Quinta-feira, 29 Novembro, 2018

ESGOTADO CD Noize Record Club / Risco
ESGOTADO LP Noize Record Club / Risco
“Recomeçar” foi a forma que Tim Bernardes escolheu de começar a sua carreira a solo. Não colocou os O Terno de lado – ainda continuam activos – mas descobriu uma paz diferente através das canções em nome próprio. “Recomeçar” é também uma espécie de “redescoberta” para Tim Bernardes aprender a fazer canções, um modo de fechar-se no casulo das suas ideias e expandir uma série de emoções, coisas casuais de romance. “Recomeçar”, recomeçar após um fim. Editado no ano passado e reeditado em vinil no início deste ano, o álbum de estreia de Tim Bernardes tem crescido em nós – e por todo o lado – ao longo dos últimos meses. Bernardes tem-se tornado um mini-fenómeno em Portugal e os discos dele não são fáceis de se encontrar. Recebemos alguns exemplares em vinil e CD directamente vindos do próprio, a preços acessíveis e fora da especulação de outros sítios. As quantidades são muito-muito limitadas e sabe-se lá quando arranjaremos mais – ou se arranjaremos. É agora ou nunca.
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Quinta-feira, 29 Novembro, 2018

€ 14,95 LP Discrepant 
Quando Óscar Silva apresentou Jibóia no início desta década tornou bem claro que a sua música iria beber a diferentes trópicos deste mundo, procurando uma conexão entre climas e ritmos que não obedeceriam estritamente a regras de tempo e espaço. Procurar influências na sua música é um exercício imperfeito, porque ela se abre de forma cósmica, sem barreiras, à procura de novos sons ao invés de reflectir sons que se têm presentes. A partilha é um elemento crucial na criação da música de Jibóia. Nos seus três lançamento anteriores procurou colaboradores que ajudassem a criar a dinâmica que queria no seu som. No passado trabalhou com Makoto Yagyu (If Lucy Fell, Riding Pânico e Paus), Sequin, Xinobi, Jonathan Saldanha e Ricardo Martins. Para OOOO contou novamente com Ricardo Martins (Lobster, Pop Dell’Arte, BRUXAS/COBRAS, entre outros) e do seu habitual colaborador André Pinto (aka Mestre André, Notwan e O Morto). A viagem de OOOO é mais partilhada do que nas anteriores. Os três músicos partiram à experiência para criar música através de um conceito, pegando em Musica Universalis, de Pythagoras, que relaciona o movimento dos planetas e a frequência (onda) que eles produzem, com uma harmonia interespacial que essas frequências somadas produzem. Como os músicos descrevem, “é uma relação matemática, algo religiosa até, já que essa musica é inaudível. Uma espécie de conceito poético que designa, ao fim e ao cabo, o som do universo em movimento.” Bem redondinho, é música de cosmos, e não é exagero pensar em Sun Ra como inspiração, dado o diálogo rico, fluente e aberto que acontece entre os músicos ao longo dos quatro temas de OOOO. Os primeiros três temas são referências às 3 principais relações entre as frequências propostas no conceito de Musica Universalis e em cada um deles há um ênfase nos instrumentos de cada um dos músicos: nos de Óscar Silva em Diapason, nos de Ricardo Martins em Diapente e nos de André Pinto em Diatesseron. Esta forma de criar revela uma expansão sonora no som de Jibóia. A sua música flui de um modo livre, mas rigoroso, e circular, trabalhando em constância uma ideia de movimento. É inevitável associar o movimento a viagem, uma que tanto se estende ao cosmos como reforça as convicções de Jibóia/Óscar Silva em trabalhar nas não-convenções do rock e do jazz. O último tema, Topos, reserva para si uma espécie de resultado desta experiência entre os três músicos. Mais do que uma conclusão, Topos é aquilo que existe para lá da partida: uma viagem sem ponto de chegada em percurso elíptico. Não poderia ser de outra forma, música tão aberta, clara e livre é impossível de encaixar na lógica de uma narrativa normal. No fim abre-se um novo início, um ciclo fresco que começa com a certeza de que o caminho será sempre gratificante.
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Quarta-feira, 28 Novembro, 2018

