Quarta-feira, 31 Outubro, 2018

€ 7,50, CD Virgin
€ 30,95, 2LP (2014 reissue) Virgin
€ 12,50 (preço de pré-encomenda) 2CD (2018 reissue) Virgin
EM BREVE / SOON
€ 117,50 (preço de pré-encomenda) 3LP (2018 reissue) Virgin
EM BREVE / SOON
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Quarta-feira, 31 Outubro, 2018

€ 24,95 2LP (2018 reissue) Be With
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Exemplo entre muitos de um produtor que sai da sombra para gravar música como artista. A partir de Atlanta, integrando a crew de produção Organized Noize, Sleepy Brown ajudou a definir um certo som dos 90s, trabalhando em hits certificados para nomes que bateram forte: TLC, Ludacris, Outkast e outros. A expressão do sucesso foi tal que o percurso de Organized Noize resultou em documentário para a Netflix em 2016. Sleepy Brown foi afinando assim todas as skills possíveis para chegar a “The Vinyl Room”, em 1998, com total domínio soul, oferecendo no álbum a outra face do hip hop, fora do circuito gangsta. O resultado saiu meloso, elegante, perto da rua mas alienado o suficiente (“Still Smokin”?) para criar aquele espaço confortável de cabeça no ar enquanto mais pessoas bebem, conversam, dançam e se divertem em redor. A banda perfeitamente tight coloca teclas, bateria, guitarra e vozes num alinhamento sónico polido, cristalino, seguro na exibição da herança soul transmitida por gerações anteriores, tal como Organized Noize deixaram marca em mais novos como Big Boi dos Outkast, que os reconhece como irmãos mais velhos. Estilo.
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Quarta-feira, 31 Outubro, 2018

€ 11,95 CD Gondwana
€ 20,50 LP Gondwana
Desde 2008, a Gondwana explora os intersticios do jazz e das músicas afiliadas no género, desde um formato mais tradicionalmente baseado em canções até abstracções de ciência rítmica como os Stuff (vamos poupar aqui o ponto final que termina o nome). Imaginemos Startled Insects acrescentados da filosofia Headz (Mo’ Wax) e talvez se chegue próximo deste combo baseado em Antuérpia, famoso pelos shows em palco e que é frequente compararem a Flying Lotus. Com todas as devidas distâncias, ouvimos também um pouco de Tortoise na fase “TNT”. “Old Dreams, New Planets” imagina um caminho de exploração em que o groove, de acordo com instruções iniciais, consegue auto-gerar-se. A ousadia não reside na intensidade e sim na matemática dos ritmos e do espaço entre notas, na livre associação de ambientes e velocidades, com recurso ocasional a padrões clássicos para que a descolagem não demasiado abrupta.
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Quarta-feira, 31 Outubro, 2018

€ 11,95 CD Gondwana
€ 20,50 LP Gondwana
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Quarta-feira, 31 Outubro, 2018

€ 11,95 CD Gondwana
€ 20,50 LP Gondwana
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Quarta-feira, 31 Outubro, 2018

€ 13,50 CD Touch
“Ecce Homo”, como as palavras indicam, apresenta o Homem em ambas as capacidades de criador e destruidor, precisamente os atributos de um Deus. Gorgun, a gravar em Istambul, procura o sempre elusivo significado para a existência humana, questionando através do som, pesquisando enquanto cria, ao invés de colocar perguntas para as quais ninguém tem resposta. “Le Sacre II” replica, com deliberada falsidade, um mundo natural; “Knightscope K5″ parece desejar a fusão entre o profundamente artificial e essa ideia feita de natural. Traz para a mesa algumas lembranças da ondulação de Fennesz, mas por sobre a regularidade das ondas, ou ambientes, Ipek Gorgun coloca chamadas de atenção, sons que se destacam até pela mensagem que parecem conter. Quase nenhuma voz, neste álbum, mas a informação, ou mesmo o ensinamento que o autor procura transmitir, encontra-se inteiramente na organização dos sons. Chamando de novo “Knightscope K5″, é possível que a história que conta reflicta a constante subida e descida de ânimos na evolução humana, no fundo, duas palavras pelas quais se define o nosso percurso enquanto espécie: Guerra e Paz.
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Quarta-feira, 31 Outubro, 2018

