Terça-feira, 15 Janeiro, 2019

MARCOS VALLE Previsão do Tempo LP

€ 25,95 LP (2019 repress) Light In The Attic

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Provavelmente a capa mais icónica de Valle, mas também o disco que arranca com uma das suas canções mais contagiantes: “Flamengo Até Morrer”. Completando o ciclo de quatro álbuns em quatro anos, “Previsão Do Tempo” (1973) é o álbum catarse depois da maravilha que é “Vento Sul”. É o disco mais groovy dos quatro, é uma espécie de sumário destes quatro anos loucos de Marcos Valle. Há mais presença de electrónica/sintetizadores e em vez de soar a algo ainda mais próximo do soul e funk norte-americano que abraçou noutros álbuns, Valle conquista aqui terreno próprio, onde as influências são claramente abafadas pelo seu génio e pelo importante contributo dos Azimuth (posteriormente Azymuth). Os sons electrónicos entram perfeitamente naquilo que bebeu anteriormente (samba, bossa nova, psicadelismo) e não parecem intrusos, mas pinceladas essenciais para o desenvolvimento do quadro da carreira do músico brasileiro. É também o disco mais jazz destes quatro, mas com uma dimensão que transcende os habituais discos pop que transpiravam jazz nesta altura. Não há um único tema em “Previsão Do Tempo” que não seja de génio, um disco tão perfeito quanto essencial. E com uma capa maravilhosa. A edição faz-se acompanhar por um texto de Allen Thayer (Wax Poetics) e uma entrevista a Valle, bem como a habitual explicação sobre cada um dos temas.

NOTA: Artigo sempre sujeito a confirmação de stock e preço

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Terça-feira, 24 Maio, 2016

THE DURUTTI COLUMN LC 2CD / 2LP

€ 16,50 € 13,95 2CD Factory Benelux

€ 27,50 € 25,50 2LP Factory Benelux

[audio:http://www.flur.pt/mp3/FBN10CD1-1.mp3,http://www.flur.pt/mp3/FBN10CD1-2.mp3,http://www.flur.pt/mp3/FBN10CD1-3.mp3,http://www.flur.pt/mp3/FBN10CD1-4.mp3,http://www.flur.pt/mp3/FBN10CD1-5.mp3]

Recentemente, tornou-se público que Vini Reilly estava muito doente, incapacitado para continuar a fazer aquilo que tão bem fez durante grande parte da sua vida. A onda de solidariedade foi assinalável e, de um momento para o outro, a música de Durutti Column passou a estar presente na cabeça de muitos. Percebe-se agora a onda de reedições e a falta de material novo. Mas esta não é uma missão humanitária, simplesmente: há um défice muito grande da sua discografia – atingida permanentemente pela desgraça, também -, e qualquer peça nova que se junte à sua obra é mais do que bem-vinda. Até porque, e é isso que interessa para aqui, a sua música continua a soar tão fresca e tão original como na altura em que a ouvimos pela primeira vez. Surpresa? Talvez, pois é o tempo é mais do que essencial para estarmos seguros disto. “LC” aparece com estrondo numa versão dupla, que junta um sem número de extras – são 23, senhoras e senhores! – mais do que apetecíveis, entre singles, temas de compilações e versões alternativas. Foi o segundo álbum da sua carreira, editado em Novembro de 1981, e tem uma modernidade avassaladora, directa, sem desvios e sem adornos desnecessários. A relação de Reilly com Martin Hannett tinha-se desvanecido e começava uma outra, de maior e próxima relação – é com Bruce Mitchell que encontra um ritmo próprio que casaria na perfeição nos sempre oblíquos arranjos de Durutti Column. Depois destes anos todos, talvez ainda não se tenha descoberto com exactidão o estilo desta música. Se para os fãs esta é uma edição mais que obrigatória – e ouvi-la novamente, passados alguns anos de pousio, é emocionante -, para o público que vai começando a perceber o que se passou, este momento é de absoluta importância. Eis um daqueles discos especiais como há poucos.

