol, pareceu natural que elementos dos Startled Insects se misturassem com a cena local, e assim Bob Locke e Tim Norfolk assinam a composição não apenas de “Eurochild” como de uma das canções que mais marcaram a identidade de Massive Attack: “Karmacoma”. LP neste momento raro no mercado. Excelente estado, com apenas alguns vincos na capa.

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Quinta-feira, 16 Março, 2017

SANDALS Rite To Silence CD

€ 6,00 CD Opentoe / Metronome (INT.828488.2)

Exemplares originais da edição alemã de 1994 / Original 1994 German release. EXC, minor wear. Sound clips and sleeve not from actual copy.

OUVIR / LISTEN:
Feet
Nothing
We Don’t Wanna Be The Ones To Take The Blame
Profound Dub

Em pleno momento Acid Jazz, os Sandals diversificavam. Enquanto a generalidade dos combos da época se ligava à cultura jazz, Sandals assumiam os breaks, batuque, latino, dub e o quatro-por-quatro, soando (em “Feet”, por exemplo) como se Wolfgang Press tivessem prosseguido na arena. Voz grave e segura, com ou sem uso de filtro, faz passar uma mensagem de libertação em tom muitas vezes solene, falado mais do que cantado. Eis um álbum definidor dos anos 90, tanto como “Dummy” de Portishead” ou “Blue Lines” e “Protection” dos Massive Attack. O aspecto desleixado dos quatro elementos principais da banda (uma série de amigos iam-se substituindo na guitarra e teclas) denunciava um estilo de vida mais desregulado, semi-hippie, com vontade de passar mensagens importantes – e faziam-no promovendo noites em clubes, exposições de pintura e fotografia, vendendo roupa, discos e livros. Uma espécie de idealismo activista muito sólido que resultou neste magnífico álbum. Exemplares com um mínimo de uso, baratos, bem direitinhos, de um disco já esgotado no mercado.

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Quinta-feira, 16 Março, 2017

ROCCHI / CHIAROSI / FABOR Dramatest LP

€ 25,95 LP (2017 reissue) Schema

[audio:http://www.flur.pt/mp3/SCEB955LP-1.mp3,http://www.flur.pt/mp3/SCEB955LP-2.mp3,http://www.flur.pt/mp3/SCEB955LP-3.mp3,http://www.flur.pt/mp3/SCEB955LP-4.mp3,http://www.flur.pt/mp3/SCEB955LP-5.mp3]

Mais notícias de Itália. A dos anos 1970, diga-se, e da sua electrónica/library pelas mãos da já suspeita Schema. É uma compilação a quatro mãos disfarçada em seis, Oscar Rocchi e Chiarosi são a mesma pessoa. A segunda/terceira é Fabio Fabor. “Dramatest” foi editado originalmente em 1974 e na altura era uma espécie de colecção/catálogo de música electrónica / experimental / library concebida por Rocchi e Fabor. Ao todo são catorze peças que são uma viagem sintetizada e concisa ao experimentalismo electrónico da época. O que é fantástico em “Dramatest” é a sua coesão dramática e narrativa, apesar de ser uma junção de temas que tocam em vários territórios, há um alinhamento e um processo muito pensado para que tudo faça sentido como um álbum: e é, afinal, um álbum. Há o thriller e o suspense em sons para filmes nunca feitos, há experimentalismo puro que toca em algum que ainda é feito neste século. O ambiente é tudo. E apesar de – sabemos – existir um massacre regular destas edições e do “catálogo italiano”, este é daqueles que não pode fugir. “Dramatest” não se pode perder no ruído do passado.

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Terça-feira, 14 Março, 2017

CARAVAN Coarsica EP 12″

€ 11,50 12″ Ken Oath

[audio:http://www.flur.pt/mp3/KEN002-1.mp3,http://www.flur.pt/mp3/KEN002-2.mp3,http://www.flur.pt/mp3/KEN002-3.mp3,http://www.flur.pt/mp3/KEN002-4.mp3,http://www.flur.pt/mp3/KEN002-5.mp3]

Nada que errar, aqui. Ambiência house-y tipo Mood Hut, Sunken Rock e András Fox, numa editora australiana, títulos que referenciam plantas nativas dos antípodas (incluindo Banksia) e uma vibe geral que sugere naturalmente grandes espaços e uma vida tranquila. Começa a ser impossível a quantidade de óptimos discos sintonizados com a paz d’alma, aquele torpor sancionado por ritmo preguiçoso e cheio de Sol. A história está toda nos sons que nos chegam através destes seis títulos Lindo e pacífico ou, para sermos engraçadinhos, índico.


