Quinta-feira, 28 Março, 2019

GRAMM Personal Rock 2LP

€ 22,95 2LP [2019 reissue] Faitiche.

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Personal Rock

Mesmo antes do milénio, Jan Jelinek tinha conseguido fabricar um som de dança ultra-contemporâneoeo, sobretudo nas edições como Farben. O lado bom do som minimal, incorporando a experimentação radical do glitch / erro para montar grooves inegavelmente expressivos. Tudo acontece a um nível quase subatómico, de subtileza em subtileza, formando uma imagem geral de elegância na incerteza, algo tão detalhado que se presta a uma contemplação devocional mas também suficientemente comunicativo para nunca se perder em circuito fechado. Alguns pontos de contacto com M:I:5 (Wolfgang Voigt), outra masterclass em erro para a pista de dança, mas Jelinek trabalha sobre mais camadas e, logo, o seu mapa é mais complicado. 20 anos a contar desde 1999 e este é um álbum definitivamente ligado à época mas ainda totalmente eloquente em 2019.

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Quarta-feira, 9 Janeiro, 2019

DREXCIYA Neptune’s Lair 2LP

€ 18,95 2LP (2018 repress) Tresor

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Há uma sensação de eternidade no conjunto conhecido da obra de Drexciya. “Neptune’s Lair”, de 1999, retoma a missão subaquática com um título que em tudo sugere a sua origem mítica. Esta parece de facto a banda sonora para a existência nesse mundo. Apesar disso, “Surface Terrestrial Colonisation” marca um passo mais pop, assente na superfície. É impossível desligar o som de Drexciya de toda a mitologia futurista / ancestral criada pelo grupo. Tudo parece nascer de uma partícula retirada de Kraftwerk no período “Man Machine”, incubada depois em ambiente controlado para gerar uma espécie inteira. “Neptune’s Lair” é clássico Drexciya porque Drexciya soa sempre clássico. Possivelmente tem um tom geral mais melódico, mesmo até ao fim com “C To The Power Of X”, e se isso poderia desmotivar os militantes mais activistas de toda a cena Underground Resistance, na verdade o que acontece é que faz passar a mensagem de forma mais universal. Chega a mais gente? Isso é bom. A dica é só uma: aqui não há nada capaz de falhar. Música electrónica que cumpre a nobre tradição de imaginar mundos para além de nós.

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Quarta-feira, 31 Outubro, 2018

DAVID SYLVIAN Dead Bees On A Cake (Expanded Edition) 2LP

€ 32,95 2LP (2018 reissue) Virgin

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Longo, muito longo (12 anos) período sem um álbum a solo, mas David Sylvian continuou a gravar (por exemplo com Robert Fripp e Hokger Czukay) e a envolver-se na criação artística de uma outra forma. As instalações que produziu com Russell Mills (1990) ou, mais tarde, Fripp (1994) cumpriam uma vocação que conduzia Sylvian a uma abordagem mais total da sua música, como um portal para o auto-conhecimento. Quando “Dead Bees On A Cake” saíu, em 1999, o músico perseguia uma via espiritual, deixava-se guiar num processo de auto-descoberta focado na libertação dos medos através da Iluminação. “Come find the meaning of the word inside of me”, logo na primeira canção do álbum, “I Surrender”. Sylvian mantém a mestria nos ambientes etéreos, suspensos, cristalizados em momentos incríveis de “Secrets Of The Beehive” (o álbum anterior, de 1987), incorporando a direcção que ele próprio confessou mais o interessar, desde então: atmosferas e texturas ganham terreno sobre elementos rítmicos. Com Marc Ribot, Steve Jansen, Ryuichi Sakamoto, Ingrid Chavez (a sua esposa de então) e Talvin Singh no núcleo duro das gravações, David Sylvian convocou ainda os espíritos de John Lee Hooker e John Cage, através de samples (em “Midnight Sun” e “Pollen Path”, respectivamente), chamou a América, onde fixou residência, mas também a Índia, onde procurava inspiração para as suas transformações íntimas. Álbum íntimo, como soam todos os seus. Quatro faixas que falharam a edição original, disponíveis nesta reedição pela primeira vez em vinil, feita para o Record Store Day 2018 (então em vinil branco, agora o tradicional preto).

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Quinta-feira, 15 Março, 2018

DOPPLEREFFEKT Gesamtkunstwerk 2LP

€ 19,50 2LP (2018 repress) Clone Classic Cuts

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Desde a edição original em 1999 (na Gigolo de DJ Hell), esta compilação de EPs na clássica Dataphysix conheceu várias encarnações. A Clone reeditou o disco em 2007 e é essa versão que nos chega em nova reprensagem. Dopplereffekt é um projecto saído da unidade Drexciya e, se não segue à risca a mitologia aquática afro-futurista, inventa uma nova identidade nascida dos Kraftwerk, Guerra Fria, tecnologia espacial e experiências de laboratório. Este manifesto electro acontece em cima do património Drexciya, e mais próximo de uma espécie de anterior encarnação de Dopplereffekt: os Elecktroids. Todos estes capítulos acrescentam histórias ao livro geral, representado aqui por “Gesamtkunstwerk” – ambicioso até no título que aponta para uma obra de arte que incorpora várias formas de arte. Recomendado, sempre.