€ 32,95 2LP (2018 reissue) Virgin 
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Longo, muito longo (12 anos) período sem um álbum a solo, mas David Sylvian continuou a gravar (por exemplo com Robert Fripp e Hokger Czukay) e a envolver-se na criação artística de uma outra forma. As instalações que produziu com Russell Mills (1990) ou, mais tarde, Fripp (1994) cumpriam uma vocação que conduzia Sylvian a uma abordagem mais total da sua música, como um portal para o auto-conhecimento. Quando “Dead Bees On A Cake” saíu, em 1999, o músico perseguia uma via espiritual, deixava-se guiar num processo de auto-descoberta focado na libertação dos medos através da Iluminação. “Come find the meaning of the word inside of me”, logo na primeira canção do álbum, “I Surrender”. Sylvian mantém a mestria nos ambientes etéreos, suspensos, cristalizados em momentos incríveis de “Secrets Of The Beehive” (o álbum anterior, de 1987), incorporando a direcção que ele próprio confessou mais o interessar, desde então: atmosferas e texturas ganham terreno sobre elementos rítmicos. Com Marc Ribot, Steve Jansen, Ryuichi Sakamoto, Ingrid Chavez (a sua esposa de então) e Talvin Singh no núcleo duro das gravações, David Sylvian convocou ainda os espíritos de John Lee Hooker e John Cage, através de samples (em “Midnight Sun” e “Pollen Path”, respectivamente), chamou a América, onde fixou residência, mas também a Índia, onde procurava inspiração para as suas transformações íntimas. Álbum íntimo, como soam todos os seus. Quatro faixas que falharam a edição original, disponíveis nesta reedição pela primeira vez em vinil, feita para o Record Store Day 2018 (então em vinil branco, agora o tradicional preto).
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Quarta-feira, 31 Outubro, 2018

€ 11,95 CD Respirar De Ouvido
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Quarta-feira, 31 Outubro, 2018

€ 8,50 12″ Shift Imprint
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Arttu RMX
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Quarta-feira, 31 Outubro, 2018

€ 10,95 12″ Dream Ticket
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Quarta-feira, 31 Outubro, 2018

€ 9,50 12″ Psypal
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Quarta-feira, 31 Outubro, 2018

€ 12,95 12″ Rush Hour
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Segunda-feira, 29 Outubro, 2018

€ 11,95 CD Kambas
Limitado a 50 unidades.
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Segunda-feira, 29 Outubro, 2018

€ 6,95 CDR Rotten // Fresh
“Solid-state” soa como uma queda permanente dentro da Máquina, aquela imagem do genérico de “Mad Men” mas com placas de circuitos e fios em vez de edifícios. A tensão vai-se construíndo. O fetichismo digital avança com referências a universos baralhados de vozes sintetizadas, blips e processamento pesado, apostado na descontextualização a partir da qual se cria arte a partir da arte. “We are individuals too” é repetido em “Do You Know buhnnun?”. As máquinas promovidas a nossos pares, por nós mesmos. Muito terreno foi desbravado nos 90s e as paisagens agora à nossa disposição beneficiam de alguns marcos deixados para orientação. No entanto, a explosão sonora – melhor dito, a implosão – produzida por volta do milénio dentro de laptops que anulavam ou reescreviam todas as regras musicais até então, permite que, ainda hoje, novas realidades sónicas se apresentem. Rotten \\ Fresh podem ser um colectivo de amigos bem enraizado num espírito comunitário e numa geografia física comum, mas nas suas edições, cada um por si, rejeitam os pés assentes na terra. Qualquer delimitação geográfica deixa de fazer sentido. Ou seguimos, ou ficamos eternamente a beber copos e a pensar como seria. CDR limitado a 50 unidades.
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Segunda-feira, 29 Outubro, 2018

