Sexta-feira, 14 Dezembro, 2018

RÓISÍN MURPHY Overpowered 2LP Be With Records

€ a confirmar 2LP (2018 reissue) Be With

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EM BREVE / SOON


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Quinta-feira, 22 Novembro, 2018

POP DELL’ARTE Querelle + The Glimmers RMX 12″

€ 12,50 12″ Bloop Recordings (BLOOP12003)

Exemplares da reedição portuguesa de 2007 / 2007 Portuguese reissue. Sound clips and sleeve not from actual copy.

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“Ainda Tenho Um Sonho ou Dois – A História dos Pop Dell’Arte” é um novo documentário produzido pela Antena 3. Estreou em Lisboa, no cinema Monumental, no dia 20 de Novembro, e coincide com um momento feliz, para nós: restock da reedição de 2007 de “Querelle”. Exemplares de armazém, praticamente novos. “Querelle” é apontado pelo baixista Zé Pedro Moura como a síntese de muito do que eram os Pop Dell’Arte, o universo de inspiração em que se baseava a banda: Jean Genet e Rainer Werner Fassbinder, neste caso particular. O original de 1987 é aqui reproduzido e recontextualizado numa época (2007) em que ainda se viviam algumas ondas de choque das mexidas punk funk de 5 anos antes. Independentemente disso, o funk de “Querelle” salta épocas e ainda hoje, utilizando um termo dos próprios Pop Dell’Arte, é um “sonho pop”. Glimmers refreiam o freestyle para uma remistura New Beat mais lenta e narcótica, preservando a estrutura bem reconhecível. Ganha outro corpo na pista de dança, modificado, esticado, mais pesado e sério. Se gostam do som do tambor, se ele vos faz mexer, este disco é todo para vocês.

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Sábado, 11 Novembro, 2017

COLLEEN Les Ondes Silencieuses LP

€ 18,95 LP (2017 reissue) Leaf

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Em “Les Ondes Silencieuses”, editado originalmente em 2007, Colleen explora uma série de instrumentos mais clássicos e cria uma espécie de contraponto na aventura melódica e harmoniosa que tinha sido a sua carreira até então. Lento, espacial, é o disco mais a preto e branco – e real – na sua carreira. O seu tom clássico contrasta com alguns dos álbuns mais populares de Colleen, mas as notas repetidas, o hipnotismo causado pelo espaço vazio de “Les Ondes Silencieuses” expressam a tranquilidade e as cores de Colleen.


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Quinta-feira, 7 Abril, 2016

ANDREW PEKLER Cue: LP

€ 17,50 LP (2016 reissue) Muscut

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“Cue:” saiu em CD, em 2007, pela Kranky, numa altura em que Andrew Pekler andava a tocar com Jan Jelinek. É natural que algumas semelhanças se revelem neste álbum, mas nada substitui chegar a ele em branco. Pode ser um álbum tardio de pós-rock, com tudo meticulosamente colocado entre o “rock” e a electrónica para que os acontecimentos diminutos não soem nem a Oval nem a Mouse On Mars nem a Tortoise clássicos. “Cue:” desenvolve uma matriz que parece unir todos os pontos desse universo vago que acabou, mesmo assim, por reunir um clube já desde a segunda metade dos 90s. O detalhe na melodia é impecável e soa ainda extraordinário como se consegue produzir música, enfim, estranha, quase a existir nas entrelinhas do que é normal, e comunicar emoções tão universais, nada elitistas (ou outro termo que denote exclusividade). “Cue:” é um grande álbum em qualquer década na nossa memória, desfiando um fio narrativo que equivale a uma história irresistível contada à lareira por alguém em cujo colo nos sentamos.