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Segunda-feira, 19 Junho, 2017

MUSLIMGAUZE Speaking With Hamas CD

€ 14,50 CD Staalplaat (2017 reissue)

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Segunda-feira, 14 Março, 2016

DIETER MOEBIUS Blotch LP

€ 17,50 LP (2016 reissue) Bureau B

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Há uma sensação de fonte inesgotável no trabalho a solo dos elementos de Cluster. Mas se Roedelius tende a ficar mais fixo em torno de piano clássico, Moebius (falecido em 2015) explorava sem cessar as possibilidades da electrónica, desde as fronteiras mais avançadas da pop até aos confins do universo abstracto. “Blotch” data de 1999 e baseia-se em estruturas de loops para oferecer a quem ouve, a partir do conforto de uma certa repetição, vistas mais largas do que seria de prever de um compositor / músico com 30 anos de muita criatividade. Masterização de Tim Story, ele próprio com uma sólida carreira mais ligada à música ambiental, a reedição de “Blotch” chega direitinha para o nosso bloco já vasto de sensações electronicamente induzidas.

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Segunda-feira, 20 Outubro, 2014

CORNEL CAMPBELL / RESTLESS MASHAITS Hail Him / King Dub 7″

€ 7,50 7″ (2014 reissue) Partial Records

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Segunda-feira, 20 Outubro, 2014

RESTLESS MASHAITS King Of Kings 7″

€ 7,50 7″ (2014 reissue) Partial Records

[audio:http://www.flur.pt/mp3/PRTL7015-1.mp3,http://www.flur.pt/mp3/PRTL7015-2.mp3]


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Quinta-feira, 31 Julho, 2014

SND Newtables 2LP

€ 20,50 2LP (2014 reissue) SND

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Em 1999, SND haviam refinado a sua abordagem para a distanciar mais ainda de um formato techno que pudesse ser facilmente reconhecível. Esta segunda edição própria, agora reeditada com 6 inéditos retirados do mesmo período, avança consideravelmente na estética de erro/glitch associada (ainda que marginalmente) à pista de dança. O sopro ambiental tão característico deste projecto atinge maturidade, aqui, como parte da teia de sons microscópicos que se atraem mutuamente para formar as entidades a que chamamos faixas. O som de SND, a acontecer sob a superfície e traduzido visualmente por uma redução de estímulos, mantém-se ainda hoje como um dos testemunhos mais importantes da vocação da música electrónica em transcender barreiras. Mesmo antes do novo milénio, esta foi uma das últimas fronteiras a serem transpostas. A partir de então, quase tudo se encontra previamente mapeado. “Newtables” soa agora como uma sonda regressada depois de ter sido enviada para explorar o Desconhecido. Simples e brilhante.

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Sexta-feira, 28 Fevereiro, 2014

FLUXION Vibrant Forms CD / 2LP

€ 11,95 CD (2013 Reissue) Type

€ 22,95 2LP (2013 Reissue) Type

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A Type já tinha manifestado interesse no catálogo da Chain Reaction com a reedição de Porter Ricks e aqui está, agora, um dos monumentos da evolução dub techno pós-Basic Channel, editado originalmente em 1999. A Chain Reaction foi uma espécie de continuação e aprofundamento da filosofia Basic Channel, explorando o género de formas bastante mais esotéricas. Como porter Ricks ou Monolake, na época, Fluxion encontravam um meio termo praticamente ideal entre o motor necessário para manter uma pista acesa e o vapor confortável que provocava a imersão no Espaço ou no Oceano, consoante a experiência para a qual estivéssemos mais disponíveis. “Cyclops Machine” segura por fios instáveis toda a mecânica, aplicando no techno um pouco do que a ciência electrónica andava a experimentar de forma mais abstracta. No entanto, dub techno será sempre uma matriz associada a grande espaço e a profundidade, vastas expansões abertas a exploração mental ou abandono físico, queda ou ascensão em espiral para uma zona onde podemos, só por ouvir este som, sentir a saída da realidade.

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Quinta-feira, 8 Agosto, 2013

V/A Way Out: New Music From Portugal Vol. 2 CD

€ 9,95 CD Ananana

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1999, tensão pré-milenar resultava em música apocalíptica em muitos casos feita nas entranhas de um computador. A fronteira ainda era esticada para a frente. No caso deste CD compilado por Rui Eduardo Paes, não se trata tanto de computadores e tecnologia de vanguarda mas de ideias e formas de as colocar em prática. O património deixado pela editora Ananana é inestimável para um mapa real da música diferente que se produziu em Portugal durante os anos de actividade da editora. Carlos Zíngaro e Telectu podem ser nomes mais conhecidos e históricos, mas agora, olhando para 1999, quem pode dizer que Osso Exótico, David Maranha, Manuel Mota, Rodrigo Amado ou Emídio Buchinho, por exemplo, não são eles já históricos e parte de um património que, felizmente, continua a ser edificado. Poucos exemplares em stock. Em baixo, crítica da época.