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Terça-feira, 14 Março, 2017

CHILDREN OF ALICE Children Of Alice CD

€ 14,95 CD Warp

[audio:http://www.flur.pt/mp3/WARPCD279-1.mp3,http://www.flur.pt/mp3/WARPCD279-2.mp3,http://www.flur.pt/mp3/WARPCD279-3.mp3,http://www.flur.pt/mp3/WARPCD279-4.mp3]

Children Of Alice, como aliás Broadcast (a banda de James Cargill e Roj Stevens), embora em menor grau, mergulham fundo no património cultural britânico. Neste caso, como é mais ou menos aparente, “Alice No País Das Maravilhas” é a obra que inspira esta produção (e inspirava Trish Keenan, também dos Broadcast). Sonicamente, aqui, isso traduz-se numa colagem surreal de ambientes e gravações de campo com referências vagas às estações do ano – Primavera e Verão são referenciadas em dois dos quatro títulos, e um terceiro, “Rite Of The Maypole”, aponta para ambas essas estações, época em que, com algumas variações, se costuma erguer um mastro ornamentado que serve de centro a uma dança ritual de fertilidade (assim terá sido, pelo menos, a origem). Se nos alongamos na tentativa de enquadramento é porque o imaginário e as raízes britânicas desta música fornecem toda a motivação para Children Of Alice, que parecem capturar e processar no mesmo plano as experiências nos estúdios de som da BBC e a folk britânica mais naturalista, embora o resultado espelhe quase inteiramente a primeira ideia. Confortável e nostálgico por definição, este disco plana no que a própria banda nomeia, no quarto título: Liminal Space”, aquele local de transição entre dois planos. Pode parecer um sonho.

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Terça-feira, 14 Março, 2017

THUNDERCAT Drunk CD

€ 14,95 CD Brainfeeder

[audio:http://www.flur.pt/mp3/BFCD064-1.mp3,http://www.flur.pt/mp3/BFCD064-2.mp3,http://www.flur.pt/mp3/BFCD064-3.mp3,http://www.flur.pt/mp3/BFCD064-4.mp3,http://www.flur.pt/mp3/BFCD064-5.mp3]

Thundercat tem acesso a Kendrick Lamar, Wiz Khalifa e até Michael McDonald e Kenny Loggins. Em que patamar se coloca, então, “Drunk”? Desde logo, a produção e arranjos vocais remetem para um imaginário livre da Costa Oeste, solarengo, sofisticado e com valores pop muito cruzados com jazz. Lembramo-nos, por exemplo, de Steely Dan (exportados de Nova Iorque para a Califórnia) e Matthew Larkin Cassell (S. Francisco). Um tom mais reconhecível de R&B pode ser ouvido em “Jameel’s Space Ride”, mas o álbum não permanece quase nunca numa zona apenas. Dir-se-ia que a base assenta numa abordagem muito livre ao jazz, desmontando várias peças do género para as reconstituir em diversos contextos, espalhadas pelas 23 faixas. Talvez sem o querer, funciona um pouco como tributo a uma era de produção musical empenhada na perfeição harmónica. Thundercat acrescenta o conhecimento e recursos do século XXI para modernizar com consequência a soul branca de que falamos acima e, embora o som não seja tão sintético, o amor genuíno é muito semelhante ao que Dâm-Funk tem demonstrado com as suas incursões pelo boogie clássico (anos 80). Apesar de todos os desvios que possamos seguir, em “Drunk”, sente-se uma grande dedicação ao espírito de miscigenação do hip hop, tanto na descoberta de breaks como no respeito pelas fontes. Muito luxo, nestes grooves.