€ 5,95 CASSETE C16 (Edição limitada a 75) Porta
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Gravado ao vivo a 9 de Dezembro de 2017 no Passos Manuel, Porto. Dois excertos retirados da performance em que Marta Von Calhau faz headbanging com o cabelo a atingir um tambor: “Batcabelo”. Duração total de 16 minutos em dois lados. Drone, pulsação analógica, cabelo, tambor, electricidade, zona industrial, zumbido e pressão é tudo o que precisam de saber. Ali antes do final chamam a polícia. Como sempre (achamos), óptimo.
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Quarta-feira, 28 Novembro, 2018

€ 32,50 LIVRO Faber & Faber
hard cover, 592 páginas, 17 x 25cm.
Vida, obra e besteiras dos Beastie Boys, contadas por Mike D e Ad Rock, infelizmente sem Adam Yauch / MCA, falecido em 2012. O primeiro capítulo é-lhe justamente dedicado, nas palavras de Adam Horowitz (Ad Rock). Yauch era um motivador e levava toda a gente consigo para o topo do Empire State Building, por assim dizer. De resto, Beastie Boys tornaram-se subitamente gigantes e as duas aparições no mítico programa de TVC “Soul Train” são tidas como reflexo do estrelato e enorme trunfo para gabar junto de toda a gente que nunca tinha estado no “Soul Train”. O livro é escrito em turnos (por vezes em conjunto) entre Horowitz e Michael Diamond (Mike D), percorrendo os óbvios altos e baixos de uma longa carreira, os momentos definidores, as mudanças de perspectiva, ETC. Ricamente ilustrado, “Beastie Boys Book” suga-nos para uma vivência pop meio delirante para comuns mortais como nós. Agora vamos continuar a ler
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Quarta-feira, 28 Novembro, 2018

€ 24,50 2LP Efficient Space
Percurso através de zonas largamente inexploradas do lado de cá do círculo de conhecedores da cena de dança australiana. Se não são um deles, como nós não somos, o mergulho neste duplo LP traz memórias familiares de suor e exercício físico, experiências dentro da cabeça e fora do corpo e um optimismo até hoje sem paralelo. Começa com Future Sound Of Melbourne, com “Resist the Beat” a mandar aquela sample “let the beat control your body” que também ouvimos em “Repetitive Digital Noise” de Atom Heart. As cores e tons da música em “3AM Spares” parecem replicar o que se produzia em inglaterra, inclusive o lado menos alinhado com a cultura de dança mainstream – Sobriquet lembra Psychic TV na fase “Tekno Acid Beat”, por exemplo. Contemplação séria do Cosmos ou abandono hedonista, ambos os pólos devidamente representados numa edição que ganha o nosso carinho praticamente antes de ser escutada, ao vermos o nome de Andras Fox como um dos responsáveis pela selecção.
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Quarta-feira, 28 Novembro, 2018

€ 12,50 CD Infiné
€ 20,95 LP Infiné
Imagem e som num só fôlego de mensagem, em linha com preocupações sociais muito presentes no mundo de hoje. O facto de ser um dos nomes convidados por Fever Ray para co-produzir faixas no seu álbum “Plunge” coloca a tunisina Deena Abdelwahed bem no centro de algumas convulsões contemporâneas na pop e nos circuitos em torno dela. “Khonnar” está longe de ser pop e Deena elabora este manifesto sobre uma base híbrida de electrónica em continuidade com a cena Bass e tons que naturalmente transporta da Tunísia, acertando-se com uma nova seriedade que atravessa a “música de dança”, empenhada em reflectir o estado pouco agradável do mundo e sociedade actuais. “A Scream In The Conciousness” atinge um pico de alienação em relação a coordenadas familiares, antes de deixar a batida marcar um compasso que já conseguimos seguir. Pouca alegria, mas esta nunca foi condição essencial para que a música tenha impacto ou consequência. Forte apelo à reflexão, bem mais que ao gozo, em “Khonnar”.
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Quarta-feira, 28 Novembro, 2018

€ 12,50 CD Cocoon
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Quarta-feira, 28 Novembro, 2018

