Quinta-feira, 21 Junho, 2018

V/A Public Possession Rare Dance Disc CD

€ 12,50 CD Public Possession

Limited to 300!


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Quinta-feira, 21 Junho, 2018

GANG GANG DANCE Kazuashita CD / LP

€ 11,95 CD 4AD

€ 21,95 LP 4AD


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Quinta-feira, 21 Junho, 2018

JIMI TENOR Order Of Nothingness CD Philophon

CD Philophon

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Quinta-feira, 21 Junho, 2018

JOHN T. GAST BTEC Version #1 12″

12″ Ed. Autor

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Quinta-feira, 21 Junho, 2018

V/A Club Meduse compiled by Charles Bals 2LP

€ 28,50 2LP Spacetalk

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Bastion – “Molitva” (4:34)
The Keyboys – “Savannah” (3:40)
Ara Macao – “Canyon” (3:31)
Chris & Kylie – “Feelin’ Good” (4:23)
The One O Ones – “Radio Cosmos 101″ (Bals edit) (4:27)
Gemini – “Take A Chance” (4:34)
The Clean Hands Group – “Night Fly” (4:24)
The CVQ Band – “Whatever You Do” (instrumental) (4:38)
Miss – “Hip Hop” (3:06)
Metal Voices – “At The Banks Of The River” (3:44)
The Clean-Hands Group – “Shake It On” (4:03)
Gigi Flag – “Nymphomaniac” (instrumental) (5:58)
Eddy La Viny – “Havan’ Hamac” (3:43)

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Quinta-feira, 21 Junho, 2018

CONJUNTO JOVENS AFRICANOS Nhu Djon 7″ Ostinato

7″ Ostinato

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Quinta-feira, 21 Junho, 2018

OKZHARP & MANTHE RIBANE Closer Apart CD / 2LP Hyperdub

CD Hyperdub

2LP Hyperdub

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Quarta-feira, 20 Junho, 2018

DJ FETT BURGER and STILETTI ANA 358 Men 2LP Freakout Cult

2LP Freakout Cult

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Quarta-feira, 20 Junho, 2018

MARTYN Voids CD / 2LP Ostgut Ton

CD Ostgut Ton

2LP Ostgut Ton

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Terça-feira, 19 Junho, 2018

PROC FISKAL Insula CD / 2LP

€ 12,50 CD Hyperdub

€ 17,50 2LP Hyperdub

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Na multiplicidade de samples que compõem a introdução de “Insula” encontra-se o clássico “something wonderful…” de “2001: Odisseia No Espaço”, abrindo a porta à curiosidade. “Insula” não é, como o título indica, uma manobra isolada. Na verdade, procura ligação (desde logo afectiva) com um legado de música electrónica britânica assente na década de 90, todo o período extremamente fértil da IDM lançada pela Warp e outras editoras sintonizadas com um novo mundo pós-dança. Daí para diante, passando pela inevitável speed garage até ao dubstep, Proc Fiskal recolhe dados para elaborar as dezasseis faixas em “Insula” e foca bastante a atenção nos motivos melódicos que chegam assim a 2018 com vibração mais digital mas com a sua alma – aparentemente – intacta. Podemos mesmo encarar “Insula” como um tributo a uma linha musical histórica sem que o álbum corra o risco de ficar negativamente associado a um sentimento nostálgico.

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Terça-feira, 19 Junho, 2018

HULA Murmur CD

€ 15,95 CD (2018 reissue) Klanggalerie

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Hour By Hour, Tear-Up, Ghost Rattle, Delirium, Pleasure Hates Language, Cold Kiss, Red Mirror, Hard Stripes

