Segunda-feira, 18 Fevereiro, 2019

ILL CONSIDERED Ill Considered VI LP

€ 21,50 LP Ill Considered

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Segunda-feira, 18 Fevereiro, 2019

ILL CONSIDERED Ill Considered 3 LP

ESGOTADO LP Ill Considered

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Falemos de planos: não que vos interesse para alguma coisa, mas para perceberem a dimensão da coisa. Há duas semanas que falamos internamente sobre fazer uma mailing lust só com discos de Ill Considered. Recebemos stock de tudo o que os músicos têm disponível e queríamos partilhar muito do que fazem, num pack especial. Ainda não aconteceu. E não é hoje que vai acontecer. Não por falta de tempo, ficámos presos neste “III”. Aliás, foi este disco que nos despertou valentemente para a discografia imensa e intensa dos britânicos. Vêm com a leva do “novo jazz britânico”; são muito mais do que isso. Uma mailing lust dedicada a eles faria a coisa mais especial, sim, mas como é que é possível avançar para os outros (“VI”, “An Ill Considered Christmas”, “Live At Total Refreshment Centre” e o homónimo dos Wildflower – que foi o nosso primeiro grande mergulho neste universo) quando estamos constantemente presos em “III”? “III” é uma avenida de mil referências que nos seca num beco. A música expande mas fecha-nos numa bolha: mais nada parece importar. É subtil e explosiva, recorre a trajectos comuns do jazz, a variações que servem funcionalismos da electrónica, mas nunca é electrónica, nunca se serve a esse propósito: da mesma forma que é funk sem nunca o ser. Em “III” os Ill Considered fazem música que se lê como o mais belo livro. Para a posteridade. Depois contamos quando entrarmos a fundo nos restantes. Até lá, continuaremos a viver desta música viva.


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Quinta-feira, 14 Fevereiro, 2019

PYE CORNER AUDIO Hollow Earth CD / LP

€ 13,50 CD Ghost Box

€ 19,50 LP Ghost Box

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Apesar de editar em vários editoras, Martin Jenkin, enquanto Pye Corner Audio, mantém uma linha narrativa nos lançamentos que escolhe para cada editora. Para o seu terceiro lançamento na Ghost Box, depois de “Sleep Games” (2012) e “Stasis” (2016), Jenkin continua a contar uma espécie de história da música electrónica-cósmica-library através do tempo, desta vez encaixando um pouco nas fronteiras da pop da new age, do cósmico mais terreno que saiu da Alemanha durante a década de 1980. Os temas são ficção científica além-realidade, num deserto apocalíptico pós-Carpenter e onde os filmes de terror já não metem medo. Jenkins continua a ser um senhor na exploração da claustrofobia nostálgica dos sintetizadores. Enfia-nos numa caixa com ele, com os seus pensamentos e explorações sónicas. Sempre irreal-essencial.


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Quinta-feira, 14 Fevereiro, 2019

METHYL ETHEL Triage CD / LP

€ 12,50 CD 4AD

€ 23,50 LP 4AD


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Quinta-feira, 14 Fevereiro, 2019

BEIRUT Gallipoli CD / LP

€ 12,50 CD 4AD

€ 27,95 LP 4AD

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Quinta-feira, 14 Fevereiro, 2019

MIKE COOPER White Shadows In The South Seas 2LP Sacred Summits

€ 24,50 2LP (2019 reissue) Sacred Summits

Originalmente editado em CD em 2013 pela Room40, “White Shadows In The South Seas” é um refresco áudio para uma das muitas aventuras visuais de Mike Cooper. Encantando com as ilhas do Pacífico, com experiências realizadas por exploradores no início do século XX naquela zona e, também, com filmes mudos que se foram gravando nas primeiras década do século XX, Mike Cooper criou – e continua a criar – uma série de álbuns sobre o fascínio do contacto do mundo ocidental com outras regiões do mundo. O incidente do contacto não é um de colonização, ou de ingenuidade, mas nas próprias factualidades do encontro e nas formas como as interpretações nascem e morrem em segundos. Por isso, a música da sua “Islomania”, como o próprio a denomina, é inclassificável, uma miscelânea de field recordings, weird-folk e global beats. “White Shadows In The South Seas” é um marco nesta exploração de Cooper, porque é música de alguém que não parece – até á data – ter vivido mais de meio século. Encantado com a ternura da descoberta, o boom do artifício e uma certa ingenuidade fascinada com as cores dos seus sons, Cooper encontra uma outra juventude, uma nova vida na música que aqui gravou. Música de arqueologia que respira o desafio de ter de existir num velho mundo. Serve também para mostrar que quando Cooper está no topo da sua forma – como aqui – dá cabazadas a todos os novos experimentalistas.