€ 6,95 CDR Rotten // Fresh
“Strel”, com uns meses, personifica no autor Simão Simões a competição saudável na editora Rotten \\ Fresh. “Competição sem nenhuma competição lá, mas dentro de mim quando vejo um concerto de alguns de nós tenho que fazer one-up“, dizia ao Ípsilon em Junho passado. O colectivo, que nos honrou com um festival 100% seu, aqui na loja, no passado dia 27 de Outubro, alimenta-se de si próprio e aí a competição funde-se com entreajuda e uma vontade em realizar coisas em grupo. Simões traça uma linha desde Zeca Afonso aos Sunn O))), Slayer e os seus companheiros de editora, e em “Strel” talvez processe esse caminho através do que soa a desconstrução (desde logo rítmica) mas que escutamos como atenção ao detalhe, elaborado através do acaso, transformando caos digital em composições. Essas são delineadas através da espécie de “repetição evolutiva” que o erro digital pode suscitar (“?? ? luv ??*one*” faz-se canção da mesma forma que Discmen em 1999, em ambos os casos versões cruas do que Oval patentearam como glitch). As nove faixas em “Strel” destroem a linearidade, obrigam a mudanças bruscas no foco de atenção. “Good” faz baixar Venetian Snares até aqui. Neurofunk. CDR limitado a 80 unidades.
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Sábado, 27 Outubro, 2018

€ 15,00 LIVRO O Homem Do Saco / Marmita De Gigante
paperback, 156 páginas, 17.2 x 22 cm.
“Os desenhos de Sei Miguel são um rumor vago na memória do meio artístico português. Das episódicas ilustrações no JL à aparição fugaz das suas obras informais nas páginas da Colóquio Artes, a obra gráfica de Sei foi, no mínimo, discreta no panorama do final da década de 1970. Talvez pelo carácter pontual da sua visibilidade, talvez pela falta de um contexto apropriado, certo é que, da década de oitenta em diante, o seu trabalho nesta área submergiu para águas profundas e não mais voltou à superfície. Isso não significou, contudo, que o exercício do desenho abandonasse o quotidiano de Sei Miguel que, ao mesmo tempo que estabelecia o seu lugar como uma das referências da música improvisada portuguesa, o alimentou paulatinamente e sobre ele foi vertendo a exigência crítica que lhe conhecemos.
Os desenhos reunidos neste Livro das Imagens vêm, portanto, carregados dos mesmos rigor, contundência e economia expressiva que marcam a sonoridade de Sei Miguel. Na sua singeleza, estes são desenhos “do meio da rua”, como “do meio da rua” é a sua música, não só no sentido em que não se querem nem se deixam nunca abrigar em casa alguma, mas também no sentido em que foram criados para viver e fazer o seu efeito nesse lugar de comunhão e encontro que é o espaço público. Por paradoxal que possa parecer, estes são desenhos pop – tão pop quanto aquele ideal que, nos anos de 1960, imaginou o encontro ecuménico da cultura, o lugar da confluência de géneros e da miscigenação de tendências, onde todos os signos conviveriam, por fim, no terreno comum da sua livre interpotenciação e da democratização dos seus sentidos.
E assim como na utopia pop, nos desenhos de Sei Miguel convivem títulos e grafemas, formas reconhecíveis e outras nem tanto, inscrições típicas da BD e aproximações geométricas, alusões a figuras da cultura de massas e citações da mais criteriosa erudição, referência a eventos transversais da nossa história comum e inclusão de episódios potencialmente autobiográficos – tudo isto sob a luz inclemente de um alto contraste e na corrente de uma linha que não hesita. A sugestão é, contudo, a mais determinante das características deste Livro das Imagens. O que nele se adivinha é tão importante quanto o que nele se mostra, o que faz da tensão entre o dito e não dito, entre a expressão e o seu reverso, o mais poderoso ligamento da sua unidade.”
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Sábado, 27 Outubro, 2018