Por onde começar? Naturalmente, terá de ser Sheffield, a cidade industrial no norte de Inglaterra que gerou mais música influente do que conseguimos nomear: Cabaret Voltaire, ABC, Pulp, Clock DVA, Human League e Heaven 17, Moloko, LFO e a Warp Records, etc. Hula são um produto claro desse caldeirão criativo no tempo em que a cena industrial se fundia com pós-punk. Aliás, o espírito comunitário manifesta-se logo na génese: três membros fundadores de Hula partilhavam habitação com Stephen Mallinder dos Cabaret Voltaire numa villa chamada Hula Kula (também o título de um lado B dos Roxy Music). O colectivo foi sendo acrescentado, ao longo dos anos, nunca fechando portas a colaborações e projectos paralelos. Mark Albrow tem carreira nas artes plásticas; Alan Fisch (substituído por Nort já em “Murmur”) tocou bateria nos Cabaret Voltaire; mas talvez o mais transversal, para comunicar a ideia, seja Mark Brydon. Tocou baixo e percussão no primeiro álbum dos Hula (“Cut From Inside”, 1983). Em “Murmur” ele vem creditado como co-autor da capa, e isso ilustra bem o modo como estes músicos e artistas se misturavam. Brydon estaria envolvido mais tarde na equipa de produção Fon, que deu origem a um estúdio e à editora Warp. Mais à frente fundou os Moloko com Róisín Murphy. A banda misturava-se com artes visuais, produzindo o álbum “Shadowland” em 1986, bem mais abstracto. Em 1984, porém, “Murmur” revela uma banda com instrumentos tradicionais, sim (guitarra, bateria e baixo), mas com utilização cirúrgica de técnicas de corte e sampling / manipulação de fita e, na voz, uma indecisão que nunca ouvimos, desta forma, em nenhuma outra banda, entre o que quase poderia ser pop, funk, e uma obscuridade voluntária, cultivando um lado negro mais ligado ao industrial. Ron Wright partia muitas vezes em mantras repetitivos, como acontece aqui em “Tear Up”, uma das faixas icónicas desta fase de Hula. O músculo funk – bateria e baixo – parecia replicar o que se conhecia dos A Certain Ratio, também do norte de Inglaterra (muito exposto à soul e r&b norte-americanos), só que com outra complexidade e orientação nos arranjos. talvez menos Brasil e mais galeria de arte. “Ghost Rattle” cita “Murder In The Clean States”, uma das faixas de “Cut From Inside”, simplesmente usando o título como parte da letra. “Pleasure Hates Language” é tão rico em detalhe que se pensa como era possível replicar ao vivo este equilíbrio entre electrónica, artifícios de estúdio e um set up ao vivo. Muito mais para dizer sobre uma das bandas fetiche há demasiados anos aqui na Flur. Não há abordagem fácil para os Hula, não há hits nem grandes melodias para cantar, mas os mantras de Ron Wright, uma vez apreendidos, ficam a circular na cabeça. Uma das bandas mais vitais e ao mesmo tempo menos conhecidas daquele período em Inglaterra. Década de 80 do outro lado do espelho. Edição muito acrescentada com os singles da época, na íntegra: “Fever Car”, “Get The Habit” e “Walk On Stalks Of Shatterd Glass” (deste apenas uma das versões está incluída).

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Terça-feira, 19 Junho, 2018

LORD TUSK Communiqué 12″

€ 11,95 12″ MIC

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Lord Tusk aparece de tempos a tempos com discos quase sempre desviados das normas. Do mesmo poço de mistério de John T. Gast e Dean Blunt – com quem colaborou – Lord Tusk grava “Communiqué” como quem redesenha várias tradições em linhas sobrepostas. Dub, industrial, house e, como diz o press-release, Minneapolis Funk. Ouvimos até, nas vozes de “Don’t Be Shy”, uma certa postura 4AD dos primeiros This Mortal Coil. No entanto, a força está em como tudo isto não se apoia em nostalgia e sim numa pista de contemporaneidade que, neste EP, atira connosco para a frente. Como deve ser. Óptimo.

