Quinta-feira, 4 Abril, 2013

DUMP Superpowerless CD / 2LP

€ 14,95 € 11,95 CD Morr Music

€ 25,50 € 23,50 2LP Morr Music

[audio:http://www.flur.pt/mp3/MM115-1.mp3,http://www.flur.pt/mp3/MM115-2.mp3,http://www.flur.pt/mp3/MM115-3.mp3,http://www.flur.pt/mp3/MM115-4.mp3,http://www.flur.pt/mp3/MM115-5.mp3]

Em 1991, após a edição do EP “That Is Yo La Tengo”, a banda de Hoboken começa a ter a colaboração do baixista James McNew, fechando o trio com Ira Kaplan e Georgia Hubley, formação que se manteria até aos dias de hoje – ou seja, juntos fizeram quase uma dezena de álbuns em vinte anos. Antes de ingressar nos Yo La Tengo, McNew era Dump e “Superpoweless” foi o seu primeiro baptismo a sério, depois de um mini-álbum feito de retalhos caseiros. Foi, justamente, durante a primeira vinda à Europa com os Yo La Tengo que conhece Fred Brinkman, que o convence a dar-lhe um álbum pensado como tal. Era “Superpowerless”, já com ajudas dos seus comparsas YLT, e com uma ideia rarefeita e atirada para o espaço do que seria um disco clássico de indie rock. Entre versões de “Moon River”, letras de Jim Woodring ou o cosmos de Sun Ra, o que ouvimos é assumidamente ingénuo, como se tudo pudesse ser bonito se nunca se tiver medo das consequências. Dá para perceber a razão desta reedição acabar por existir na Morr. Após 20 anos, eis o primeiro álbum de Dump de volta, e pela primeira vez em vinil, numa edição de quase-luxo em gatefold cartonado.

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Quinta-feira, 4 Abril, 2013

NADIA SIROTA Baroque CD

€ 15,50 € 12,50 CD Bedroom Community

[audio:http://www.flur.pt/mp3/HVALUR17CD-1.mp3,http://www.flur.pt/mp3/HVALUR17CD-2.mp3,http://www.flur.pt/mp3/HVALUR17CD-3.mp3,http://www.flur.pt/mp3/HVALUR17CD-4.mp3,http://www.flur.pt/mp3/HVALUR17CD-5.mp3]

O aviso da editora alerta-nos para o facto deste disco – e por causa do seu título – não conter música do século XVII. Repetimos esse aviso: não tem música do século XVII; tem música do século XXI. Música tocada agora, com composições de agora. Nadia Sirota tem sido um elemento essencial para alguma música da editora, e chegou a vez da retribuição oferecendo-lhe 6 composições escritas para sua arte, para a sua viola clássica. Nico Muhly, Daníel Bjarnason e Paul Corley são os conhecidos autores da Bedroom Community que tão bem a conhecem – Nadia está nos seus discos e quase sempre nos seus concertos -, Judd Greenstein, Shara Worden e Missy Mazzoli são os compositores forasteiros. Música intrincada, complexa, mas habilmente encantatória, mostrando de forma subtil (e às vezes de forma brutal) grande parte dos atributos da norte-americana. Curiosamente, é a prata da casa que melhor música lhe dá, o que não é uma surpresa já que é quem a melhor conhece: a composição de Muhly é soberba, tal como a de Paul Corley, cada vez mais um nome a reter na galáxia Bedroom Community. Para descobrir e usufruir com atenção e dedicação.

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Quinta-feira, 4 Abril, 2013

PIXEL Mantle CD

€ 17,50 € 13,95 CD Raster-Noton

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Jon Egeskov é o homem que assina como Pixel, um nome um pouco óbvio mas que tem a vantagem de explicar rápida e eficazmente o que pode ser este projecto electrónico. Claro que estar na Raster ajuda a explicar o que possa ainda faltar nas entrelinhas: composição digital e techno-glitch envoltos em neblinas electro-estáticas. Há ainda um sentimento industrial que nos faz lembrar a arrumação rítmica de Pan Sonic – às vezes até é mais que isso, quando o batimento mostra secura ou quando o drone se electrifica para além dos valores normais de segurança. Jon Egeshov procura o som meticulosamente antes de procurar o melhor sítio para ele – e isso é uma espécie de degrau superior na escala Raster, onde muitas vezes é a narrativa que conta. Depois, há no seu amor pelos interstícios binários uma simpatia bonita pelo mundo de Ryoji Ikeda, e isso é muito bonito de ser ver. Um óptimo álbum para quem gosta de Som e se quer afastar um pouco do mundo techno da Raster.