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Sexta-feira, 22 Fevereiro, 2013

GROUPER The Man Who Died In His Boat CD / LP

€ 16,50 € 14,50 CD Kranky

€ 19,50 € 19,50 LP Kranky

[audio:http://www.flur.pt/mp3/KRANK177-1.mp3,http://www.flur.pt/mp3/KRANK177-2.mp3,http://www.flur.pt/mp3/KRANK177-3.mp3,http://www.flur.pt/mp3/KRANK177-4.mp3,http://www.flur.pt/mp3/KRANK177-5.mp3]

É comum no início de cada ano ficarmos entusiasmados com discos bons que saem nos primeiros meses para depois ficarem algo esquecidos durante o resto do ano. É perfeitamente normal, e tal como nós aceitamos isso, muitos de vocês aceitam. Basta olhar para as listas de melhores do ano e perceber que a maior parte dos lançamentos enquadram-se numa janela de edição próxima à da cozedura da lista. Por isso, talvez pareça inverosímil dizer já que “The Man Who Died In His Boat” conste nessa lista, mas de momento é isso que sentimos. O “novo” álbum de Grouper é fenomenal e um dos discos mais belos que ouvimos nos últimos meses: até poderíamos dizer anos, mas não queremos que isto soe exagerado. As aspas colocam-se porque o material aqui presente faz parte da mesma era de “Dragging A Dead Deer Up A Hill”, o disco quem em 2008 colocou Liz Harris no mapa das artistas a acompanhar. Dizer que é da mesma época é simplesmente dizer isso, porque o que ouvimos aqui é radicalmente diferente. Liz conseguiu reunir aqui aquilo que a sua carreira parecia indiciar há muito: uma espécie de ambient/drone misturado com folk e uma sensação de nostalgia devedora de gente como William Basinski ou Leyland Kirby. “The Man Who Died In His Boat” é daqueles discos que, apetece dizer e, já agora, dizemos mesmo, é feito de matéria de sonhos. É como uma nuvem interminável pela qual se flutua pelos sons a que Grouper nos habituou, com a sua voz a desenhar um quadro que se sobrepõe de forma ainda mais bela à parte instrumental. De certa forma, é um disco de estática, pela forma como as suas ondas tomam conta de tudo o que está em nosso redor. “The Man Who Died In His Boat” transforma-nos, nem que seja só naqueles instantes em que o disco está a tocar. E fá-lo de forma gloriosa, como se o fim dos dias não fosse obrigado ao drama, mas a uma calma rara e contagiosa, longe da apatia. Prendas assim não nos são oferecidas todos os dias. Nem todos os anos.

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Sexta-feira, 22 Fevereiro, 2013

KH (KIERAN HEBDEN) / FOUR TET The Track I’ve Been Playing That People Keep Asking About And That Joy Used In His RA Mix And Daphni Played On Boiler Room 12″

€ 9,95 € 8,50 12″ Text

[audio:http://www.flur.pt/mp3/TEXT022-1.mp3]

Kieran Hebden (Four Tet) e a sua Text Records não cessam actividade e este, acreditem, é banger a sério. O título diz porque é que este disco foi editado: montes de gente perguntou o que era durante os sets de KH, Joy Orbison e Daphni usaram isto em sets para o Resident Advisor e Boiler Room. Bola de neve, e aqui está. White label sem capa e apenas com um lado de beat 4/4 que vai sendo acrescentado até ao momento fulcral em que cantos (africanos?) dão o tom a tudo o resto. A partir desse momento parte do beat parece, de facto, tocado pelo conjunto de homens que canta. Afro techno nas mãos de Kieran Hebden, certamente uma ferramenta que fez para si próprio mas cuja popularidade a faz chegar às nossas mãos. Nunca menosprezem o poder do tambor.

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Sexta-feira, 22 Fevereiro, 2013

RLW Fall Seliger Geister CD

€ 15,50 € 12,50 CD United Dirter

Incrível como um nome como Ralf Wehowsky talvez diga tão pouco a gente que deveria ser fã incondicional da sua música. No início dos anos 90, e assinando logo como RLW, o alemão começou a construir uma fortaleza sonora que, embora tenha perdido um pouco o fulgor de outrora, ainda consegue impor uma respeitosa continência. Mas todo o léxico de construção/desconstrução musical da sua obra a solo é originária de uma maior empreitada chamada P16.D4, um colectivo alemão muito activo no noise e do pós-industrial que durante os anos 80 alimentou proficuamente uma geração de fãs do experimental. Em “Fall Selliger Geister”, continuando um trabalho a solo mais virado para o mundo electroacústico, Wehowsky mistura electrónica e concreto fazendo-nos crer que nada parece o que é. E embora seja em disco que RLW deixe a sua marca – só há poucos meses o alemão interrompeu o hiato dos concertos que durava há quase 10 anos -, tudo parece liberto da composição e das formas, convencendo-nos que é na improvisação que mora o seu instinto. E são discos como estes que fazem o bom nome mas desconhecido de RLW.