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Terça-feira, 13 Outubro, 2015

STARS OF THE LID Stars Of The Lid & Their Refinement Of The Decline 3LP

€ 44,95 3LP (gatefold, 2015 reissue) Kranky

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É Ivo Watts-Russel, fundador da 4AD, que o diz: “Simplesmente sinto que fazem a música mais importante do século XXI”. É uma afirmação arrojada, até porque hoje, longe do tempo em que os Stars Of The Lid existiam, dá-se menos importância a essas coisas. Talvez, também, porque não redefiniram a música electrónica ambiental e o rasto que deixaram é pouco palpável: simplesmente porque são inimitáveis. Seis anos depois de “Tired Sounds Of Stars Of The Lid” apareceu este “Stars Of The Lid And Their Refinement Of The Decline”, uma continuação monstruosa daquilo que deixaram para trás. Talvez as grandes diferenças entre um e outro álbum sejam as distâncias que existem dentro de si: aqui há uma clara separação entre uma e outra metade do disco (que em CD acaba por fazer mais sentido, entre o primeiro e o segundo). Mas essa separação não é sinónimo da quase redefinição que fizeram da música clássica neste disco através da electrónica, por via do drone e de uma procura singular da música ambiental. É essa singularidade que define a sua importância, uma procura extensa de uma redefinição de som e a procura de sons que obedeçam a estruturas de outro tempo e desenhem uma nova ordem. Há ambição, sim, mas não é uma que a música procurasse cegamente, apenas fazia por existir como o duo Brian McBride e Adam Wiltzie a imaginava. E se em “The Tired Sounds Of Stars Of The Lid” há um encontro com um não-espaço e não-tempo, aqui claramente há uma visão do eterno, do infinito do universo. É algo de puro e imensamente satisfatório e independente daquilo que se procura na música. É um mundo diferente. E se já sabíamos disso com o álbum anterior, este solidificou a presença dos Stars Of The Lid na música das últimas décadas. E é algo para ficar para a posteridade.

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Sexta-feira, 5 Agosto, 2011

DESCOBERTAS EM CASA – Discos esquecidos em stock – parte 3

Como acontece frequentemente com arrumações, descobrem-se coisas boas de que já não nos lembrávamos. Neste caso, coisas de que achamos que vocês já não se lembram. Começámos a mostrar algumas, na perspectiva de que a música em que acreditamos não tem de ser (e não é) terrivelmente actual. Preços mais convidativos para facilitar a decisão : )

laj and qualkerman delia gonzalez & gavin russom

DELIA GONZALEZ & GAVIN RUSSOM
El Monte / Rise (DFA Rmx)
12″ DFA - 8.50 eur 5 eur

LAJ AND QUAKERMAN
Vinyl Frontier
12″ Hairy Claw – 8.50 eur 6 eur

2004: ainda faltava um ano para “The Days Of Mars”, o álbum de Delia Gonzalez e Gavin Russom que tanto celebrámos na altura. A convocação da energia celestial que “El Monte” sugere, ainda, mantém o seu poder celebratório como uma oração que exige braços levantados para o Céu. É tão bom assim. Todos os mais distintos fantasmas de língua alemã que dominaram o Cosmos nos anos 70 são sugados e reconvertidos em nova energia (vale a pena escutar a versão completa aqui). “El Monte” é também uma imagem de local místico por onde as almas precisam de passar a caminho do Nirvana. No lado B, DFA reformulam “Rise” com o tradicional beat associado a LCD Soundsystem, mantendo a expansividade do original bem controlada no enquadramento rítmico que nos faz marchar no tom certo. Ainda assim, é música para grandes espaços.
2007: na Hairy Claw (uma das editoras do pequeno império de Steve Kotey) reaparece uma faixa fundamental na cena disco-house dos 90s: “Vinyl Frontier” e “Lust In Space” tinham aparecido pela primeira vez num maxi da Kami Khazz (editora portuguesa gerida por Pedro Tenreiro e Rui Miguel Abreu), disponível apenas em white label. Esta é, para todos os efeitos, uma reedição. O beat 4/4 constante é enriquecido por percussão afro-latina, bleeps e pulsares alienígenas que tornam a música num assunto sério na pista de dança. Tão minimal quanto uma faixa desta natureza consegue ser sem desvirtuar o groove. brilhante. Duas versões disponíveis no disco. “Lust In Space” foi construída com base num instrumental dos Voyage e assegura o mesmo nível de minimalismo de “Vinyl Frontier”. Tudo bom.

El Monte / Rise (DFA Rmx)
[audio:http://www.flur.pt/mp3/DFA2132-1.mp3]
[audio:http://www.flur.pt/mp3/DFA2132-2.mp3]

Vinyl Frontier
[audio:http://www.flur.pt/mp3/HC06-1.mp3]
[audio:http://www.flur.pt/mp3/HC06-2.mp3]
[audio:http://www.flur.pt/mp3/HC06-3.mp3]


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