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Quinta-feira, 4 Abril, 2013

ALOIS HUBER / BENZO Sit Dub / Rubber Weights 12″

€ 9,50 12″ Laton

[audio:http://www.flur.pt/mp3/LATON063-1.mp3,http://www.flur.pt/mp3/LATON063-2.mp3]

Alois Huber foi um dos principais instigadores da cena rebelde de Viena nos anos 90, que tantos frutos deu em boa parte do espectro musical ligado à cultura de dança e á electrónica. Foi um dos principais nomes da mítica editora/projecto artístico Sabotage que, nunca é de mais lembrar, terminou a sua actividade editorial derretendo todo o seu stock remanescente de vinil para pavimentar a pista de dança de um clube local. Nada estranho a diversas formas e feitios, Alois apresenta aqui um dub movido por um break Amen desacelerado, típico do período trip-hop mas cheio de efeitos, camadas e curvas. Não tanto old school como apenas school. O baixo entra a matar. Neste split, o outro lado é ocupado por uma remistura intensa de DJ Sotofett para “Rubber Weights” de Benzo, um lituano radicado em Moscovo e de quem se diz utilizar apenas sintetizadores russos restaurados. A Drum Version de Sotofett techno-fica o affair, fazendo plenos uso dos sons de borracha que justificam o título, blips sonantes e uma linha grave em fundo que sustenta toda a faixa. A certa altura explode e fica uma espécie de “Flat Beat” (Mr. Oizo) com o sempre bem-vindo twist nórdico. Vai bater.

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Quarta-feira, 3 Abril, 2013

DIE VON BRAU Iris EP MCD

€ 4,95 MCD Edição de Autor

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Um dos nossos favoritos na brava compilação “Lisbon Bass” apresenta agora o seu EP de estreia. Edição de autor de 5 faixas que, enquanto remetem para o universo IDM dos 90s, estão claramente em sintonia com as mexidas actuais decorrentes da cultura bass. É um disco discreto, pouco extrovertido, numa cultura que tende a ser demasiado extrovertida pelo puro (e muitas vezes gratuito) poder do choque. Die Von Brau trabalha as melodias com espaço, os sons respiram e os beats mais gordos na última faixa (“Forte”) são equilibrados com as palmas sintéticas que tanto adoramos. “Maia” exercita um tambor marcial que encaixa na perfeição com as ondas de graves. O arranque do disco faz-se em zona ambiental emotiva, uma vibração old school sempre quente para quem seguia nomes como Isan e até alguma indietrónica já deste século. Investiguem.

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Quarta-feira, 3 Abril, 2013

N.A.D. Dawn Of A New Age 2LP

€ 16,95 2LP Rush Hour

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Houve ali um período em que os sons da cena industrial dos 80s se misturavam com os sons house / techno emergentes. Natural porque as máquinas eram as mesmas, mas em certos aspectos havia um encontro de filosofias, de atitudes perante a sociedade e a vida em geral que levou, por exemplo, os Coil a fazerem house. Já conheciamos Mustafa Ali como L.E. BASS numa compilação obscura de 1988 com o fantasticamente doente “Acid Bitch”. e em outra compilação apanhámos “Distant Drums”, já como N.A.D. (New Age Dance), uma faixa messiânica como aliás quase todo este álbum de 1990 agora reeditado e remasterizado. Títulos como “Everything Seems Different”, “Soul Search”, “I’m Alive” ou “Dawn Of A New Age” aplicam-se a qualquer época de mudança. Aplicavam-se em 1990 (mudança de década, aproximar do novo milénio, turbulência no Médio Oriente, etc.) como se podem aplicar agora. Este á um álbum consistente que parte de uma cultura sónica mais ligada, como dissemos, ao industrial e em particular à EBM mas que é aplicada com mestria e sensibilidade à mensagem techno / house que ajudava a forjar toda uma nova atitude. As letras são declamadas mais do que cantadas, o tom é sério e preocupado e a música encontra-se quase no centro entre Drexciya e Underground Resistance (mais peso nos sons e na militância) e Dream 2 Science (mais paz, amor e leveza de espírito). Destaque natural para este álbum que será, no final deste ano, uma das reedições de topo, acrescentada de 5 faixas que não constam na edição original. Não percam.