€ 12,50 CD (2018 reissue) Because
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Tiveram uma duração curta, oito anos entre 1996 e 2004, mas os Beta Band foram fundadores de uma série de tendências que surgiram na mudança de milénio. Particularmente mais relevantes na segunda metade da década de 1990, com este “The Three E.P.s” (1998) e o álbum homónimo (1999), os escoceses foram o sonho molhado de qualquer banda na era do “já foi tudo inventado”. Soavam realmente a inovadores, únicos, não por terem descoberto uma espécie de pólvora, mas porque trabalhavam confluências entre as dinâmicas da pop, a música experimental e uma espécie de música bucólica de dança. A edição deste “The Three E.P.s”, agora celebrada com uma edição de vigésimo aniversário, foi a porta de lançamento para muitas tendências – por exemplo, a indietrónica – e uma espécie de bomba pop. O futuro dos Beta Band ainda é mais fascinante hoje do que há vinte anos.
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Quarta-feira, 28 Novembro, 2018

€ 27,50 LP (2018 reissue) We Release Jazz
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Quarta-feira, 28 Novembro, 2018

€ 12,50 CD (2018 reissue) WRWTFWW
€ 24,95 LP (2018 reissue) WRWTFWW
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Produto daquela era de magnífica descoberta em que os grooves se misturavam com ruído e o que era pós-punk também era mutant disco. EP-4 aparecem como A Certain Ratio e Liquid Liquid colados a um só nome, praticando funk descarnado, anónimo, com a voz quase sempre lá atrás, mera presença sónica. Sobre “Coconut” apetece dizer que se trata de um fabrico japonês de Kid Creole x Yello, cruzando os caminhos de ferro em que as secções de carril são mais ou menos marcadas pela bateria. Enorme invenção de groove, do outro lado da pop, “Lingua Franca” força o significado da expressão como “linguagem comum”. Entendida como espaço de neutralidade, suspensa entre géneros, a expressão faz grande sentido. Se desejarmos uma interpretação literal, óbvio que este não é um álbum para toda a gente, logo porque não é “comum”.
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Quarta-feira, 28 Novembro, 2018

€ 12,50 CD WRWTFWW
€ 24,50 LP WRWTFWW
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Esta é, na verdade, a primeira edição de Midori Takada, aqui com o seu ensemble de percussão acrescentado de Pecker em percussão adicional e Joe Hisaishi em teclas e na produção. Hisaishi estava também a começar um percurso riquíssimo que passaria, por exemplo, por incontáveis bandas sonoras para anime (ouvir as recentes reedições Studio Ghibli) e filmes de Takeshi Kitano. Alguma imprensa actual procurou traçar uma correspondência entre este primeiro álbum do Mkwaju Ensemble e uma concepção de techno, mas Midori Takada responde que “tudo adveio ou do minimalismo ou da repetitividade africana. Como o acto de produzir música altera o nosso corpo – é isso que me fascina”. O ritmo sintético no tema-título e em “Tira-Rin” pode levar-nos, assim, na direcção errada, mas as restantes faixas instituem um certo classicismo percussivo, limpando muitas das interferências tecnológicas para um resultado mais próximo da terra.
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Terça-feira, 27 Novembro, 2018

€ 17,95 LP BPH
€ 9,50 CASSETE BPH
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Quando surgiu no início da década, o produtor sueco Axel Backman deixou dois discos absolutamente admiráveis, “1991” (Astro:Dynamics) e “Skogen, Flickan Och Flaskan” (Opal Tapes). Tão cedo como veio, desapareceu, e deixou uma espécie de mini-legado que ajuda a explicar alguma electrónica/techno que se tem feito nos últimos anos. 1991 esteve na origem de um certo renascimento de um som perdido dos 90s, numa altura em que a música electrónica estava a iniciar a exploração de memórias dessa década. “No More Dreams” passou despercebido em 2016, talvez fruto do exagero de edições semelhantes nesse período – e nos anos anteriores – e descobrimos agora o disco que marcou o regresso de 1991, quatro anos depois do fabuloso “Skogen, Flickan Och Flaskan”. Esta descoberta foi mera curiosidade, lembramo-nos de ver o que andava a fazer e deparámo-nos com este disco que nunca nos passou pelas mãos. O génio com que nos entusiasmámos há 6 anos continua lá, “No More Dreams” é mais uma pérola do sueco, ainda incapaz de sacrificar o que quer que seja em prol daquilo que é bonito.
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Terça-feira, 27 Novembro, 2018