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Terça-feira, 19 Junho, 2018

KAMAAL WILLIAMS The Return CD / LP

€ 14,95 CD Black Focus

€ 23,50 LP Black Focus

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Enquanto Henry Wu ou com Yussef Dayes em Yussef Kamaal, Kamaal Williams deu sinais de fazer parte de uma geração que reencontra o jazz com uma substância de jazz adequada à época, um pouco à semelhança do que Theo Parrish e Moodymann fizeram noutros tempos – também enquadrados no seu momento. Pensa-se em Flying Lotus, Thundercat, principalmente em Kamasi Washington (cujo novo álbum sairá em breve), quando se fala nessa abertura de espírito. Agora Kamaal Williams junta-se ao grupo, me nome próprio. “The Return” impacta de imediato pela delicadeza das notas, discursa sobre o Miles Davis de “On The Corner” e “Get Up With It” sem a desenvoltura – ou espiral – das drogas e, sim, com um groove na mesma temperatura, uma paciência de suspensão e sensualidade tonal. A contenção é agradável, sem procurar grandes mundos – em expansão – Williams concentra a energia na criação de ambientes quentes e na flutuação contínua. Tudo com um sabor sujo à Moodymann em alta definição, mais jazz que dança, mas dança também em tempos modernos. Como um house transformado em jazz e não ao contrário, de uma contemporaneidade hipnotizante. Belo.

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Quinta-feira, 14 Junho, 2018

ALA M U Capital CD Freak Fixe

€ 16,5 CD Freak Fixe

Eduardo Borges, Flávio Freitas e Mafalda Pais produziram “U Capital” em Agosto de 2017. Chega-nos discreto, mínimo de infos, artwork digital bonita em cima do joelho e um som meio deslocado que tentamos colocar nos anos 90 mas a decisão final escapa-nos sempre. A utilização de samples de voz, especialmente em “Cacilheiro” (embora seja um colectivo do Porto), por cima de ambiência electrónica e um ocasional disparo de baixo, ISSO coloca-nos nos 90s. É um álbum mais que bonito de canções essencialmente instrumentais encostadas a um período rave mais chilled, passando por vários dos rumos que a época abriu – dub, house-y, paisagens interplanetárias, até uma esparsa guitarra atmosférica (Underworld? Não é bem). “Dubmuffin” e “Personal Space” com apelos cósmicos bem freak que ecoam pelo espectro, as vozes navegam calmamente num mar de efeitos para ajudar a cabeça a entrar na zona certa.

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Quinta-feira, 7 Junho, 2018

LEON VYNEHALL Nothing Is Still CD

€ 13,50 CD Ninja Tune

O que seria um disco atípico no percurso de um produtor é meramente, hoje em dia, uma outra perspectiva da mesma visão, habituados que estamos a mudanças de curso. Difícil saber até que ponto a história de fundo (emigração dos seus avós para Nova Iorque) condiciona a diferença deste álbum em relação aos anteriores, claramente discos de dança. Mas “Nothing Is Still” soa de facto a uma manobra largamente instrospectiva, de reflexão, a construção de ambientes reflectindo porventura a investigação que Vynehall levou a cabo no mundo real para conhecer de perto essa história que o inspirou. Batidas utilizadas com extrema economia, num disco essencialmente ambiental e sem vergonha de apelar à nostalgia.


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Segunda-feira, 4 Junho, 2018

MICHAL TURTLE Return To Jeka LP

€ 17,50 LP Music From Memory

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“Return To Jeka” inclui música inédita gravada entre 1983 e 1985. O título faz acreditar num espaço imaginário meio sonho meio selva. onde justamente regressamos para encontrar alguns pontos familiares. De leve, insinuam-se Durutti Column e Brenda Ray, uma vontade de fazer pop com utilização diferente dos mesmos artefactos do sistema. “Dub This Heavy” recorda pela milésima vez o peso, a importância, a quase necessidade do dub para sustentar o que no Ocidente já ia parecendo vazio ou “demasiado branco”. “Feel The Pain” prossegue a ideia, nesta colecção onírica de faixas suspensas numa certa irrealidade, exibindo um certo exotismo, tudo a partir de Londres nos tempos escuros de Margaret Thatcher. Muito recomendado.