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Quarta-feira, 14 Dezembro, 2016

V/A / PSYCHEMAGIK Ritual Chants – Love 2LP

2LP Eskimo


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A1. Man Parrish – Water Sports
A2. The Rias Orchestra – Amram
A3. John J. Francis – God’s Garden
A4. Chac Mool – Ofrenda
B1. Kraan – Silky Way
B2. G.R.C. Five – Saga Of A Secluded Swamp Monster
B3. Free Fantasy – Caroline
B4. Jeanette – L’Amour Joue Au Violon
C1. Wavemaker – Tunnel Of Love
C2. Bobby Lyle – Making Love
C3. Babla & Kanchan – Aay Mere Dil
D1. FG’s Romance – What Is Love Today?
D2. Etienne Vermoessen & Guido Delo – Easy Morning
D3. Musyl & Joseppa – Follow Me
D4. Karat – Auf Den Meeren

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Quarta-feira, 14 Dezembro, 2016

V/A / PSYCHEMAGIK Ritual Chants – Dance 2LP

€ 24,50 2LP Eskimo


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A1. La P’tite Fred – Stormy Love Affair
A2. Ennio Morricone – Dance On
A3. The Right Combination – I’m Still In Love With You
B1. Sharpio – Dance Drome (We Can Make Your Body Move) (Instrumental)
B2. Mansour Sallama – Love And Happiness
B3. Grant Santino – Try Love
C1. Dionne – Come Get My Lovin’
C2. Will To Power – Say It’s Gonna Rain (Acid Rain Dub)
D1. Raoul Denis Jr – Ti Gason (Fe Respew’)
D2. Dan Lacksman – Love You Every Day
D3. Pop Corn Makers – Nothing
D4. Family Four – En Häst Utan Namn

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Quarta-feira, 14 Dezembro, 2016

V/A / PSYCHEMAGIK Ritual Chants – Beach 2LP

€ 24,50 2LP Eskimo


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A1. El Sueño De Hyparco – Rhodas
A2. Tony Wilson – Hangin’ Out In Space
A3. Zru Vogue – Do The Zru
B1. Minako Yoshida – Black Moon
B2. Adrian Gurvitz – New World
B3. Hitomi Tohyama – Wanna Kiss
C1. Chagrin D’Amour – Ciao Katmandou
C2. Amini – Habibi
C3. Electric Machine – Fancy Good
D1. Jean Guy Ruff – Cover Girl
D2. J.M. Black – Lipstick (Shout!)
D3. Danny Boy – Discomix

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Quarta-feira, 14 Dezembro, 2016

V/A / PSYCHEMAGIK Ritual Chants 3CD

€ 14,95 3CD Eskimo

Chegamos aqui ao final de 2016 já bem rotinados na experiência das compilações organizadas por Psychemagik e com a noção muito nítida de que é um privilégio ter acesso à selecção que fazem. “Ritual Chants” continua a nobre linhagem de obscuridades virtualmente impossíveis de coleccionar, nomes que provavelmente nunca conheceríamos de outra forma, autores de discos que dificilmente compraríamos sem ouvir primeiro. É magnífico este trabalho de transmissão de conhecimento e património que, prestando atenção à música, parece vir das estrelas e navegar em águas tranquilas mas com vento a favor, antes de chegar à areia branca de uma praia tropical. Ouvir o disco de seguida é como experimentar um sonho acordado, encarnar uma personagem numa série de enredos fantásticos como os níveis diferentes num jogo costumam trazer novos cenários de fundo.

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CD1 “Love”
1. Man Parrish – Water Sports
2. The Rias Orchestra – Amram
3. John J. Francis – God’s Garden
4. Chac Mool – Ofrenda
5. Kraan – Silky Way
6. G.R.C. Five – Saga Of A Secluded Swamp Monster
7. Free Fantasy – Caroline
8. Jeanette – L’Amour Joue Au Violon
9. Wavemaker – Tunnel Of Love
10. Bobby Lyle – Making Love
11. Babla & Kanchan – Aay Mere Dil
12. FG’s Romance – What Is Love Today?
13. Etienne Vermoessen & Guido Delo – Easy Morning
14. Musyl & Joseppa – Follow Me
15. Karat – Auf Den Meeren