€ 21,50 LP L.I.E.S.
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Terça-feira, 27 Novembro, 2018

€ 12,50 CD Africa Seven
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Terça-feira, 27 Novembro, 2018

€ 20,50 LP Africa Seven
Difícil não ficar conquistado logo na primeira “Jokenge”. Totalmente em alta ainda com a segunda, “Push Am Forward”. Afro National arrancam em 72 para um corpo de trabalho que, nesta antologia, revela a diversidade dos seus grooves: afrobeat, highlife, psych, quase-disco. Raiz muito africana, pouco ocidentalizada. Mais à frente, “Gowa” começa com break estendido, antes da tradicional batida em shuffle se assumir como motor. Destaque para o jogo de vozes. Sulay Abu Bakarr, Patricia Wilson e outros membros originais da banda regressaram em 2012, 40 anos após o início, para a gala anual da Noslina: associação de nacionais da Serra Leoa nos Estados Unidos, reconhecido assim o seu sucesso anterior com canções que se tornaram populares no país, como “Sonjo”.
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Terça-feira, 27 Novembro, 2018

€ 10,95 CD Emika
€ 17,95 LP (Edição limitada) Emika
Sem uma razão plausível que não o eterno círculo em que as tendências se movem, há movimentações electroclash um pouco por aqui e por aí. “Falling In Love With Sadness” sugere uma melancolia que não está presente no álbum, não de uma forma passiva, pelo menos. Editado em apoio explícito ao serviço Music Minds Matter, linha de apoio dedicada à saúde mental no seio da indústria musical. O assunto tem subido de tom, com casos de depressão e pânico a serem comentados mais abertamente. Emika contribui com visibilidade a casos pessoais (anónimos) através do seu site, e o modo como o álbum transmite o tom não se relaciona com qualquer baixar de braços. Pop electrónica deste século, ultra polida e sintética, uma imaginação de New Order no período “Blue Monday” sintetizados por software do futuro (Agora) – oiçam a faixa-título para uma ideia. Apesar de o rosto de Emika figurar em todas as capas dos seus álbuns, ouvimos aqui pop quase sem rosto, não querendo dizer genérica mas de alguma forma diluída num sonho tecnológico satisfeito com a sua própria evolução. Cidadã do mundo e do presente. LP em vinil transparente, inclui poster e as letras das canções.
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Terça-feira, 27 Novembro, 2018

€ 25,50 LP Enchufada
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Terça-feira, 27 Novembro, 2018

€ 21,95 2LP (2018 reissue) Dirter Promotions 
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Imaginando uma fusão entre Suicide e os primeiros Einsturzende Neubauten, talvez o resultado fosse “Thank Your Lucky Stars”, em particular “My Cock’s on Fire (new version)”. A faixa existe no topo de uma pulsação rítmica muito suave, até, com William Bennett como Blixa naqueles primeiros anos. Noise controlado, em todo o álbum, diríamos magnificamente contido, ficando a voz de bennett, processada e longínqua, como elemento disruptor. Esta edição inclui um segundo LP com extras, o último dos quais – versão longa de “My Cock’s on Fire” – vagueia durante 13 minutos em forma de torrente de ruído semelhante a uma formação de bombardeiros. Sete faixas gravadas por Steve Albini em Chicago, em 1987, 88 e 89 (o álbum foi editado em 1990), David Tibet entra na faixa título, e só aqui temos três nomes fundamentais na cultura industrial / noise dos 80s. O álbum soa estranhamente pacífico, regrado, constante, audível. Sem medo.
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Terça-feira, 27 Novembro, 2018

€ 18,95 LP Music From Memory 
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Terça-feira, 27 Novembro, 2018

€ 11,50 12″ Belle Isle Music
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