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Sábado, 2 Junho, 2018

MOUSE ON MARS Dimensional People CD / LP Thrill Jockey

€ 14,95 CD Thrill Jockey

€ 22,50 LP Thrill Jockey

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EM BREVE / SOON

Longo e consequente percurso dos Mouse On Mars, desde os EPs e álbuns na Too Pure, a meio dos 90s, ainda chilled, até a uma cada vez mais complexa teia de desconstrução rítmica. “Dimensional People” reclama uma zona na pop que eles próprios têm visitado de modo sui generis, e que não parece seguir regras estanques, iguais partes Modeselektor e Matmos. As vozes são introduzidas de um ponto de vista sónico, mesmo que, por exemplo, em “Resume” apareça clara, por cima de um padrão dub metálico; e em “Sidney In A Cup” o flirt com a pop seja absolutamente evidente. Mouse On Mars, como outros projectos que à superfície ainda parecem privilegiar sobretudo o risco da experimentação, não fazem mais do que reescrever constantemente o livro da pop, confundindo referências passadas com o presente e o futuro, quando nos vai parecer natural tudo o que ainda hoje soa estranho aos nossos ouvidos.

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Sábado, 2 Junho, 2018

BOARDS OF CANADA Hi Scores MCD / MLP

MCD digipak (2018 repress) Skam

MLP (2018 repress) Skam

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REPRESS EM BREVE / SOON

Em “Hi Scores”, de 1996, o som dos Boards Of Canada já estava perfeitamente formado. “Turquoise Hexagon Sun” é um dos melhores exemplos de como no Norte de Inglaterra se transformava o som já em cruzeiro da cena trip hop em algo ainda mais alienígena, juntando-lhe camadas ambientais que tanto evocavam música cósmica das décadas de 70 e 80 como música composta para programas infantis. As memórias, o sentimento de nostalgia, sempre estiveram muito presentes em Boards Of Canada (o seu próprio nome referencia o National Film Board Of Canada, estúdios de produção ligados a animação clássica e experimental como a de Norman McLaren). Em 6 faixas percorremos um caminho que regressa ao seu início de forma pacífica, como um passeio por uma zona já conhecida mas que nos deslumbra sempre. O que foi aqui inventado perdura num patamar próprio, apenas “June 9th” parece desviar um pouco para Autechre e “Niogax” para Egyptian Lover em velocidade reduzida. “Hi Scores”, em cima de “Play By Numbers” e “Twoism”, avança para a sua obra-prima que é “Music Has The Right To Children” (1998). O impulso não voltou a perder-se.

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Terça-feira, 29 Maio, 2018

VIOLET x BLEID Badness EP 12″

€ 12,50 12″ Naïve

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“Badness” segue-se a “Togetherness”, sempre Naïve. Power-duo femme a realizar rolo de pista onde até Daft Punk parecem convocados, naquele típico som elástico. A outra colaboração de Violet e Bleid, neste EP, centra-se claramente no período de enamoramento rave, bem breakado – “Toxic” é música de época, mas esta época é aquela época, a opção encontra-se mais viva do que nunca para podermos percorrer o tempo. Bleid sozinha traz para a mesa alguma da destruição que conhecíamos de algumas actuações ao vivo, reapropriando essa pulsão industrial para novo contexto mais focado na pista. “Abyss”, de Violet, fecha o EP em velocidade de cruzeiro nos 6 minutos de house quebrada com acrescento de intensidade nas cordas meio em estilo “Pacific State”. De novo, é uma época precisa. AC-TI-V8!

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Terça-feira, 29 Maio, 2018

DJ TAYE Still Trippin’ CD / 2LP

€ 12,50 CD Hyperdub

€ 17,50 2LP Hyperdub

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Muitas milhas percorridas pelo footwork, desde ghetto-tech até colar com trap, “still trippin’”! “2094″ começa o álbum em suprema forma melódica, ondulando pela metrópole. É só o início do incrível caleidoscópio rítmico que ainda puxa drum & bass e compassos de batida super luminosos, cromados, investidos de um brilho futurista simultaneamente meio escuro, como as cores e ambientes nos blockbusters de super-heróis. Esta música cobre uma fantasia de alienação – sempre já testada na cultura de videojogos há muitos anos atrás – enquanto agrega em seu redor um grupo de pessoas que respondem a códigos tecnológicos que se confundem com códigos sociais. “Anotha4# ensaia um avatar de Drake, em meio a arranjos luxuosos e um sentido de groove totalmente autoritário. Música geralmente nervosa, hiperactiva, reflecte o que vemos e sentimos que é, parafraseando Beck, Where It’s At na sociedade actual. Non-stop.

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