Quarta-feira, 28 Novembro, 2018

VON CALHAU! “Batcabelo” CASSETE

€ 5,95 CASSETE C16 (Edição limitada a 75) Porta

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Gravado ao vivo a 9 de Dezembro de 2017 no Passos Manuel, Porto. Dois excertos retirados da performance em que Marta Von Calhau faz headbanging com o cabelo a atingir um tambor: “Batcabelo”. Duração total de 16 minutos em dois lados. Drone, pulsação analógica, cabelo, tambor, electricidade, zona industrial, zumbido e pressão é tudo o que precisam de saber. Ali antes do final chamam a polícia. Como sempre (achamos), óptimo.


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Segunda-feira, 4 Abril, 2016

CALHAU! U LP

€ 19,95 LP Kraak

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Calhau! no seu rock milenar, em duas faces distintas no vinil: uma reapresenta o anterior CD “A Côrte D’Urubu” em todos os seus quase 18 minutos de apreciação celestial “por cima das vozes do Côro de Santa Cecília de Vila do Conde” (escrevemos nós); a outra face manda 5 faixas, de “Manada” a “Herodes”, em que o som tradicional do projecto é ainda mais evocativo de laboratório em madeira com tubagens complicadas. Ouve-se mais desafio sónico, mais pancadas, ritmos (!!), a Marcha de Von Calhau nas intermináveis palavras com S em “S”, depois “Herodes” quase em modo ritualista tibetano, profundo, respiratório, e o mantra de “Uruburro” no meio da mítica paisagem desolada de “Stalker”, um sonho estético industrial para quem vivia a cultura nos anos 80. Calhau! entregam mais esta mala cheia de dobrões reluzentes.

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Sexta-feira, 5 Dezembro, 2014

CALHAU! A Côrte D’Urubu CD

€ 11,95 CD Ed. Autor

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É um novo Calhau! Rombudagem electrónica limitada a 50 exemplares. Von Calhaus recuperam uma peça de 2010, executada por cima das vozes do Côro de Santa Cecília de Vila do Conde. Para o CD foi pedido ao Côro que interpretasse de novo as mesmas quatro peças do seu repertório: “Veni-Creator Spiritus”, “Stabat Mater”, “O Vos Omnes” e “Subi Ó Virgem Ao Céu”. Comunhão em que Marta Von Calhau procura, em espaços, a fusão com o Côro. Isso já está a acontecer pouco depois do arranque, com a voz a testar o melhor encaixe da palavra “Urubu”. Mais à frente, inevitável, os jogos de palavras tomam conta do ambiente, quase um canto litúrgico que eleva a um outro nível palavras como “mamada” e “rabo”. Esta é a nossa maneira de escrever “Sexo” na capa de uma revista. Miados, animais na quinta, a electrónica sempre muito contida do homem Calhau! entra suave por baixo da porta, o seu som grave sugere algo que aquece o chão, até chegarem os Trovões por volta dos 15 minutos. Clássico modo performance de Calhau! a terminar aos 18 minutos como se fosse continuar e tudo mudasse para um daqueles nomes da cena industrial que eram grandes no circuito de cassetes há 25 anos. Capa em formato não habitual. Cor dominante: o salmão!

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Quinta-feira, 21 Março, 2013

CALHAU! Magneto Luminoso Condutor Sombra LP

€ 16,50 LP Edição de Autor

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O que há de antigo em Calhau! é ancestral, é uma ética de trabalho e uma estética definida dentro de padrões surrealistas. Notem que “definir” e “surrealistas” podem ser palavras antagónicas. O duo Von Calhau faz tudo diferente de cada vez que faz, mas a sua música já ganhou um espaço próprio e, desde “Quadrologia Pentacónica”, o LP anterior, mantém uma vibração e vitalidade quase mórbidas, uma sensação perdida algures no meio da performance art musicada típica de outras décadas. Mas aqui as únicas citações são palavras ou frases que a senhora Von Calhau vai dizendo nos infindáveis jogos verbais que caracterizam a “mensagem” deste projecto. Espécie de música de intervenção zombificada, cristalizada na electrónica “rudimentar” (desculpem o excesso de aspas) que o senhor Von Calhau vai manipulando e orientando com movimentos do corpo. Gótico? Não. Zombie não é gótico, é gore. Em “Magneto Luminoso Condutor Sombra” mistura-se Céu e Inferno, uma religiosidade quase mântrica e o borbulhar das profundezas. O jogo de palavras em “Eu-Ropa” fala em dor e tirar a “ropa” do “eu” enquanto um trombone vocal marca o compasso. O senhor Von Calhau, na sua única intervenção lírica (em “Zombie Zomba”) não utiliza o mesmo efeito de voz que ouvimos ao vivo, na apresentação do álbum em Lisboa, o que não deixa de ser bizarro no contexto Calhau! em disco – ouvir uma voz praticamente sem tratamento. As palavras são rudes mas a voz é doce. E assim termina o disco. Masterização de Ghuna X. Que tal? Calhau! é uma tíbia presa no cabelo, é nativo hardcore.

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Sexta-feira, 25 Março, 2011

CALHAU! Quadrologia Pentacónica LP

calhau

€ 13,50 LP Rafflesia

[audio:http://www.flur.pt/mp3/RAFFLESIA006-1.mp3]

Na rota artística-musical há uns anos, Calhau têm-se “infiltrado” aqui e ali e chamado a atenção de quem está minimamente atento ao que se vai passando. As suas performances/concertos foram sempre momentos pensados (ou pelo menos aparentam sê-lo), por mais ocasionais que pudessem parecer, momentos quase sempre diferentes uns dos outros e registo do estado, ou dos diferentes estados criativos de Marta e Alves enquanto Calhau. Chegamos a “Quadrologia Pentacónica”, primeiro álbum assim-mesmo, depois de uns quantos CDRs em edições de autor. Sai pela Rafflesia (Tropa Macaca, Coclea) de Afonso Simões (Gala Drop) numa edição limitadíssima – e vistosa – em vinil. A música é Calhau. Electrónica primitiva, num drone rude quase em bruto que Alves vai trabalhando com movimentos do corpo (bem observados no concerto de apresentação na sexta passada); uma pista de dança possível para a voz e os jogos de palavras de Marta entrarem e criarem uma segunda melodia quase antagónica, encontro perfeito entre canto gregoriano e o espaço rural. O que acontece neste disco dos Calhau é a criação de um espaço invulgar, único, que não tem comparação imediata, dentro e fora, com algo que possamos – ou até queiramos – relacionar, embora apeteça estabelecer um contacto com o som “intestinal” da editora nórdica Sex Tags, até pelo seu à-vontade na liberdade de expressão. “Quadrologia Pentacónica” é estranho, um bom-estranho com que nos apetece relacionar e mais uma daquelas coisas muito especiais que vão acontecendo na música portuguesa.

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