CD2 “Beach”
1. El Sueño De Hyparco – Rhodas
2. Tony Wilson – Hangin’ Out In Space
3. Zru Vogue – Do The Zru
4. Golden Hands – Take Me Back
5. Minako Yoshida – Black Moon
6. Adrian Gurvitz – New World
7. Hitomi Tohyama – Wanna Kiss
8. Chagrin D’Amour – Ciao Katmandou
9. Amini – Habibi
10. Electric Machine – Fancy Good
11. Jean Guy Ruff – Cover Girl
12. J.M. Black – Lipstick (Shout!)
13. Danny Boy – Discomix

CD3 “Dance”
1. La P’tite Fred – Stormy Love Affair
2. Ennio Morricone – Dance On
3. The Right Combination – I’m Still In Love With You
4. Sharpio – Dance Drome (We Can Make Your Body Move) (Instrumental)
5. Mansour Sallama – Love And Happiness
6. Grant Santino – Try Love
7. Dionne – Come Get My Lovin’
8. Will To Power – Say It’s Gonna Rain (Acid Rain Dub)
9. Raoul Denis Jr – Ti Gason (Fe Respew’)
10. Dan Lacksman – Love You Every Day
11. Pop Corn Makers – Nothing
12. Family Four – En Häst Utan Namn

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Terça-feira, 29 Novembro, 2016

OREN AMBARCHI Hubris CD / LP

€ 12,95 CD Editions Mego

€ 18,95 LP Editions Mego

[audio:http://www.flur.pt/mp3/EMEGO227-1.mp3,http://www.flur.pt/mp3/EMEGO227-2.mp3,http://www.flur.pt/mp3/EMEGO227-3.mp3]


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Terça-feira, 15 Novembro, 2016

THE CARETAKER Everywhere At The End Of Time LP

€ 20,95 LP History Always Favours The Winners

[audio:http://www.flur.pt/mp3/HAFTW025-1.mp3,http://www.flur.pt/mp3/HAFTW025-2.mp3,http://www.flur.pt/mp3/HAFTW025-3.mp3,http://www.flur.pt/mp3/HAFTW025-4.mp3,http://www.flur.pt/mp3/HAFTW025-5.mp3]

Há uns anos que temos tido a sorte de ter todos os lançamentos de Leyland Kirby nos seus diversos pseudónimos. Com essa questão do momento vêm também os constantes interregnos, longos períodos em que não ouvimos falar dele e, de repente, sem qualquer aviso, chegam notícias de que vêm uma série de discos seus. “Everywhere At The End Of Time” é esse tipo de novidade, o primeiro de uma série de seis discos, lançados ao longo dos próximos meses, que são o resultado de um trabalho que tem feito à volta da memória, da perda dela, da doença (Alzheimer), mesmo que isso não o afecte. É um tema que tem tudo a ver com Caretaker, os sons que cria enquanto tal são uma procura e uma exploração genuína da memória. Seja porque os sons remetem exactamente para um passado que inevitavelmente evoca o conceito de memória, mesmo que os sons digam pouco ou nada ao ouvinte. É o método que interessa, uma força criativa que consegue explorar esse sentimento e alojar-se no cérebro quando ouvimos a sua música. Já foi definido no passado como “haunted ballroom” e é uma definição que ainda serve este Caretaker, embora o ambiente tenha pouco de sombrio ou assombrado, porque a memória presente nesta primeira selecção de trabalhos desta nova enciclopédia Caretaker soa a um conjunto de valsas que parecem existir numa história paralela do mundo. E a forma como desencanta isto, como cria uma espécie de realidade/passado paralelo, é uma característica única de Caretaker. Ninguém faz isto como ele, ninguém cria música como ele. É um passado, ou memórias que só existem nos seus discos. E oferece-nos isto com uma bondade única. A sua música é uma dádiva para o mundo e passar ao lado do que anda a fazer é perder algo de muito bonito. E se não pegamos nas coisas bonitas, mesmo quando elas são um pouco tristes, ou evocativas de uma certa tristeza, ou melancolia, então não andamos a fazer nada por aqui. Oiçam “Chidishly Fresh Eyes” e depois venham falar connosco. E, fica a dica, como outros lançamentos, “Everywhere At The End Of Time” é muito limitado e já não temos muitas cópias. Não deixem para o fim do ano aquilo que só irão conseguir arranjar nos próximos dias.

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