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Quinta-feira, 14 Fevereiro, 2019

JESSICA PRATT Quiet Signs CD / LP

€ 14,95 CD City Slang

€ 20,50 LP City Slang

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Por vezes fica-se tanto tempo a pensar na importância de Los Angeles na história da música, o seu passado, que o cansaço de um imaginário bate forte e perde-se a noção daquilo que está à nossa frente. Jessica Pratt é norte-americana, de Los Angeles, “Quiet Signs” o terceiro disco, quatro anos depois daquele que a pôs em alta rodagem, “On Your Own Love Again”. A sua voz reconforta com a ideia de que ainda é possível sonhar acordado. Aliás, “Quiet Signs” bate nessa tecla, do quão importante pode ser o sonhar acordado, de marchar em direcção ao sol. Sol californiano, com outras cores, sem a memória do que guardamos da Califórnia, com o presente impresso e pronto a ser consumido, vivido e ouvido por uma voz que tanto leva o dia e traz a noite, como dá a melhor das luzes à noite. Se há duas décadas começou-se a procurar no passado da folk para justificar movimentos do presente, e isso levou a uma busca insaciável, coroando reis e rainhas, príncipes e princesas, elevando o desconhecido ao conhecido ou – o mal da coisa – tratando tudo por igual; hoje encontra-se os resultados dessa procura, da descoberta, na música de Jessica Pratt. Só que ao contrário da folk que surgiu no início do século, em “Quiet Signs” Pratt dá outra folk, uma que não se enquadra em movimentos, que desdenha o passado e sente-se confortável no presente. Um novo-novo-mundo numa voz de brilho no escuro, calma como a noite, maravilhosa como os sonhos. Entranha-se até ser o maior dos vícios, “Quiet Signs” convence que é o maior dos discos. Que assim seja.

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Quarta-feira, 13 Fevereiro, 2019

NOT WAVING Futuro (Music For The Waldorf Project) 2LP

€ 25,95 LP Ecstatic

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Quarta-feira, 13 Fevereiro, 2019

JAY MITTA Tatizo Pesa LP

€ 20,50 LP Nyege Nyege Tapes

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Fogo puro nesta barragem de batidas que adensa o assunto de África como força maior na cena internacional de música de dança contemporânea. A faixa-título, com o MC de 14 anos Dogo Janja, conquista terreno acima das 200 BPM e quando se pensa que pode ser tudo demasiado rápido, então percebemos a adequação da energia e do sentimento a esta velocidade supersónica. Inventando, “Mchuma Bet” soa como vaporwave super alterada, em processo Rato Mickey de aceleração. O compasso desce por vezes para mais próximo de Nozinja e a cena Shangaan Electro, mas a expressão adoptada por Jay Mitta busca nos ritmos singeli, mais rápidos, a sua âncora – “Mwakidimba” navega para além de qualquer acompanhamento. Álbum incrível de música vanguardista junto às raízes, ali na Tanzânia.

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Segunda-feira, 11 Fevereiro, 2019

THE STRANGER Bleaklow 2LP

€ 25,50 2LP (2014 remastered reissue) History Always Favours The Winners

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Editado originalmente em 2008, numa fase de transição na carreira de Leyland Kirby, “Bleaklow” é um dos seus mais enigmáticos discos. Até para quem ouviu a entrada mais recente no universo de The Stranger (“Watching Dead Empires In Decay”), este disco que conhece agora a sua primeira edição em vinil é um de drones ofegantes e violentíssimos, sem os cenários idílicos e decadentes de outros universos de Kirby da última década ou sem a costela mais focada no beat como o último disco de The Stranger. “Bleaklow” é, de certa forma, o disco mais alemão da sua carreira, ouvimos muitas influências do universo das reedições da Bureau B (principalmente dos discos dos anos 1980) e uma ligação singela à Warp (que de certa forma existiu em parte da sua carreira, nem que fosse em modo guerrilha). Há um lado kosmische algo Vangelis neste disco, com o factor surpresa no virar de cada página. Apesar do tom negro, cada tema difere do anterior vertiginosamente. É feito de uma inconsistência invulgar em Kirby, mas que funciona no som algo disfuncional e desconfortável que aqui apresenta. É menos imediato que muitos dos seus discos, quase como se não tivesse uma história para contar e tivéssemos nós que descobrir a sua história, mas é um dos que melhor gratifica o ouvinte. Vale a pena deixarmo-nos levar por esta pérola.

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Segunda-feira, 11 Fevereiro, 2019

AKIRA RABELAIS CXVI 2LP

€ 29,50 2LP Boomkat Editions

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As reedições da Boomkat Editions ao longo do último ano e meio faziam adivinhar isto. Depois de “Spellewauerynsherde” e “Eisoptrophobia” terem sido reeditados, eis um novo álbum, “CXVI”, onde colabora com Harold Budd, Bem Frost, Biosphere, Kassel Jaeger e Stephan Mathieu. Dividido em quatro inquietantes momentos, “CXVI” solta-se do conceito tradicional de composições ou canções. São mesmo momentos, talvez quatro álbuns distintos, de vinte minutos cada. Quase como mini-mixtapes, minuciosamente trabalhadas, que vão deixando os seus subtis movimentos entrarem devagarinho, sem tumultos. O que une os quatros momentos é a actividade de paciência que todos têm, sempre à espera de fazer algo acontecer, mesmo que depois não aconteça nada. Mas ao contrário da habitual tensão que isso cria, em “CXVI” cria-se paciência, a espera é uma espécie de evento, idealizada – ou glorificada – até ao ponto da desorientação total. Por isso, “CXVI” é, simultaneamente, um disco bonito, frágil, como um aterrador, claustrofóbico, desestabilizador pela forma com por vezes se ausenta.


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