No ano passado, o jornalista Rui Eduardo Paes — há muito empenhado na divulgação da chamada música improvisada e em explorar as fronteiras entre o som «musical» e o som «concreto» — decidiu promover a edição de um primeiro volume de Way Out, compilação de artistas e projectos nacionais. O facto de agora se publicar este «Volume 2», transformando assim o projecto inicial numa espécie de revista sonora periódica, parece atribuir alguma razão ao compilador, quando este afirma julgar «que é já para todos evidente que existe, de facto, uma nova realidade musical “alternativa”, no nosso país e que esta começa a ser conhecida além-fronteiras», citando depois os exemplos de Rafael Toral, Carlos Bechegas e Osso Exótico.
Deste último projecto (também representado com Para Percussão e Violinos) veio David Maranha, cujo tema «Quatro Violinos» (sete minutos e treze segundos de sinusoidais) abre o disco. Seguem-se o guitarrista Manuel M. Mota, um cativante exercício de Discmen (José António Moura), os Electro Flan (Gonçalo Falcão, Gonçalo Freitas, Paulo Correia e Manuel Laranjinha) e o saxofonista Rodrigo Amado – primeiro a solo, com Drum’n'Sax, depois na companhia do contrabaixista Miguel Leiria Pereira em RM2. Destacam-se ainda as presenças do violinista José Ernesto Rodrigues e de Jorge Valente (um ex-Plexus), dos Zzzzzzzzzzzzzzzzzp! (o colectivo electrónico de José Moura Barbosa, Manuel A. Dias, Miguel Carvalhais e Miguel Sá) e de Américo Rodrigues, este com dois exercícios sobre a voz, um deles no tema «Marinetti’s Voice», de Victor Afonso. R.E.P. confessa que não foram aqui incluídos todos os nomes que gostaria — uns não puderam, outros não quiseram — e deixa uma nota de esperança: «Julgo mesmo que a travessia do deserto de que tantos se queixavam está a terminar.» Em todo o caso, o disco recomenda-se, particularmente a quem tenha o gosto de explorar aventuras sonoras inéditas e não a quem procure «canções» ligeiras, uma vez que as linguagens aqui em jogo exigirão, da parte do ouvinte, um esforço superior de concentração e entendimento.
(Jorge P. Pires in Expresso, 1999)

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1.David Maranha – Quatro Violinos 2.Manuel Mota – Blue Yodel # 2, Just Get Rid Of Me 3.Discmen – We Are Touch Sensitive 4.Electro Flan – Watkins Lopycat / Leslie Cabinet 5.Rodrigo Amado – Drum ‘n’ Sax 6.Ernesto Rodrigues & Jorge Valente – In Memoriam Wolf Vostell 7.Pedro Leal – O Sonho do Ferreiro 8.Kubik – Marinetti’s Voice 9.Osso Exótico – Para Percussão e Violinos 10.Rodrigo Pinheiro – VI 11.Rodrigo Amado & Miguel Leiria Pereira – RM2 12.Américo Rodrigues – Razia 13.Emídio Buchinho – Treblinka 14.Zzzzzzzzzzzzzzzzzp! – Verão Azul

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Quinta-feira, 27 Junho, 2013

DISCMEN Part Human Part Simpson CDR

€ 6,95 CDR Microwave Recordings / Staalplaat

Restos de armazém ! Novos ! Edição única de 1999 !

“Os homens-disco são apenas um, José Moura, que depois de uma estreia auspiciosa com produção nacional regressa com um álbum distribuído internacionalmente pela prestigiada editora holandesa de “new music” Staalplaat. Adepto do erro controlado enquanto sistema gerador e catalisador/reconversor da prática musical, confesso admirador dos Oval, Discmen (vamos chamar-lhe assim) usou no seu trabalho anterior discos compactos danificados para a criação de grooves descontínuos e agrestes que evocavam, de facto, as “malfunctions” digitais do grupo de Markus Popp. Em “Part Human Part Simpson”, se não mudou a matéria-prima, terá mudado por certo o aproveitamento e manipulação da mesma, já que a música evoluiu para sonoridades cíclicas mais fluidas que lembram “Idioglossia” de Chris Burke mas, sobretudo, um tipo de colagem usado pelos Negativland. 25 segmentos electrónicos de curta duração, com montagem e desmontagem de batidas, drones, timbres e ciclos capturados do leitor de CD, combinam automatismo e emoção digital. Artesão com corpo de homem e espírito de Simpson, Discmen soube tirar o melhor partido dos materiais utilizados, qual demiurgo de um universo de microssistemas autónomos produtores de sinais de comunicação eternamente rolando em sistemas fechados. Imagens bloqueadas de um filme de animação que, à força de repetir os mesmos “gags”, se transforma em ameaça.”

(Fernando Magalhães in suplemento Sons, jornal Público, 19.11.1999)

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