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Sexta-feira, 22 Fevereiro, 2013

MARCOS VALLE Marcos Valle CD / LP

€ 13,95 € 9,95 CD Light In The Attic

€ 24,50 € 21,95 LP Light In The Attic<

[audio:http://www.flur.pt/mp3/LITA090-1.mp3,http://www.flur.pt/mp3/LITA090-2.mp3,http://www.flur.pt/mp3/LITA090-3.mp3,http://www.flur.pt/mp3/LITA090-4.mp3,http://www.flur.pt/mp3/LITA090-5.mp3]

A Light In The Attic nunca nos desilude. Agora que pensamos nisso, o nome da editora transmite uma certa infabilidade, como se aquela luz fosse um permanente raio de iluminação para objectos que estamos constantemente a (re)descobrir e a encaixar na nossa vida. Há muito que queríamos os discos de Marcos Valle nas nossas mãos, alguns estavam indisponíveis, outros simplesmente a um preço proibitivo para podermos partilhar convosco. De uma vez só a editora coloca cá fora quatro discos chave do músico brasileiro, popularizado pelo sucesso que escreveu com o seu irmão Paulo Sérgio, “Samba De Verão”, mas com uma carreira riquíssima que vale a pena descobrir. E a promoção que fazemos aos discos não é mero fogo promocional, mas uma oportunidade que proporcionamos para terem nas mãos quatro maravilhas que foram a melhor notícia que recebemos no final do ano passado: quando soubemos que os discos iriam ser reeditados. “Marcos Valle”, editado originalmente em 1970, tem como banda suporte os magníficos Som Imaginário, mas a sua presença não se faz sentir tanto pela sua ordem de rock psicadélico, e sim como proporcionam uma brisa contínua de boa disposição. Uma bossa nova pop, fresca, com travos do soul/funk norte-americano da altura, tão distraída, quanto irónica e, também, romântica. “Os Grilos” é um clássico instantâneo que nunca esgota. A edição em CD traz um tema raro, “Berenice”, uma prenda irrecusável e uma óptima descoberta do catálogo de Valle. A edição vem com um texto de Allen Thayer (Wax Poetics) e uma entrevista a Marcos Valle, acompanhada por palavras suas sobre cada canção.

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Sexta-feira, 22 Fevereiro, 2013

MARCOS VALLE Garra CD / LP

€ 13,95 € 9,95 CD Light In The Attic

€ 24,50 € 21,95 LP Light In The Attic

[audio:http://www.flur.pt/mp3/LITA091-1.mp3,http://www.flur.pt/mp3/LITA091-2.mp3,http://www.flur.pt/mp3/LITA091-3.mp3,http://www.flur.pt/mp3/LITA091-4.mp3,http://www.flur.pt/mp3/LITA091-5.mp3]

Editado em 1971 “Garra” é um álbum bastante diferente do homónimo. Aqui Marcos Valle expande-se, o que era bom no álbum anterior torna-se melhor aqui e “Garra” é quase um treino de luxo para os formidáveis “Vento Sul” e “Previsão Do Tempo”. É um álbum que facilmente se divide em duas partes, os primeiros cinco temas são muito mais soul e começam a abrir alguns tópicos que invadem as canções de Valle e que depois explodem na segunda metade do disco. “Com Mais de 30″ e “Black Is Beautiful” são momentos maravilhosos, mas o ritmo muda completamente a partir de “Paz E Futebol” e explode completamente com “Que Bandeira” até ao final do disco. As orquestrações da primeira metade são algo tímidas, aperfeiçoando a tal escala de soul/funk norte-americano de então. Depois isso tudo começa a funcionar mais a favor do samba/bossa nova construindo aquele som que tornou Valle tão característico e contagiante. As letras carregadas de humor ficam rapidamente no ouvido e o que Valle canta ganha mais força e torna-se um elemento absolutamente nuclear (antes também o era, mas aqui ganha outro poder) na sua música. A edição vem com um texto de Allen Thayer (Wax Poetics) e uma entrevista a Marcos Valle, acompanhada por palavras suas sobre cada canção.

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Sexta-feira, 22 Fevereiro, 2013

MARCOS VALLE Vento Sul CD / LP

€ 13,95 € 9,95 CD Light In The Attic

€ 24,50 € 21,95 LP Light In The Attic

[audio:http://www.flur.pt/mp3/LITA092-1.mp3,http://www.flur.pt/mp3/LITA092-2.mp3,http://www.flur.pt/mp3/LITA092-3.mp3,http://www.flur.pt/mp3/LITA092-4.mp3,http://www.flur.pt/mp3/LITA092-5.mp3]