€ 9,95 CD Kvitnu
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Quinta-feira, 25 Outubro, 2018

€ 12,50 12″ Sähkö
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Sons de arquivo (1994/95) gravados para acompanhar o filme de Jimi Tenor, da mesma época, chamado simplesmente “Sähkö: The Movie” porque, originalmente, não lhe foi dado nenhum título pelo autor. Documentário experimental sobre a influente editora finlandesa que introduziu Pan Sonic (então Panasonic) e Jimi Tenor na cena internacional, sonorizado aqui com todo o rigor glacial que encontramos nos discos a solo de Mika Vainio como Ø e também em álbuns de Panasonic como o primeiro, “Vakio”. Interpretação pessoalíssima, este som é ainda um standard do techno minimal, bem antes de este se banalizar como género. A clareza quase científica dos sons é ajudada pela composição espartana que privilegia frequências e tons em vez de melodia e batida mais comuns. Quase tudo inédito, aqui, embalado na habitual arte grayscale da Sähkö. Momentos fugazes de intimidade e uma experiência quase subaquática para recordar Mika Vainio, entretanto desaparecido, ainda um dos grandes na música electrónica dos últimos 25 anos.
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Quinta-feira, 25 Outubro, 2018

€ 17,50 LP Bato Records
Poucas vezes o termo “baleárico” foi tão ajustado como para este disco gravado entre Topanga (Califórnia) e Maiorca (ilhas Baleares) por D. Julian Smith e Henrik Jacobsson. Os espaços abertos por esta música formam um híbrido de jazz (a que não é alheia a participação do trompetista Nestor Casas Oché), pós-rock, ambientalismo e ciência de breaks, tudo consolidado por arranjos detalhados de enorme musicalidade e garra latina na percussão (“Frustrado Poor el Sol”, por exemplo). Lembra Studio / Dan Lissvik, a ambiência geral das compilações de Psychemagik e alguma outra produção com ouvido no transcendente. Grooves curtos, quase sempre abaixo dos 3 minutos, suficientes para uma marcha pela natureza pontuada pelas gravações de campo que se entrecruzam com a música durante todo o álbum. Termina com o literal “Completa Transición” a delinear batidas que mais esperaríamos encontrar num disco de soul / hip hop. 300 exemplares numerados e carimbados à mão.
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Quarta-feira, 24 Outubro, 2018

€ 19,95 LP (2018 reissue) Mar & Sol
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Compilações como “Space Echo” e “Synthesize the Soul” criariam um burburinho justificado em volta da música Cabo Verdiana, seja pelo carácter de território inexplorado por parte do mundo ocidental – a sede de algo novo – ou pelo carácter distante daquilo que o ocidente espera vindo de África, ou que assumia como sabendo, através da exploração inglesa da música nigeriana, sul africana, etc., que apesar da sua identidade mantinha bases de influência com a música anglo-saxónica e norte-americana. Cabo Verde, portanto, as compilações notificaram do carácter alienígena da música, extraterrestre, espacial e especial. E com isso tem surgido o interesse em álbuns e, daí, as reedições. A portuguesa Mar & Sol está na linha da frente, lançou-se com “Aleluia” de Pedrinho, e agora entrega a sua segunda edição, “Nha Destin”, o terceiro álbum de Américo Brito, o primeiro com os Djarama, conjunto musical que cresceu do seu primeiro, Babylon, com quem gravou os dois primeiros discos. Discão delicioso, gravado em 1983 em Roterdão, onde Américo Brito vivia e onde gravou a maior parte da sua música e onde continua a residir. “Nha Destin” está sedado pelo desejo de encantar, oito canções melosas, contaminadas por uma honestidade lírica – muitas vezes inesperada –, cheio de solos instrumentais em puro êxtase. Uma viagem maravilhosa ao amor e à pátria.
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