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Terça-feira, 2 Abril, 2013

SASAC All Pleasures / Garden Sounds 7″

€ 8,95 7″ Omega Supreme Records

[audio:http://www.flur.pt/mp3/BT-1002-1.mp3,http://www.flur.pt/mp3/BT-1002-2.mp3]

Sasac pega no lado romântico do boogie, um pouco como Dâm-Funk tem feito, e sai-se com um tratamento intemporal em duas faixas lentas para dançar junto com alguém. Instrumentais iluminados por um sentido melódico apurado, “All Pleasures” e “Garden Sounds” revelam no título que o que se passa aqui responde ao mesmo lema que Autechre / Gescom proclamavam nos 90s: “Pleasure is our business”. Da Suécia para a família Peoples Potential Unlimited, este single de 7″ não é uma peça perdida nos 80s mas um trabalho contemporãneo de amor.


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Terça-feira, 2 Abril, 2013

JESSE SAUNDERS On And On 12″

€ 8,50 12″ Rush Hour

[audio:http://www.flur.pt/mp3/RHRSS8-1.mp3,http://www.flur.pt/mp3/RHRSS8-2.mp3,http://www.flur.pt/mp3/RHRSS8-3.mp3,http://www.flur.pt/mp3/RHRSS8-4.mp3,http://www.flur.pt/mp3/RHRSS8-5.mp3]

Incrível e muito afamado pedaço de História, original de 1984 que contribuiu para a ascenção da house em Chicago e para a vitalidade de rua e de quarto que mexeu com as cabeças de muitos putos da época que começaram a perceber os tweaks e maneiras de mexer em caixas-de-ritmo e linhas de baixo sintéticas. “There’s things inside my soul, they make me lose control! Bitch!” é parte da versão vocal. Jesse canta “On and On” e dá o mote para Adonis, um par de anos mais tarde, proclamar que “There’s no way back”. Para apaixonados de tambor e palmas como nós, o lado B são só ferramentas rítmicas, todas fantásticas, todas na base das bases, ainda parecendo gravadas em pedra, e era a pedra das Escrituras Sagradas, sabemos agora. Paguem 100 EUR pelo original ou então 8,50 por esta reedição da sempre dedicada Rush Hour.

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Sábado, 23 Março, 2013

AUTRE NE VEUT Anxiety CD

€ 14,95 CD Software

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Em certa medida, a Mexican Summer/Software materializou alguns dos desejos da Olde English Spelling Bee. A relação é ténue, mas é hoje óbvio que a Mexican Summer, principalmente através do veículo Software, está a preencher a lacuna deixada após o apogeu da OESB. Falamos nisto por causa de Autre Ne Veut que foi um dos últimos gritos do ano mais relevante da editora (2010). O álbum homónimo era uma passagem perfeita da chillwave para esta pop de beats que tanto pode ser R&B como uma visão tormentosa de Mariah Careh a fazer hip hop. Por mais tenebrosa que seja essa visão, Autre Ne Veut concretiza isso no limite da ironia/verdade: no álbum homónimo imaginávamos Prince se fosse um hipster deprimido em Brooklyn século XXI. Aqui vemos o que pode acontecer com mais meios, uma espécie de “álbum de estúdio” para um músico que se habituou a fazer música no seu quarto e cujas canções parecem dotadas de um efeito karaoke (pós-John Maus). É a pop de hoje concretizada de um modo bastante honesto – e modesto.