Editado no ano seguinte, 1972, “Vento Sul” é a confirmação das previsões que “Garra” deixava. A música de Marcos Valle transcendeu-se e adoptou na totalidade os laivos de psicadelismo que apareciam nos discos anteriores. “Revolução Orgânica” lança imediatamente o mote desta nova direcção de Valle, que se deixa banhar pelas influências do rock que ouvia e resolve experimentar essa costela nas suas canções, mantendo as ricas orquestrações dos seus temas e a habitual preocupação exímia na produção. “Vento Sul” é aquela porta de entrada perfeita para o universo de Valle, porque é o disco de risco que bate completamente certo e junta de um modo muito sistemático – que não influencia a sensação de liberdade que a sua música tem – as possibilidades que ele imaginava para a sua música. As letras começam a ser também mais ousadas, não em termos de conteúdo, mas no modo funcional como adapta a métrica do seu irmão Paulo Sérgio ao ritmo frenético que impõe:”Pista O2″ é um óptimo exemplo. Mesmo nos temas mais calmos essas regras mantêm-se, tornando “Vento Sul” num álbum absolutamente marcante para a música brasileira da década de 1970. Se não conhecem, esta é A Oportunidade. A edição faz-se acompanhar por um texto de Allen Thayer (Wax Poetics) e uma entrevista a Marcos Valle bem como uma explicação sua para cada um dos temas.

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Quinta-feira, 21 Fevereiro, 2013

THE PYRAMIDS They Play To Make Music Fire! 1973-1976 3CD

€ 32,50 € 29,95 3CD Disko B



Caixa com os 3 álbuns (em CD) reeditados recentemente pela Disko B: sigam os links abaixo para os LPs em separado. Viagem africana de alguns estudantes no Ohio, Estados Unidos, resultou na formação do grupo em 1972 e em três álbuns que fazem justiça ao título desta retrospectiva. Fogo! Entre 73 e 76, já mudados para a zona de São Francisco e com elementos a entrar e sair, gravaram a música selvagem e simultaneamente espiritual que escutamos aqui. Entre o free jazz controlado e sons mais ligados ao padrão Etíope, experiências com percussão e ruídos, puras vibes africanas, Exotica dos 50s, cânticos, transe e quase-drone, muitos mundos se cruzam numa autêntica trip que assenta no Jazz mas alimenta-se do que o Espírito inventa. Semelhanças podem ser encontradas com momentos da orquestra de Sun Ra, mas estres três álbuns são Vodu do princípio ao fim. Ritual permanente em que se imaginam oferendas a Deuses. Genial viagem pela selva enigmática da cabeça de outras pessoas que nos conduzem com sons de Todo O Tempo. Livrinho de 44 páginas e video de um concerto na TV em 1975 também incluídos na caixa.

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Quinta-feira, 21 Fevereiro, 2013

DREXCIYA Journey Of The Deep Sea Dweller III CD / 2LP

€ 14,95 CD Clone Classic Cuts

€ 16,50 2LP Clone Classic Cuts

[audio:http://www.flur.pt/mp3/CCC024CD-1.mp3,http://www.flur.pt/mp3/CCC024CD-2.mp3,http://www.flur.pt/mp3/CCC024CD-3.mp3,http://www.flur.pt/mp3/CCC024CD-4.mp3,http://www.flur.pt/mp3/CCC024CD-5.mp3]

A nave não só parece permanentemente levantar voo mas também aterrar em planetas desconhecidos. Se seguem esta se´rie (que ainda vai ter uma quarta parte) ou se têm os discos originais dos Drexciya que motivam estas compilações, sabem do que falamos. Volume III com mais história acumulada, retirada sem aparente critério cronológico mas devidamente remasterizada por Alden Tyrell (Clone). A faixa “Aquabahn” resume grande parte dessa história. A marca que os Kraftwerk deixaram em Detroit, a Motor City, foi decisiva para todas as mexidas que resultaram no Techno que conhecemos hoje. Não por acaso, na música de Drexciya notamos não só a fase mais 4/4 mas também a fase mais Electro de Kraftwerk, mas basta de História sobre a História. O volume III é tão essencial como os dois que o precederam, o imaginário aquático omnipresente (“Nautilus”, “Sea Snake”, Bubble Chamber”, etc.) torna os Drexciya num grupo de futuristas que mantêm a sua história mesmo sob tortura. Material aqui essencialmente dividido, nos anos 90, entre as editoras Underground Resistance e a Submerge, embora Inglaterra quisesse muito entrar na jogada e tanto a Rephlex como a Warp editassem EPs do grupo. No presente, por exemplo, uma faixa como “Aqua Worm Hole” rocka qualquer clube actual, não duvidem. Techno com os breaks certos para retomar fôlego e energia e a viagem pode ser interminável.

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