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Quinta-feira, 21 Março, 2013

KARL BARTOS Off The Record CD / LP + CD

€ 14,50 CD Bureau B

€ 16,50 € 14,95 LP + CD Bureau B

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O single “Atomium” tinha mostrado que Bartos se mantém fiel a temas e sons muito ligados a Kraftwerk. Este é um álbum clássico em quase todos os sentidos da palavra, como não pensar assim ao escutar “Nachtfahrt”? O próprio título da música, traduzido aproximadamente para “Viajar de Noite” une as pontas desde “Autobahn” a Jeff Mills, o vocoder em “Without A Trace Of Emotion” regressa sem vergonha nem sequer aos 80s mas ao período de reinado electro há 10 anos atrás, misturando-se com a voz natural de Bartos para uma canção pop absolutamente equilibrada. “Off The Record” mostra melancolia e electricidade, ouvimos agora “Instant Bayreuth” para uma trip até ao período clássico de Kraftwerk a meio dos 70s. Não há como escapar, e o próprio Karl Bartos parece ser o primeiro a reconhecer isso, gravando um álbum que actualiza correctamente toda a perspectiva que os Kraftwerk do século XXI não parecem ter sido capazes de preservar de forma tão certeira.

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Terça-feira, 19 Março, 2013

V/A 20 Jahre Kompakt Kollektion 1 2CD

€ 18,50 € 12,50 2CD Kompakt

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Apesar de a editora ter sido inaugurada apenas em 1998, vários dos seus originadores já eram activos na cena techno alemã há bastante tempo, notoriamente Reinhard Voigt, Wolfgang Voigt e Jurgen Paape. A loja, que já existia como parte do franchise da Delirium (loja, editora e clube) mudou nesse ano de nome para Kompakt, também, mas tudo começou em 1993 com Voigt, Voigt e Paape a pegarem na nova loja Delirium em Colónia. O sucesso de Wolfgang como Mike Inc., Love Inc. e outros projectos, as várias editoras em que esteve envolvido, a fundação da profan a meio da década de 90 e, mais tarde, a adição de Michael Mayer à equipa, foram bases essenciais para a personalidade e a dinâmica que a Kompakt tem mantido ao longo de duas décadas. Instituiu o que se chama ainda hoje “techno de Colónia”, abraçou sem vergonha o gosto pela pop (Michael Mayer é um reputado fã de Pet Shop Boys, por exemplo) e, talvez mais pelo lado de Wolfgang Voigt e as suas explorações como Gas, a Kompakt abraçou também uma veia ambiental traduzida em vários discos de autor mas, mais famosamente, através da série anual “Pop Ambient”. Inútil descrever o conteúdo destes dois CDs que espelham essas várias vertentes e nomes que contribuiram para aumentar a quota de qualidade no mercado de música de dança.

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CD 1: 01. Heiko Voss - I Think About You, 02. Matias Aguayo - Minimal (DJ Koze Mix), 03. Dorau/Köhncke - Durch Die Nacht (Geiger Mix), 04. Matias Aguayo - Walter Neff, 05. Justus Köhncke - 2 After 909, 06. Voigt & Voigt - Vision 03, 07. Leandro Fresco - Cera Uno, 08. Michael Mayer - Lovefood, 09. Pluxus - Transient, 10. The Field - Over The Ice, 11. Wighnomy Bros. - Wurz + Blosse, 12.Mayer/Voigt - Transparenza, 13. Dettinger - Totentanz

CD 2: 01. Jonas Bering - Melanie, 02. Kaito - Everlasting, 03. Superpitcher - Happiness (Lawrence Mix), 04. Gus Gus - Within You, 05.Scsi 9 - Morskaya, 06. Thomas Fehlmann - Making It Whistle, 07. DJ Koze - Mariposa, 08. Gui Boratto - Arquipélago, 09. John Tejada-Unstable Condition, 10. Rex The Dog - Prototype, 11. Partial Arts - Trauermusik, 12. The Rice Twins - For Penny And Alexis 

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Segunda-feira, 18 Março, 2013

RICARDO VILLALOBOS Dependent And Happy Part 4 12″

€ 11,50 12″ Perlon

[audio:http://www.flur.pt/mp3/PERLON924-1.mp3,http://www.flur.pt/mp3/PERLON924-2.mp3]

“Precox” instala um beat Villalobos durante boa parte dos 11 minutos e pouco de duração da faixa, mas já nos habituámos a que muitas das suas faixas sejam verdadeiras obras de arte em matéria de narrativa sónica. Há um mundo inteiramente auto-suficiente dentro da sua música, onde até por vezes as pessoas falam umas com as outras, mas o mais fascinante, por exemplo, em “Precox”, é escutar todo o desenvolvimento através das pequenas subtilezas que desembocam na resolução lógica da faixa, um comedown relativamente longo, no qual a vida se vai extinguindo pouco a pouco. Em seguida, “Two Kids Set Off” estende o prazer por mais 13 minutos de imagens na cabeça, vozes soltas, um motor com energia incessante e uma atmosfera rude que, apesar disso, acolhe a nossa mente, e tanto mais quanto mais longe nos deixamos conduzir. Não há como não apelar ao esoterismo quando se ouve Ricardo Villalobos neste apuro de forma.

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Quarta-feira, 6 Março, 2013

ROBERTO CACCIAPAGLIA Sei Note In Logica LP + CD

€ 19,95 LP + CD Mirumir

[audio:http://www.flur.pt/mp3/MIR100703-1.mp3,http://www.flur.pt/mp3/MIR100703-2.mp3]

“Sei Note In Logica” é o segundo álbum do italiano Roberto Cacciapaglia (iremos receber o primeiro, “Sonanze”, em breve), disco que se tornou conhecido graças a enormes elogios tecidos por Jim O’Rourke. Não é para menos, “Sei Note In Logica”, editado originalmente em 1979, é uma peça minimalista lindíssima, dividida em duas partes, à volta de 35 minutos de sonhos puros, entre variações de fantasia e a promessa de um futuro que viria com a ficção científica dos anos 1980. Orquestra, electrónica e vozes, tudo se conjuga em ritmos e melodias perfeitos, um movimento contínuo que é simultaneamente uma paz enternecedora. É, provavelmente, a melhor descoberta que fizemos este ano. A edição, além do vinil, traz um CD que inclui as versões acústicas das duas partes. Imprescindível.

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Sexta-feira, 18 Janeiro, 2013

JOHN ZORN A Vision In Blakelight CD

€ 19,50 € 15,50 CD Tzadik

[audio:http://www.flur.pt/mp3/TZ8303-1.mp3,http://www.flur.pt/mp3/TZ8303-2.mp3,http://www.flur.pt/mp3/TZ8303-3.mp3,http://www.flur.pt/mp3/TZ8303-4.mp3,http://www.flur.pt/mp3/TZ8303-5.mp3]

A edição é muito bonita, naquelas capas que imitam o vinil gatefold mas em pequenino. É mais cara que as edições normais porque este foi o método que John Zorn encontrou para valorizar os seus discos. Embora seja um atalho discutível para se obter os mesmos resultados que outrora – assumindo que é possível tal objectivo -, o que fica é mesmo um disco que é bem mais bonito que as cada vez mais evitáveis caixas de plástico. É neste pequeno luxo que John Zorn se encontra com William Blake, um dos seus poetas de língua inglesa favorito e uma figura que decerto lhe traz aquele peso histórico para mais passeios – sonoros e visuais. Quem outros para lhe segurar firmemente a mão senão John Medeski em piano e órgão, Kenny Wollesen em vibrafone e sinos, Carol Emanuel em harpa, Trevor Dunn em contrabaixo, Joey Baron em bateria e Cyro Baptista em percussão? E como bom judeu que é, “A Vision In Blakelight” traz excertos de “Jerusalém”, um hino retirado de “Milton”, poema escrito algures entre 1804 e 1810. O saxofonista, mas aqui uma vez mais o compositor, veste a sua capa Dreamers, espreguiçando-se pelo jazz suave e ambiental, pontuado ocasionalmente por pequenas agitações free que ajudam a espevitar-nos e a elogiar os estupendos músicos desta tropa sempre ao serviço de sua majestade. “From Albion over the whole Earth: such is my awful Vision”. Participação especial, ainda, de Jack Huston, neto de John Huston e actor de “Boardwalk Empire”, que declama alguns versos em “Shadows In Ancient Time”.

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